Nem pouco mais ou menos, respondendo à pergunta do tópico.
No caso, e por exemplo, no plano "homem / mulher" (porque há "n" outros planos), um homem apreciar uma outra (que não a "sua") mulher atraente é algo de tão natural como o é o inverso, no fundo respondendo à "programação genética" que temos desde que fomos concebidos no sentido de preservarmos a espécie.
Ninguém foi programado para amar apenas e só uma determinada mulher / homem. Se o fosse, inviabilizada que pudesse ser uma relação com essa pessoa, não haveria mais algum relacionamento (por não haver, nesse caso e em teoria, qualquer atracção) e, logo, o instinto de preservação da espécie, que nos norteia como um dos mais essenciais e naturais, não existiria com a intensidade com que existe. Em última análise nem deveria existir, nesse caso, prazer no sexo...