Directores na função publica

citação:Originalmente colocada por Carlos.L

O problema aqui é o uso indevido do termo direito.

Alguém que é FP e vem aqui dizer que tem direito a dias de falta, significa que tem uma interpretação muito abusiva dos seus direitos.

É só isso. Mas são estes pormenores que fazem a diferença. :)

Sim confirma-se é um gestor.

Mas qual direito a faltas, estavamos a falar de férias, confundidas com faltas.

Todos temos um numero de faltas minimas justificadas previstas na lei, mas não era disso que esvamos a falar.
 
citação:Originalmente colocada por Carlos.L

O que espanta é invocação da falta como um direito adquirido e contabilizá-los nos mesmos termos que as férias.

Mas tudo bem.

Deve ser mais fácil convencer um camelo a passar pelo buraco de uma agulha, do que um FP de que tem que se ajustar a uma nova era...
Tentas desconversar, como forma de confundir, eu sei que tu és gestor, mas acho que és capaz de ver para alem disso ;).
 
citação:Originalmente colocada por zerorpm

Vamos é substituir estes pseudo-economistas por rôbos, estes não faltam.
:D :D :D :D


A questão é que todos sabemos que o estado é uma agencia de trabalho para os boys com o cartão do partido no governo, que está mal gerido e mal organizado, estando essa responsabilidade a cargo dos varios governos dos ultimos anos.

Sabemos que nesta altura em que se fala das maroscas das empresas municipais e dos municipios, aparece um estudo com dados de 2002 a dizer que os trabalhadores municipais faltam.

E apresentam um numero, 22 dias úteis por ano, numero esse que é exactamente o numero de dias de férias a que as pessoas tem direito num ano de trabalho.

Das duas uma, ou a consultora não sabe que em Portugal há dias de férias, ou, há um numero reduzido de funcionarios que nunca vai trabalhar, nunca lá entra e mesmo assim não é alvo de um processo diciplinar e é despedido.

A ser a segunda situação, só podem ser politicos pois dão tantas faltas, todas "justificadas" como convem e ainda estão a trabalhar, ou estiveram em...

...2002.

Afinal de contas, uma vez politicos sempre politicos.
 
citação:Originalmente colocada por Pé Leve

citação:Originalmente colocada por Carlos.L

citação:Originalmente colocada por zerorpm

Os políticos têm o direito de faltar a torto e a direito, justificando o injustificável, assinando mesmo não tendo estado presente (que dá direito a processo disciplinar no caso do trabalhador).
Continuamos com a mesma demagogia do costume.

A falta não é um direito. Tentem entender isto..., ou será tão difícil. [8D]
Tecnicamente a falta é um direito previsto na lei, disponível ao trabalhador mediante uma justificação que consolida esse direito a faltar mediante essa mesma justificação! Por exemplo no caso da paternidade, só para te dar um exemplo, a lei diz que "...por ocasião do nascimento de um filho, o pai ...tem direito a faltar..."..

Da mesma forma está previsto na lei o direito a faltar para consultas pré-natais, faltas por adopção, faltas por falecimento de familiar, faltas por casamento, por doença, etc!

Ou seja a lei prevê como direito o acesso, justificado, à falta para os mais variados fins, desde que, repito, devidamente justificados, claro!;)
citação:Originalmente colocada por Carlos.L

O que espanta é invocação da falta como um direito adquirido e contabilizá-los nos mesmos termos que as férias.

Mas tudo bem.

Deve ser mais fácil convencer um camelo a passar pelo buraco de uma agulha, do que um FP de que tem que se ajustar a uma nova era...
Mas também, desculpa que te diga, está a ser mais fácil passar o tal camelo pelo buraco da agulha do que tu admitires que aqui não tinhas razão...[:p][:p][:p]
 
A mim não me incomoda ter ou não razão. Faz parte da vida...

O que me incomoda é alguns pensarem que têm sempre razão.

E considerar que uma falta ao trabalho é um direito, francamente...

E adicioná-las ao direito às férias, é do piorio.

Mas pronto, queres ter razão, o que se há-se fazer.

Leva a taça.

Eu é que não me conformo com essa vossa atitude.
 
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