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A diferença é entre valores medidos em banco. No teste com cat debitou mais 20NM que no teste sem Cat e com o carro teoricamente mais solto.
Não havia mais nenhuma alteração a não ser o Cat e a ausência do mesmo.
Não sei se o Cat ajuda à compressão de todo o sistema...????
Cump
(...) Agora que digo que um carro que gasta 4,4 L/100 Km é mais económico do que outro que gasta 4,7 L/100 Km, isso digo-o, com todas as letras. Se ainda assim arrajam confusão, então entro no espírito lúdico e vou-me divertindo.
(...)
[] não resistes a uma oportunidade de mandar "atoardas", nunca ninguem disse o contrário, apenas e tão só que conseguir os 4,7 é um feito notável, mas isso eu sei que tu sabes [
]
estas a esquecer-te do erro de precisão [Bem vamos lá entrar no espírito lúdico da questão.... []
Não sei o que é que essa citação, na íntegra, tem de "atoarda". Mas como colocas entre aspas, já me habituei que isso dá azo ao que depois quiseres...
Mas se sabes que eu sei que esses 4,7 L/100 Km são um feito notável, sabes mal. Até porque deverias saber (e eu sei que sabes, deves apenas de te ter esquecido) que eu sei que esse valor está acima do valor declarado pela marca que o divulgou. []
estas a esquecer-te do erro de precisão [] o notavel é um fabricante ter concebido, produzido e vendido um veículo, com as caracteristicas que sabemos, capaz de tal feito, notavel tambem é a vossa capacidade (tua e a do condutor do HCH que tirou a foto) para andarem dentro dos limites de velocidade, sobretudo neste país.
O uso de uma palavra entre aspas, tem na lingua portuguesa como atenuar ou limitar os significados dessa palavra aos directamente subentendíveis do contexto em que é empregue.
Atoarda porque nunca ninguem disse que 4,4 não era melhor e mais economico que 4,7, mas tu escreves assim de propósito ...
o certo é que este já é o 3º ou 4º post off-topic e já voltou o velho assunto á bailá []
Mas eu também não disse, que alguém tinha dito, que 4,4 L/100 Km não eram melhores do que os 4,7 L/100 Km. []
E agora onde está a atordoada?
E o erro de precisão só pode ser aferido com um depósito e 1136 Km depois. []
É o que retiro deste teu post, mas deixa-la isso e diz lá o que achas da minha teoria da convecção.
Eu disse apenas isso: arranjam confusão!
Mas pronto se preferes falar de mecânica, eu também preferiro.
Cerca de 1/3 do total da energia fornecida pelo motor é perdida precisamente pelo sistema de escape. E vai-se perder, quer por convecção, quer por radiação. Obviamente que a eliminação de qualquer tipo de barreiras (silenciadores, curvas, catalizadores) aumenta a capacidade de convecção. E quanto maior fôr a convecção, menores serão as perdas de carga. Logo menores serão as perdas pelo sistema de escape.
Acho que não expliquei bem, eu estava a pensar no caso apresentado de o carro perder potência sem o catalizador.
Pensei que o catalizador por trabalhar a temperaturas muito altas, servisse de acelerador dos gases de escape, por um efeito de convecção.
E eu espetei uma grande gaffe... []
Queria dizer irradiação e não radiação.
As reacções químicas que se dão no catalizador são efectivamente exotérmicas, ou seja, existe um aumento da temperatura. Isso que dizes pode efectivamente acontecer, mas não me parece que essas vantagens sejam superiores à perda de carga que o catalizador provoca. []
E eu espetei uma grande gaffe... []
Queria dizer irradiação e não radiação.
As reacções químicas que se dão no catalizador são efectivamente exotérmicas, ou seja, existe um aumento da temperatura. Isso que dizes pode efectivamente acontecer, mas não me parece que essas vantagens sejam superiores à perda de carga que o catalizador provoca. []