[Saúde] Aspectos POSITIVOS do (pós-)COVID

Com um pouco de humor negro à mistura, coisas positivas... menos uns milhares de pensionistas para a segurança social...

Não vejo nada positivo.
 
Tendo em conta que os próximos 2 meses vão ser de cortar à vaca em matéria covid, diria que ainda é um pouco cedo para celebrar os pontos positivos.

O home office mais generalizado vai ser provavelmente a maior mudança, vai trazer grandes mudanças, de repente, mesmo que parcialmente, já passou a ser economicamente viável e praticamente viver mais longe do trabalho para muita gente, com todas as consequências que vem dai, desde os negócios que dependem destas pessoas ao ambiente.

Vai deixar saudades ter sempre espaço e distancia, seja num aeroporto ou supermercado.

Mas bom bom, é isto passar rápidamente.
 
A questão do teletrabalho talvez saia reforçada, ainda assim, o impacto que isso terá no ambiente é reduzido. No entanto, num modelo híbrido certamente que é mais confortável para quem goste e possa.

De resto, todas as grandes cidades europeias já tinham planos e metas ambiciosas, não condicionadas pela demonstração de que se pode evitar muitas deslocações, mas sim pelo surgimento de veículos eléctricos e outras formas de mobilidade. Contudo, a questão ambiental não é consensual, em parte porque o que poderá acontecer na prática é enxotar o problema para o quintal do vizinho.

Não vejo assim grandes aspectos positivos que possam ser aplicados em virtude da pandemia. Mesmo essa questão da redução do voos, poderá estar mais relacionada com a falta de dinheiro do que outra coisa.

Além de que o pós-covid está distante...
 
Não vejo assim grandes aspectos positivos que possam ser aplicados em virtude da pandemia. Mesmo essa questão da redução do voos, poderá estar mais relacionada com a falta de dinheiro do que outra coisa.

Na minha opinião, as viagens a título pessoal (leisure, VFR) vão rapidamente retomar níveis 2019.

A questão maior prende-se com o segmento negócios porque muita empresa percebeu bem que pode fazer muito mais coisas sem deslocação física de funcionários e que isso traz enormes poupanças. Poderá eventualmente existir aqui uma mudança de paradigma.

Que, por sua vez, poderá/terá consequências no segmento das viagens particulares porque os preços que estamos habituados nas viagens intercontinenteais só são conseguidos porque há uma pequena parte da cabine em business, com preços 4 a 5x superiores, que paga o bilhete de económica a 300, 400 ou 500€ i/v para outro lado do mundo.

Se esse equilíbrio anterior não retomar, os preços dos bilhetes de económica do longo curso vai inevitavelmente subir.
 
A questão do teletrabalho talvez saia reforçada, ainda assim, o impacto que isso terá no ambiente é reduzido. No entanto, num modelo híbrido certamente que é mais confortável para quem goste e possa.

De resto, todas as grandes cidades europeias já tinham planos e metas ambiciosas, não condicionadas pela demonstração de que se pode evitar muitas deslocações, mas sim pelo surgimento de veículos eléctricos e outras formas de mobilidade. Contudo, a questão ambiental não é consensual, em parte porque o que poderá acontecer na prática é enxotar o problema para o quintal do vizinho.

Não vejo assim grandes aspectos positivos que possam ser aplicados em virtude da pandemia. Mesmo essa questão da redução do voos, poderá estar mais relacionada com a falta de dinheiro do que outra coisa.

Além de que o pós-covid está distante...

Verdade... e com ele a(a) enorme(s) contas que ficarão para pagar...

Impostos em barda antevejo...

Assim como os efeitos do fin das moratórias...

Outro dia apercebi me de um pequeno empresário que desde abril2020:

- não paga os seus créditos pessoais (moratória)
- não os créditos da sua empresa (moratória)
- recorreu à linha de crédito especial que foi anunciada no arranque do confinamento de Março.

Lembro me que em Abril estava em pânico e desde há meses que o vejo tranquilíssimo da vida e fazer tudo em bom e em grande.

Quando se fechar a torneira?

Eu próprio fui contactado pelo meu Banco a perguntar se não queria aderir e tal. Perguntei como é que era possível pois até ver não tinha sido afectado em NADA... responderam me que sim que com alguma assessoria podia ter direito. Nem quis ouvir mais... Nao “nos” entendo!
 
Se viermos a diminuir deslocações, será um aspecto muito positivo.

Se pessoas que íam diariamente ao escritório, puderam passar a ir apenas metade dos dias também será bom, pelo que se poupa em termos de recursos, mas também de tempo.

Por outro lado tudo isto deve ter o efeito de nós fazer rever as nossas prioridades.

Já existe indicações que isso não vai acontecer, a pegada ambiental até pode subir. Porque muita gente se só precisa de ir ao escritório 2x ou semana ou 3x, então em vez de viver a 30 minutos, já pode ir para 1h30. Já não custa tanto, se for uma casa melhor. E isso já está a acontecer. E anula um pouco o que se ganhou do ponto de vista ambiental.
 
Com um pouco de humor negro à mistura, coisas positivas... menos uns milhares de pensionistas para a segurança social...

Não vejo nada positivo.

Então não vês? Há que ver sempre, também, o lado bom da coisa!

Eu destaco a maior abertura para o home office, a noção do estado do SNS, o aumento da sustentabilidade da SS, o aumento de poupança das famílias, entre outros.
 
Com um pouco de humor negro à mistura, coisas positivas... menos uns milhares de pensionistas para a segurança social...

Não vejo nada positivo.

Então não vês? Há que ver sempre, também, o lado bom da coisa!

Eu destaco a maior abertura para o home office, a noção do estado do SNS, o aumento da sustentabilidade da SS, o aumento de poupança das famílias de classe media e alta, os mercados, entre outros.
 
Verdade... e com ele a(a) enorme(s) contas que ficarão para pagar...

Impostos em barda antevejo...

Assim como os efeitos do fin das moratórias...

Outro dia apercebi me de um pequeno empresário que desde abril2020:

- não paga os seus créditos pessoais (moratória)
- não os créditos da sua empresa (moratória)
- recorreu à linha de crédito especial que foi anunciada no arranque do confinamento de Março.

Lembro me que em Abril estava em pânico e desde há meses que o vejo tranquilíssimo da vida e fazer tudo em bom e em grande.

Quando se fechar a torneira?

Eu próprio fui contactado pelo meu Banco a perguntar se não queria aderir e tal. Perguntei como é que era possível pois até ver não tinha sido afectado em NADA... responderam me que sim que com alguma assessoria podia ter direito. Nem quis ouvir mais... Nao “nos” entendo!

Os bancários são uns meros aldrabões, não passam de gestores comerciais como na MEO ou na VODAFONE, mas com cursos superiores e um ligeiro conhecimento dos mercados. Estão lá para impingir produtos financeiros fracos e prejudicial aos clientes. É uma situação triste, é uma filha da putice. Esta semana tive de me chatear no santander por causa da gestora de conta de uns familiares estar a ser raposa matreira.
 
Não vejo nada positivo, nem sei que futuro existirá e quando existirá.

Obvio que há coisas que mudaram, menos poluição em transportes, mas isso é durante a situação pandémica depois volta tudo ao normal. Mas isso não é uma coisa positiva propriamente, é como alguem ser atropelado estar 1 mês em coma e achar positivo porque nesse mês não gastou dinheiro em gasolina...
 
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