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No Liberdade sobra apenas lugar para a liberdade: desobediência em todas as frentes às regras que os de cima nos querem impor.
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os senhorios que nos roubam a casa
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respondemos com a única arma que temos: a Revolução.
que mentecaptos !!!!! [] [
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socialismo do c* 40€![]()
DEBATES !
WORKSHOPS !
FESTAS !!
REVOLUÇÃO !!!
que mentecaptos !!!!! [] [
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Que me desculpem os moradores de Martinchel (incluindo um casal de amigos que vive lá):
Arde em tanto sítio, será que...
PS: eu também sei que a barragem de Castelo de Bode fica logo pelo lado de baixo do parque...
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O acampamento tem uma filosofia. E uma ideologia. É um acampamento que se assume anticapitalista.
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A política também passa pelo WC
Mas como seria esse mundo ideal? “Seria construído e partilhado colectivamente. Livre de hierarquias – procuramos erradicá-las ao máximo no acampamento – e em que tudo seja partilhado.
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Conseguem mesmo construir esse mundo, ou já tiveram de lidar com situações adversas? Sim, já tiveram. Ricardo Gouveia recorda que, numa das edições, experimentaram tornar as casas-de-banho e os balneários mistos. Não correu bem, voltaram às casas-de-banho separadas, mas ainda não desistiram da ideia.
“Tivemos uma situação em que uma rapariga se sentiu desconfortável com rapazes que usaram esta experiência para olhar para elas. Voltámos às casas-de-banho separadas, mas continuamos a ter no nosso horizonte chegar um dia e poder dizer que vamos tornar isto misto, porque queremos mesmo desafiar os limites do género e os papéis de género e os pudores”, explica Ricardo Gouveia. Ana Rosa subscreve: “Para nós, não faz sentido ter casas-de-banho binárias. A separação homem/mulher é extremamente redutora.”
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Naquele espaço verde, com praia fluvial, música, festas e debates, tudo é política. Até a intimidade e as experiências que se partilham em espaços de conversa, como o feminista ou o LGBTQIA+. Fala-se de sexualidade, de poliamor. “Costumo dizer que tudo é político”, diz Ana Rosa. As próprias festas são pensadas para que sejam também políticas.
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Alguns exemplos dos debates e dos temas que estão no programa deste ano: 'Brexit'– Há futuro na Europa (José Gusmão e Ricardo Gouveia); Desobediência civil (Irina Castro e Ricardo Martins); A Guerra dos Tronos e os Tratados Europeus (Pedro Filipe Soares); Empreendedorismo é solução para a crise? (Adriana Campos); Pensamento Crítico – Direito ao Trabalho ou Direito à Preguiça (José Soeiro); Introdução à Ecologia (Nelson Peralta); Houve mesmo descobrimentos? A história alternativa da expansão portuguesa (Bruno Góis e Carlos Almeida); Donos Disto Tudo (Mariana Mortágua e Jorge Costa); Pensamento Crítico – Povo, classe ou multidão (Bruno Peixe Dias); Sul Preguiçoso ou Euro disfuncional (Hanna-Marilla, Aliança de Esquerda e Samuel Cardoso).
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Optou-se por ter DJ mulheres ou mulheres transgénero. Músicas com letras machistas, “nem pensar”, avisa Ana Rosa. Uma das DJ só vai passar músicas de bandas de raparigas. O espaço terá uma exposição de arte feminista e vão distribuir pequenos papéis para as pessoas completarem a frase “eu sou feminista porque…”, para depois exporem no recinto.
A festa LGBTQIA+ tem o mesmo espírito, a música também deve ser “desafiadora dos papéis de género”. Ricardo Gouveia levanta apenas um pouco do véu sobre os objectivos e jogos que lá fazem. “Desconstruir, primeiro, o que é um gesto sexual do que não é. É uma festa.
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Tocar em alguém do mesmo género
Quanto aos jogos, há um em que duas pessoas do mesmo género (binário ou não) trocam uma laranja com o pescoço. “Normalmente cai. É um desastre sempre, mas é divertido, porque colocamos as pessoas a interagir fisicamente muitas vezes com pessoas do mesmo género e isso pode ser algo a que não estão habituadas”, conta Ricardo Gouveia.
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A jornalista Maria João Lopes do Público escreveu uma peça sobre a universidade de Verão do Bloco de Esquerda que decorre há já 13 anos. O Bloco de Esquerda é hoje um partido de governo e que insiste em ter todas as escolas sob supervisão do estado. É importante por isso ver o que o Bloco de Esquerda ensina aos seus jovens. Comecemos então a analisar a peça do Público:“No acampamento construímos um pouco a realidade que queremos no mundo – uma realidade alternativa, livre de opressões.”
O mundo aguarda impacientemente a realidade alternativa livre de opressões que está a ser construída em Oliveira do Hospital.Há, no entanto, algumas regras: não se permite sexismo, homofobia, ou racismo, por exemplo.
Não se permite? Mas não era suposto o acampamento ser livre de opressões? Se um dos participantes quiser fazer uma piada com loiras, vê esse desejo oprimido?Depois há questões de funcionamento que implicam partilha de tarefas como limpeza ou segurança.
Também há voluntariado ou, como diz Catarina Martins, “uma treta” que só serve para roubar empregos a sério.É um acampamento que se assume anticapitalista. E são cinco dias em que os participantes vivem o mundo que gostariam que existisse lá fora. De tal forma que, “quando se regressa do Liberdade, há quase um choque, de regressar à realidade”
Quando se regressa do acampamento anticapitalista há um choque: podem voltar a usar o iPhone, a beber coca-cola e não precisam de esperar 5 horas para comprar um rolo de papel higiénico. Deve ser aquele choque que sentem os cubanos quando dão à costa na Flórida.“Ricardo Gouveia recorda que, numa das edições, experimentaram tornar as casas-de-banho e os balneários mistos. “
Jovens mulheres forçadas a partilhar um espaço de intimidade com homens? Que grande ideia! Não consigo vislumbrar nenhum potencial problema com isto…“Tivemos uma situação em que uma rapariga se sentiu desconfortável com rapazes que usaram esta experiência para olhar para elas.”
Ahhh, que surpresa! Desta ninguém estava à espera. Então colocam homens e mulheres jovens nus no mesmo espaço e os homens olham para as mulheres? A malvada natureza humana sempre no caminho das utopias de esquerda. Imagino que tenham desistido dessa ideia de vez, certo?“Voltámos às casas-de-banho separadas, mas continuamos a ter no nosso horizonte chegar um dia e poder dizer que vamos tornar isto misto, porque queremos mesmo desafiar os limites do género e os papéis de género e os pudores”
Traduzindo: um dia esperamos ter só homens impotentes e gays no acampamento. Mas para já são só 50%.Naquele espaço verde, com praia fluvial, música, festas e debates, tudo é política. Até a intimidade e as experiências que se partilham em espaços de conversa, como o feminista ou o LGBTQIA+.
Tudo malta muito aberta, mas continuam a discriminar 16 letras do alfabeto.Fala-se de sexualidade, de poliamor. “Costumo dizer que tudo é político”, diz Ana Rosa.
Portanto, a sexualidade e o poliamor são política. Então e as festas?As próprias festas são pensadas para que sejam também políticas.
Ah, já entendi (wink wink ). Há um clube de swingers no Barreiro que também faz umas festas “políticas” porreiras.
Mas olhemos então ao programa de debates do acampamento:
O Bloco de Esquerda tem agora uma revista que publica em 7000 exemplares e é exemplar da agenda esquerdista das notícias a que assistimos todos os dias. Impressionante.
Para quem não acredite, é dar uma vista de olhos. A capa parece-se com a d´O Militante, a revista dos fósseis do comunismo marxista-leninista soviético com décadas de mofo a adubar-lhes as meninges.
Mas é apenas uma breve ilusão que o sumário e ficha redactorial desmente logo:
O tema principal deste número "anual" é a grande realização do Bloco de Esquerda, com a luta incansável por causa das "alterações climáticas". Percebe-se instantaneamente que é o lugar das grandes apostas e onde colocam mais fichas todas gretadas de lismo.
A revista tem 36 páginas dedicadas ao tema, incluindo um artigo do frade desta seita laica e de requinte cátaro, Louçã , o filho do almirante que foi do tempo do fassismo e não voltou porque se acagaçou perante a realidade da manhã que Abril abriu.
Este rebento é mais cuidadoso e manhoso e meteu-se entre as mantas do poder que está para melhor o infectar com o veneno esquerdista.
A seguir à problemática das "alterações climáticas" qual é a outra problemática actual que abre telejornais dos adelinos de faria, quejandos albertos e outros ainda mais sicks?
As fake news! Todos do trump e do bolsonaro. Em Portugal a dificuldade exemplificada pelos 7000 exemplares à venda deste panfleto infecto de esquerdismo ambiente, é abordada pela grande velhota do jornalismo de classe, Diana Andringa que nos idos de 1975 pugnava pena censura aos media reaccionários, ou seja os que lhe assombravam a ideologia já esquerdista. Nessa altura lutava por "nem mais um tostão para a imprensa vendida!". Agora, luta por todos os milhões possíveis pela imprensa que se vendeu a esta ideologia simpática. A lógica e a pouca-vergonha continuam a ser as mesmas.
E nada esqueceu desse tempo, mostrando-se ainda actualizada nessa velhice de madre eterna desta cambada ideológica. Propõe várias medidas, todas estatizantes para continuar o rega bofe informativo em prol desta ideologia exposta diariamente nos media. As propostas são uma borratada parecida com a do artigo que assina com verde em fundo preto.
E depois disto o que virá? Pois é fácil de adivinhar, esta: a dos museus que precisam de arrimo contra a memória que guardam e não deviam guardar. A memória que lá contêm não presta a por isso o Bloco de Esquerda mais os orgãos de informação do país irão pugnar pela alteração da memória, ou seja, literalmente pela desmemória, para "resgatarem socialmente o museu" ( Sic, tal e qual).
Uma das ilustrações é sobre o museu Gulbenkian: põe-te a pau, ó Grilo! Um dia destes acaba-se a mama!
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Outra questão magna que o Bloco pondera em segredo e por isso o esconde do vulgar cidadão, recomendado o ostracismo mediático aos demais é a figura do Ventura, o ogre que é o papão que os vai comer ao pequeno almoço do próximo acto eleitoral.
O artigo é assinado por uma certa Joana Louçã, titulada como "investigadora em Sociologia da Infância" ( sic, inacreditável, de onde é que terá saído esta excrescência? Do ISCTE?)
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O outro inimigo a abater é a "claque dos milionários", assim explicada aos 7000 leitores potenciais do pasquim. São os filhos da troika, os deserdados do fassismo monopolista e trânsfugas das hostes de cavacos, passos e portas. O Fabien Figueiredo também é sociólogo e vem das berças do celebérrimos e ilustrérrimo professor Buonaventura, o CES de Coimbra, pois claro, onde mais?
Em seguida mais um tema do nosso quotidiano televisivo e informativo, com actualidade repescada agora no dia a dia: o colonialismo e o racismo, pois claro. Qual a novidade? Está tudo nas "feridas abertas da guerra colonial"...incluindo os Costas Silvas que vão gerir milhares de milhões e algum deve sobrar para estas lutas antigas em que participou.
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De resto o problema principal é "descolonizar Portugal", assim sem mais nem menos, água vai para emporcalhar ainda mais estas latrinas infectas de esgotos abertos nesta ideologia. O Bruno Góis é também "investigador", mas neste caso em Relações Internacionais, um curso com futuro garantido a esta gente que consiga escrever assim, em prol "das portuguesas e dos portugueses negros" nascidos nesta nova África a sul da Europa. A temática é da actualidade mais premente como se pode ler e as televisões reportam todos os últimos dias:
E para mostrar de onde vem esta putrefacção ideológica nada melhor que estas duas páginas ilustradas:
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A revista ainda tem mais temas mas o vómito que me assola não me deixa mostrar mais...até porque à noite, todas as noites, os noticiários televisivos, de todas as tv´s encarregam-se de nos mostrar tudo isto em replicado e requintado panorama actualizado.
Depois o Trump é que o o culpado...
4€
lol