Europa, Quo Vadis?

Tretas de cheganos e de salazaristas.

Objectivamente a Europa vai precisar cada vez mais imigrantes quer tu queiras quer não devido ao elevado envelhecimento da população.

Agora, há vários tipos de imigrantes, e obviamente os imigrantes Asiáticos são melhores que os outros. De qualquer das formas os imigrantes naturais em Portugal serão os do Brasil e dos PALOP. Magrebinos em Portugal são muito pouos.
Parece que tu é que queres, a europa não precisa de mais imigrantes já tem que chegam e sobram, basta se ver o telejornal para se ver eles em França a atirarem coqtails molotov e a partirem tudo.
E cá tambem não fazem falta, ja chega o qu vemos no telejornal como o colombiano da faca do Rossio, o outro brasileiro que anda de megafone para atirar tijolos ao Montenegro, a outra brasileira que quer uma revolução, e por aí fora. Portanto estamos bem servidos de imigrantes sem utilidade nenhuma, se fores ao Rossio perguntar a esses imigrantes que por lá vez se querem trabalhar ainda te chamam de fascista.
A Europa precisa de gente que queira e saiba trabalhar isso sim , não necessáriamente imigrantes, porque a maioria tambem não quer trabalhar , ou trabalham em áreas que não fazem falta nenhuma.

A solução é haver formação profissional para jovens e até muitos inuteis que já cá andam que queiram começar a trabalhar.
 
Parece que tu é que queres, a europa não precisa de mais imigrantes já tem que chegam e sobram, basta se ver o telejornal para se ver eles em França a atirarem coqtails molotov e a partirem tudo.
E cá tambem não fazem falta, ja chega o qu vemos no telejornal como o colombiano da faca do Rossio, o outro brasileiro que anda de megafone para atirar tijolos ao Montenegro, a outra brasileira que quer uma revolução, e por aí fora. Portanto estamos bem servidos de imigrantes sem utilidade nenhuma, se fores ao Rossio perguntar a esses imigrantes que por lá vez se querem trabalhar ainda te chamam de fascista.
A Europa precisa de gente que queira e saiba trabalhar isso sim , não necessáriamente imigrantes, porque a maioria tambem não quer trabalhar , ou trabalham em áreas que não fazem falta nenhuma.

A solução é haver formação profissional para jovens e até muitos inuteis que já cá andam que queiram começar a trabalhar.
A grande maioria dos imigrantes trabalha sim, tu não sabes aquilo que dizes. As áreas de baixo valor acrescentado também são importantes e sem elas as áreas de alto valor não funcionariam. Tu claramente não tens noção de como funciona a economia.

Quem provoca distúrbios não são os imigrantes mas sim os filhos que crescem em ghettos. A maioria dos imigrantes trabalha.

O que raio é que um colombiano com um faca tem a ver com um imigrante que trabalha? Tu achas que se um português assassinar alguém no estrangeiro isso torna todos os portugueses assassinos? Nada do que tu dizes faz sentido, é incrível. Tu és o exemplo típico do chegano salazarista, dizes asneiras atrás de asneiras, mentiras atrás de mentiras, coisas sem qualquer fundo de verdade.
 
ERRADO e muito ERRADO! A GRANDE maioria das pessoas não tem mais filhos unica e exclusivamente por motivos financeiros e de não verem como lhes podem dar um futuro. Isto tem a ver com escolas, com SNS e com apoios á natalidade inexistentes. Tentar enviesar isto para uma questão puramente social é demagogia barata.
Isso é mentira. Nos países onde as pessoas recebem subsídios por terem filhos o que acontece é que isso não tem qualquer efeito na taxa de natalidade dos nativos mas é sim é utilizado pelos imigrantes para viverem de subdídios. Estás completmente errado.

Quanto mais um país é rico menos filhos por norma as pessoas têm. Ter filhos nada tem a ver com dinheiro mas sim com vocação. Nas sociedades dos países ricos as pessoas preferem ter animais de estimação em vez de filhos.

O ter filhos ou não, não é uma quesrão de dinheiro, é sim uma questão de mentalidade.

Não.

É mesmo provocação à jóia.
Provocação é aquilo que tu fazes neste fórum ao apoiar a chacina de pessoas inocentes.

A taxa de desemprego está em mínimos históricos e a população portuguesa nunca esteve tão envelhecida como hoje.

É matemática. É necessária mão de obra estrangeira. Mas isto é o povo português, o mais iletrado da Europa por isso não conseguem entender algo tão simples como isto.
 
Eu já perguntei isso uma vez. O que te faz pensar que imigrantes vão ter muitos filhos. Só por se mudarem para Europa. Você sabe que muitos países no mundo tem baixa taxa de natalidade não sabe ? Exceto a África negra. Se as condições em um país não estão atrativas para os próprios nativos terem filhos ( algo custo de vida, imóveis caros, alimentos caros) o que te faz pensar que imigrantes vão aumentar muito a taxa de natalidade? E quem disse que o imigrante quer salvar alguém. Ou você acha que as condições de vida nos países subdesenvolvidos são tão ruins. Que vivendo em um país melhor. O imigrante vai ter muito mais filhos.
São factos, na Europa os imigrantes negros e muçulmanos/árabes/magrebinos têm sempre muito mais filhos por mulher do que os nativos brancos. São dados factuais. Mas não acontece com os imigrantes brasileiros nem com os Indostânicos por exemplo.
 
Isso é mentira. Nos países onde as pessoas recebem subsídios por terem filhos o que acontece é que isso não tem qualquer efeito na taxa de natalidade dos nativos mas é sim é utilizado pelos imigrantes para viverem de subdídios. Estás completmente errado.

Quanto mais um país é rico menos filhos por norma as pessoas têm. Ter filhos nada tem a ver com dinheiro mas sim com vocação. Nas sociedades dos países ricos as pessoas preferem ter animais de estimação em vez de filhos.

O ter filhos ou não, não é uma quesrão de dinheiro, é sim uma questão de mentalidade.


Provocação é aquilo que tu fazes neste fórum ao apoiar a chacina de pessoas inocentes.

A taxa de desemprego está em mínimos históricos e a população portuguesa nunca esteve tão envelhecida como hoje.

É matemática. É necessária mão de obra estrangeira. Mas isto é o povo português, o mais iletrado da Europa por isso não conseguem entender algo tão simples como isto.
Nos países que juntaram incentivos verdadeiros á natalidade, os dados demográficos realmente alteraram-se significativamente. O grande problema é que isso custa ao estado muito dinheiro. Eu não advogo que, se dermos dinheiro que vamos resolver o problema da natalidade, mas que vamos mitigar o mesmo, disso não há dúvida nenhuma. Mas, para isso, não é só dar dinheiro, é preciso um real incentivo, isso passa por escolas, segurança, creches, benefícios fiscais, beneficios financeiros por ter mais filhos, etc... Além disso, é verdade que as comunidades imigrantes têm taxas de natalidade superiores ás nacionais de cada país estudado, mas que as mesmas acabam por igualar a partir da 2ª geração, por isso não é uma questão própriamente de "mentalidade" é uma questão socio-económica. Quando colocamos os nossos filhos a estudar, estamos a dizer-lhes que têm de dar prioridade à parte profissional, estamos a alterar a pirâmide de prioridades dos nossos filhos. Depois temos um desemprego jovem bastante elevado e cada vez mais precariedade no emprego. Isso tudo leva claramente a uma diminuição da natalidade. Por isso continuo a dizer que, sim... é uma questão quase exclusivamente financeira. Todas as outras são acessórias á questão financeira.
 
Nos países que juntaram incentivos verdadeiros á natalidade, os dados demográficos realmente alteraram-se significativamente. O grande problema é que isso custa ao estado muito dinheiro. Eu não advogo que, se dermos dinheiro que vamos resolver o problema da natalidade, mas que vamos mitigar o mesmo, disso não há dúvida nenhuma. Mas, para isso, não é só dar dinheiro, é preciso um real incentivo, isso passa por escolas, segurança, creches, benefícios fiscais, beneficios financeiros por ter mais filhos, etc... Além disso, é verdade que as comunidades imigrantes têm taxas de natalidade superiores ás nacionais de cada país estudado, mas que as mesmas acabam por igualar a partir da 2ª geração, por isso não é uma questão própriamente de "mentalidade" é uma questão socio-económica. Quando colocamos os nossos filhos a estudar, estamos a dizer-lhes que têm de dar prioridade à parte profissional, estamos a alterar a pirâmide de prioridades dos nossos filhos. Depois temos um desemprego jovem bastante elevado e cada vez mais precariedade no emprego. Isso tudo leva claramente a uma diminuição da natalidade. Por isso continuo a dizer que, sim... é uma questão quase exclusivamente financeira. Todas as outras são acessórias á questão financeira.
Onde é que os dados demográficos aumentaram significativamente com incentivos à natalidade? Não conheço um único país europeu onde as taxas de natalidade tenham aumentado significativamente. Pelo contrário. As taxas de natalidade estão em mínimos em diversos países europeus ou perto de mínimos. Como é que se sabe se a natalidade das segundas gerações de imigrantes é igual à dos nativos se os países europeus não recolhem dados por etnia nem por raça mas sim apenas por nacionalidade? As taxas das segundas gerações são com certeza inferiores à dos imigrantes mas o resto não se sabe.

O que é facto, é que os países mais ricos e onde existem mais condições para as pessoas terem filhos são os países com as taxas de natalidade mais baixas. Portanto ter filhos ou não ter filhos é muito mais uma questão de mentalidade do que uma questão de dinheiro.

Quanto mais um país é rico por norma menos filhos as pessoas têm e quem sustenta a natalidade são sobretudo os imigrantes. Os europeus nunca viveram tão bem e nunca tiveram tão poucos filhos. É a realidade. As pessoas preferem fazer outras coisas com o dinnheiro e ter animais de estimação em vez de filhos. É o que é.
 
Onde é que os dados demográficos aumentaram significativamente com incentivos à natalidade? Não conheço um único país europeu onde as taxas de natalidade tenham aumentado significativamente. Pelo contrário. As taxas de natalidade estão em mínimos em diversos países europeus ou perto de mínimos. Como é que se sabe se a natalidade das segundas gerações de imigrantes é igual à dos nativos se os países europeus não recolhem dados por etnia nem por raça mas sim apenas por nacionalidade? As taxas das segundas gerações são com certeza inferiores à dos imigrantes mas o resto não se sabe.

O que é facto, é que os países mais ricos e onde existem mais condições para as pessoas terem filhos são os países com as taxas de natalidade mais baixas. Portanto ter filhos ou não ter filhos é muito mais uma questão de mentalidade do que uma questão de dinheiro.

Quanto mais um país é rico por norma menos filhos as pessoas têm e quem sustenta a natalidade são sobretudo os imigrantes. Os europeus nunca viveram tão bem e nunca tiveram tão poucos filhos. É a realidade. As pessoas preferem fazer outras coisas com o dinnheiro e ter animais de estimação em vez de filhos. É o que é.
Tens o caso da Hungria, que em 2010 tinha uma taxa de natalidade na casa dos 1.2 e que aplicou incentivos fiscais muito significativos para famílias numerosas e aumentou em 30 e tal % a taxa de natalidade para um pouco acima dos 1.6. Assim que reduziu esses mesmos incentivos e tendo a hungria sofrido imenso com o aumento da inflação, a taxa voltou logo a descer para os atuais 1.3... Exemplo direto. Ou tens o caso da polónia, em que um simples incentivo de pouco mais de 100€/mês/filho aumentou em 10% a taxa de natalidade em 3 anos... (passou de 1.2 para 1.4.

Isto são apenas exemplos, mas tens mais exemplos da efetividade dessas medidas em vários países como a França, a Suécia ou, até mesmo, no Reino Unido.

Hoje existe igualdade de direitos e deveres numa relação (e isso é salutar), e, com isso, diminui a dependência de um dos membros do salário do outro membro do casal. Se não damos alternativa a isto, então vamos continuar a ter poucos nascimentos. Tem de haver a possibilidade de um dos membros continuar a ter remuneração e, simultâneamente, tempo para os filhos. Enquanto isto não for conseguido, vamos continuar a ter taxas de natalidade baixas.

Como é que isto se consegue? Se calhar diminuindo o tempo de trabalho efetivo de ambos os membros dependendo dos filhos que têm. E como reagirá o mercado de trabalho a isso? Será que vai aceitar paga o mesmo dinheiro que pagaria a outra pessoa, mas por menos horas de trabalho?

Com isto tudo volto a dizer que, até pode ser uma questão de mentalidade, mas é totalmente (ou quase) subordinada a motivos económico-financeiros.
 
São factos, na Europa os imigrantes negros e muçulmanos/árabes/magrebinos têm sempre muito mais filhos por mulher do que os nativos brancos. São dados factuais. Mas não acontece com os imigrantes brasileiros nem com os Indostânicos por exemplo.
Tá. Mesmo assim eu acho seu argumento " Europa precisa de imigrantes" meio meh. Eu não concordo. Eu acho que os países europeus e qualquer país deve entender o que está levando sua população a não ter filhos. E tentar resolver. E a Europa é um continente de maioria branca que deu certo graças a sua homogeneidade. Etnia esmagadoramente igual, pensamento, sintonia. Muitos negros se ficam pobres tem costume de fazer favelas, guettos e subúrbios. Parece cultural. E alguns muçulmanos vão fazer mesquitas, querer orar de manhã. Será que todos os europeus vão gostar disso? Essa cultura diferente no país deles. Gente de burca para lá e para cá, véu. Os muçulmanos e vão começar a exigir direitos. Mesquita para eles, poder usar véu na escola. Negros vão começar a exigir representatividade em tudo que é setor. Mesmo se for 5% da população. Eles fazem isso em todo lugar. Eu acho que multiculturalismo é um saco. E os europeus deviam sair fora disso.
 
Última edição:
Tens o caso da Hungria, que em 2010 tinha uma taxa de natalidade na casa dos 1.2 e que aplicou incentivos fiscais muito significativos para famílias numerosas e aumentou em 30 e tal % a taxa de natalidade para um pouco acima dos 1.6. Assim que reduziu esses mesmos incentivos e tendo a hungria sofrido imenso com o aumento da inflação, a taxa voltou logo a descer para os atuais 1.3... Exemplo direto. Ou tens o caso da polónia, em que um simples incentivo de pouco mais de 100€/mês/filho aumentou em 10% a taxa de natalidade em 3 anos... (passou de 1.2 para 1.4.

Isto são apenas exemplos, mas tens mais exemplos da efetividade dessas medidas em vários países como a França, a Suécia ou, até mesmo, no Reino Unido.

Hoje existe igualdade de direitos e deveres numa relação (e isso é salutar), e, com isso, diminui a dependência de um dos membros do salário do outro membro do casal. Se não damos alternativa a isto, então vamos continuar a ter poucos nascimentos. Tem de haver a possibilidade de um dos membros continuar a ter remuneração e, simultâneamente, tempo para os filhos. Enquanto isto não for conseguido, vamos continuar a ter taxas de natalidade baixas.

Como é que isto se consegue? Se calhar diminuindo o tempo de trabalho efetivo de ambos os membros dependendo dos filhos que têm. E como reagirá o mercado de trabalho a isso? Será que vai aceitar paga o mesmo dinheiro que pagaria a outra pessoa, mas por menos horas de trabalho?

Com isto tudo volto a dizer que, até pode ser uma questão de mentalidade, mas é totalmente (ou quase) subordinada a motivos económico-financeiros.
Lá está, 10% ou 30% não é um aumento signficativo. Além disso esses países continuam a ter taxas de natalidade muito baixas. Subir de 1,2 par 1,6 é apenas subir de muito mau para mau. Uma taxa de natalidade de 1,6 significa que a população está a encolher cerca de 25% a cada geração.

Quanto mais ricos os países são, por norma menos as pessoas querem ter filhos. Pode haver excepções mas em geral é assim.

Em toda a Europa havia até há uns anos um país que tinha taxas boas sem ser à custa da natalidade dos imigrantes que era a Irlanda mas isso acontecia por razões religiosas, porque era um país muito católico, mas entretanto parece que as taxas desceram e já estão ao nível dos outros países europeus ou seja 1,5 filhos por mulher o que é inferior ao valor mínimo para repor a população que é 2 filhos por mulher.

A França, Suécia e Reino Unido são três dos países com mais imigração de toda a Europa. As taxas de natalidade nesses são completamente sustentadas pela elevada taxa de natalidade dos imigrantes.

Para tu teres noção, em Londres já nascem mais crianças não brancas do que brancas.

Digas o que disseres, a tendência no Mundo é as pessoas terem menos filhos quanto mais ricas ficam. Tem tudo a ver com mentalidade. É o que é.

Tá. Mesmo assim eu acho seu argumento " Europa precisa de imigrantes" meio meh. Eu não concordo. Eu acho que os países europeus e qualquer país deve entender o que está levando sua população a não ter filhos. E tentar resolver. E a Europa é um continente de maioria branca que deu certo graças a sua homogeneidade. Etnia esmagadoramente igual, pensamento, sintonia. Muitos negros se ficam pobres tem costume de fazer favelas, guettos e subúrbios. Parece cultural. E alguns muçulmanos vão fazer mesquitas, querer orar de manhã. Será que todos os europeus vão gostar disso? Essa cultura diferente no país deles. Gente de burca para lá e para cá, véu. Os muçulmanos e vão começar a exigir direitos. Mesquita para eles, poder usar véu na escola. Negros vão começar a exigir representatividade em tudo que é setor. Mesmo se for 5% da população. Eles fazem isso em todo lugar. Eu acho que multiculturalismo é um saco. E os europeus deviam sair fora disso.
Os facto dos países precisarem de imigrantes tem a ver com necessidades de mão de obra. Não há pessoas para trabalhar proque a população envelheceu muitos nas últimas décadas. Isto é um facto, não é opinião. Isto é uma questão diferente das taxas de natalidade porque as empresas precisam de trabalhadores agora e não daqui a 20 anos que é quando as crianças que nascem agora começam a trabalhar em média.

Portanto a necessidade de imigrantes é para suprir a grande falta de mão de obra que existe nos países europeus.
 
Última edição:
Tá. Mesmo assim eu acho seu argumento " Europa precisa de imigrantes" meio meh. Eu não concordo. Eu acho que os países europeus e qualquer país deve entender o que está levando sua população a não ter filhos. E tentar resolver. E a Europa é um continente de maioria branca que deu certo graças a sua homogeneidade. Etnia esmagadoramente igual, pensamento, sintonia. Muitos negros se ficam pobres tem costume de fazer favelas, guettos e subúrbios. Parece cultural. E alguns muçulmanos vão fazer mesquitas, querer orar de manhã. Será que todos os europeus vão gostar disso? Essa cultura diferente no país deles. Gente de burca para lá e para cá, véu. Os muçulmanos e vão começar a exigir direitos. Mesquita para eles, poder usar véu na escola. Negros vão começar a exigir representatividade em tudo que é setor. Mesmo se for 5% da população. Eles fazem isso em todo lugar. Eu acho que multiculturalismo é um saco. E os europeus deviam sair fora disso.
A Europa deu certo? Não digas isso nem a brincar... temos milhares de anos de história documentada com guerras, conquistas, desgraças coletivas, com golpes, traições, guerras (já disse guerras?), mais guerras, e algumas assim um bocado para o grande... Temos casamentos consanguíneos com fartura, classes que se autoclassificaram como "superiores"... Não, a Europa pode, nos últimos anos, ter estado mais unida, graças ao interesse comum, mas dizer que deu certo é esquecer milhares de anos de história e resumir a história ás últimas décadas.
 
Lá está, 10% ou 30% não é um aumento signficativo. Além disso esses países continuam a ter taxas de natalidade muito baixas. Subir de 1,2 par 1,6 é apenas subir de muito mau para mau. Uma taxa de natalidade de 1,6 significa que a população está a encolher cerca de 25% a cada geração.

Quanto mais ricos os países são, por norma menos as pessoas querem ter filhos. Pode haver excepções mas em geral é assim.

Em toda a Europa havia até há uns anos um país que tinha taxas boas sem ser à custa da natalidade dos imigrantes que era a Irlanda mas isso acontecia por razões religiosas, porque era um país muito católico, mas entretanto parece que as taxas desceram e já estão ao nível dos outros países europeus ou seja 1,5 filhos por mulher o que é inferior ao valor mínimo para repor a população que é 2 filhos por mulher.

A França, Suécia e Reino Unido são três dos países com mais imigração de toda a Europa. As taxas de natalidade nesses são completamente sustentadas pela elevada taxa de natalidade dos imigrantes.

Para tu teres noção, em Londres já nascem mais crianças não brancas do que brancas.

Digas o que disseres, a tendência no Mundo é as pessoas terem menos filhos quanto mais ricas ficam. Tem tudo a ver com mentalidade. É o que é.


Os facto dos países precisarem de imigrantes tem a ver com necessidades de mão de obra. Não há pessoas para trabalhar proque a população envelheceu muitos nas últimas décadas. Isto é um facto, não é opinião. Isto é uma questão diferente das taxas de natalidade porque as empresas precisam de trabalhadores agora e não daqui a 20 anos que é quando as crianças que nascem agora começam a trabalhar em média.

Portanto a necessidade de imigrantes é para suprir a grande falta de mão de obra que existe nos países europeus.
Tocaste num ponto interessante. Israel tem uma taxa de natalidade superior a 3 (judeus) e superior a 2.5 (árabes). E não é uma questão de leis de trabalho ou de apoio á natalidade, é uma questão de apoio social, redes de apoio social (algumas ligadas a instituições religiosas), num país com uma boa qualidade de vida a nível financeiro (e não estou a falar de valor médio de ordenado, mas sim de mediana), onde existe real apoio social (e quando falo social falo de famílias para famílias) á natalidade. Se calhar o que está a falhar é não existir esse apoio social, é não termos reais redes de apoio familiar para quem precisa de ajuda. È as pessoal sentirem que ter um filho é assumir uma responsabilidade individual e não social ou coletiva.

Este é um exemplo que acaba por entrar no que advogas, apesar de também estar ligado á pate económica, se calhar somos nós próprios que estamos a falhar aos nossos vizinhos, ás nossas comunidades. Se calhar é a própria igreja que também podia ajudar neste género de iniciativas...

Não deixa de ser uma questão economico-financeira, mas talvez exista, também, trabalho a ser feito a nível individual, dentro das comunidaes em que estamos inseridos, cada um de nós!
 
A Europa deu certo? Não digas isso nem a brincar... temos milhares de anos de história documentada com guerras, conquistas, desgraças coletivas, com golpes, traições, guerras (já disse guerras?), mais guerras, e algumas assim um bocado para o grande... Temos casamentos consanguíneos com fartura, classes que se autoclassificaram como "superiores"... Não, a Europa pode, nos últimos anos, ter estado mais unida, graças ao interesse comum, mas dizer que deu certo é esquecer milhares de anos de história e resumir a história ás últimas décadas.
A história eu sei. Eu conheço a história da Europa. Eu digo do hoje. Como não deu certo. Praticamente todos os países tem índice de desenvolvimento humano muito alto. Excelentes indicadores sociais, per capita altíssimo. Os países mais desenvolvidos do mundo que lideram em tudo.
 
A grande maioria dos imigrantes trabalha sim, tu não sabes aquilo que dizes. As áreas de baixo valor acrescentado também são importantes e sem elas as áreas de alto valor não funcionariam. Tu claramente não tens noção de como funciona a economia.
Sabes tu o que dizes:D basta ir á IA e aparece isto :

Número de contribuintes: Cerca de 871 057 cidadãos estrangeiros encontravam-se inscritos e a descontar para a Segurança Social (em meados de 2026), depois de flutuações e reajustes nos registos de trabalhadores estrangeiros no país

E até acho os números altos, mas em 2milhões, só esse numero trabalha, portanto não são a maioria nem de perto nem de longe.

Então esses islâmicos já os andei a observar as mulheres nem trabalham, depois tem filhos e eles tambem não fazem nenhum ou trabalham em áreas sem utilidade nenhuma , ou seja são uma familia numerosa tudo a mamar . E como tu disseste os filhos ainda viram terroristas.

Quem provoca distúrbios não são os imigrantes mas sim os filhos que crescem em ghettos. A maioria dos imigrantes trabalha.
Se calhar o melhor então é não estarem na europa ou serem proibidos de ter filhos.
O que raio é que um colombiano com um faca tem a ver com um imigrante que trabalha?
Nada, estava a dizer do perfil de "imigrantes " que estão nessas acampadas de Lisboa e Porto, e como esses deve haver milhares , não são casos isolados .
 
E mesmo esses contribuintes, dizer que trabalham é ser simpático.

Uma vez estava numa exposição e um colega meu (trabalha nos recursos humanos) é que observou e chamou-me a atenção, uma funcionária (provavelmente de um país africano) a varrer o chão com uma vontade que nem vos conto .

Lógico que não se pode aplicar a todos, já vi muito tuga que não gosta de trabalhar e imigrantes (especialmente ucranianos) que se pudessem trabalhavam 24h por dia.
 
E mesmo esses contribuintes, dizer que trabalham é ser simpático.

Uma vez estava numa exposição e um colega meu (trabalha nos recursos humanos) é que observou e chamou-me a atenção, uma funcionária (provavelmente de um país africano) a varrer o chão com uma vontade que nem vos conto .

Lógico que não se pode aplicar a todos, já vi muito tuga que não gosta de trabalhar e imigrantes (especialmente ucranianos) que se pudessem trabalhavam 24h por dia.
Há imigrantes bons , já conheci alguns que eram e são grandes profissionais, mas pequena minoria, são achados mesmo os que trabalham são serventes , que não sabem fazer nada , servem para varrer ... e mesmo assim se saíres de ao pé deles já nem isso fazem, e tambem pouco ou nada estão interessados em aprender.
Para se arranjar 1 bom, entram milhares que não prestam para nada
 
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