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quem quem???Ontem uma esquerdalha certamente muito inteligente fez uma publicação a defender que as casas são para habitação e os senhorios não podem ter lucros com elas!
Uma ideia brihante o fim definitivo do mercado de arrendamento! Esta gente vota.. .
A "solução" não passaria pela propriedade privada (seja regulamentação, expropriação, alienação, limitação, seja o que for, nunca seria a solução) mas pela disponibilização de mais alojamento estatal, disponível para todos que o queriam, a tal nível em termos de quantidade que inunde também a classe média (aquela que não prioriza a habitação) e elimine os preconceitos sociais associados à habitação social. Nada que não se verifique já noutras latitudes. Temos no entanto um "pequeno" problema: para esta solução, o ideal seria um estado sólido, competente, que o executasse de forma minimamente protegida de corrupções e afins, e uma economia privada sólida, que o pudesse suportar. Pois bem, não temos nem uma coisa nem outra. Pelo que, bom... não há realmente solução para este problema em particular aqui no quintal à beira mar plantado.É uma questão de constituição e de direitos fundamentais.
O estado deve promover políticas de acesso a habitação. Está escrito.
Não tem de dar casa. Essa ideia de "dar casa" acaba por enviesar o debate. O conceito é muito diferente.
Se todos os senhorios tiverem 3 ou 30 casas e se estas se mantêm a custos completamente incompatíveis com os rendimentos médios da população, isso compromete o direito a habitação. Há um problema de conflito de direitos e interesses.
Eu percebo que um um senhorio possa ter o direito comparar todas as casas de um bairro de lhe apetecer. A questão é se tal é compatível com o direito de acesso a habitação?
Em alguns países, por exemplo exemplo, estrangeiros não podem ser proprietários sem cumprir um comboio de requisitos.
Propriedade privada sim, sem problema. Açambarcamento e especulação não.
Entendes onde quero chegar?
Não, por acaso não entendo. Entederia se estivessemos a falar de investimento imobiliário de larga escala, de fundos imobiliários, sei lá, colocar um tecto máximo de lucros sobre património imobiliário habitacional, mas isso vai aumentar ainda mais o mercado paralelo, por isso não faço ideia se isso é o melhor que se deve fazer, além disso vai diminuir a quantidade de habitações disponíveis no mercado de arrendamento. EU não me opunha a uma ideia desse género, desde que os valores não sejam estupidamente baixos. Limitação, por exemplo, a 150.000€ anuais em rendimentos prediais habitacionais. Ou uma tributação mais agressiva para valores superiores a isso, por exemplo.É uma questão de constituição e de direitos fundamentais.
O estado deve promover políticas de acesso a habitação. Está escrito.
Não tem de dar casa. Essa ideia de "dar casa" acaba por enviesar o debate. O conceito é muito diferente.
Se todos os senhorios tiverem 3 ou 30 casas e se estas se mantêm a custos completamente incompatíveis com os rendimentos médios da população, isso compromete o direito a habitação. Há um problema de conflito de direitos e interesses.
Eu percebo que um um senhorio possa ter o direito comparar todas as casas de um bairro de lhe apetecer. A questão é se tal é compatível com o direito de acesso a habitação?
Em alguns países, por exemplo exemplo, estrangeiros não podem ser proprietários sem cumprir um comboio de requisitos.
Propriedade privada sim, sem problema. Açambarcamento e especulação não.
Entendes onde quero chegar?
Não, não entendo.Propriedade privada sim, sem problema. Açambarcamento e especulação não.
Entendes onde quero chegar?
Não, por acaso não entendo. Entederia se estivessemos a falar de investimento imobiliário de larga escala, de fundos imobiliários, sei lá, colocar um tecto máximo de lucros sobre património imobiliário habitacional, mas isso vai aumentar ainda mais o mercado paralelo, por isso não faço ideia se isso é o melhor que se deve fazer, além disso vai diminuir a quantidade de habitações disponíveis no mercado de arrendamento. EU não me opunha a uma ideia desse género, desde que os valores não sejam estupidamente baixos. Limitação, por exemplo, a 150.000€ anuais em rendimentos prediais habitacionais. Ou uma tributação mais agressiva para valores superiores a isso, por exemplo.
Quem produz mais para o país e quem têm a maior carga fiscal?Um dos cartazes dizia " o senhorio tem 3 casas, eu tenho 3 empregos ".
Ora, é bom saber que é uma pessoa esforçada e trabalha, mas, que culpa tem o senhorio? querem o quê? que ele ofereça casas?
OKEu escolhi a balança que tenho no avatar para relembrar que justiça implica equilíbrio. Ou seja por mais direito que o investidor tenha em usar o dinheiro dele, a verdade é que o dinheiro dele "vale alguma coisa" por que existe um sistema jurídico. Ora se o sistema jurídico só se preocupa com os direitos do senhorio, às tantas a malta pode ter a tendência de acabar com o sistema.
Assim surgem revoluções.
Repara: se a maioria dos jovens está na merda e não consegue comprar casa, que motivação têm para manter o sistema com está? Para beneficiar grandes investidores e os velhos proprietários com + de 40/50 a caminho da reforma?
Alguma coisa tem de ser feita e isso passa pelo aumento do licenciamento para construção mas não chega. Se nada for feito, quem nada tem a perder revolta -se.
Nem sei pq os dementes andam com tretas de "salvar a Segurança Social, etc"...a Segurança Social tem de ser abolida e as pensões/reformas cortadas em 70-80%.Repara: se a maioria dos jovens está na merda e não consegue comprar casa, que motivação têm para manter o sistema com está? Para beneficiar grandes investidores e os velhos proprietários com + de 40/50 a caminho da reforma?
Abolir a Segurança Social. Não dar pensões a quem não contribuiu e têm património. Taxar muito mais a possessão e taxar muito menos o trabalho e quem produz.OK
qual seria então o 1º passo a tomar ?
e os 2º e 3º passos para resolver o problema de fundo ?
(como, quem e quantos eur ?)

Primeiro, olhar para a despesa do Estado e cortar em tudo o que for possível em benefício do investimento em habitação: por exemplo, esquecer os €5000 milhões que queremos gastar na compra de caças F-35 para defender os Estados Bálticos e a Polónia
Ministro da Defesa alvo de ataque informático que permitiu enviar mensagens em seu nome
Ataque envolveu o "desvio de comunicações" e a duplicação de contactos, o que permitiu a terceiros enviar mensagens através da aplicação WhatsApp fazendo-se passar pelo governante.
O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, revelou esta segunda-feira que o seu telemóvel foi alvo de um ataque informático que permitiu a terceiros utilizar o seu número, enviando mensagens em seu nome, e “desviar comunicações”.
Em declarações à agência Lusa, em Atenas, na Grécia, o governante disse ter sido informado de que o ataque terá explorado as vulnerabilidades do telemóvel, por este já não permitir instalar atualizações de software.
“Enquanto a atualização não é feita, há um espaço aberto a intrusões. Foi o caso”, afirmou.
Nuno Melo explicitou que o ataque envolveu o “desvio de comunicações” e a duplicação de contactos, o que permitiu a terceiros enviar mensagens através da aplicação WhatsApp fazendo-se passar pelo governante, mas que a situação se resolveu com a troca de telemóvel.
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Ministro da Defesa alvo de ataque informático que permitiu enviar mensagens em seu nome
Ataque envolveu o "desvio de comunicações" e a duplicação de contactos, o que permitiu a terceiros enviar mensagens através da aplicação WhatsApp fazendo-se passar pelo governante.observador.pt
Eu de certa forma concordo com isto, a construção está carissima, se construírem mais será cara e os estrangeiros compra, portante não resolve nada o problema dos portugueses.

As pessoas trabalham uma vida inteira. Pagaram impostos.Abolir a Segurança Social. Não dar pensões a quem não contribuiu e têm património. Taxar muito mais a possessão e taxar muito menos o trabalho e quem produz.
U're welcome.
Não, não é. Existe propriedade privada e propriedade pessoal. Propriedade pessoal de habitações - e de outros bens de consumo- sempre existiu nos países socialistas. Incluindo de datchas, uma espécie de casas de campo ou praia de segunda residência. Ou seja, tudo pra utilização pessoal. Propriedade privada é que não. Isso envolve permitir a capitalistas individuais e a fundos abutres ter uma caterva de casas vazias para especular em alojamento local, vender ou alugar por rendas astronómicas a gringos com pasta, ou simplesmente açambarcar pra forçar a alta de preços. Isso é que é propriedade privada. Os capitalistas pensam que é eterna, mas não é. No dia em que mais alguns que os 51% de baixo se juntarem pra isso, acabam com ela de morte macaca, e resolvem o problema “dando palácios ao Povo” como já se fez em 1917.Não, não entendo.
Propriedade privada é propriedade privada.
Sejam 1 ou 30 casas.
E o que querem os jovens? não falo dos arruaceiros mas dos que estão entalados?Eu escolhi a balança que tenho no avatar para relembrar que justiça implica equilíbrio. Ou seja por mais direito que o investidor tenha em usar o dinheiro dele, a verdade é que o dinheiro dele "vale alguma coisa" por que existe um sistema jurídico. Ora se o sistema jurídico só se preocupa com os direitos do senhorio, às tantas a malta pode ter a tendência de acabar com o sistema.
Assim surgem revoluções.
Repara: se a maioria dos jovens está na merda e não consegue comprar casa, que motivação têm para manter o sistema com está? Para beneficiar grandes investidores e os velhos proprietários com + de 40/50 a caminho da reforma?
Alguma coisa tem de ser feita e isso passa pelo aumento do licenciamento para construção mas não chega. Se nada for feito, quem nada tem a perder revolta -se.