Que consumos fazem habitualmente os vossos carros?

Diz “cumprem os mínimos” sff.

O perfeitamente bem parece-me muito relativo. Tenho 140.000km feitos num A180 de 110cv e mesmo este não se safa “perfeitamente bem”.

E isto não é subjetivo, nem válido para uns e para outros não (pareço o EscapeLivre agora), é fáctico.

Em cidade as relações de caixa não ajudam, mas mesmo em andamento absoluto, não há desenvoltura, é tudo a mastigar.

Ontem fiz a A2 quase toda, tranquilo. 140/150km/h e o carro mantém obviamente bem a velocidade. Entra alguém para a via da esquerda a menor velocidade, eu desacelero pois nesses casos pressiono zero o condutor da frente, e depois para retomar para o ritmo de viagem, a coisa não se processa, vai-se processando.

E a caixa auto, ao contrário do que se diz muitas vezes, não resolve o problema. Apenas o atenua. Eu também posso ir a 120km/h e espetar uma 4ª para andar, que é o que um caixa auto faz. Eu sei disso, até porque tenho outro carro com caixa Auto.

Mas se puder ter disponibilidade extra para pisar em 6ª e seguir viagem, melhor. Ou então, que a reduzir para 4ª seja para andar à séria.

E nada disto se coaduna com um segmento D de 116cv. Nem C. E com o peso dos carros hoje em dia, nem B.

E não é preciso ir para desportivos e eu nunca falo em 500cv. Mas há um segmento D já com 25 anos na família próxima, diesel, com 136cv e acima de 140, sente-se desenvoltura. Mesmo sem reduções malucas, a coisa é para andar para a frente e acabou.

Não cola ao banco, mas não anda a mastigar subidas de regime.
Pois, o A é 1.5, deve sofrer um bocado.
 
Que W/S é?

No actual a entrada da gama diesel faz-se com um mild hybrid 2.0cc com 200 cv + a potência do motor eletrico.

Só o motor ice tem 440nm. Já anda bem.

Creio que o W/S206 nem saiu com esse motor.

Só o 205.

É uma S205. A carrinha tens as suas virtudes, como bem sabes; é uma Avantgarde, logo, os kms fazem-se com um muito bom nível de conforto para o segmento a nível de suspensão e bancos e a direção é bastante direta. Pena a qualidade geral do materiais nestas pré facelift.

Conheço esse 220d de 194 e 200cv e é daqueles casos em que nem é preciso mais, está ao nível de um 250d ou melhor, com ótimos consumos.

Se há uns anos atrás falavam maravilhas da relação potência consumo do 20d N47 da BM, esse bloco da MB está melhor ainda.

Mas impressionante é o andamento do 300d!
 
Os Mercedes costumam ser bons estradistas.

Um carro actual do segmento D com 116 cv é muito pouco. Nos diesel pelo menos uns 150 cv

Posso admitir que cheguei a ter situações em que senti algum embaraço.

Aquele 1.6 lida muito mal com o peso da carrinha.

Um 208 1.2 podretech é mais despachado em qualquer situação. O exemplo da Megane que dei, idem.

A C180d S205 está ao nível daquilo que o segmento médio oferecia às famílias portuguesas há 20 anos atrás, no que a performance do motor diz respeito.
 
No final isso é sempre relativo, para que tem um 535d um 520d é curto.
Acho que não tem a ver com o que se tem nem sequer com o que se está habituado.

Um 535d está mais ou menos a meio da gama de motores disponíveis, o 520d é o menos potente.

Até anda bem comparando com a generalidade do parque automóvel, mas não tem a supless e a finesse que se espera do segmento E e ainda por cima de uma marca como a bmw
 
Acho que não tem a ver com o que se tem nem sequer com o que se está habituado.

Um 535d está mais ou menos a meio da gama de motores disponíveis, o 520d é o menos potente.

Até anda bem comparando com a generalidade do parque automóvel, mas não tem a supless e a finesse que se espera do segmento E e ainda por cima de uma marca como a bmw

tem, e tambem tem a ver com a importancia que o utilizador dá a isso.

Um 525tds tinha mais finesse que o 520d?
 
Peças automóvelPeças automóvel
tem, e tambem tem a ver com a importancia que o utilizador dá a isso.

Um 525tds tinha mais finesse que o 520d?

Talvez tivesse. Apesar de andar menos tinha aquele trabalhar de motor de 6 cilindros.

Mas as expectativas em relação a como se deve mexer um segmento E evoluíram, há 30 anos eram uma coisa, hoje são outra. O M5 da geração E34 tinha 315 cv hoje tem mais 400.

Um bmw 5 bem configurado é um belo automóvel, espaço bonzinho, tecnologia, equipamento e muita qualidade. Viajas em classe executiva. A bmw tem enormes pergaminhos neste segmento.
 
Diz “cumprem os mínimos” sff.

O perfeitamente bem parece-me muito relativo. Tenho 140.000km feitos num A180 de 110cv e mesmo este não se safa “perfeitamente bem”.

E isto não é subjetivo, nem válido para uns e para outros não (pareço o EscapeLivre agora), é fáctico.

Em cidade as relações de caixa não ajudam, mas mesmo em andamento absoluto, não há desenvoltura, é tudo a mastigar.

Ontem fiz a A2 quase toda, tranquilo. 140/150km/h e o carro mantém obviamente bem a velocidade. Entra alguém para a via da esquerda a menor velocidade, eu desacelero pois nesses casos pressiono zero o condutor da frente, e depois para retomar para o ritmo de viagem, a coisa não se processa, vai-se processando.

E a caixa auto, ao contrário do que se diz muitas vezes, não resolve o problema. Apenas o atenua. Eu também posso ir a 120km/h e espetar uma 4ª para andar, que é o que um caixa auto faz. Eu sei disso, até porque tenho outro carro com caixa Auto.

Mas se puder ter disponibilidade extra para pisar em 6ª e seguir viagem, melhor. Ou então, que a reduzir para 4ª seja para andar à séria.


E nada disto se coaduna com um segmento D de 116cv. Nem C. E com o peso dos carros hoje em dia, nem B.

E não é preciso ir para desportivos e eu nunca falo em 500cv. Mas há um segmento D já com 25 anos na família próxima, diesel, com 136cv e acima de 140, sente-se desenvoltura. Mesmo sem reduções malucas, a coisa é para andar para a frente e acabou.

Não cola ao banco, mas não anda a mastigar subidas de regime.
A questão é que neste aspeto a caixa auto mascara o problema, por que e dou-te o exemplo do Superb 2.0 que por cá passou a 120 em 6ª ia às 2000rpm, se reduzes para essa velocidade em AE e depois queres recuperar sem mexer na 6ª ele vai, mas se calhar um auto com 7/8/9v com as reduções que a caixa fará, vai melhor.
 
A questão é que neste aspeto a caixa auto mascara o problema, por que e dou-te o exemplo do Superb 2.0 que por cá passou a 120 em 6ª ia às 2000rpm, se reduzes para essa velocidade em AE e depois queres recuperar sem mexer na 6ª ele vai, mas se calhar um auto com 7/8/9v com as reduções que a caixa fará, vai melhor.
Em AE as caixas auto não têm tanta relevância, como é natural. Aí a potência manda.

Onde estas zf brilham é no arranque/aceleração em baixa velocidade, daí um 316d auto de 116cv ser tão rápido dos 0-100 quanto um 'velho' 325tds 6 cilindros de 140cv, e um 318d da mesma potência, 2 segundos mais rápido. O escalonamento das caixas faz muita diferença.
 
Em AE as caixas auto não têm tanta relevância, como é natural. Aí a potência manda.

Onde estas zf brilham é no arranque/aceleração em baixa velocidade, daí um 316d auto de 116cv ser tão rápido dos 0-100 quanto um 'velho' 325tds 6 cilindros de 140cv, e um 318d da mesma potência, 2 segundos mais rápido. O escalonamento das caixas faz muita diferença.
Um Tds acho que só acordava perto das 2300rpm ou coisa parecida, e as revistas até criticavam o 18tds a dizer que em baixas era quase de uma nulidade.

O 25 até podia acordar mais cedo, mas não era comparável a um common rail.
 
A questão é que neste aspeto a caixa auto mascara o problema, por que e dou-te o exemplo do Superb 2.0 que por cá passou a 120 em 6ª ia às 2000rpm, se reduzes para essa velocidade em AE e depois queres recuperar sem mexer na 6ª ele vai, mas se calhar um auto com 7/8/9v com as reduções que a caixa fará, vai melhor.
Reduz ou não em função da pressão no acelerador.

Se for alguma mete-se na mudança mais favorável para ganhar velocidade, mas normalmente com cx manual o condutor tem a sensibilidade (alguns) de não acelerar mais do que o necessário. Porque nesse exercício e carro acelerar a fundo é um grande disparate e não deve dar saúde nenhuma à mecânica.

Recentemente nesse género de exercício, com cx auto e modo confort, a deslizar a 170 km/h às 2.000 rpms, sempre que pressionava mais um bocadinho, passava de 9a para 8a. Ou seja tinha que ser mesmo delicado com o acelerador para ele ir acelerando sem reduzir.
 
A certa altura testei o série 1 com o diesel de baixa cilindrada 1.5d da bmw com e sem cx auto. Com transfigura o carro especialmente em cidade. Curiosamente uns anos depois viria a ter um desses mas manual.
 
Reduz ou não em função da pressão no acelerador.

Se for alguma mete-se na mudança mais favorável para ganhar velocidade, mas normalmente com cx manual o condutor tem a sensibilidade (alguns) de não acelerar mais do que o necessário. Porque nesse exercício e carro acelerar a fundo é um grande disparate e não deve dar saúde nenhuma à mecânica.

Recentemente nesse género de exercício, com cx auto e modo confort, a deslizar a 170 km/h às 2.000 rpms, sempre que pressionava mais um bocadinho, passava de 9a para 8a. Ou seja tinha que ser mesmo delicado com o acelerador para ele ir acelerando sem reduzir.
A minha ideia é que nas caixas de 9v da Mercedes e se fores em 9ª aquilo ao mínimo toque de acelerador mais pronunciado e deve reduzir logo para 8 ou 7ª.
 
Eu acho que as caixas auto fazem pequenos milagres na desenvoltura do carro.

O X1 U11 tem 136cv a gasolina, acho-o super agradável tanto em arranque como recuperações, isto porque tem apenas 136cv, se tivesse 200 já diria que era perfeitamente normal.

Também posso fazer o mesmo com caixa manual mas a rapidez não é a mesma.

Mas um motor 2l CR terá sempre outra suavidade independentemente da potência.

Lembro-me de andar a medir pilinhas com o meu 1.9 tdi vs o 2.0 tdi (vp vs pd), e o meu até tinha a mesma potência ( repro) e andava mais, mas o 2.0 era muito mais suave e agradável.
 
Peças automóvelPeças automóvel


Talvez tivesse. Apesar de andar menos tinha aquele trabalhar de motor de 6 cilindros.

Mas as expectativas em relação a como se deve mexer um segmento E evoluíram, há 30 anos eram uma coisa, hoje são outra. O M5 da geração E34 tinha 315 cv hoje tem mais 400.

Um bmw 5 bem configurado é um belo automóvel, espaço bonzinho, tecnologia, equipamento e muita qualidade. Viajas em classe executiva. A bmw tem enormes pergaminhos neste segmento.

Pronto, lá está é relativo.
 
Em AE as caixas auto não têm tanta relevância, como é natural. Aí a potência manda.

Onde estas zf brilham é no arranque/aceleração em baixa velocidade, daí um 316d auto de 116cv ser tão rápido dos 0-100 quanto um 'velho' 325tds 6 cilindros de 140cv, e um 318d da mesma potência, 2 segundos mais rápido. O escalonamento das caixas faz muita diferença.

Tinham a mesma potencia de pico, mas a entrega de pontecia é completamente diferente, um 318d tem muito mais potencia a baixas rotações.


Mas lá está, eu tinha um vizinho que tinha um 325tds e aquilo nos anos 90 era uma bomba.



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M-dia-consumo-8k-km.jpg


Média normal entre 5,1 e 5,3 sem preocupações... alguns exageros a 155 em EN para me livrar de aventesmas, outros maiores em AE... mas sempre tentando fazer uma condução defensiva, que é o principal!, e económica dentro do viável.

É um diesel normal... não é para andar nas 4-5 mil rpm (regularmente!) mas tem um bom binário a partir das 1.500 rpm...
Que motor tem?? É o 1.6Blue HDI??

Tenho dois carros em casa com esse motor, (DV6FC 1.6 Blue HDI 120CV) um (DS 3) tem média de 5l a 5.2l (4.99l com registos na APP de consumos) e o outro (Peugeot 308) 5,5l a 5,8l (5.5 na App)
 
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