Que consumos fazem habitualmente os vossos carros?

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Média normal entre 5,1 e 5,3 sem preocupações... alguns exageros a 155 em EN para me livrar de aventesmas, outros maiores em AE... mas sempre tentando fazer uma condução defensiva, que é o principal!, e económica dentro do viável.

É um diesel normal... não é para andar nas 4-5 mil rpm (regularmente!) mas tem um bom binário a partir das 1.500 rpm...
 
Toyota Aygo 1.0

IC9 desde a zona de Alcobaça + IC2 + A1 até ao Carregado

4.1l/100km na ida, subiu para 4.5l/100km no regresso.


MB C180d Station com o 1.6 de 116cv

É relativamente fácil andar nos 4-5l/100km, mas o carro merecia muito mais. Acho que não devia ter sido lançada uma motorização abaixo do 200d, sinceramente.

Uma Megane ST 1.5 Blue dCi é mais rápida em qualquer situação, atrevo-me a dizer!
 
Última edição:
Os Mercedes costumam ser bons estradistas.

Um carro actual do segmento D com 116 cv é muito pouco. Nos diesel pelo menos uns 150 cv
Mas se calhar a cena ali é mais a cilindrada, um 2.0 TDI 110 CR num Golf ( sim sei que é segmento abaixo ) ficava impecável, sobretudo para o publico alvo médio digamos assim, que não quer um carro fraco mas que não faz uso de 300 ou 400 NM ou 150cv.

Havia aí um volvo 2.0D 120cv mas esse nunca experimentei e diziam ser mt melhor que a concorrencia 1.6 no mesmo segmento.

Posto isto, se fosse comprar segmento D moderno sim seria minimo 150cv mas se fosse 2.0 com menos também deve cumprir agora claro, só experimentando pa ter a certeza.
 
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Média normal entre 5,1 e 5,3 sem preocupações... alguns exageros a 155 em EN para me livrar de aventesmas, outros maiores em AE... mas sempre tentando fazer uma condução defensiva, que é o principal!, e económica dentro do viável.

É um diesel normal... não é para andar nas 4-5 mil rpm (regularmente!) mas tem um bom binário a partir das 1.500 rpm...
Mas qual é a carripana?
 
Mas se calhar a cena ali é mais a cilindrada, um 2.0 TDI 110 CR num Golf ( sim sei que é segmento abaixo ) ficava impecável, sobretudo para o publico alvo médio digamos assim, que não quer um carro fraco mas que não faz uso de 300 ou 400 NM ou 150cv.

Havia aí um volvo 2.0D 120cv mas esse nunca experimentei e diziam ser mt melhor que a concorrencia 1.6 no mesmo segmento.

Posto isto, se fosse comprar segmento D moderno sim seria minimo 150cv mas se fosse 2.0 com menos também deve cumprir agora claro, só experimentando pa ter a certeza.

O que resulta num vw Golf (segmento C) pode não resultar num Mercedes C (segmento D).

É natural que a expectativa num segmento acima seja também acima, mais facilidade na progressão, melhor andamento, etc.

Quanto à tua consideração "....não faz uso de 300 ou 400 nm ...", claro que faz, esses números traduzem normalmente disponibilidade e facilidade de utilização, nomeadamente a baixas rpms.
 
O que resulta num vw Golf (segmento C) pode não resultar num Mercedes C (segmento D).

É natural que a expectativa num segmento acima seja também acima, mais facilidade na progressão, melhor andamento, etc.

Quanto à tua consideração "....não faz uso de 300 ou 400 nm ...", claro que faz, esses números traduzem normalmente disponibilidade e facilidade de utilização, nomeadamente a baixas rpms.
Certíssimo, tive 3 segmentos D, dois com 1.6 tdi e um com 2.0 e a diferença era bastante principalmente em baixas e com o carro carregado.
 
Epah é o que eu tou a dizer, a cilindrada em maiores pesos pode ter a sua influência precisamente na entrega do binário.
Um motor redondo é um motor redondo, é sempre mais agradável que um pontudo, pelo menos em cidade...
 
O que resulta num vw Golf (segmento C) pode não resultar num Mercedes C (segmento D).

É natural que a expectativa num segmento acima seja também acima, mais facilidade na progressão, melhor andamento, etc.

Quanto à tua consideração "....não faz uso de 300 ou 400 nm ...", claro que faz, esses números traduzem normalmente disponibilidade e facilidade de utilização, nomeadamente a baixas rpms.
Nao é natural nem deixa de ser, depende do que cada um quer ou pode.

Daí existir um leque variado, e cada um escolhe conforme quer.
 
Epah é o que eu tou a dizer, a cilindrada em maiores pesos pode ter a sua influência precisamente na entrega do binário.
Um motor redondo é um motor redondo, é sempre mais agradável que um pontudo, pelo menos em cidade...

Sim ! neste aspecto estamos de acordo.

As ajudas eléctricas é que já ajudam a camuflar as cilindradas baixas muito razoavelmente.
 
Sim ! neste aspecto estamos de acordo.

As ajudas eléctricas é que já ajudam a camuflar as cilindradas baixas muito razoavelmente.
Exactamente.

De resto onde quis chegar com os 1.6 116 no segmento D, ora, que eu também não consideraria tal hipotese.
Mas haverá certamente gente para os quais isto serve, no entanto se o motor não for redondo, muitas dessas pessoas vão-se queixar.
Porque fica uma entrega desagradável, lá está.

Hoje em dia já não tanto mas ainda me lembro de ver malta por aqui a dizer que preferia o motor TD de 100cv em vez do TD de 150 sendo o de 100 mais linear e confortável para cidade e no meu caso, os motores de baixa cilindrada turbodiesel que conduzi, sentia que eram algo turbo dependentes e que encaixavam bem no segmento B porque disfarçava. Já no C as limitações surgem logo.

Mas vamos para 2.0 e por norma até no D encaixam embora o nivel final de potencia já depende das exigências de cada um mas pelo menos não choram pa entrar em rotundas e assim.
 
Um segmento D como esse mercedes ou semelhante, com uma caixa auto de 8 ou 9, safam-se perfeitamente bem.
Fazem os mínimos dos mínimos.

As cx ajudam mas não fazem milagres.

Eu conduzo com alguma frequência um A180d que é um 1.5 com 116 cv.

É super económico e a cx auto bastante curta nas primeiras relações ajuda à sensação de disponibilidade. Mas claramente é um compromisso.

Recentemente fiz uns km ao volante do CLA250e que por dentro é praticamente o mesmo carro e anda muito mais e é muito mais polido. É apenas 1.3 mas com ajuda eléctrica.

Para um Mercedes C acho o C300de ou C300e um excelente sweet spot na relação resposta/consumos, acredito que os 300d ou só 300 (nem sei se existe ?) também sejam bons. Ou seja algo entre 200 e 300 cv é o óptimo nesse segmento.
 
Toyota Aygo 1.0

IC9 desde a zona de Alcobaça + IC2 + A1 até ao Carregado

4.1l/100km na ida, subiu para 4.5l/100km no regresso.


MB C180d Station com o 1.6 de 116cv

É relativamente fácil andar nos 4-5l/100km, mas o carro merecia muito mais. Acho que não devia ter sido lançada uma motorização abaixo do 200d, sinceramente.

Uma Megane ST 1.5 Blue dCi é mais rápida em qualquer situação, atrevo-me a dizer!
Que W/S é?

No actual a entrada da gama diesel faz-se com um mild hybrid 2.0cc com 200 cv + a potência do motor eletrico.

Só o motor ice tem 440nm. Já anda bem.

Creio que o W/S206 nem saiu com esse motor.

Só o 205.
 
Última edição:
Um segmento D como esse mercedes ou semelhante, com uma caixa auto de 8 ou 9, safam-se perfeitamente bem.
Diz “cumprem os mínimos” sff.

O perfeitamente bem parece-me muito relativo. Tenho 140.000km feitos num A180 de 110cv e mesmo este não se safa “perfeitamente bem”.

E isto não é subjetivo, nem válido para uns e para outros não (pareço o EscapeLivre agora), é fáctico.

Em cidade as relações de caixa não ajudam, mas mesmo em andamento absoluto, não há desenvoltura, é tudo a mastigar.

Ontem fiz a A2 quase toda, tranquilo. 140/150km/h e o carro mantém obviamente bem a velocidade. Entra alguém para a via da esquerda a menor velocidade, eu desacelero pois nesses casos pressiono zero o condutor da frente, e depois para retomar para o ritmo de viagem, a coisa não se processa, vai-se processando.

E a caixa auto, ao contrário do que se diz muitas vezes, não resolve o problema. Apenas o atenua. Eu também posso ir a 120km/h e espetar uma 4ª para andar, que é o que um caixa auto faz. Eu sei disso, até porque tenho outro carro com caixa Auto.

Mas se puder ter disponibilidade extra para pisar em 6ª e seguir viagem, melhor. Ou então, que a reduzir para 4ª seja para andar à séria.

E nada disto se coaduna com um segmento D de 116cv. Nem C. E com o peso dos carros hoje em dia, nem B.

E não é preciso ir para desportivos e eu nunca falo em 500cv. Mas há um segmento D já com 25 anos na família próxima, diesel, com 136cv e acima de 140, sente-se desenvoltura. Mesmo sem reduções malucas, a coisa é para andar para a frente e acabou.

Não cola ao banco, mas não anda a mastigar subidas de regime.
 
Mas se calhar a cena ali é mais a cilindrada, um 2.0 TDI 110 CR num Golf ( sim sei que é segmento abaixo ) ficava impecável, sobretudo para o publico alvo médio digamos assim, que não quer um carro fraco mas que não faz uso de 300 ou 400 NM ou 150cv.

Havia aí um volvo 2.0D 120cv mas esse nunca experimentei e diziam ser mt melhor que a concorrencia 1.6 no mesmo segmento.

Posto isto, se fosse comprar segmento D moderno sim seria minimo 150cv mas se fosse 2.0 com menos também deve cumprir agora claro, só experimentando pa ter a certeza.

O carro não é submotorizado, e consome pouco.

Depois depende de pessoa para pessoa, essa versão vendeu muito e isso é que conta, tal como o mondeu e o passat tambem venderam muito com o 1.6 e 1.5.
 
Concordo que um segmento D deveria ser pelo 2.0 na ordem dos 150cv´s e mesmo assim ideal seria 180/190cv´s eu vejo pelo meu A4 de 143cv´s ainda se desenrasca bem na boa parte das situações mas quando passo para o 320d de 184cv´s do meu pai notasse mais disponibilidade ;)
 
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