" Tu conduzes como um imbecil "

Um local onde costumo levar buzinadelas, é aqui


Quando pretendo virar à esquerda, onde está a 156 SW, o pessoal depreende que tenho de ir ao arruamento lateral onde está o MiTo para efectuar essa manobra, mas não há nenhuma sinalização a obrigar a tal, nem a proibir de virar à esquerda.
 
Existe ali uma diferença nos temporizadores dos semáforos, consegues virar durante uns 10-15 segundos antes do outro semaforo abrir.

Em principio vou começar a sair mais cedo no túnel como dizem e não vou à rotunda do Marquês.
Nos dias que vou trabalhar a Lisboa vou pela Vasco da Gama por isso desço pelo Saldanha e viro logo à direita para a rotunda exterior e depois para o parque.
Se vens a descer do Saldanha não precisas de ir à rotunda, dá para sair da Fontes Pereira de Melo para a rotunda ao fundo da Av. Sidónio Pais, que tem uma entrada para o parque.
 
A nova moda por Lisboa e arredores é Audi´s A5 recentes de vidros fumados e pirilampos na frente e traseira dos vidros, a furarem o trânsito.

Presumo que sejam ministros atrasados para alguma coisa.
 
Na terça-feira estou em Lisboa a pé, hora de ponta ao final da tarde, carros por todo o lado e abordo uma passadeira. O primeiro carro não pára, já eu estava na estrada a atravessar e o carro que o seguia, conduzido por uma senhora na casa dos 50/60 anos, devia vir a aproveitar o cone de aspiração, tal era a proximidade. Ambos em clara velocidade excessiva para as circunstâncias de tráfego.

Eis que ficou chateada porque teve que travar bruscamente. Continuo a atravessar a passadeira e ainda estava ao meio da passadeira quando arranca, buzina e faz-me uma tangente.

Que pena que tive em não ter ali o meu carro mesmo à mão. Eu que até sou um tipo pacífico, acho que se a apanhasse à frente, só acabava à estalada.
 
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Na terça-feira estou em Lisboa a pé, hora de ponta ao final da tarde, carros por todo o lado e abordo uma passadeira. O primeiro carro não pará, já eu estava na estrada a atravessar e o carro que o seguia, conduzido por uma senhora na casa dos 50/60 anos, devia vir a aproveitar o cone de aspiração, tal era a proximidade. Ambos em clara velocidade excessiva para as circunstâncias de tráfego.

Eis que ficou chateada porque teve que travar bruscamente. Continuo a atravessar a passadeira e ainda estava ao meio passadeira quando arranca, buzina e faz-me uma tangente.

Que pena que tive em não ter ali o meu carro mesmo à mão. Eu que até sou um tipo pacífico, acho que se a apanhasse à frente, só acabava à estalada.
É diário esta falta de cívismo.
Mas por mais que te apeteça, nunca o faças, acabas na TV como o ciclista que deu uns empurrões a uma condutora que o tentou agredir, e mais, se fores identificado acabas condenado. A sorte do ciclista é que ninguém o conseguiu identificar.
 
Na terça-feira estou em Lisboa a pé, hora de ponta ao final da tarde, carros por todo o lado e abordo uma passadeira. O primeiro carro não pára, já eu estava na estrada a atravessar e o carro que o seguia, conduzido por uma senhora na casa dos 50/60 anos, devia vir a aproveitar o cone de aspiração, tal era a proximidade. Ambos em clara velocidade excessiva para as circunstâncias de tráfego.

Eis que ficou chateada porque teve que travar bruscamente. Continuo a atravessar a passadeira e ainda estava ao meio da passadeira quando arranca, buzina e faz-me uma tangente.

Que pena que tive em não ter ali o meu carro mesmo à mão. Eu que até sou um tipo pacífico, acho que se a apanhasse à frente, só acabava à estalada.
Impressionante, porra.

Aqui há uns tempos também fui quase atropelado no LIDL, ia a passar na passadeira e uma mulher para mesmo em cima de mim e ainda com cara de indignada. Foi das vezes mais perto que tive de ser atropelado...
 
Na terça-feira estou em Lisboa a pé, hora de ponta ao final da tarde, carros por todo o lado e abordo uma passadeira. O primeiro carro não pára, já eu estava na estrada a atravessar e o carro que o seguia, conduzido por uma senhora na casa dos 50/60 anos, devia vir a aproveitar o cone de aspiração, tal era a proximidade. Ambos em clara velocidade excessiva para as circunstâncias de tráfego.

Eis que ficou chateada porque teve que travar bruscamente. Continuo a atravessar a passadeira e ainda estava ao meio da passadeira quando arranca, buzina e faz-me uma tangente.

Que pena que tive em não ter ali o meu carro mesmo à mão. Eu que até sou um tipo pacífico, acho que se a apanhasse à frente, só acabava à estalada.
Malta dessa idade anda fresca anda, mas nestes casos são muitas vezes aquilo que o eliselotus refere de não ser azelhice mas sim falta de civismo.
E ai de quem diga alguma coisa à malta dessa idade. Os males todos deste mundo são dos jovens. Eles de meia idade, geração xpto, é que fizeram o país estão sempre certos !

Anyway, já por aqui disse que num sitio qualquer da AML lá ia eu pa atravessar porque pensava que a senhora ia parar, mas depressa voltei atrás...e ela nao parou, porque ia a brincar com o neto que ia no banco do pendura.......creio que a mulherzinha nunca soube que estava numa passadeira com gente ali quase a ser atropelada....
 
Ah, dizer também o seguinte, e sim eu sei que não é exclusivo da AML mas acho que nela, nota-se mais.
Acontece que esse post do Ecoflex e afins, mostra que a AML está cada vez mais, demencial.....


Acidentes todos os dias....muitas vezes em cadeia, passadeiras de malucos, rotundas já ng quer saber.....arre porra...
 
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