Na terça-feira estou em Lisboa a pé, hora de ponta ao final da tarde, carros por todo o lado e abordo uma passadeira. O primeiro carro não pára, já eu estava na estrada a atravessar e o carro que o seguia, conduzido por uma senhora na casa dos 50/60 anos, devia vir a aproveitar o cone de aspiração, tal era a proximidade. Ambos em clara velocidade excessiva para as circunstâncias de tráfego.
Eis que ficou chateada porque teve que travar bruscamente. Continuo a atravessar a passadeira e ainda estava ao meio da passadeira quando arranca, buzina e faz-me uma tangente.
Que pena que tive em não ter ali o meu carro mesmo à mão. Eu que até sou um tipo pacífico, acho que se a apanhasse à frente, só acabava à estalada.