Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

Isso não me recordo, mas creio que pelo recibo não se conseguia tirar essa informação. Em todo o caso como disse, foram dois. Deduzo que seja geral.

Já e mostrei, se foste consultar viste, que em 2026 não houve nenhum juiz com uma reforma de 10000€, tudo nos intervalos de 3000 a 8000€.
 
aahh?!

Para a SS. todos decontamos o mesmo 11% (mais 23% da empresa). Nem sequer é uma novidade o que eu estou a dizer.
O IRS não tem relação direta com a formação da pensão de reforma.

O IRS tem é relação direta na forma equitativa como poderíamos distribuir melhor as reformas, mais rendimento disponível para quem ganha mais e pode complementar a reforma pública (que teria um teto) e mais rendimento disponível no estado para reforçar as reformas de quem ganha menos.
Liberdade e justiça social.
Se alguém desconta o dobro ou o triplo para a SS e vai buscar a mesma reforma de quem descontou metade ou um terço, então na prática é um imposto. Muda o nome de IRS para SS.
 
Se alguém desconta o dobro ou o triplo para a SS e vai buscar a mesma reforma de quem descontou metade ou um terço, então na prática é um imposto. Muda o nome de IRS para SS.
É precisamente por isso que se chama "teto". Como acontece por exemplo na Suiça.
Pode ser discutido se o o instrumento extra pensão pública (para quem ganha mais) deverá ser obrigatório ou que valores são obrigatórios, mas isso não invalida a natureza de uma medida destas e da liberdade individual de escolha.

A Suiça tem 3 níveis, 1 - pensão pública 2 - instrumento de reforma privado obrigatório para quem ganha X 3 -instrumento livre.
Na prática, pode acontecer exactamente isso, alguém que ganha muito e mete pouco no nivel 2 e nenhum no nivel 3 pode ganhar uma reforma igual a alguém que ganha menos.
É uma escolha individual.
Mas a reforma mínima na suíça é de uns 1300€, ninguém vive de forma miserável.

Portanto, pode ter uma reforma igual a quem ganhou menos que ele, mas é uma reforma igual porque essa pessoa assim escolheu.
 
Se alguém desconta o dobro ou o triplo para a SS e vai buscar a mesma reforma de quem descontou metade ou um terço, então na prática é um imposto. Muda o nome de IRS para SS.
É assim que deveria funcionar.

Acabar com os descontos para a SS, tributar apenas no IRS, e a pensão de velhice ser um valor minimo igual para todos.

Quem quiser, que desconte para sistemas privados ou faça poupanças e investimentos.

Se não o fizer, o estado garante-lhe um minimo ao qual todos teriamos direito.


Naturalmente, quem já descontou para o sistema atual ainda iria ter direito a um valor extra correspondente aos anos de descontos.
 
É assim que deveria funcionar.

Acabar com os descontos para a SS, tributar apenas no IRS, e a pensão de velhice ser um valor minimo igual para todos.

Quem quiser, que desconte para sistemas privados ou faça poupanças e investimentos.

Se não o fizer, o estado garante-lhe um minimo ao qual todos teriamos direito.


Naturalmente, quem já descontou para o sistema atual ainda iria ter direito a um valor extra correspondente aos anos de descontos.
Sim é isso, é indiferente se vamos chamar TSU ou vamos tributar tudo no IRS ou outro nome.
Isto é particularmente difícil de ser compreendido em PT, são 50 anos de uma modelo socialista que está impregnado nas pessoas, só a IL e o Chega propõe algo assim, quer dizer, o Chega é como o vento, uma vezes fala em teto à reforma outras vezes não e quer dar dinheiro a todos.
 
É precisamente por isso que se chama "teto". Como acontece por exemplo na Suiça.
Pode ser discutido se o o instrumento extra pensão pública (para quem ganha mais) deverá ser obrigatório ou que valores são obrigatórios, mas isso não invalida a natureza de uma medida destas e da liberdade individual de escolha.

A Suiça tem 3 níveis, 1 - pensão pública 2 - instrumento de reforma privado obrigatório para quem ganha X 3 -instrumento livre.
Na prática, pode acontecer exactamente isso, alguém que ganha muito e mete pouco no nivel 2 e nenhum no nivel 3 pode ganhar uma reforma igual a alguém que ganha menos.
É uma escolha individual.
Mas a reforma mínima na suíça é de uns 1300€, ninguém vive de forma miserável.

Portanto, pode ter uma reforma igual a quem ganhou menos que ele, mas é uma reforma igual porque essa pessoa assim escolheu.
Se tiverem possibilidade de optar é justo.
 
É assim que deveria funcionar.

Acabar com os descontos para a SS, tributar apenas no IRS, e a pensão de velhice ser um valor minimo igual para todos.

Quem quiser, que desconte para sistemas privados ou faça poupanças e investimentos.

Se não o fizer, o estado garante-lhe um minimo ao qual todos teriamos direito.


Naturalmente, quem já descontou para o sistema atual ainda iria ter direito a um valor extra correspondente aos anos de descontos.
Mas a transição ia ser o diabo. Todos teriam de pagar mais IRS e relembro que mais de 40% das familias não pagam IRS. E aqueles que fogem ao fisco iam ter direito a uma pensão sem terem pago para isso.
 
Se tiverem possibilidade de optar é justo.
Podem optar mas não para a pensão pública, apenas para instrumentos privados. A Pensão pública teria um teto de desconto, mesmo que as pessoas quisessem descontar mais não era possível.
Isto é muito mais justo do que acontece hoje em dia, hoje caminhamos para que todos tenham uma reforma de 40% do último rendimento.
 
Mas a transição ia ser o diabo. Todos teriam de pagar mais IRS e relembro que mais de 40% das familias não pagam IRS. E aqueles que fogem ao fisco iam ter direito a uma pensão sem terem pago para isso.
Isso acontece agora.
Um teto máximo para a reforma não invalida que existam critérios para lhe aceder.
 
a Irlanda é parecido também.

a pensão pública é fixa e igual para toda a gente, actualizada anualmente e actualmente está à volta de €1300. A ideia é que é uma prestação social para apoiar as pessoas na velhice.

e depois há grandes incentivos para que as pessoas tenham pensões privadas - normalmente se a pessoa desconta cerca de 6 ou 7% do salário base para a pensão privada, o empregador também coloca lá uns 7 ou 8% (ou mais dependendo da empresa).

mais: a parte do empregador é extra em relação ao salário, e a parte do funcionário sai do salário base.

mas ambas saem ANTES de impostos, por isso uma pessoa que decida entrar no esquema, imaginemos que a contribuição para a pensão privada é de €1000 para o funcionário, assim em vez de receber €500 esse mês no salário líquido, põe na pensão privada os €1000 dele brutos + €1000 extra da empresa.

e depois a pensão privada cresce com base nos mercados, as entidades financeiras investem em fundos, e a qualquer altura qualquer pessoa pode lá ir, consultar exactamente quanto lá está, mudar os investimentos, etc. Tudo transparente e sem estar dependente dos excessos do Estado.

e podes decidir descontar uma % maior, ou fazer reforços etc. O indivíduo é livre de decidir se quer investir na reforma ou gastar em férias e vinho.

e depois quando chegas à velhice lá recebes a tal reforma fixa do Estado + a pensão privada que andaste a juntar.
 
Mas a transição ia ser o diabo. Todos teriam de pagar mais IRS e relembro que mais de 40% das familias não pagam IRS. E aqueles que fogem ao fisco iam ter direito a uma pensão sem terem pago para isso.
Deixaria de haver descontos para a SS, essa receita fiscal tem de ser transferida para o IRS, mas não seria tanto, porque o novo sistema não teria de sustentar reformas elevadas.

Repara que atualmente, para alguém que ganhe 1000 € brutos brutos, o estado ganha à volta de 350 € em descontos para a SS e à volta de 120 € em IRS.

Ele escreveu uma pensao minima igual para todos. Isso significa que pelo estado vais receber o mesmo dos que não pagaram IRS, ou pagaram pouco ou nem trabalharam.

Isso já acontece atualmente.

Mesmo quem nunca tenha trabalhado tem direito a uma pensão de sobrevivencia.

Aceito que possa haver um intervalo de valores consoante o IRS que tenha sido pago ao longo da vida, mas com um teto baixo.
 
Deixaria de haver descontos para a SS, essa receita fiscal tem de ser transferida para o IRS, mas não seria tanto, porque o novo sistema não teria de sustentar reformas elevadas.

Repara que atualmente, para alguém que ganhe 1000 € brutos brutos, o estado ganha à volta de 350 € em descontos para a SS e à volta de 120 € em IRS.



Isso já acontece atualmente.

Mesmo quem nunca tenha trabalhado tem direito a uma pensão de sobrevivencia.

Aceito que possa haver um intervalo de valores consoante o IRS que tenha sido pago ao longo da vida, mas com um teto baixo.
1000 brutos não paga 120€ IRS.
 
a Irlanda é parecido também.

a pensão pública é fixa e igual para toda a gente, actualizada anualmente e actualmente está à volta de €1300. A ideia é que é uma prestação social para apoiar as pessoas na velhice.

e depois há grandes incentivos para que as pessoas tenham pensões privadas - normalmente se a pessoa desconta cerca de 6 ou 7% do salário base para a pensão privada, o empregador também coloca lá uns 7 ou 8% (ou mais dependendo da empresa).

mais: a parte do empregador é extra em relação ao salário, e a parte do funcionário sai do salário base.

mas ambas saem ANTES de impostos, por isso uma pessoa que decida entrar no esquema, imaginemos que a contribuição para a pensão privada é de €1000 para o funcionário, assim em vez de receber €500 esse mês no salário líquido, põe na pensão privada os €1000 dele brutos + €1000 extra da empresa.

e depois a pensão privada cresce com base nos mercados, as entidades financeiras investem em fundos, e a qualquer altura qualquer pessoa pode lá ir, consultar exactamente quanto lá está, mudar os investimentos, etc. Tudo transparente e sem estar dependente dos excessos do Estado.

e podes decidir descontar uma % maior, ou fazer reforços etc. O indivíduo é livre de decidir se quer investir na reforma ou gastar em férias e vinho.

e depois quando chegas à velhice lá recebes a tal reforma fixa do Estado + a pensão privada que andaste a juntar.
Todos têm direito à prestação social de 1300€, mesmo quem nunca trabalhou ou há condicão de acesso?
 
e também é preciso perceber que na Irlanda as contribuições para a SS são bastante mais baixas que em PT.

os funcionários pagam 4.35% (em PT pagam 11%), e as empresas pagam 11.40% (em PT pagam 23.75%).

por isso o total na Irlanda por funcionário é 15.75% enquanto em PT é 34.75% (!) para encher o ** aos juízes :ROFLMAO:
 
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