Que consumos fazem habitualmente os vossos carros?

Se andar a maioria do tempo em trânsito intenso em 1ª e 2ª, andar nesses regimes não faz baixar nada o consumo, bem pelo contrário...
Eu disse um intervalo. Se andar no transito intenso em 1800-2500 RPM só sai a ganhar em consumo e em saúde do motor.

Eu ainda aguardo que me expliquem o benefício de andar em gasolina abaixo das 1800 RPM.

A DSG deve andar mal programada pa não deixar fazer isso.
 
A Getrag 7DCT300 do Puma (que na verdade é a que equipa 90% dos automáticos atuais, desde Mini, BMW, Renault, etc) anda várias vezes nas 1500rpm.

Não me choca, desde que não seja em subidas. Não vejo o Ecoboost 125cv desconfortável nesse regime.

Se fosse as 1300rpm, a história era outra.
 
Já agora, qual é tecnicamente o processo inerente a um kick-down de caixa Auto?

Quando se esmaga o acelerador (e a caixa reduz), não há logo injeção de combustível extra para o carro acelerar? Ou isso só sucede quando a caixa engrena na relação pretendida?

Ontem notei isso no Puma a subir a subida do UBBO. Já ia rápido, mas queria “extra mile”, acelerador esmagado, caixa reduz, rotações lá em cima e só 1 segundo depois o carro “dispara”.

Já a Skoda 1.4 PHEV 204 cv com que ando frequentemente faz o mesmo, mas eu achei que era comportamento da DSG.

O Ecoflex já comentou o mesmo no novo A3.

O Rui também, no Golf de serviço.

Eu sei que os motores turbo têm lag enquanto o turbo “enche” mas num kick-down não é suposto esse enchimento ocorrer enquanto a caixa reduz?

Ou isto é sequencial?

1 - Pressionar o acelerador
2 - Caixa gere apenas a relação correta para a situação
3 - Caixa engrena a relação
4 - Motor injeta mais combustível
5 - Turbo enche
6 - Ocorre a aceleração

Pensei que isto era suposto acontecer tudo ato contínuo.
 
A Getrag 7DCT300 do Puma (que na verdade é a que equipa 90% dos automáticos atuais, desde Mini, BMW, Renault, etc) anda várias vezes nas 1500rpm.

Não me choca, desde que não seja em subidas. Não vejo o Ecoboost 125cv desconfortável nesse regime.

Se fosse as 1300rpm, a história era outra.
1500, 1800, é perfeitamente aceitável em situações especificas e dependerá, depois, do escalonamento, mas no caso do Nmiguel ele disse noutro topico que andava várias vezes abaixo das 1500 e é esse o meu ponto.

Já pa n falar que à minima carga mais coise, as auto decentes passam logo pa 2000 no minimo.
 
Já agora, qual é tecnicamente o processo inerente a um kick-down de caixa Auto?

Quando se esmaga o acelerador (e a caixa reduz), não há logo injeção de combustível extra para o carro acelerar? Ou isso só sucede quando a caixa engrena na relação pretendida?

Ontem notei isso no Puma a subir a subida do UBBO. Já ia rápido, mas queria “extra mile”, acelerador esmagado, caixa reduz, rotações lá em cima e só 1 segundo depois o carro “dispara”.

Já a Skoda 1.4 PHEV 204 cv com que ando frequentemente faz o mesmo, mas eu achei que era comportamento da DSG.

O Ecoflex já comentou o mesmo no novo A3.

O Rui também, no Golf de serviço.

Eu sei que os motores turbo têm lag enquanto o turbo “enche” mas num kick-down não é suposto esse enchimento ocorrer enquanto a caixa reduz?

Ou isto é sequencial?

1 - Pressionar o acelerador
2 - Caixa gere apenas a relação correta para a situação
3 - Caixa engrena a relação
4 - Motor injeta mais combustível
5 - Turbo enche
6 - Ocorre a aceleração

Pensei que isto era suposto acontecer tudo ato contínuo.
Não te posso confirmar tecnicamente pois só sou ingenheiro dos motores já feitos, mas com o Sandero fiz alguns testes desses e olha que não é menos de uns 2 ou 3s até o turbo " encher " e claro só se nota este " delay " quando precisas de muito power assim de surpresa.

Ou talvez seja mesmo assim pa incentivar a condução suave?
 
Já agora, qual é tecnicamente o processo inerente a um kick-down de caixa Auto?

Quando se esmaga o acelerador (e a caixa reduz), não há logo injeção de combustível extra para o carro acelerar? Ou isso só sucede quando a caixa engrena na relação pretendida?

Ontem notei isso no Puma a subir a subida do UBBO. Já ia rápido, mas queria “extra mile”, acelerador esmagado, caixa reduz, rotações lá em cima e só 1 segundo depois o carro “dispara”.

Já a Skoda 1.4 PHEV 204 cv com que ando frequentemente faz o mesmo, mas eu achei que era comportamento da DSG.

O Ecoflex já comentou o mesmo no novo A3.

O Rui também, no Golf de serviço.

Eu sei que os motores turbo têm lag enquanto o turbo “enche” mas num kick-down não é suposto esse enchimento ocorrer enquanto a caixa reduz?

Ou isto é sequencial?

1 - Pressionar o acelerador
2 - Caixa gere apenas a relação correta para a situação
3 - Caixa engrena a relação
4 - Motor injeta mais combustível
5 - Turbo enche
6 - Ocorre a aceleração

Pensei que isto era suposto acontecer tudo ato contínuo.
O que é que acontece num carro de caixa manual no mesmo exercício?

Também perdes momento no momento que fazes a troca de aceleração, até porque deixas de acelerar para a mudança entrar.

A caixa auto ainda consegue ser mais rápida que tu a gerir embraiagem e acelerador que tu. A menos que sejas piloto de rally ou F1 de outros tempos.
 
O que é que acontece num carro de caixa manual no mesmo exercício?

Também perdes momento no momento que fazes a troca de aceleração, até porque deixas de acelerar para a mudança entrar.

A caixa auto ainda consegue ser mais rápida que tu a gerir embraiagem e acelerador que tu. A menos que sejas piloto de rally ou F1 de outros tempos.
É um bom ponto.

A questão é que ali a carga de acelerador vai constante. Ou seja enquanto se decide e não decide da mudança, o turbo já devia estar mais do que “cheio”.

Tenho de testar uma PDK para ver o melhor que se faz neste âmbito.

Porque realmente a caixa é muito rápida a reduzir , mas depois aquele delay até o carro ser empurrado para a frente corta ali um bocado a coisa.
 
É um bom ponto.

A questão é que ali a carga de acelerador vai constante. Ou seja enquanto se decide e não decide da mudança, o turbo já devia estar mais do que “cheio”.

Tenho de testar uma PDK para ver o melhor que se faz neste âmbito.

Porque realmente a caixa é muito rápida a reduzir , mas depois aquele delay até o carro ser empurrado para a frente corta ali um bocado a coisa.
Mas enquanto não entra gota, o turbo ia fazer pressão e estancá-la? ou ia soprar logo para os cilindros ainda sem gota? ia dar um resultado giro.

Acredito que se ainda não fizeram tal coisa é porque não é viável.

Turbos e respectivas pressões é caso sério, em tempos conheci quem fosse reprogramar o Turbo IE e depois o Punto GT, questão que têm mapas diferentes e num deles, se aumentares a pressão do turbo ele aumenta automaticamente o débito de gota. No outro, tens que ajustar manualmente, caso contrário entra demasiado ar e quina aquilo.
 
Viagem de 950km num A3 1.6tdi com consumo médio real de 5,7l/100km.
Gasto teórico de 101,25€ de combustível. Teórico porque estou a considerar o preço do combustível mais baixo que vi na viagem (1,87€/l).
Velocidades a maior parte do percurso entre os 140-150km/h (118km/h de média no cb).
Na volta vai consumir mais um bocado, na ordem dos 10% porque o percurso é menos favorável a nível de declives.
 
É um bom ponto.

A questão é que ali a carga de acelerador vai constante. Ou seja enquanto se decide e não decide da mudança, o turbo já devia estar mais do que “cheio”.

Tenho de testar uma PDK para ver o melhor que se faz neste âmbito.

Porque realmente a caixa é muito rápida a reduzir , mas depois aquele delay até o carro ser empurrado para a frente corta ali um bocado a coisa.
O que sentes é apenas a caixa a ter
Mas enquanto não entra gota, o turbo ia fazer pressão e estancá-la? ou ia soprar logo para os cilindros ainda sem gota? ia dar um resultado giro.

Acredito que se ainda não fizeram tal coisa é porque não é viável.

Turbos e respectivas pressões é caso sério, em tempos conheci quem fosse reprogramar o Turbo IE e depois o Punto GT, questão que têm mapas diferentes e num deles, se aumentares a pressão do turbo ele aumenta automaticamente o débito de gota. No outro, tens que ajustar manualmente, caso contrário entra demasiado ar e quina aquilo.
O problema não é o motor encher ou o turbo não atingir a pressão adequada.

O tal atraso deve-se mais ao facto de a caixa ter de ajustar a velocidade dos carretos da caixa à velocidade do volante motor.

Se fizerem o mesmo num eléctrico não há atraso, pois não há caixa.
 
Uma dsg ou Zf é mais rápida que as caixas dos ford.
Notei um lag enorme (colmatado pela parte elétrica) quando aluguei uma focus, que não notava nos Vw e nos Bmw.
A caixa bos ford é super lenta a decidir fazer qualquer coisa. Ou então é o motor que não responde.
Foi a parte que menos gostei, a par com os consumos super altos.
 
Que RPMs usas numa ultrapassagem por ex?


No meu a DSG não brinca e cospe logo RPM.

Não te consigo dizer. Uso o que tiver de usar, consoante o que o motor tiver para dar e o tráfego.

Não podemos comparar este 1.0 com um 2.0 TDI cheio de binário em baixas, quanto muito com o 1.6 TDI.

Sou Madeirense, e como tal aqui tem sempre em todo o lado uma subida íngreme ou seja para ultrapassar tem que ser sempre com pulmão, o que faço com esse motor é só ultrapasso com as rotações a cima das 2500 rpm nunca abaixo disso... neste regime o motor sobe com vontade e nunca tive qualquer problema, ainda que seja num Arona. Este motor exige sempre atenção à rotação e usar muito a caixa de velocidades.

Acho que podemos comparar, já que montam os mesmos modelos,, venderam-se ao mesmo tempo e as potências são idênticas.

Como disse, este motor num Ibiza (ou num Arona) é bastante ágil.

Num Leon, para mim torna-se curto. Se estiver montado num Ateca, pior. Tem uma coisa boa, apesar de manco, invade menos o habitáculo que o 2.0 TDI no que a ruído e vibração diz respeito.

Não quero com isto dizer que é preciso potências pornográficas, mas acho que um carro mede-se bastante pela facilidade com que nos move e com que enfrenta as adversidades que surgem na estrada.

Geralmente, um carro com uma relação peso/potência até ~10kg/cv já costuma satisfazer esses critérios, revelando-se "qb" para 99% das situações, especialmente se for um motor com binário mais generoso.
 
Já agora, qual é tecnicamente o processo inerente a um kick-down de caixa Auto?

Quando se esmaga o acelerador (e a caixa reduz), não há logo injeção de combustível extra para o carro acelerar? Ou isso só sucede quando a caixa engrena na relação pretendida?

Ontem notei isso no Puma a subir a subida do UBBO. Já ia rápido, mas queria “extra mile”, acelerador esmagado, caixa reduz, rotações lá em cima e só 1 segundo depois o carro “dispara”.

Já a Skoda 1.4 PHEV 204 cv com que ando frequentemente faz o mesmo, mas eu achei que era comportamento da DSG.

O Ecoflex já comentou o mesmo no novo A3.

O Rui também, no Golf de serviço.

Eu sei que os motores turbo têm lag enquanto o turbo “enche” mas num kick-down não é suposto esse enchimento ocorrer enquanto a caixa reduz?

Ou isto é sequencial?

1 - Pressionar o acelerador
2 - Caixa gere apenas a relação correta para a situação
3 - Caixa engrena a relação
4 - Motor injeta mais combustível
5 - Turbo enche
6 - Ocorre a aceleração

Pensei que isto era suposto acontecer tudo ato contínuo.
Aquilo que me queixo é quando carrego mais no acelerador, sem ser kick down, frequentemente a caixa escolhe uma mudança em que o motor salta para as 6500 rpm. Nesse regime, o 1.5 tsi já quase nada tem para entregar. Nesse regime já não há turbo que valha.

Quando ele faz isso, costumo meter uma acima com a patilha.

Em modo sport a coisa melhora, porque existe mais ajuda eléctrica.
 
Já agora, qual é tecnicamente o processo inerente a um kick-down de caixa Auto?

Quando se esmaga o acelerador (e a caixa reduz), não há logo injeção de combustível extra para o carro acelerar? Ou isso só sucede quando a caixa engrena na relação pretendida?

Ontem notei isso no Puma a subir a subida do UBBO. Já ia rápido, mas queria “extra mile”, acelerador esmagado, caixa reduz, rotações lá em cima e só 1 segundo depois o carro “dispara”.

Já a Skoda 1.4 PHEV 204 cv com que ando frequentemente faz o mesmo, mas eu achei que era comportamento da DSG.

O Ecoflex já comentou o mesmo no novo A3.

O Rui também, no Golf de serviço.

Eu sei que os motores turbo têm lag enquanto o turbo “enche” mas num kick-down não é suposto esse enchimento ocorrer enquanto a caixa reduz?

Ou isto é sequencial?

1 - Pressionar o acelerador
2 - Caixa gere apenas a relação correta para a situação
3 - Caixa engrena a relação
4 - Motor injeta mais combustível
5 - Turbo enche
6 - Ocorre a aceleração

Pensei que isto era suposto acontecer tudo ato contínuo.
Não noto esse delay na ZF08 nem na 9G-tronic.

Diria que esse delay acontece nas caixas robotizadas para evitar "coices". Não vejo outra justificação. Em todo o caso, 1 segundo não é nada. Ignora isso.
 
Não noto esse delay na ZF08 nem na 9G-tronic.

Diria que esse delay acontece nas caixas robotizadas para evitar "coices". Não vejo outra justificação. Em todo o caso, 1 segundo não é nada. Ignora isso.
1s é muito tempo quando estamos a falar em resposta dum motor.
Claro que o tempo deve estar exagerado, mas também notei isso quando andei com um ford e digo-te já que é extremamente irritante?
 
É um tema interessante para comparar carros diferentes. O consumo real pode mudar bastante conforme o motor, o trânsito, a velocidade e o tipo de percurso. No meu caso, também acho mais útil olhar para a média de vários abastecimentos do que para um único percurso.
 
Não te consigo dizer. Uso o que tiver de usar, consoante o que o motor tiver para dar e o tráfego.



Acho que podemos comparar, já que montam os mesmos modelos,, venderam-se ao mesmo tempo e as potências são idênticas.

Como disse, este motor num Ibiza (ou num Arona) é bastante ágil.

Num Leon, para mim torna-se curto. Se estiver montado num Ateca, pior. Tem uma coisa boa, apesar de manco, invade menos o habitáculo que o 2.0 TDI no que a ruído e vibração diz respeito.

Não quero com isto dizer que é preciso potências pornográficas, mas acho que um carro mede-se bastante pela facilidade com que nos move e com que enfrenta as adversidades que surgem na estrada.

Geralmente, um carro com uma relação peso/potência até ~10kg/cv já costuma satisfazer esses critérios, revelando-se "qb" para 99% das situações, especialmente se for um motor com binário mais generoso.
Por acaso uma coisa que aprecio no 1.0 é o baixo ruído de funcionamento mesmo às 3000rpm em AE.
 
Creio que o ponto que o ETC refere não tem a ver com a caixa mas sim com o turbo não ter enchido.
Isto porque do que entendo, ele refere que após a mudança já estar engatada e o motor a injectar, nota-se um ligeiro delay tipico de quando o turbo ainda não faz a pressão suficiente.
 
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