Tópico dos carros eléctricos

Acho que a malta ainda não percebeu ( e isto inclui os fabricantes) que a travagem regenerativa nem sempre é a mais eficiente uma vez que obriga a constantes inputs no acelerador (tornando inclusivamente o carro enjoativo). Travar com o pé regenera e permite manter uma condução mais fluida e mais eficiente em condução de "estrada aberta". Em cidade até pode ser porreiro em estrada e auto estrada quanto menos melhor.
Sim, é isso, eu tento ter os carros o mais parecido com um carro a combustão, largo o acelerador e ele embala, só mesmo no para arranca é que, por vezes, coloco no B.
Mas as patilhas até dão alguma pica em condução mais agressiva, simulam um pouco as reduções num manual.:cool:
 
Qualquer fabricante poderia facilmente extrair os 12 volts da bateria de alta tensão com um conversor DC DC, algo que é banal.

O verdadeiro motivo para a existência da bateria de 12V é de segurança e isolamento da bateria de alta tensão.
E também porque é mais uma fonte de receita para as marcas.

Foi a única coisa que eu tive de mudar obrigatoriamente nos meus VEs até hoje (em 2 deles) e não foi barato.
 
A travagem de muitos carros elétricos é estranha precisamente porque o primeiro curso do pedal é para regenerar.
Detesto isso!
Quanto mais tentam imitar carros a combustão só fazem asneira, o mesmo que se passou quando fizeram diesel mais parecido com carros a gasolina.
A regeneração pode ser perfeitamente controlada com o pedal do acelerador, não é preciso patilhas, alavancas ou botões.
O meu carro desliza quando tem que deslizar, regenera muito quanto tem que regenerar muito e regenera pouco quando tem que regenerar pouco.
Agora para quem o pedal do acelerador só tem duas posições acredito que seja dificil fazer isso.
 
Para mim é o único verdadeiro concorrente do Model 3. Isso é o futuro, as marcas tradicionais vão usar cada vez mais os construtores Chineses como OEMs para os seus VEs.
 
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Acho que a malta ainda não percebeu ( e isto inclui os fabricantes) que a travagem regenerativa nem sempre é a mais eficiente uma vez que obriga a constantes inputs no acelerador (tornando inclusivamente o carro enjoativo). Travar com o pé regenera e permite manter uma condução mais fluida e mais eficiente em condução de "estrada aberta". Em cidade até pode ser porreiro em estrada e auto estrada quanto menos melhor.
O melhor mesmo é controlar a regeneração com as patilhas.

Em AE tenho sempre desligada, não vejo necessidade, a menos que seja uma descida muito acentuada.
 
O melhor mesmo é controlar a regeneração com as patilhas.

Em AE tenho sempre desligada, não vejo necessidade, a menos que seja uma descida muito acentuada.

No caso que tenho experimentado com o meu Polestar 2, tenho sempre a regeneração ligada. Seja no máximo ou no nível intermédio.

Caso a tenha desligada e circule em AE com o cruise control adaptativo ligado, no caso de descidas, o carro mantêm a velocidade programada com travagens programadas, criando uma viagem aos soluços. O carro deixa de regenerar, ganha alguma velocidade (1 ou 2 acima do programado) e volta a travar.

Dai preferir ter a regeneração ligada, A suavidade de marcha é muito melhor.
 
A travagem de muitos carros elétricos é estranha precisamente porque o primeiro curso do pedal é para regenerar.
Detesto isso!
Quanto mais tentam imitar carros a combustão só fazem asneira, o mesmo que se passou quando fizeram diesel mais parecido com carros a gasolina.
A regeneração pode ser perfeitamente controlada com o pedal do acelerador, não é preciso patilhas, alavancas ou botões.
O meu carro desliza quando tem que deslizar, regenera muito quanto tem que regenerar muito e regenera pouco quando tem que regenerar pouco.
Agora para quem o pedal do acelerador só tem duas posições acredito que seja dificil fazer isso.
Não diria melhor.
Parece haver gente com pouca sensibilidade no pé.
 
o mesmo para o Ex30 e o Smart #1, que partilham a plataforma.

mas como diz o Bjorn, excelente velocidade de carregamento, mesmo comparado com carros que têm a arquitectura 800v

Isto aqui para mim é um swet spot muito bom, não é preciso bateria maior que isto com estas velocidades de carregamento. E ter estas velocidades de carregamento tambem é importante porque liberta os carregadores mais rapidamente.
 
Isto aqui para mim é um swet spot muito bom, não é preciso bateria maior que isto com estas velocidades de carregamento. E ter estas velocidades de carregamento tambem é importante porque liberta os carregadores mais rapidamente.
precisamente!

não se pode pensar apenas nas viagens, mas também no dia a dia. quem usa este carro e depende de carregamentos no exterior, 15m nem dá para beber um café e comer um pastel de nata (entre entrar, estar na fila, pedir, sentar, comer...).

e com 60-70% (10 ou 20-80%) já faz ali 250- 300 km, se for na cidade, até voltar a precisar de carregar.
 
No caso que tenho experimentado com o meu Polestar 2, tenho sempre a regeneração ligada. Seja no máximo ou no nível intermédio.

Caso a tenha desligada e circule em AE com o cruise control adaptativo ligado, no caso de descidas, o carro mantêm a velocidade programada com travagens programadas, criando uma viagem aos soluços. O carro deixa de regenerar, ganha alguma velocidade (1 ou 2 acima do programado) e volta a travar.

Dai preferir ter a regeneração ligada, A suavidade de marcha é muito melhor.
Depende sempre da implementação do fabricante. O meu tem isso de forma automática e a única coisa que posso fazer é passar para B para regenerar sempre. Em D ele gere por ele se quer regenerar ou não, sendo que em AE ele vai em regeneração zero basicamente
 
A travagem de muitos carros elétricos é estranha precisamente porque o primeiro curso do pedal é para regenerar.
Detesto isso!
Quanto mais tentam imitar carros a combustão só fazem asneira, o mesmo que se passou quando fizeram diesel mais parecido com carros a gasolina.
A regeneração pode ser perfeitamente controlada com o pedal do acelerador, não é preciso patilhas, alavancas ou botões.
O meu carro desliza quando tem que deslizar, regenera muito quanto tem que regenerar muito e regenera pouco quando tem que regenerar pouco.
Agora para quem o pedal do acelerador só tem duas posições acredito que seja dificil fazer isso.
Por acaso é das coisa que critiquei o Tesla nos primeiros kms que fiz, a travagem é muito pouco progressiva, de salientar que nessa altura ia formatado com a travagem do LEAF, a do i4 é muito melhor nesse aspeto. Pois penso que o Tesla não usa o metodo de primeiro usa a regeneração e só depois aciona a hidrulica, mete logo os 2, mas não tenho a certeza, o que sei é que é uma travagem mais brusca e pouco progressiva, resultando um pouco no que dizes.
Prefiro sempre a regeneração no mínimo para não fugir muito ao resto do mercado de ICE, detesto a regeneração adaptativa, por exemplo, usei para testar e nunca mais.
 
Por acaso é das coisa que critiquei o Tesla nos primeiros kms que fiz, a travagem é muito pouco progressiva, de salientar que nessa altura ia formatado com a travagem do LEAF, a do i4 é muito melhor nesse aspeto.
Prefiro sempre a regeneração no mínimo para não fugir muito ao resto do mercado de ICE, detesto a regeneração adaptativa, por exemplo, usei para testar e nunca mais.
A travagem dos tesla não é pouco progressiva, o que acontece é que o pedal é duro para caraças!
Eu prefiro controlar a regeneração com o acelerador, porque ela pode ser controlada de 0-100% e ninguém melhor que eu para perceber isso.
 
Depende sempre da implementação do fabricante. O meu tem isso de forma automática e a única coisa que posso fazer é passar para B para regenerar sempre. Em D ele gere por ele se quer regenerar ou não, sendo que em AE ele vai em regeneração zero basicamente
Isso o ideal é sempre ter opção de configuração.
Eu usei muito tempo o B, até me cansar, porque cansava mesmo, agora só em situações específicas (descer uma montanha).
Usei muito tempo o D sem regeneração adaptativa, apenas quando travava e também não amei e já há muito tempo que uso o D com regeneração adaptativa, controla o carro da frente, trava ligeiramente nas intercepções e rotundas etc, para mim o melhor compromisso. Quando se conduz muitos km com essa função conhecemos exatamente como o carro se comporta e em cidade é muito mais tranquilo porque não troca o pé para o travão.
 
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