[Economia] Sistema SDR Garrafas e Latas de Bebida

Sistema SDR Garrafas e Latas de Bebida

  • Sim, coloco na máquina

    Votos: 23 71,9%
  • Não, deito fora

    Votos: 9 28,1%

  • Total de eleitores
    32
Óbvio que as centrais de biomassa são inúmeras no país, esmiframos os resíduos urbanos, só medidas avulso para eco indigentes acríticos neste país.
 
Não as vês a boiar agora?, semos lideres, como fã boy premium Volta @LinoMarques paga, isto é uma choldra de sistema de greenwashing:eek:
Não sou fanboy do Come Back, até porque desde sempre que coloquei plástico, vidro, metal e papel(ão) nos Ecopontos, além de entregar pilhas, lâmpadas e equipamentos eléctricos nos locais devidos.

Portanto, até me dá um pouco mais de trabalho que antes, sem realmente melhorar nada da minha parte, mas continuo a achar toda esta revolta contra o sistema um monte de pretextos para disfarçar o comodismo e falta de consciência ambiental do típico tuga.

Não os vejo assim tão preocupados com a movimentação de milhares de milhões de Euros em transferências de futebolistas que também só servem para encher o bucho a meia dúzia de pançudos.

Prioridades...
 
Óbvio que as centrais de biomassa são inúmeras no país, esmiframos os resíduos urbanos, só medidas avulso para eco indigentes acríticos neste país.
Na visita à Suíça, esse reduto atrasado ambiental, descobri que o lixo produzido pelos habitantes da localidade é incinerado numa central que mal se dá por ela, mesmo estando dentro dos limites da referida localidade. Poucos vestígios de fumos e cheiros nem marcam presença. No inverno é fonte de aquecimento para os habitantes. 😜
 
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Precisamente por ser assim é que fico lixado de ter que guardar lixo em casa, com cuidado para conservar os codigos de barras, para depois reaver o dinheiro que me sacaram. Se só lhes interessam garrafas de plástico e latas, se calhar pode-se mandar o resto para o lixo comum
Garrafas de plástico e latas, mas não todas, só as limpinhas.
 
Na visita à Suíça, esse reduto atrasado ambiental, descobri que o lixo produzido pelos habitantes da localidade é incinerado numa central que mal se dá por ela, mesmo estando dentro dos limites da referida localidade. Poucos vestígios de fumos e cheiros nem marcam presença. No inverno é fonte de aquecimento para os habitantes. 😜
Aqui em Basileia temos uma ...
Mas a diferença é que não tem directivas de bruxelas .
 
Na visita à Suíça, esse reduto atrasado ambiental, descobri que o lixo produzido pelos habitantes da localidade é incinerado numa central que mal se dá por ela, mesmo estando dentro dos limites da referida localidade. Poucos vestígios de fumos e cheiros nem marcam presença. No inverno é fonte de aquecimento para os habitantes. 😜
Pipeline subterrâneo implementado na malha urbana , para transporte e distribuição do calor produzido, a partir dos cocós dos animais de estimação, dejectos alimentares, mas os helvéticos são uns hunos ecológicos, óbvio...
 
Sim é um sucesso, o programa começou há 2 meses sendo que alguns locais só agora começam a ter máquinas e a reciclagem já vai em 42%, com garrafas limpas e impecáveis para ser recicladas. Sendo a realidade esta não vejo onde estão as dúvidas do sucesso.
Não sei se vai chegar aos 90%, mas não tenho qualquer dúvida que a reciclagem das garrafas cresceu em valores gigantes.
Obviamente é importante que os pontos de reciclagem normal se mantenham ativos e até cresçam, e que o espaço deixado pelas garrafas seja ocupado por outro lixo reciclavel.
Mais uma vez de acordo com a IA, antes de o sistema Volta arrancar a reciclagem estava nos 37% (nota que reciclagem nos 37% quer dizer mais do que 37% colocadas nos ecopontos).
 
Sim e se o mercadito tiver fechado, não dá pa ir à voltinha.

É o que dá tentar inventar a roda.


A MENOS QUE, ao acabar com ecopontos, descessem a taxa que pagamos na factura da água....ao menos era "lógico".
A taxa de resíduos sólidos apenas diz respeito ao lixo indiferenciado, não está relacionada com os recicláveis. Acabando com os ecopontos, ficavas a pagar o mesmo, até porque, a taxa de resíduos sólidos está, estranhamente, indexada ao consumo de água e não aos resíduos.
 
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