Europa, Quo Vadis?

ora, o plano da França é este 😂
Talvez ele dê o exemplo e partilhe os impostos das empresas de cosméticos e luxo de França.

Mas há algo na UE que tem que ser feito com urgência: convergência dos regimes fiscais, especialmente para as empresas.
 
Estão a discutir resultados da inevitável guerra que se aproxima com a Rússia.
Os bálticos (incluindo Finlândia) já estão em preparações avançadas para o que aí vem, pois parece que há múltiplas e fidignas informações por várias fontes que vai mesmo acontecer, após a mobilização que vai acontecer após as "eleições" na Rússia.

Inevitável certamente.

A Polónia está a armar-se há 20 e tal anos. Não é para fazer desfiles certamente.

É para se afirmar como potência militar dominante na região.

A Galícia e Prússia que se ponham finas🤷
 
Talvez ele dê o exemplo e partilhe os impostos das empresas de cosméticos e luxo de França.

Mas há algo na UE que tem que ser feito com urgência: convergência dos regimes fiscais, especialmente para as empresas.

convergência porquê? Não faz sentido.

é uma ferramenta que deve ser deixada aos Estados para decidirem a sua competitividade.

nem nos USA que é um país único os regimes fiscais são iguais em todos os estados. Por isso os regimes fiscais são usados como ferramentas para atrair empresas e investimentos.
 
carregar as multinacionais americanas com regulação e multas.
Essas empresas são multadas por culpa própria, por pensarem que estão acima das leis.

Nos EUA também são multadas, pelos mesmos motivos.

Estas empresas de tecnologia pensam que podem fazer o que lhes apetece, sem respeito pelas leis. Só que não.
 
mas esta é a mesma frança que continuamente antagoniza os USA e não perde uma oportunidade para carregar as multinacionais americanas com mais regulação, mais obstáculos e multas. Além de usarem todas as oportunidades para não usarem os produtos destas mesmas multinacionais.

mas depois querem os impostos da actividade económica das empresas dos USA porque os das europeias não dá para mandar cantar um cego.

A Irlanda sem a UE não tem mercado para exportar serviços. Ou melhor até tem mas há locais no mundo com mão de obra qualificada mais em conta.

A relação actual é desequilibrada em termos fiscais e isso dá poder político a Macron.

O princípio de ir ao pote é que está errado. O que deveria fazer era harmonização fiscal.
 
Para mim faz sentido, para evitar concorrência desleal entre territórios por via fiscal.
Isso o jumbo já disse que deve ser decisão dos países. Estou de acordo com ele. Mas, sendo assim pergunto: estão a fazer o quê na UE? Se acham que são competitivos fora do mercado único porque não o abandonam?
 
1. Quem não anda bem na tola é quem come tudo o que vê nas redes sociais.

Sim, há minorias étnicas que causam problemas, não é o caso dos Asiáticos. Os Asiáticos são tão pacíficos como os nativos (brancos).

2. Onde é que eu estou a defender o contrário do que quer que seja?

3. Sou a favor do controlo da imigração, não sou anti-imigração. Tu simplesmente odeias imigrantes, és objectivamente xenófobo. Eu odeio criminosos.

4.
O povo tuga tem uma dificuldade grande em interpretar textos simples, este fórum é um bom exemplo disso, a quantidade de users que não consegue entender política simples é chocante.


Estou a ver que tu gostas muito é de atenção e pagode...

1. Concordo plenamente Jewel, por isso mesmo é que devias ter mais atenção ao que escreves, para não passares por 'doidão das fake news'.

2. No tópico da Ucrânia escreveste - e aí eu concordei contigo: "Quem defende a invasão de imigrantes ilegais e é contra o trabalho da polícia é esquerdista."

Mas aqui, pelos teus posts acima, estás praticamente a virar o bico ao prego (tipo vira-casacas).
Vens com semântica, nuances várias, a querer purificar a imagem de certas minorias - que efectivamente cometem crimes, como se fossem 'tudo bons rapazes' e os portugueses afinal é que são os piores, etc.

Vês por ex. a actual situação em Ceuta e aí a tua semântica deixa de fazer sentido: "controlo da imigração vs anti-imigração e tal"...
Quando sabes bem que num estado das coisas calamitoso, o conceito de "controlo" frequentemente é uma falácia, pois por vezes o unico "controlo" possível começa efectivamente por: fechar portas.

3. Se eu sou xenófobo, então muito do refugo do 3º mundo que vem para a Europa cometer crimes contra os europeus é o quê ?

És objectivamente chaladinho, isso sim... deixa-te mas é de palhaçadas e controvérsias gratuitas para trollar os tópicos zézinho. 🤣
A bold a maior mentira que te apanhei; se isso a bold fosse verdade, não fingias defender uma coisa e depois afinal não defendes coisa alguma.

4. Não te tentes pôr em bicos dos pés a fingir que tens algum intelecto acima dos outros; aqui no fórum o unico licenciado é o fangio e como tu não estudaste tanto como ele, não sabes...
 
Para mim faz sentido, para evitar concorrência desleal entre territórios por via fiscal.


e a concorrência desleal entre territórios por via de recursos naturais? Ou a concorrência desleal por ter mais população? Ou a concorrência desleal por via de localização geográfica? Ou pelas condições climatéricas?

tudo é desleal, não há harmonização possível, a menos que se faça como na URSS e nivela-se tudo, todos os meios de produção pertencem ao Estado e depois divide-se migalhas por todos.
 
e a concorrência desleal entre territórios por via de recursos naturais? Ou a concorrência desleal por ter mais população? Ou a concorrência desleal por via de localização geográfica? Ou pelas condições climatéricas?

tudo é desleal, não há harmonização possível, a menos que se faça como na URSS e nivela-se tudo, todos os meios de produção pertencem ao Estado e depois divide-se migalhas por todos.


Mas isso que defendes é a Europa das nações. Não é a UE tendencialmente federativa. É uma opção política como outra qualquer.

Na realidade, está alinhado com direita soberanista.

Mas se é isto que os países querem então, não faz sentido empoderar as instituições da UE

Talvez os Irlandeses tenham que fazer um referendo como fizeram os britânicos para saber se querem.ser soberanistas ou federados de uma entidade maior.

(Eu defendo federalismo e coesão da UE. Não vejo viabilidade num Portugal soberano porque somos demasiado pequenos e vulneráveis)
 
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