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Os preços das rendas não estarão proporcionais aos preços das casas?Se as rendas não fossem tão inflaccionadas, não era preciso nem IAJ nem Porta 65 para nada.
Uma possível consequência disto do Porta 65 é a relativa unanimidade que as rendas praticadas são super inflaccionadas, e uma certa pressão à larga escala para que estas baixem.
Porém os senhorios pretendem enriquecer rapidamente e sem recibos nem impostos. Quem se lixa é a malta jovem, infelizmente.
Para quando uma ASAE para o mercado de arrendamento?
200% de acordo! aprSe as rendas não fossem tão inflaccionadas, não era preciso nem IAJ nem Porta 65 para nada.
Uma possível consequência disto do Porta 65 é a relativa unanimidade que as rendas praticadas são super inflaccionadas, e uma certa pressão à larga escala para que estas baixem.
Porém os senhorios pretendem enriquecer rapidamente e sem recibos nem impostos. Quem se lixa é a malta jovem, infelizmente.
Para quando uma ASAE para o mercado de arrendamento?
Não sei não. Conheço um casal que paga de renda, por um T2 no mesmo concelho e creio que da mesma idade que o meu... +50% do que eu pago de prestação ao banco!Os preços das rendas não estarão proporcionais aos preços das casas?
Investe o teu dinheiro numa(s) casa(s), paga o IMI, IRS, saneamento, etc depois arrenda-a(s) ao preço max do porta 65 []
A malta jovem se não tem dinheiro suficiente, ou não tem quem os ajude, aluga casas na periferia(+baratas) ou então aluga um quarto na cidade, si vira, que o dinheiro dos nossos impostos não é para andar a pagar as casas dos outros, quem diz jovens, também diz os ciganos e outros chulos como tal que vivem em casas camarárias, etc.
Prepara-te para pagar e bem, IMI, IRS, etc até doíBoas...
Ora nem de propósito, hoje ia p/ abrir um tópico com umas dúvidas sobre arrendamento, assim aproveito e 'posto' aqui. []
Então é assim... Tou a pensar em comprar casa nova mas, ao msm tempo ficar c a antiga p/ arrendar.
Quero meter tudo legal, contracto, recibos, IRS etc., etc.! [8b] (eu sei, sou burro :sh))
As minhas dúvidas são:
Q passos preciso de dar? (Doc. registos(?), etc.)
Onde posso ver qual o preço máx. do arrendamento para a zona de Alverca, para dps as pessoas se quiserem candidatarem-se ao subsídio?
Recomendam meter numa imobiliaria/agência?
Obrigado, cumps,
Edd![]()
100% de acordo, é uma especulação desmedida, mas há sempre alguém que compra...
deixa-me que te diga que acho absurdo o preço dos casebres podres do centro de Lisboa.
Prepara-te para pagar e bem, IMI, IRS, etc até doí![]()
Prepara-te para pagar e bem, IMI, IRS, etc até doí![]()
Naaaa
NAda disso
Entrando no espirito do Porta 65, arranjas um inquilino que pretenda concorrer ao subsidio, ajustas a renda ao máximo valor estipulado e recebes o dinheiro por baixo da mesa!
(Solução dada pelos Srs do Instituto Nacional de Habitação num dos meus telefonemas para lá)
[8b]
Ja recebi a carta...finalmente!
Mas os palhaços de m.erda andam a gozar com isto tudo.
Entao não é que rejeitaram uma certidão das finanças a dizer que a minha maria n teve qlq tipo de rendimento em 2005 e obrigaram me a ir às finanças entregar a modelo 3 fora de prazo (com a consequente multa) a declarar rendimentos nulos...fdx é mesmo a burocracia ao exponente máximo!
Ja enviei para la na 6ª...tou para ver agora quanto tempo demoram a analisar novamente o processo
Epá não achas que chamar palhaços de ***** é ofensivo para quem lá trabalha? Em bom rigor é crime de injúrias e segundo as regras do fórum...
Arrendamento jovem vai mudar
Rendas para os jovens vão ser facilitadas
Sobe limite nas rendas apoiadas pelo programa “Porta 65”.
O Governo anunciou ontem que vai alterar os tectos máximos para as rendas que poderão beneficiar de um apoio do programa de arrendamento jovem “Porta 65”, na sequência das amplas críticas de que foi alvo e das poucas candidaturas recebidas na primeira fase do concurso, que terminou no passado dia 3 de Janeiro.
O secretário de Estado do Ordenamento do Território e do Arrendamento, João Ferrão, garantiu aos jornalistas, no final do debate requerido pelo PSD sobre “Política de Arrendamento”, que “independentemente da alternativa concreta que for definida haverá uma alteração das rendas máximas admissíveis para algumas tipologias de fogos, mas também uma alteração da taxa de esforço”.
Até agora, um jovem só poderia para receber apoio se alugasse, na Grande Lisboa, um T0 ou T1 no valor máximo de 340 euros, ou apartamentos T4 ou T5 até uma renda máxima de 680 euros. Por outro lado, a Portaria em vigor determina que a taxa de esforço dos jovens não pode ser superior a 40% do seu rendimento. Um aspecto que a própria juventude socialista contesta, defendendo a não existência de um limite máximo, e que a oposição denuncia como criando situações em que jovens de rendimento mais elevado acabam por ter apoios mais significativos do que outros com maiores dificuldades.
João Ferrão acrescentou que o Governo leva “muito a sério o exercício da avaliação”, que deverá estar concluído no final do mês de Fevereiro. “O que forem os resultados essenciais da avaliação serão levados em conta para introduzir alterações”, frisou o secretário de Estado, deixando a porta aberta a mais alterações para além das duas ontem anunciadas.
Questionado sobre o sentido dessas alterações, João Ferrão não quis levantar a ponta do véu, remetendo quaisquer esclarecimentos para depois de conhecida a avaliação da primeira fase de candidaturas. “Não podemos dar informação concreta, mas o que ficou estabelecido é que, em função da avaliação realizada até ao final do mês, iremos retirar ilações e serão introduzidas as alterações que consideramos essenciais. Até ao final deste mês, o compromisso é publicitar os resultados das candidaturas e, por outro lado, tomar decisões que permitam que o próximo período de candidaturas, em Abril, permita corrigir, entretanto, o que, no âmbito desta avaliação, tenha sido considerado menos positivo”.
A possível alteração da lei do arrendamento jovem tem sido, no mínimo, polémica já que esta foi admitida e negada, por diversas vezes por vários membros do Executivo, incluindo o próprio ministro do Ambiente.
Solução de coabitação sem adeptos suficientes
“Pela primeira vez apoiam-se soluções em coabitação”, lembra João Ferrão. O secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades sublinhou que esta é uma solução que recorrente em muitos países e que não existia em Portugal. Desta forma, que jovens com recursos financeiros mais baixos podem juntar-se e assim reunir condições para ter acesso a uma casa que de outra forma não teriam. “Por ser componente nova foi pouco utilizada e este é um dos objectivo que vamos ter de melhorar, explicar melhor, apoiar”, defende João Ferrão, acrescentando que esta alteração de estratégia vai ser essencial para que “o instrumento tal como existe, com as suas potencialidades, possa ser devidamente aproveitado pelos jovens”.
As regras
- O rendimento bruto dos candidatos não pode ser inferior ao valor da renda, nem superar em quatro vezes o valor da Renda Máxima Admitida para cada zona.
- O apoio tem duração máxima de três anos. Cada contrato tem a duração de um ano e são permitidas duas renovações.
- Há factores de discriminação positiva: filhos pessoas com deficiências no agregado familiar e rendimentos dos pais dos candidatos inferiores a três salários mínimos.
- Quem se candidatar a rendas em zonas onde a população está envelhecida que promovam a reabilitação dos edifícios tem direito a mais apoio (pode aumentar 10%).
- Podem candidatar-se os jovens entre os 18 e os 30 anos.
- O apoio é renovável por três anos