IAJ - Resultados das Candidaturas já disponíveis

Gracias pelos UpDates Turbo [;)]

Tenho pena de nao ter mais tempo disponivel para colaborar com as CENTENAS de pessoas que se estao a organizar em diversos pontos do pais.

Dentro de 2 meses vou ficar sem o arrendamento jovem, mesmo antes desta mudanca para o Porta 65 sempre estive a espera que isso fosse acontecer, devido aos meus rendimentos...surpresa das surpresas, qdo usei o simulador disponivel no site...pq a minha continuidade somente ficou comprometida pelo facto de a renda desta casa ser maior que o maximo admissivel...

Ou seja, isto e mesmo um Incentivo para apoiar os jovens...com mais capacidade financeira![8b]
\
VERGONHA!!!![:vm)]
 
Se as rendas não fossem tão inflaccionadas, não era preciso nem IAJ nem Porta 65 para nada.

Uma possível consequência disto do Porta 65 é a relativa unanimidade que as rendas praticadas são super inflaccionadas, e uma certa pressão à larga escala para que estas baixem.

Porém os senhorios pretendem enriquecer rapidamente e sem recibos nem impostos. Quem se lixa é a malta jovem, infelizmente.

Para quando uma ASAE para o mercado de arrendamento?
 
Se as rendas não fossem tão inflaccionadas, não era preciso nem IAJ nem Porta 65 para nada.

Uma possível consequência disto do Porta 65 é a relativa unanimidade que as rendas praticadas são super inflaccionadas, e uma certa pressão à larga escala para que estas baixem.

Porém os senhorios pretendem enriquecer rapidamente e sem recibos nem impostos. Quem se lixa é a malta jovem, infelizmente.

Para quando uma ASAE para o mercado de arrendamento?
Os preços das rendas não estarão proporcionais aos preços das casas?

Investe o teu dinheiro numa(s) casa(s), paga o IMI, IRS, saneamento, etc depois arrenda-a(s) ao preço max do porta 65 [;)]

A malta jovem se não tem dinheiro suficiente, ou não tem quem os ajude, aluga casas na periferia(+baratas) ou então aluga um quarto na cidade, si vira, que o dinheiro dos nossos impostos não é para andar a pagar as casas dos outros, quem diz jovens, também diz os ciganos e outros chulos como tal que vivem em casas camarárias, etc.
 
Se as rendas não fossem tão inflaccionadas, não era preciso nem IAJ nem Porta 65 para nada.

Uma possível consequência disto do Porta 65 é a relativa unanimidade que as rendas praticadas são super inflaccionadas, e uma certa pressão à larga escala para que estas baixem.

Porém os senhorios pretendem enriquecer rapidamente e sem recibos nem impostos. Quem se lixa é a malta jovem, infelizmente.

Para quando uma ASAE para o mercado de arrendamento?
200% de acordo! apr:)

Os preços das rendas não estarão proporcionais aos preços das casas?

Investe o teu dinheiro numa(s) casa(s), paga o IMI, IRS, saneamento, etc depois arrenda-a(s) ao preço max do porta 65 [;)]

A malta jovem se não tem dinheiro suficiente, ou não tem quem os ajude, aluga casas na periferia(+baratas) ou então aluga um quarto na cidade, si vira, que o dinheiro dos nossos impostos não é para andar a pagar as casas dos outros, quem diz jovens, também diz os ciganos e outros chulos como tal que vivem em casas camarárias, etc.
Não sei não. Conheço um casal que paga de renda, por um T2 no mesmo concelho e creio que da mesma idade que o meu... +50% do que eu pago de prestação ao banco!

Ora, quando é mais caro arrendar do que comprar, há algo de podre no reino da Dinamarca.

E, mesmo que os valores das rendas sejam proporcionais aos valores de compra e venda, deixa-me que te diga que acho absurdo o preço dos casebres podres do centro de Lisboa.
 
Boas...

Ora nem de propósito, hoje ia p/ abrir um tópico com umas dúvidas sobre arrendamento, assim aproveito e 'posto' aqui. [;)]

Então é assim... Tou a pensar em comprar casa nova mas, ao msm tempo ficar c a antiga p/ arrendar.
Quero meter tudo legal, contracto, recibos, IRS etc., etc.! [8b] (eu sei, sou burro :sh))

As minhas dúvidas são:
Q passos preciso de dar? (Doc. registos(?), etc.)
Onde posso ver qual o preço máx. do arrendamento para a zona de Alverca, para dps as pessoas se quiserem candidatarem-se ao subsídio?

Recomendam meter numa imobiliaria/agência?

Obrigado, cumps,
Edd :)
 
Boas...

Ora nem de propósito, hoje ia p/ abrir um tópico com umas dúvidas sobre arrendamento, assim aproveito e 'posto' aqui. [;)]

Então é assim... Tou a pensar em comprar casa nova mas, ao msm tempo ficar c a antiga p/ arrendar.
Quero meter tudo legal, contracto, recibos, IRS etc., etc.! [8b] (eu sei, sou burro :sh))

As minhas dúvidas são:
Q passos preciso de dar? (Doc. registos(?), etc.)
Onde posso ver qual o preço máx. do arrendamento para a zona de Alverca, para dps as pessoas se quiserem candidatarem-se ao subsídio?

Recomendam meter numa imobiliaria/agência?

Obrigado, cumps,
Edd :)
Prepara-te para pagar e bem, IMI, IRS, etc até doí :(

...
deixa-me que te diga que acho absurdo o preço dos casebres podres do centro de Lisboa.
100% de acordo, é uma especulação desmedida, mas há sempre alguém que compra :(
 
Prepara-te para pagar e bem, IMI, IRS, etc até doí :(

Pois eu sei... [:vm)] [8b] mas é isso q preciso de saber!

As % de descontos para o 'Sócrates', o q vai afectar no IRS, etc. :confused:

Pode ser q ainda p aqui apareça 1 advogado ou alguém ligado a uma agência imobiliária.

Cumps,
Edd :)
 
Prepara-te para pagar e bem, IMI, IRS, etc até doí :(

Naaaa

NAda disso

Entrando no espirito do Porta 65, arranjas um inquilino que pretenda concorrer ao subsidio, ajustas a renda ao máximo valor estipulado e recebes o dinheiro por baixo da mesa!

(Solução dada pelos Srs do Instituto Nacional de Habitação num dos meus telefonemas para lá)

[8b]
 
Surgiu recentemente um programa de apoio ao arrendamento jovem em espanha que tem os seguintes requisitos:
  1. Rendimentos anuais menores que 22 mil euros e idade entre 22 e 30 anos (8 em cada dez jovens nesta faixa etaria ganham menos de 22mil€)
  2. ter contrato de arrendamento (embora se possa pedir o apoio desde que se efective o contrato num prazo de tres meses)
  3. Ter rendimentos nos últimos seis meses ou contrato para os seis meses seguintes ao pedido de apoio (aplica-se a bolseiros, trabalhadores por conta de outrem e independentes)
Valor do subsídio: 210 euros por mês qualquer que seja o caso
 
Ja recebi a carta...finalmente!

Mas os palhaços de m.erda andam a gozar com isto tudo.

Entao não é que rejeitaram uma certidão das finanças a dizer que a minha maria n teve qlq tipo de rendimento em 2005 e obrigaram me a ir às finanças entregar a modelo 3 fora de prazo (com a consequente multa) a declarar rendimentos nulos...fdx é mesmo a burocracia ao exponente máximo!

Ja enviei para la na 6ª...tou para ver agora quanto tempo demoram a analisar novamente o processo


Epá não achas que chamar palhaços de ***** é ofensivo para quem lá trabalha? Em bom rigor é crime de injúrias e segundo as regras do fórum...
 
Epá não achas que chamar palhaços de ***** é ofensivo para quem lá trabalha? Em bom rigor é crime de injúrias e segundo as regras do fórum...

ah?

ofender quem lá trabalha?

eu somente ofendo o grupo de pessoas que elaborou este decreto de lei...pq nunca na vida devem ter saido da sua secretariazinha para perceber que a realidade a nivel de arrendamento é totalmente diferente da que eles fazem transparecer com as condições impostas (nomeadamente a taxa de esforço e/ou as rendas máximas admissiveis).

EDIT: só vi agora que o post que foste buscar é da altura da minha 1ª candidatura ao IAJ...sendo assim, nem comento!
 
Última edição:
Sobe limite nas rendas apoiadas pelo programa “Porta 65”

Sobe limite nas rendas apoiadas pelo programa “Porta 65”

Arrendamento jovem vai mudar
Rendas para os jovens vão ser facilitadas

Sobe limite nas rendas apoiadas pelo programa “Porta 65”.



O Governo anunciou ontem que vai alterar os tectos máximos para as rendas que poderão beneficiar de um apoio do programa de arrendamento jovem “Porta 65”, na sequência das amplas críticas de que foi alvo e das poucas candidaturas recebidas na primeira fase do concurso, que terminou no passado dia 3 de Janeiro.

O secretário de Estado do Ordenamento do Território e do Arrendamento, João Ferrão, garantiu aos jornalistas, no final do debate requerido pelo PSD sobre “Política de Arrendamento”, que “independentemente da alternativa concreta que for definida haverá uma alteração das rendas máximas admissíveis para algumas tipologias de fogos, mas também uma alteração da taxa de esforço”.

Até agora, um jovem só poderia para receber apoio se alugasse, na Grande Lisboa, um T0 ou T1 no valor máximo de 340 euros, ou apartamentos T4 ou T5 até uma renda máxima de 680 euros. Por outro lado, a Portaria em vigor determina que a taxa de esforço dos jovens não pode ser superior a 40% do seu rendimento. Um aspecto que a própria juventude socialista contesta, defendendo a não existência de um limite máximo, e que a oposição denuncia como criando situações em que jovens de rendimento mais elevado acabam por ter apoios mais significativos do que outros com maiores dificuldades.

João Ferrão acrescentou que o Governo leva “muito a sério o exercício da avaliação”, que deverá estar concluído no final do mês de Fevereiro. “O que forem os resultados essenciais da avaliação serão levados em conta para introduzir alterações”, frisou o secretário de Estado, deixando a porta aberta a mais alterações para além das duas ontem anunciadas.

Questionado sobre o sentido dessas alterações, João Ferrão não quis levantar a ponta do véu, remetendo quaisquer esclarecimentos para depois de conhecida a avaliação da primeira fase de candidaturas. “Não podemos dar informação concreta, mas o que ficou estabelecido é que, em função da avaliação realizada até ao final do mês, iremos retirar ilações e serão introduzidas as alterações que consideramos essenciais. Até ao final deste mês, o compromisso é publicitar os resultados das candidaturas e, por outro lado, tomar decisões que permitam que o próximo período de candidaturas, em Abril, permita corrigir, entretanto, o que, no âmbito desta avaliação, tenha sido considerado menos positivo”.

A possível alteração da lei do arrendamento jovem tem sido, no mínimo, polémica já que esta foi admitida e negada, por diversas vezes por vários membros do Executivo, incluindo o próprio ministro do Ambiente.


Solução de coabitação sem adeptos suficientes
“Pela primeira vez apoiam-se soluções em coabitação”, lembra João Ferrão. O secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades sublinhou que esta é uma solução que recorrente em muitos países e que não existia em Portugal. Desta forma, que jovens com recursos financeiros mais baixos podem juntar-se e assim reunir condições para ter acesso a uma casa que de outra forma não teriam. “Por ser componente nova foi pouco utilizada e este é um dos objectivo que vamos ter de melhorar, explicar melhor, apoiar”, defende João Ferrão, acrescentando que esta alteração de estratégia vai ser essencial para que “o instrumento tal como existe, com as suas potencialidades, possa ser devidamente aproveitado pelos jovens”.


As regras

- O rendimento bruto dos candidatos não pode ser inferior ao valor da renda, nem superar em quatro vezes o valor da Renda Máxima Admitida para cada zona.

- O apoio tem duração máxima de três anos. Cada contrato tem a duração de um ano e são permitidas duas renovações.

- Há factores de discriminação positiva: filhos pessoas com deficiências no agregado familiar e rendimentos dos pais dos candidatos inferiores a três salários mínimos.

- Quem se candidatar a rendas em zonas onde a população está envelhecida que promovam a reabilitação dos edifícios tem direito a mais apoio (pode aumentar 10%).

- Podem candidatar-se os jovens entre os 18 e os 30 anos.

- O apoio é renovável por três anos

in http://diarioeconomico.sapo.pt/edic...n_impresa/economia/pt/desarrollo/1092144.html
 
:sh) O meu contributo.

Usufrui do IAJ cerca de 4 anos. Tenho que concordar que foi uma excelente forma de adquirir uma casa de uma forma consciente. Julgo que o projecto estava bem feito, pois feitas bem as contas o estado não perdia 1 cêntimo. Aquilo que era retribuido ao arrendatário é retirado ao Senhorio.

Entretanto, comprei a casa na mesma altura em que acabaram com o IAJ. Coincidiu exactamente com a chegada da carta que diza em breve resumo o seguinte. "Ou se candidata á Porta 65, ou no final do prazo do IAJ. Acabou qualquer subsidio."

Visto isto se não tivesse comprado casa, tinha 2 soluções. Ou ia até ao final do prazo, e acabou-se. Ou me candidatava ao Porta 65.

Depois por curiosidade fui ver o Porta 65. E das condições que vi. Verifiquei logo que poucas serão as pessoas que conseguirão reunir as condições para receber o subsidio.

Resumindo: Tenho que dar os parabéns à excelente m......a que fizeram com a alteração. Tão grande que já pensam reformular. A ajuda aos joves no aluguer torna o futuro mais consciente de uma boa decisão. Na minha opinião. [:vm)]
 
Vou ter que dar o meu contributo a este tópico...porque vou ser afectado por estas nova não sei quê 65...

Eu tenho IAJ e vou deixar de ter com estas novas regras...isto quer dizer uma de duas coisas, ou o antigo apoio estava mal e eu não deviar ter recebido nada até agora, ou o novo porta65 está mal porque merecia receber e vou deixar de o fazer em julho!

Pelo acompanhamento que tenho feito a este tema, quer através das notícias quer através do movimento porta65 fechada, conclui que o apoio deveria estar como estava, ou seja, volta IAJ que estás perdoado. Isto pode-se constatar pelo número muito baixo de candidaturas aceites...

Quem fez planos com base no IAJ, vê-se agora com a corda ao pescoço...imaginem que tinham direito a apoio e iam morar sozinhos, coisa que sem o apoio, não conseguiam, tinham alguado uma casa mais ou menos, e que agora, como a renda é muito alta não conseguem candidatar-se ao porta 65...só há duas hipóteses, ganhar mais ou sair de lá...99% dos casos a opção é sair...

Fica aqui mais um desabafo...vamos lá ver se com as nova mudanças anunciadas isto melhora...ou então piora ainda mais! :sh)
 
Falta so saber quais vão ser os aumentos das rendas máximas:


Governo sobe tectos máximos de arrendamento jovem e aumenta taxa de esforço
28.02.2008 - 19h19
Por Lusa
O Governo decidiu aumentar os valores das rendas máximas admitidas no programa de apoio ao arrendamento jovem e fixou em 60 por cento o peso máximo que as rendas podem ter no rendimento mensal dos candidatos.

O anunciou foi feito hoje numa conferência de imprensa em que o ministro do Ambiente, Nunes Correia, e o secretário de Estado do Ordenamento do Território, João Ferrão, explicaram as alterações que o Governo decidiu fazer no 'Porta 65 Jovem', alvo de críticas de toda a oposição e de alguns movimentos cívicos.

"A partir de agora deixa de haver qualquer relação entre o anterior Incentivo ao Arrendamento Jovem (IAJ) e o 'Porta 65 Jovem'", explicou João Ferrão, sublinhando que mesmo quem já beneficiou da totalidade da duração do IAJ pode apresentar candidatura.

"Só há uma excepção: quem tem dívidas ao Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana e, como se sabe, há 11.000 casos destes em tribunal", acrescentou.

Quanto aos novos valores das rendas máximas admitidas, o governante recusou revelar os montantes, remetendo para a próxima semana a publicação da portaria.

João Ferrão disse que o estudo sobre os valores das rendas foi feito por uma entidade externa, salientando que os valores referentes aos T0 e T1 eram os mais subavaliados.

A título de exemplo, para a Região de Lisboa, a renda não podia ser superior a 340 euros para um T0-T1, 550 euros para um T2-T3 e 680 euros para um T4-T5.

Apesar das alterações aprovadas, o ministro Nunes Correia recusou que a decisão do Governo represente um falhanço do programa, afirmando:"Falhanço era não corrigir e não fazer ajustamentos depois de ter a informação actualizada".

"Sempre dissemos que, depois de analisada a primeira fase de candidaturas, se houvesse ajustamentos a fazer seriam feitos", afirmou o ministro, sublinhando que estas alterações "não põem em causa a filosofia do programa, que se mantém".

Além destas duas alterações, foi igualmente decidido alargar a possibilidade de candidatura dos antigos beneficiários do anterior apoio ao arrendamento (Incentivo ao Arrendamento Jovem - IAJ) a todas as fases.

"Com o aumento de 40 para 60 por cento do limite máximo da taxa de esforço quisemos estabelecer uma relação mais equilibrada para abranger outros beneficiários, mas mantendo a sustentabilidade financeira futura destes jovens", justificou o secretário de Estado.

João Ferrão explicou ainda que no decreto-lei foram feitas ainda algumas "clarificações", nomeadamente ao nível dos rendimentos dos candidatos.

A partir de agora, o comprovativo de rendimentos a apresentar pelos candidatos da categoria A (trabalho dependente) será a declaração do IRS do ano anterior, e não os recibos de ordenado do ano em curso, como previa o diploma inicial do 'Porta 65 Jovem'.

Ficou também fixado que os bolseiros também podem candidatar-se ao apoio, "uma situação que estava pouco clara", reconheceu.

O Governo decidiu igualmente reforçar a divulgação do programa e o apoio presencial aos candidatos, sobretudo recorrendo às delegações regionais do Instituto Português da Juventude e estabelecendo protocolos com juntas de freguesia, lojas do cidadão e associações várias.

"Há sobretudo concelhos do interior que precisam de maior divulgação e há zonas onde os jovens precisam de mais apoio. Um jovem que não sabe o que é um e-mail ou um scanner fica excluído, uma vez que a apresentação de candidaturas decorre totalmente via Internet, e é isso que pretendemos corrigir", afirmou.

Quanto aos jovens cujas candidaturas sejam rejeitadas porque os valores da renda a apoiar ultrapassam os definidos no diploma inicial do Porta 65, e uma vez que estes tectos vão aumentar, João Ferrão esclareceu que estes jovens podem novamente apresentar candidatura na segunda fase, que decorre em Abril.

As alterações feitas pelo Governo deixaram de lado duas das reivindicações feitas pela Plataforma Artigo 65 e pelo Movimento Porta 65 Fechada, designadamente a percentagem da renda comparticipada, que no máximo é metade (quando com o IAJ podia chegar aos 75 por cento) e a duração do apoio, que é actualmente de três anos (menos dois do que o IAJ).

A primeira fase do 'Porta 65 Jovem' recebeu 3.561 candidaturas, longe dos 20.000 processos esperados pelo Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU).

O IHRU tem de 12 milhões de euros para esta fase do programa. Se a verba não for totalmente gasta o remanescente transitará para as próximas fases, a decorrer em Abril (duas), Setembro e Dezembro.

Com o 'Porta 65', a verba orçamental disponível para apoiar jovens arrendatários passa a ser definida em cada ano no Orçamento do Estado. Este ano está limitada a 36 milhões de euros, valor que representa metade do que foi gasto em 2006 com o IAJ.
 
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