Tópico da Língua Portuguesa

Crianças lembram candidatura à UNESCO

Mais de duas mil crianças e professores minhostos e galegos juntaram-se hoje numa iniciativa conjunta em defesa da candidatura das tradições orais das duas regiões a Património Imaterial da UNESCO.

Nas quatro pontes que ligam o Minho à Galiza – em Caminha, Vila Nova de Cerveira, Valença e Melgaço - houve largada de balões para chamar a atenção dos governos dos dois países.

Lurdes Caritas diz que a candidatura rejeitada em 2005 não pode ser reformulada, como exige a UNESCO, sem o apoio dos ministérios da Cultura de Portugal e de Espanha e “está na altura de começar a trabalhar” de modo a permitir nova candidatura em 2009.

As pontes de em Valença, a uniram-se em torno de um desejo comum a Portugal e Espanha - candidatar a patrimonio imaterial da Unesco as tradiçoes orais do Alto Minho e da Galiza...

Em http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=53&ContentId=226983
 
pessoal.. tava agora aqui à porrada com o meu irmão por causa do português... LOL

diz-se:
"eu não tenho nenhum problema em dizer-te" ou "eu não tenho algum problema em dizer-te"
diz-se "de modo algum" ou "de modo nenhum"
"não contes isto a ninguém" ou " não contes isto a alguém" ?

etc etc...


Quem explica?xD

Por força do uso "institucionalizou-se" o emprego da dupla negação "eu não tenho nenhum problema em dizer-te", no entanto, a forma mais lógica e que tem verdadeiramente signficado, sendo por isso a que se deveria usar, é "eu não tenho algum problema em dizer-te".
Repara que ao dizermos «não tenho nenhum problema» estanos na realidade a dizer que «tenho algum problema».
Da mesma maneira, pedir para "não contar a ninguém" quer dizer que é para «contar a alguém».

Não sei se me fiz perceber, mas agora também não estou com pachorra para explicar. [:D] [:D]
 
Por força do uso "institucionalizou-se" o emprego da dupla negação "eu não tenho nenhum problema em dizer-te", no entanto, a forma mais lógica e que tem verdadeiramente signficado, sendo por isso a que se deveria usar, é "eu não tenho algum problema em dizer-te".
Repara que ao dizermos «não tenho nenhum problema» estanos na realidade a dizer que «tenho algum problema».
Da mesma maneira, pedir para "não contar a ninguém" quer dizer que é para «contar a alguém».

Não sei se me fiz perceber, mas agora também não estou com pachorra para explicar. [:D] [:D]

LOL n percebi, explica la outra vez... [:D]
 
Ontem vi um tipo com uma t-shirt que dizia:

"Os Beirões não são estupidos"

E eu pensei: podem não ser estúpidos, mas que não sabem escrever "estúpido", isso é verdade, escrevem "estupido"...
 
Por força do uso "institucionalizou-se" o emprego da dupla negação "eu não tenho nenhum problema em dizer-te", no entanto, a forma mais lógica e que tem verdadeiramente signficado, sendo por isso a que se deveria usar, é "eu não tenho algum problema em dizer-te".
Repara que ao dizermos «não tenho nenhum problema» estanos na realidade a dizer que «tenho algum problema».
Da mesma maneira, pedir para "não contar a ninguém" quer dizer que é para «contar a alguém».

Não sei se me fiz perceber, mas agora também não estou com pachorra para explicar. [:D] [:D]

No fundo, é uma simples questão de matemática em que - com - dá + . [:D]
 
Língua Portuguesa: Instituto Camões e ISCTE vão estudar valor económico do português

O castelhano e o galego são línguas oficiais de Espanha, mas Teresa Carro lembrou que neste momento, na Galiza, dos seis canais públicos, apenas um canal de televisão "tem alguns programas em galego", enquanto os restantes cinco são "100 por cento em castelhano".

"Para defesa da nossa língua, considero completamente imprescindível que as televisões portuguesas cheguem à Galiza, e esta é, aliás, uma luta que o MDL vem desenvolvendo há uns cinco ou seis anos a esta parte", acrescentou.

Em http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=315065&visual=26&tema=4
 
Nacional

Comunidades: Ensino português na Alemanha está a perder cursos e professores , alerta professora

Lisboa, 19 Dez (Lusa) - O ensino de português na Alemanha está a perder cursos, a ficar sem professores e a sua integração no ensino oficial alemão está votada ao insucesso, alertou hoje a coordenadora do ensino naquele país.

"Nos últimos cinco anos acentua-se a tendência de desresponsabilização dos Estados alemães pelo Ensino de Português no Estrangeiro (EPE) e essa tendência irá acentuar-se cada vez mais", sublinhou Antonieta Mendonça.

Na Alemanha, a maior parte dos Estados assumiu a responsabilidade pelo ensino do português, enquanto outros atribuíam subsídios ou cediam espaços para as aulas de língua portuguesa.

A coordenadora do ensino falava durante o colóquio "Políticas e Práticas de Ensino de Português para as Comunidades Portuguesas", que decorre hoje em Lisboa.

Para exemplificar o decréscimo no investimento do EPE, a responsável afirmou que, em 2003, existiam 1345 professores de português na Alemanha e agora existem 886.

"Desde 2002 que tem sido a parte portuguesa que tem de contratar professores para os lugares anteriormente financiados pelo Estado alemão. Não seria aceitável que Portugal deixasse as crianças ficarem sem aulas de português", afirmou.

A contrapor com as dificuldades que a coordenação sente em organizar os cursos de português, está o crescente número de alunos interessados em aprender português.

De acordo com a coordenadora, desde 2003 o número de alunos de português subiu dos 2.242 para os 4.963, enquanto os cursos subiram de 220 para 240.

Uma das soluções apontadas para resolver a questão do financiamento dos cursos de português é a inclusão da língua portuguesa no sistema oficial de ensino na Alemanha.

Para Antonieta Mendonça, "integrar seria o ideal, mas isso não é possível".
Na Alemanha o sistema de ensino é diferente do português: a partir do ensino básico, as crianças fazem exames e testes e são encaminhadas para o liceu, a escola média de via profissionalizante ou para a escola especial, entre outras.

"O ensino de outras línguas curriculares que não o inglês e o francês só é praticável a nível do liceu. As outras vias de ensino têm o inglês", explicou, adiantando que a frequência dos alunos de português nos liceus é baixa.

Na área de Hamburgo, apenas sete por cento dos alunos portugueses no ensino secundário frequentam o liceu, em Estugarda o número desde para cinco por cento, enquanto em Dusseldorf e em Frankfurt os números são mais animadores, subindo para os 12 por cento em ambas as regiões.

"A possibilidade de integração do português implica que apenas uma percentagem reduzidíssima de alunos teria acesso a este ensino. E mesmo sendo essa a solução final, implicaria, pelo menos, que 15 alunos no mesmo ano escolar se interessassem pela disciplina. Para isso era necessário que alunos de outras nacionalidades quisessem aprender português, o que não será muito viável", acrescentou.

Antonieta Mendonça defendeu o sistema bilingue de ensino para a manutenção das aulas de português.

"O êxito que mais de 400 alunos na Alemanha que frequentam este ensino mostra que o investimento feito tem valido a pena", afirmou.

Por sua vez, a professora na Alemanha Teresa Soares, acusou o governo de estar a desinvestir no EPE

"Os cursos são vistos como uma despesa e não como um investimento. As condições de trabalho não são boas, há um professor na Alemanha que tem oito escolas em oito localidades diferentes para leccionar este ano. Tudo por causa da política economicista, em que se tem tentado encaixar o maior número de alunos para um só professor", afirmou.

A professora defendeu ainda que o Português como língua estrangeira "não é solução" porque isso implica "a perda cultural e de identidade".

O colóquio "Políticas e Práticas de Ensino de Português para as Comunidades Portuguesas" teve início na terça-feira, termina hoje e contou com a participação de coordenadores do ensino no estrangeiro, conselheiros das comunidades e especialistas.

Organizado pela Secretaria de Estado das Comunidades e pelo Conselho das Comunidades Portuguesas, o colóquio pretende discutir a responsabilidade do Estado, o regime de funcionamento e o recrutamento de docentes no Ensino de Português no Estrangeiro, bem como a passagem da sua tutela do Ministério da Educação para o Ministério dos Negócios Estrangeiros.

MCL.

© 2007 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
2007-12-19 17:00:01

Em http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=315095&visual=26&tema=1
 
Eu também digo tócsico e tenho a certeza de que é assim que se lê.
Ou não fosse ter tido uma mãe professora de português durante 16 anos.
 
Como fazer o plural de siglas?

Por exemplo, na sigla PME... na minha opinião é "as PME". Estarei correcta ou será PME's? Ou PMEs? Existe alguma regra?
 
Mirandês
20-02-2008 14:03
Língua vai ter primeiro manual de apoio pedagógico

O mirandês vai ter o primeiro manual de apoio pedagógico vinte anos depois de começar a ser ensinado nas escolas e quase 10 anos após ter sido reconhecido como a segunda língua oficial de Portugal.

Os cerca de 400 alunos que aprendem mirandês nas escolas de Miranda do Douro, no Nordeste Transmontano, vão receber quinta-feira, gratuitamente, o livro "Las mies purmeiras palabras an mirandês" (As minhas primeiras palavras em mirandês).

A iniciativa é do Centros de Estudos Mirandeses (CEM) que pretende desta forma preencher uma lacuna do Ministério da Educação, disse hoje o director do CEM.

António Bárbolo é, juntamente com um dos três professores que ensinam mirandês, Duarte Martins, o autor deste manual, que vai ser apresentado, quinta-feira, no "Dia Internacional da Língua Materna".

Os promotores da iniciativa já receberam uma felicitação da UNESCO, o organismo internacional responsável pela data, pela iniciativa.

"Las mies purmeiras palabras an mirandês" terá uma tiragem inicial de dois mil exemplares, parte dos quais serão distribuídos pelos cerca de 400 alunos gratuitamente e os restantes postos à venda nas livrarias da região.

O mirandês é uma língua de tradição oral falada por alguns milhares de pessoas num pequeno território do Nordeste Transmontano, junto à fronteira com Espanha.

Foi reconhecido como segunda língua oficial de Portugal em 1998 e o seu ensino tem sido feito à custa da iniciativa de professores e estudiosos locais.

ML/Lusa

Em http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=53&ContentId=237430

Excelente!
 
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