Acrescentando...
Um caso concreto de uma pratica corrente em hospitais DISTRITAIS!!!
Em determinado hospital distrital do centro não há serviço de urgencia nocturno da especialidade oftalmologia.
Como tal um paciente que chega ao referido hospital tem que ser transferido para o hospital de Coimbra para que lá no referido serviço, lhe seja tratado o problema, por mais simples que seja.
Lá é comum o serviço estar cheio, portanto o paciente vai estar sujeito a mais uma demora.
O que é o o paciente diz face ás evidencias vai dizer???
-"isto é uma pouca vergonha, não há médicos no meu hospital, tenho que vir para Coimbra e também são poucos, abram mais faculdades , mais vagas, as notas altíssimas e a falta de médicos que há..... blá blá blá..
NA REALIDADE, a administração do hospital distrital, numa pura analise de custo beneficio verificou que NÃO COMPENSAVA PAGAR ao especialista o turno adicional para atender os poucos pacientes que eventualmente aparecem para o serviço, pelo que é preferivel pagar a transferencia do paciente para outros hospital que arque com as despesas.
Por sua vez no hospital de coimbra, os serviços são dimensionados para atender um determinado numero de pacientes, e os que aparecem a mais vindo de outros hospitais que não tem o serviço activo são supranumenrarios pelo que administração de copimbra não vai pagar para colocar mais médicos especilistas para cobrir as obrigações dos hospitlais distritais...
Ou seja:
Para o paciente, o que ele viu foi falta de médicos.
Para a administração o que se passou foi falta de dinheiro..
Os médicos existiam, não estavam em falta, as administrações é que não quiseram colocar mais ao serviço por causa adivinhem lá, do dinheiro.
A prioridade não é o atendimento ao paciente e a qualidade do serviço,a prioridade para as administrações é a relação custo beneficio, por paciente e por funcionário..
Este é do tipo de situação em que não adianta ter mais médicos em Portugal, o que adianta é ter mais médicos nos hospitais..
Os médicos são como qualquer outro cidadão nacional, tem o mesmo conjunto de direitos e deveres, e tem que trabalhar para ganhar dinheiro.
face ás evidencias, não estou a ver a maioria a recusar este tipo de trabalho, que até é bem pago, as administrações é que deviam contratar mais para colmatar as necessidades do serviço, por que disponibilidade de médicos para estes serviços há...
Um caso concreto de uma pratica corrente em hospitais DISTRITAIS!!!
Em determinado hospital distrital do centro não há serviço de urgencia nocturno da especialidade oftalmologia.
Como tal um paciente que chega ao referido hospital tem que ser transferido para o hospital de Coimbra para que lá no referido serviço, lhe seja tratado o problema, por mais simples que seja.
Lá é comum o serviço estar cheio, portanto o paciente vai estar sujeito a mais uma demora.
O que é o o paciente diz face ás evidencias vai dizer???
-"isto é uma pouca vergonha, não há médicos no meu hospital, tenho que vir para Coimbra e também são poucos, abram mais faculdades , mais vagas, as notas altíssimas e a falta de médicos que há..... blá blá blá..
NA REALIDADE, a administração do hospital distrital, numa pura analise de custo beneficio verificou que NÃO COMPENSAVA PAGAR ao especialista o turno adicional para atender os poucos pacientes que eventualmente aparecem para o serviço, pelo que é preferivel pagar a transferencia do paciente para outros hospital que arque com as despesas.
Por sua vez no hospital de coimbra, os serviços são dimensionados para atender um determinado numero de pacientes, e os que aparecem a mais vindo de outros hospitais que não tem o serviço activo são supranumenrarios pelo que administração de copimbra não vai pagar para colocar mais médicos especilistas para cobrir as obrigações dos hospitlais distritais...
Ou seja:
Para o paciente, o que ele viu foi falta de médicos.
Para a administração o que se passou foi falta de dinheiro..
Os médicos existiam, não estavam em falta, as administrações é que não quiseram colocar mais ao serviço por causa adivinhem lá, do dinheiro.
A prioridade não é o atendimento ao paciente e a qualidade do serviço,a prioridade para as administrações é a relação custo beneficio, por paciente e por funcionário..
Este é do tipo de situação em que não adianta ter mais médicos em Portugal, o que adianta é ter mais médicos nos hospitais..
Os médicos são como qualquer outro cidadão nacional, tem o mesmo conjunto de direitos e deveres, e tem que trabalhar para ganhar dinheiro.
face ás evidencias, não estou a ver a maioria a recusar este tipo de trabalho, que até é bem pago, as administrações é que deviam contratar mais para colmatar as necessidades do serviço, por que disponibilidade de médicos para estes serviços há...