O JCB só podia ser português, não fosse ele o resultado, por um lado, da antítese do macho lusitano e, por outro, do reflexo do tuga com uma vida de aparências. Tudo isso com muito folclore à mistura. Nada disto invalida que, por mais fútil e tão distinto que este ser vivo seja, não mereça o ar que respira. Para além de que, quase aposto, há por aí “muita” mulher que preferia casar-se com ele (pois não deixaria de divertir-se nem que seja com as palhaçadas que ele faz), em vez de com o energúmeno com quem casou, que sempre que chega à casa mal disposto dá-lhe uma carga de porrada.