Finalmente uma boa notícia.
Veremos como a "BMW japonesa" se dá pelas nossas terras.
O presidente Carlos Ghosn já disse que para já a marca não pretende ser para as massas, mas para um salto de gigante que é a comercialização de motores diesel na Infiniti no nosso Continente.
Ficaremos à espera.
Pois disse, basicamente a Infinity fora do mercado nacional vende o que lhe deixarem vender. os mercados gerem as cotas para não prejudicar as marcas nacionais,dai nunca será uma marca para vender muito, na minha opinião Goshn quer uma marca premium nos EUA e Europa na aliança Renault-Nissan apenas por uma questão de imagem para catapultar as vendas dos segmentos mais generalistas.