O silêncio dos Híbridos não será perigoso?

sem ou com som, um cego é uma pessoa com uma "disability" é preciso ver isso! não é só ser um tapadinho que diz que um cego deve ser tratado como toda a gente, porque não deve! se a pessoa tem um problema, e se esse problema incapacita-a de ver, então é preciso ter mais cuidados, tanto a pessoa em si, como o estado para com a pessoa!

logo , se uma pessoa é cega,não deveria atravessar a rua á toa, baseando-se apenas na audição, nem uma pessoa que vê deve fazer isso quanto mais um cego!!!

depois, os cegos têm uma capacidade auditiva tão apurada e desenvolvida comparado a uma pessoa com visão, que provavelmente apercebem-se melhor da aproximação de um prius do que uma pessoa com visão se não tiver a olhar!!!

Na minha modesta opinião, tens razão...mas vai dizer isso a um cego
 
Na minha modesta opinião, tens razão...mas vai dizer isso a um cego


se for uma pessoa com bom senso , percebe! independentemente de ser cego ou não!


eu tenho um amigo que está numa cadeira de rodas, e é uma pessoa muito porreira, com muito bom senso! e é o primeiro a dizer que está numa cadeira de rodas, logo não pode ser tratado como uma pessoa normal! tem que ser ajudado para tarefas normais, e precisa de apoio do estado para se deslocar, já que Lisboa não está adaptada para deficientes!
 
BTW: o futuro passa pelo hidrogénio+eléctrico.

Concordo com o teu post.... excepto nisto. IMO é uma ideia que muito dificilmente vingará, apesar de toda a industria e interesse que existe por trás.

Não é só por causa da tecnologia das células de combustivel que tem ainda de evoluir. A extracção de hidrogénio, o transporte do mesmo e o preço a pagar no final são dificuldades gigantes que têm de ser resolvidos... (e isso é uma tarefa tão grande ou maior como o desenvolvimento das celulas em si)

Ao passo que os "carros a pilhas" que precisam de horas e horas a carregar à noite (tipo telemóvel e a grande desvantagem! LOL) estão aí rebentar com tecnologias que nada têm a ver com o antigo "EV"... não existe extracção de hidrogénio, não existe preços elevados relativos ao consumo! Mesmo tendo em conta a duração/custo média das baterias... Vai tudo depender da tecnologia aplicada a motores electricos e às baterias que têm evoluido a grande velocidade cada ano que passa.

EDIT: A questão do André é muito bem colocada! Talvez no futuro e se este tipo de veículos se massificarem se torne obrigatório que emitam alguma espécie de barulho de maneira a chamar atenção à sua presença.
 
Última edição:
Concordo com o teu post.... excepto nisto. IMO é uma ideia que muito dificilmente vingará, apesar de toda a industria e interesse que existe por trás.

Não é só por causa da tecnologia das células de combustivel que tem ainda de evoluir. A extracção de hidrogénio, o transporte do mesmo e o preço a pagar no final são dificuldades gigantes que têm de ser resolvidos... (e isso é uma tarefa tão grande ou maior como o desenvolvimento das celulas em si)

Ao passo que os "carros a pilhas" que precisam de horas e horas a carregar à noite (tipo telemóvel e a grande desvantagem! LOL) estão aí rebentar com tecnologias que nada têm a ver com o antigo "EV"... não existe extracção de hidrogénio, não existe preços elevados relativos ao consumo! Mesmo tendo em conta a duração/custo média das baterias... Vai tudo depender da tecnologia aplicada a motores electricos e às baterias que têm evoluido a grande velocidade cada ano que passa.

EDIT: A questão do André é muito bem colocada! Talvez no futuro e se este tipo de veículos se massificarem se torne obrigatório que emitam alguma espécie de barulho de maneira a chamar atenção à sua presença.

Também concordo contigo, mas fundamento a minha opinião nos seguintes pontos:

1) os "donos" da fileira do petróleo serão obrigatóriamente os "donos" da fileira da fonte energética que se seguirá (esta fileira inclui não só os sheiks do petróleo, mas essencialmente as distribuidoras, que são quem lhes garante o escoamento). O poderio económico e as cumplicidades com a indústria automóvel ditam esta imposição;

2) quer as grandes gasolineiras, quer os principais construtores estão a apostar fortemente no hidrogénio. Ressalvando a possibilidade de uma megalómana acção de diversão, se não saírem daqui resultados palpáveis para o sector automóvel no futuro, então andamos todos enganados;

3) uma solução 100% eléctrica não assegura o monopólio da distribuição às petrolíferas;

4) há que fazer "render o peixe do petróleo" e garantir que a energia do futuro se mantém especulável por forma a manter as margens gordas - por um lado, a manutenção do status quo enquanto se desenvolve (lentamente) a fileira do hidrogénio. Por outro, deixar as preocupações ecológicas e económicas chegar ao "ponto de rebuçado" em que a substituição dos combustíveis fósseis seja inadiável, com uma resposta pronta a preço proporcional à emergência.

Há 30 anos que temos crises petrolíferas e até agora não houve uma resposta cabal à questão: resumiu-se à introdução de um motor eléctrico auxiliar para as descidas... [8b]
 
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Não é só por causa da tecnologia das células de combustivel que tem ainda de evoluir. A extracção de hidrogénio, o transporte do mesmo e o preço a pagar no final são dificuldades gigantes que têm de ser resolvidos... (e isso é uma tarefa tão grande ou maior como o desenvolvimento das celulas em si)
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Extracção de hidrogénio??? [:)] Quanto muito fazes eletrólise e essa pode ser feita localmente, até em tua casa, basta adquirires equipamento para tal. Se for usada energia eólica por exemplo, que é cara, tens por unidade equivalente a um litro de gasolina um preço mais baixo que a esta custa actualmente. O único problema é o preço dos veículos e claro, a falta de postos de abastecimento embora eles vão aparecendo um pouco por toda a Europa, até em Portugal já tivemos um e o hidrogénio era transportado por camião [;)]

Esqueçam as teorias da conspiração, é de momento uma das soluções mais eficazes que temos e que mais se assemelha aos veículos que actualmente conduzimos em termos de autonomia, velocidade e usabilidade [;)]
 
Também concordo contigo, mas fundamento a minha opinião nos seguintes pontos:

1) os "donos" da fileira do petróleo serão obrigatóriamente os "donos" da fileira da fonte energética que se seguirá (esta fileira inclui não só os sheiks do petróleo, mas essencialmente as distribuidoras, que são quem lhes garante o escoamento). O poderio económico e as cumplicidades com a indústria automóvel ditam esta imposição;

2) quer as grandes gasolineiras, quer os principais construtores estão a apostar fortemente no hidrogénio. Ressalvando a possibilidade de uma megalómana acção de diversão, se não saírem daqui resultados palpáveis para o sector automóvel no futuro, então andamos todos enganados;

3) uma solução 100% eléctrica não assegura o monopólio da distribuição às petrolíferas;

4) há que fazer "render o peixe do petróleo" e garantir que a energia do futuro se mantém especulável por forma a manter as margens gordas - por um lado, a manutenção do status quo enquanto se desenvolve (lentamente) a fileira do hidrogénio. Por outro, deixar as preocupações ecológicas e económicas chegar ao "ponto de rebuçado" em que a substituição dos combustíveis fósseis seja inadiável, com uma resposta pronta a preço proporcional à emergência.

Há 30 anos que temos crises petrolíferas e até agora não houve uma resposta cabal à questão: resumiu-se à introdução de um motor eléctrico auxiliar para as descidas... [8b]

Existe neste momento uma opinião generalizada que o poder das petrolíferas é suficiente para moldar ou manipular o mercado das tecnologias que lhe poderiam fazer sombra.

Pessoalmente não acredito. É certo que as petrolíferas e as distribuidoras têm enormes interesses (legítimos) em continuar a serem os únicos intervenientes. É certo que existe uma cumplicidade mais ou menos forte entre os construtores já estabelecidos, mas o que me custa a acreditar é que tenham assim tanto poder a ponto de conseguirem evitar que um mercado paralelo e independente possa surgir.

Afinal o que pode evitar que um pequeno construtor como a Lotus pegue num carro e lhe aplique um motor eléctrico de alto rendimento e numa bateria suficientemente sofisticada e com os meios necessários o ponha à venda? Creio que apenas o consumidor! E na realidade a Lotus tem mesmo o objectivo de comercializar carros electricos "a pilhas" a breve prazo.

muita coisa fica por dizer LOL... mas é um tema muito interessante... e já estamos tambem muito offtopic... [:D]
 
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Extracção de hidrogénio??? [:)] Quanto muito fazes eletrólise e essa pode ser feita localmente, até em tua casa, basta adquirires equipamento para tal.

Sim Eduardo, Extracção de hidrogénio!

E sim, podes extrair hidrogénio a partir de uma simples electrólise caseira! Mas há outras maneiras bem mais eficientes e inteligentes de o extrair. [:D]
 
sim realmente os hibridos nao se conseguem ouvir com um Diesel ou um Saxo Cup[:D]

mas tambem quando se vai atravessar uma passadeira nao é como muita gente faz que é vai por a estrada a dentro e nao se preocupa com os carros ou entao certos condutores que para eles nao ha passadeiras

mas tambem como ja disseram e quem vai na rua e quer atravessar um estrada e vai a ouvir musica ou ao telemovel ou a ler o jornal(sim ja vi um velho a atravessar uma rua a ler o jornal) para essas pessoas tambem nao ouvem os carros


agora uma coisa é certas ha varias passadeiras que estao em cima de curvas mesmo, ha uma que passo todos os dias em Queluz ao pe da PSP que a passadeira esta a cm da curva, a maior parte dos condutores nem reparam que ela esta la
 
Eu penso que talvez não fosse má ideia, porem-lhes um ruído qualquer, minimamente perceptível para fora.

Sim, como por exemplo uma daquelas buzinas de nevoeiro dos portos...

Deixem-se de coisas... se o miúdo olhou e correctamente para os lados e se o condutor do Prius viesse com os devidos cuidados nada disso teria acontecido....
 
Ui... desenterraram isto...

taunus, é bem verdade isso que dizes... se fosse um carro a gasolina, silencioso, ninguém dizia nada...
É que além de ser híbrido, é Toyota, o que "incomoda"...
 
"Dar nas Vistas" e "Dar nos Ouvidos"

"Dar nas Vistas" e "Dar nos Ouvidos"



Esta é uma questão pertinente...

Obviamente que aqui é difícil agradar a gregos e troianos. Se por um lado o ruído do tráfego é um dos factores de poluição das cidades, por outro, carros silenciosos podem apresentar potenciais problemas de segurança.

Sei-o por experiência própria. Quando ando de bicicleta o ruído produzido por uma viatura age como um aliado em termos de segurança.

Por outro lado para um invisual ou um amblíope esse efeito potencia-se ainda mais. Leia-se http://66.102.9.104/search?q=cache:...ibrido&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=1&client=firefox-a

Os híbridos e as viaturas eléctricas podem apresentar esse "defeito".

Penso todavia que, se o futuro passa, incontornavelmente, por aí, seria importante, em minha opinião, que os seus condutores levassem em linha de conta essa circunstância e pudessem ter, em cidade e perante os peões, ter um comportamento compensatório através de sinais sonoros.

O mesmo conselho é válido, por exemplo, para quem conduz carros escuros que se possam, facilmente, confundir visualmente com o ambiente. Não é por acaso que as viaturas do INEM têm a cor que têm, as motas devem circular com o médio aceso, em condições e fraca visibilidade as luzes acesas durante o dia são aconselhadas, alguns países obrigam a luzes acesas durante o dia ou os ciclistas são aconselhados a trajarem de modo a" dar nas vistas".

Circular em viatura tem um perigo potencial para quem nelas circula e para quem com elas interage. O "dar nas vistas" ou, no caso "dar nos ouvidos" é um aspecto fundamental e situações a que assistimos amiude como, por exemplo, se ter visto ontem em Lisboa, durante o dia chuvoso, a gente a circular sem os médios acessos ou a viaturas a circularem nos parques subterrâneos de luzes apagadas, só "porque é de dia" e "de dia não se acendem luzes", representam comportamentos que envolvem um potenciar dos riscos inerente à circulação viária

Alteremos pois os nossos comportamentos e evitemos agravar ainda mais os perigos potenciais que a actividade viária já de si representa.
 
Boas...
Lembro-me na altura em que surgiram os hibridos de ter visto uma reportagem no telejornal a proposito dum encontro que houve em leiria de automoveis hibridos... E recordo-me de entrevistarem um Sr. que era proprietário de um Toyota e referia "este" como o maior defeito deste tipo de automoveis... Ele contou que acontecia com alguma frequencia ter de buzinar para os peões por eles não se aperceberem da presença do carro...
Cumps!
 
Para mim metia-se um sistema de som exterior, personalizável, que acompanhasse o acelerador.
Com um som de um 6 em linha, de um V8, de um V10, de uma harley ou ducati, conforme a disposição.
Já há isso nos aviões RC eléctricos.

Mas de qualquer forma acho uma desculpa esfarrapada.
O problema são mesmo passadeiras mal colocadas e carros mal estacionados. Não me venham dizer que o prius deu uma curva a 90º a alta velocidade e de traseirada, até porque não é carro para isso...
 
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