Agiotas ! Usurários ! Sim falo de bancos, banqueiros e alguns Bancários.

Quanto a oreintação do toipci , não passa de mais uma idiotice.
Classificar a banca, pela resposta de um bancario, é a mesma que classifcicar a acção o governo pela resposta de um qualquer Funcionario publico .
MAs este tipo de idiotices vem sendo cada vez mais frequente
 
Eu por acaso desconfio um pouco da notoriedade destas empresas que estão sempre na moda. Critical, Altitude, YDreams, Iberomoldes, etc,etc. Só o Nicolau Santos já deve ter escrito nos últimos anos uns 10 ou 20 artigos no Expresso sempre a dizer as mesmas coisas sobre as mesmas empresas. A quantidade de entrevistas que já li, ouvi ou vi ao António Câmara da YDreams então é incontável, sempre as mesmas perguntas e as mesmas respostas.
Não estou a criticar as empresas, apenas que acho estranho falar-se sempre nas mesmas. Portugal só pode ser mesmo uma pobreza...
 
Gosto bastante da Critical, já nos temos cruzado em alguns projectos e penso que Portugal precisa de muita coisa destas.

Mesmo com o altíssimo apoio do Estado... [;)] [:D] [:D]

Concordo em absoluto! :)
E sei que no panorama empresarial português marcam a diferença e a empresa é muito bem gerida nas várias dimensões.

Só que como sempre, a comunicação social embeleza o que não deve e não aprofunda o que é mais importante para o comum dos leitores: a experiência de 3 pessoas normais que se aventuraram a competir com os king-kongs da sua indústria.
 
Quanto a oreintação do toipci , não passa de mais uma idiotice.
Classificar a banca, pela resposta de um bancario, é a mesma que classifcicar a acção o governo pela resposta de um qualquer Funcionario publico .
MAs este tipo de idiotices vem sendo cada vez mais frequente
Suponho que é mais uma infelicidade do que propriamente o habitual. [;)]

Acima de tudo, os projectos têm de ser apresentados de um modo estruturado. Um Plano de Negócios.

Porque uma ideia, por muito boa que ela seja, não faz um negócio.

Há muito o hábito aqui em Portugal de não nos preocuparmos com formalismos, mas são eles que permitem o acesso de terceiros à idéia e validá-la de um modo consistente.

Hé tempos estive numa conferência sobre o Empreendedorismo e é absolutamente espantoso as idéias que os jovens (e não só...) têm sobre a construção de um projecto.

Para muitos, basta ter uma boa idéia e a coisa já está pronta para se abrir a torneira do dinheiro. Depois, questionados sobre a não apresentação da idéia em forma de um BPlan, não a querem tornar pública pois corre o risco de ser copiada...
Um desfile de impreparação dos nosso futuros empresários....
[:D]
 
Concordo em absoluto! :)
E sei que no panorama empresarial português marcam a diferença e a empresa é muito bem gerida nas várias dimensões.

Só que como sempre, a comunicação social embeleza o que não deve e não aprofunda o que é mais importante para o comum dos leitores: a experiência de 3 pessoas normais que se aventuraram a competir com os king-kongs da sua indústria.
O que aprecio nesta gente é que em vez de se envolverem no circuito nacional e comprem Português porque é bom, é como tu dizes, vão lá fora e jogam de igual para igual (quase...) com os grandes players. Pelo menos sem medo. [:D]

E mesmo vendo o nosso Governo a dar-lhes um apoio descomunal, fico satisfeito, porque é deste tipo de apoio que os Governos devem dar às suas empresas Nacionais.

E pensarmos que em vez de termos 10M de potenciais consumidores, temos 450M na UE, 300M nos USA, e não sei quanto quaquilhões em todo o lado, podemos ser tão grandes como qualquer empresa a nível mundial. [;)]

Temos de pensar em grande.

E só de ver que um Vinho produzido na Austrália, com cápsula de rosca, atravessa meio-mundo para chegar à nossa mesa pelo mesmo preço de um vinho Português de qualidade semelhante, em que as principais Universidades, Centros de Investigação e Governo Australiano estão fortemente empenhados em tornar um País de Condenados ([:D] [:D] ) num País que seja uma referência na produção de vinhos, podemos crer que tudo é possível.

Basta queremos. [;)]
 
Por acaso era a questão que ia colocar. Será que tinham uma porra de um plano de negócios em condições?

Ou chegam ao banco a dizer que têm um software que podem aplicar na Nasa?

É que sem um plano de negócios sólido não hã dinheirinho para ninguem, seja de bancos ou de capital de risco.
 
E isto é só cá? E a história do Google, ninguém sabe como foi? Esses não recorreram a bancos, foram directamente a investidores porque esses sim largam capital, e por acaso o primeiro a que recorreram até lhes fechou a porta. [;)]

E não me vou por aqui com falinhas mansas a dizer que é a melhor empresa de Portugal e que devia ser exemplo para todos nós, boas empresas existem em todo o lado e quem as faz não é o país ou o governo, são as pessoas que trabalham nela. O pessoal é que tem a mania que os empresários servem para meter meia dúzia de imigrantes a fazer 14h por dia a receber €300 para poderem comprar um Merc [;)]
 
Por acaso era a questão que ia colocar. Será que tinham uma porra de um plano de negócios em condições?

Ou chegam ao banco a dizer que têm um software que podem aplicar na Nasa?

É que sem um plano de negócios sólido não hã dinheirinho para ninguem, seja de bancos ou de capital de risco.

A história passou-se há 10 anos atrás.
Pelo que sei, as coisas precipitaram-se quando a NASA os abordou para uma colaboração e foi aí que atraíram as atenções certas.
Mas estavam bem assessorados quando iniciaram, pois eram e são profissionais competentes e bem vistos no departamento de informática da universidade de Coimbra e instalaram-se na incubadora de empresas local (IPN), que tem boas condições e acesso aos canais certos para o lançamento de empresas.
 
E pensarmos que em vez de termos 10M de potenciais consumidores, temos 450M na UE, 300M nos USA, e não sei quanto quaquilhões em todo o lado, podemos ser tão grandes como qualquer empresa a nível mundial. [;)]

Temos de pensar em grande.

E só de ver que um Vinho produzido na Austrália, com cápsula de rosca, atravessa meio-mundo para chegar à nossa mesa pelo mesmo preço de um vinho Português de qualidade semelhante, em que as principais Universidades, Centros de Investigação e Governo Australiano estão fortemente empenhados em tornar um País de Condenados ([:D] [:D] ) num País que seja uma referência na produção de vinhos, podemos crer que tudo é possível.

Basta queremos. [;)]

Este é o pensamento que falta à maioria dos empresários, desde a pequena loja à micro-empresa de tecnologia de ponta. [;)]

Ficam agarrados aos velhos protocolos do empreendedorismo regional e local e não percebem que a internet não é só o browser para acederem ao e-mail e verem gajas nuas e que os espaços económicos não são unilaterais (para os alemães e franceses meterem cá os seus produtos).

Este é o 8, mas depois temos o 80: os gajos a quem as coisas estão a correr bem em Portugal e têm que se internacionalizar - endividam-se no banco para entrar à campeão noutro país, como se as balelas teóricas do ICEP fossem "trigo limpo, farinha amparo".
Há muito imediatismo em Portugal. Ou se é o maior, ou se é uma besta.

Já se discutiu muito esta questão da internacionalização, mas a lição que se deve retirar da Critical é que uma micro-empresa criada numa região sem empresas pode entrar no mercado dos grandes, desde que faça o trabalho de casa e tenha consciência das suas limitações.

Houve uma altura em que a CS tinha um escritório em Coimbra e outro em San Jose, Silicon Valley. Ambos pardieiros, sem mobiliário de luxo e snooker na cozinha.
Fizeram parcerias, passaram por momentos bons e outros de ameaças ao crescimento, mas cresceram sustentadamente sem passarem do 8 para o 80.
 
Nham, nham...[br:)] [br:)] ...que tópico delicioso!
Vamos lá então começar a distribuir porrada...

1. A história da Critical.
Por vários motivos, conheço bem a empresa, e tanto esse artigo como outro que saíu nas mesma altura são um conto de fadas, a começar na história da empresa, passando pelo empregado bancário, pelo carro do Quadros e a acabar na satisfação dos colaboradores.

A história da empresa é simples: a partir de um projecto de doutoramento (de um dos 3 fundadores, julgo que do Diamantino Costa ou do Gonçalo Quadros), desenvolveram um modelo de análise de risco de sistemas - não sou engenheiro informático, por isso esta é a forma mais burra e simples de explicar - que com alguma sorte, timing e ajuda de várias instituições teve sucesso.
Não deixo de realçar o fantástico mérito dos investidores, mas as coisas não são tão fantasiosas como o artigo quer fazer crer.

O empregado bancário: a empresa iniciou a sua actividade a partir de Coimbra, terra onde não existe tradição empresarial, razão pela qual a banca também não está para aí orientada.
Irem pedir um financiamento para a implementação de um projecto de investigação na NASA ao gestor da vossa conta que só percebe de crédito à habitação, é a mesma coisa que eu pedir ao meu mecânico para me projectar o meu próximo carro.

O carro do Quadros: a empresa atribui carros de serviço aos seus quadros e posso garantir que apesar de não serem grandes espingardas - segmentos B e C - são carros com menos de 4/5 anos.
O úlitmo carro que vi ao Quadros foi uma carrinha Passat, pelo que deduzo que se tenha apresentado para a entrevista com algum chasso que tenha lá por casa, para uma imagem cool, à boa maneira da Google.
De vo confessar que não sabia que ele trabalhava tanto a imagem....suspeito bem que a empresa contratada para a gestão de imagem tenha lá uns iluminados pelo provincianismo tuga.

A satisfação dos colaboradores: eles procuram a todo o custo reter os seus colaboradores na sede em Coimbra. Lx e Porto são filiais impostas pelo mercado - é nesses locais que eles vão buscar o grosso do Vol.Neg., que é precisamente todo o tipo de serviços para empresas e inst. públicas que qualquer Novabase, Pararede, Edinfor, Siemens, Microsoft, HP, etc. prestam no mercado português.
Colaram a imagem da NASA e agora de Schengen, mas na verdade esses são negócios residuais, com maior importância no marketing que na produção.
Estão a apostar fortemente na Critical Links, que me parece pessoalmente um bom produto empresarial, embora considere que estão a empolar as expectativas.

Voltando aos colaboradores, o centro de decisão e de produção está em Coimbra, e a principal fonte de recrutamento é a universidade local.
A maioria dos colaboradores têm regalias semelhantes a qualquer uma das concorrentes, que também já começam a oferecer bilhares na cantina.
Os níveis salariais são inferiores aos de Lx - alegam que o custo de vida é inferior, blá, blá...,e são precisos 18 meses de contrato a prazo para efectivarem um eng. informático no quadro da empresa.

Há agências de comunicação fantásticas, não há?


De todos os comentários só este me vai merecer um comentário, e da seguinte forma ...

Se fosse um outro user a tecer as critricas que foram tecidas pelo Vorsprung durch Technik, se fosse um outro user a ousar e certa forma escarnecer este tipo de noticias, já alguém teria dito ...

A INVEJA UMA PORRA NESTE PAIS !

Assim como ainda ninguém não disse, (vá-se lá saber porquê) e como por acaso até louvei o empreendedorismo da empresa consequentemente os empresários e produtos nacionais ... juro que não percebo.

Agora até a banca é uma coitadinha ... os empresários e´q ue pelos vistos eram broncos e mal informados ...

[:p] [:D]
 
Excalibur: Agitoas ? Porquê ? Se tu tiveres 1,000€ de poupanças e se te derem 2 hipoteses onde as colocar, uma num fundo de acções de risco, outra num outro fundo sem risco de tesouraria, e se em ambos te oferecem a mesma rentabilidade, onde colocas o dinheiro ? Obviamente no menos arriscado já que obtens a mesma rentabilidade. E tornas-te por isso um agiota ?

Sem tirar nem pôr e no estrito sentido da palavra é isto que eles fazem.

agiota
transparent.gif



de ágio

s. m., o que faz negócio de agiotagem;
usurário;
especulador de fundos;
prestamista.


A eles não lhes interessa investir ou dinamizar a economia.

Por isso não passam de meros AGIOTAS ou USURÀRIOS.

[:cool:]
 
...
Houve uma altura em que a CS tinha um escritório em Coimbra e outro em San Jose, Silicon Valley. Ambos pardieiros, sem mobiliário de luxo e snooker na cozinha.
...
Há uns anos atrás, quando estive com eles a 1ª vez, olhei para o folheto que tinha nas mãos e estava lá o endereço em Silicon Valley.
Fiquei de certo modo impressionado e perguntei-lhes onde eram as instalações e responderam-me que era apenas um endereço postal. Uma PO Box. [;)]

Mas que dava estilo, lá isso dava. [:D]
 
Exelente empresa. Sò tem é umas coisas (e sim tenho conhecimento do que digo):
-como mencionado anteriormente COIMBRA COIMBRA COIMBRA...devem é ser doidos se acham que saio de lx para coimbra SEM ALOJAMENTO e com um ordenado entre os 800-950€ LIQUIDOS mes, de modo a manter la as pessoas dão prémios de 6 em 6meses juntamente com a avaliação... fazendo a média é capaz de dar os 1000-1100liquidos mes desses 6meses.

Basicamente bons projecto muita sorte e MUITO trabalho... agora ordenados desses e aturar o fenomeno "coimbra coimbra" sempre a sondarem um gajo a ver se vai para lá... esquece.

Dps o recrutamento é muito da universidade de coimbra... tudo cromos com medias de 16 e tal... só dps é que percebi que 16 em coimbra (em informatica) é mediocre...similar a um 10-12 na univ de lisboa, IST, univ nova, isel etc
 
Por falar na CS, esta tarde reparei que eles tem um anuncio no Expresso Emprego a pedir pessoal. Nada de estranho, não fosse o anuncio ser todo em inglês... Também deve dar estilo [:D]
Outra empresa que conheço, a ChipIdea obriga o pessoal a falar Inglês dentro das horas de trabalho.

E aquilo factura milhões....

Temos de aprender o jeito, que a coisa vai. [:D] [;)]
 
Shark,

Não deveria estar aqui a defender a Critical, eles que o façam [:D] , mas os ordenados, até por serem subsidiados na sua maior parte, são de um valor superior ao que estás a colocar aí.

Eles têm esquemas de colocar pessoas em vários pontos do País e do Mundo e vais ver que é bastante mais do que escreves.
 
Não os ordenados de entrada são desse valor, claro que dps sobem mas nunca é nada por ai alem.
Eles querem pessoas por gosto, e eu até acho bem, o problema é que o ordenado é relativamente baixo.

Face a colocar as pessoas fora eu acho bem até se as pessoas quiserem, agora ter o fantasma coimbra livra!

Já agora numa entrevsita na critical que fui uma parte foi em ingles :) por isso ingles agora está para ficar. (e já devia ser assim á muito, e já deviamos estar a ter miudos a aprender 3linguas na escola)
 
Por falar na CS, esta tarde reparei que eles tem um anuncio no Expresso Emprego a pedir pessoal. Nada de estranho, não fosse o anuncio ser todo em inglês... Também deve dar estilo [:D]



neste momento já só falta ao sr. antunes de mercearia fazer anuncios de emprego em inglês[:)]

cumprimentos
 
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