O Clio MKII 1.2 tem limitador de corte?

O corte pode ser feito na ignição (era feito antigamente) e agora é feito na injecção, desde que os injectores passaram a "mijar" com ordem da centralina (a centralina de injecção comanda o tempo de injecção).

Era mais ou menos a isto que queria chegar.
Ou seja, o limitador d corte ja´existe ainda antes do aparecimento da centralina, certo?
 
Faz pouco tempo andei num ZX 1.4 carburadores ´93 dum amigo meu e só por pancada estiquei as rpm do carro para sentir aquele motor em altas (que não tem diga-se de passagem) pois o carro raramente passa das 3000 rpm.

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Ora como a foto mostra e esta é precisamente desse carro, o redline começa pouco dps das 6500 rpm e eu pensei que o corte de ignição fosse pouco dps disso. Qual nao é o meu espanto quando esse motor atingiu no quadrante a módica quantia de 7200 rpm! Com medo de partir o chasso meti uma acima, mas nunca pensei que o carro não cortasse. Ele simplesmente faz rotação até não aguentar.

Já de 93 e ainda sem limitador!
O que eu quero é tentar ver a partir de que época é que se começou a ultilizar o limitador..
 
Sinceramente, não vejo nenhuma vantagem em levar o motor ao corte.
Vejamos o caso do Clio 1.2 16v:
A potência máxima anda nas 5500rpm. A partir desse valor a mesma decresce abruptamente até as 6300rpm, altura em que se dá o corte de ignição, sendo que agora pergunto eu:

Qual é a vantagem de se levar o motor ao corte quando nessa faixa de rotação o motor já se encontra fora da sua faixa ideal de utilização?

Não se deverá mudar para a relação seguinte quando o motor atinge o regime de potência máxima?

A não ser que uma pessoa ande todos os santos dias a puxar pelo motor que nem um desalmado, a vantagem não é nenhuma, basicamente.
Agora, por vezes apetece puxar um pouco, dar adrenalina e o meu colega não sabe até onde ir.
É simples.
 
Já de 93 e ainda sem limitador!
O que eu quero é tentar ver a partir de que época é que se começou a ultilizar o limitador..

Isso do limitador não deve ter sido como os catalisadores em que era obrigatorio todos os veículos serem equipados com um desde uma certa data. Penso que tal tenha ficado ao critério dos fabricantes. Há carros anteriores a 93 todos de carburadores que experimentei com limitador e com corte na ignição e outros mais recentes que não cortam. Eu penso que o Fiat 127 que tive não cortava, embora não houvesse conta-rpm nesse carro.

O que me parece é que todos os carros de injecção electronica cortam a injecção e/ou o cdi corta a ignição havendo assim limitador o tal não acontece em todos carros mais antigos a carburador
 
Eu sei que o limitador não é nenhuma norma.
Pensei é que o limitador fosse algo que a paritr d X época todos os fabricantes puséssem nos seus veículos.
Já agora, o 127 não tem limitador porque já tive um.
 
O Clio que estou a perguntar é o 1.2 8v de 60 póneis.
É que o meu colega queixa-se de não ter o red-line no rpm e não sabe onde puxar. Segundo ele só foi até às 5.500rpm, mas não puxa mais porque lá está, não sabe um limite, daí a minha pergunta.
Eu dei-lhe 90% de ecrtezas em como tinha limitador, mas...
O carro que levei ao suposto corte foi o Micra.[;)]
LOL. O teu colega é um bocado "menino". [:D] Tive esse carro mas não me lembro onde era o corte. Mas tem, ele que puxe à vontade.
 
Era mais ou menos a isto que queria chegar.
Ou seja, o limitador d corte ja´existe ainda antes do aparecimento da centralina, certo?

Exacto já existia![;)] O problema é que só cortando a faisca resultava num excesso de gasolina que não queimava e quando apareceram os catalizadores acabaram com isso, porque esse excesso de gasolina no catalizador resultava num aquecimento excessivo do mesmo.
 
Mas porque havia de se meter em trabalhos? Se o motor tem óleo... então não parte, siga!

Se levar o carro até perto do regime de corte partisse motores... eu não ganhava para motores!

Bom, há sempre aquele receio e tu falas como quem tem o seu próprio carro, que não tem de ouvir de ninguém caso aconteça algma coisa, já ele não.[;)]
 
Exacto já existia![;)] O problema é que só cortando a faisca resultava num excesso de gasolina que não queimava e quando apareceram os catalizadores acabaram com isso, porque esse excesso de gasolina no catalizador resultava num aquecimento excessivo do mesmo.

Faz sentido, gasolina por queimar no catalisador é prejudicial á vida do mesmo, já para não falar no risco de incêncio. É por isso que não se deve pegar um carro com catalisador de empurrão.
Estamos sempre a aprender!
 
Bom, há sempre aquele receio e tu falas como quem tem o seu próprio carro, que não tem de ouvir de ninguém caso aconteça algma coisa, já ele não.[;)]
Mas aí é que está, acontecer o quê? Mais depressa ele empena uma jante num lancil de uma curva do que... nem sei, parte o motor?... [:D]

... ou mais depressa o capota, etc.
 
Mas aí é que está, acontecer o quê? Mais depressa ele empena uma jante num lancil de uma curva do que... nem sei, parte o motor?... [:D]

... ou mais depressa o capota, etc.

Pronto, está bem.[:D]
tens que compreender o factor: o carro não ser dele.!
Olha lá, se um colega teu te emprestasse o carro tu fazias o mesmo que fazes com o teu?
Olha, eu não, a não ser que ele estivesse ao meu lado e me mandasse fazê-lo![:D]:sh)
 
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