OCDE diz que Exportações portuguesas crescem 6,2% em 2007

Nthor

Banido
Basicamente o que tenho dito por aqui e que deve continuar a ser feito.

OCDE diz que Exportações portuguesas crescem 6,2% em 2007

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) estima que as exportações nacionais tenham aumentado 6,2% este ano, abrandando no entanto o crescimento em 2008 para os 5,6%, antes de voltarem a acelerar para uma expansão de 6,1% em 2009.

Pedro Duarte


Segundo as previsões económicas da OCDE hoje divulgadas, este ano as Importações de Portugal terão crescido 3,3%, um valor que irá acelerar para um aumento de 3,5% em 2008 e uma subida de 4,6% em 2009.

A OCDE é particularmente optimista relativamente ao aumento do Investimento em Portugal em 2007, tendo revisto em forte alta as suas estimativas de crescimento para os 2,5%, contra a subida de 0,8% avançada nas previsões da Primavera. A mesma fonte é no entanto mais pessimista para 2008, uma vez que espera que este crescimento acelere para os 3,8% no ano que vem, contra a previsão anterior de uma expansão de 5,2%. Em 2009, o Investimento aumentará 4,3%, suportando o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.

Outro dos factores que irá ajudar ao crescimento da economia nacional será a expansão do consumo privado, o qual, depois de um crescimento de 1,3% em 2007, aumentará 1,4% em 2008 e 1,8% em 2009.

Já o consumo público irá continuar a cair, embora em valores bastante inferiores aos previstos pela OCDE em Maio. É agora estimado que os gastos do Estado diminuam 0,5% este ano, 0,9% no ano que vem e 1,2% em 2009.

http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/nacional/economia/pt/desarrollo/1065785.html
Apesar de bastante elementar e de fácil entendimento, há no entanto alguma resistência em entender o conceito e em perceber a sua lógica, compreendo que a maioria dos nossos empresários pouco mais tem do que a 4ª classe, mas o que tenho dito por aqui é bastante fácil de entender, mesmo pelos menos dotados ou mais renitentes em perceber que "para se ter um porco gordo não basta umas poucas bolotas" é preciso investir, inovar e desenvolver em vez de desculpar a própria incapacidade com a produtividade alheia.

Desculpa alias, bastante despropositada quando se sabe que com melhores meios há algumas empresas nacionais e ter bastante sucesso e quando outras envelhecidas apenas se mantém na linha de agua graças ao esforço (mal reconhecido) dos seus colaboradores.
 
Isso é tudo muito verdade. Mas só se consegue avaliar seja o que for se se conhecer as importações.

Se aumentares as exportações em 10 e as importações em 11 não sais do marasmo.

Mas sim, as exportações são um dos mais importantes motores de uma economia.
 
Para aumentar as exportações, é preciso produzir, para produzir é preciso investimento, para investir é preciso condições para isso, coisa que por cá ainda estão muito longe de serem atractivas e apoiadas.
 
Isso é tudo muito verdade. Mas só se consegue avaliar seja o que for se se conhecer as importações.

Se aumentares as exportações em 10 e as importações em 11 não sais do marasmo.

Mas sim, as exportações são um dos mais importantes motores de uma economia.

E também é preciso que se promova a compra do que é nosso, sempre que possível, e se desincentive a compra de bens importados, alguns dos quais são feitos por cá, vão lá fora colocar a etiqueta, e depois nós pagamo-los como se fossem italianos. Estou a falar de roupa, obviamente.
 
E também é preciso que se promova a compra do que é nosso, sempre que possível, e se desincentive a compra de bens importados, alguns dos quais são feitos por cá, vão lá fora colocar a etiqueta, e depois nós pagamo-los como se fossem italianos. Estou a falar de roupa, obviamente.

E os produtos alimentares, que importam.
Com excelentes produtos alimentares que produzimos, estão a importar outros de qualidade duvidosa e sem sabor [:vm)]
 
E também é preciso que se promova a compra do que é nosso, sempre que possível, e se desincentive a compra de bens importados, alguns dos quais são feitos por cá, vão lá fora colocar a etiqueta, e depois nós pagamo-los como se fossem italianos. Estou a falar de roupa, obviamente.

E os produtos alimentares, que importam.
Com excelentes produtos alimentares que produzimos, estão a importar outros de qualidade duvidosa e sem sabor [:vm)]

Proteccionismo de mercado de trazer por casa? Não me parece que tenha grande futuro. A nacionalidade pode ser um dos factores de escolha, mas a qualidade intrínseca do produto e o seu preço ainda vão à frente.
 
Proteccionismo de mercado de trazer por casa? Não me parece que tenha grande futuro. A nacionalidade pode ser um dos factores de escolha, mas a qualidade intrínseca do produto e o seu preço ainda vão à frente.

Mas o marketing e a saloiíce, essa sim de trazer por casa, ajudam muito. Há alguma justificação para se pagar o triplo do preço por uma peça cuja única mais valia é uma etiqueta de marca?
Isso chama-se novo riquismo e é sintoma de países subdesenvolvidos, dar mais valor ao que vem de fora do que ao que de igual ou melhor qualidade se produz cá dentro.
 
Só acrescentar estes dados, para melhor entender o perfil exportador actual.

Os dados do ICEP, de janeiro a agosto, mostram que os maiores crescimentos em valor das exportações estão sendo verificados nos veículos automotores, nos combustíveis e produtos destilados e nas máquinas e nos aparelhos elétricos.

Os destinos onde os crescimentos têm sido maiores são Espanha, Alemanha, EUA, Angola e China. Brasil e a Polônia também ocupam um importante papel no crescimento do mercado exportador português, segundo os dados do ICEP.

Empresas

No que diz respeito às maiores empresas exportadoras, os dados são escassos, já que o ICEP não faculta informação.

No entanto, de acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) relativos ao primeiro trimestre e a que a Agência Lusa teve acesso, as três maiores exportadoras são a petrolífera Petrogal, a tecnológica de semicondutores Infineon Technologies (atualmente designada Qimonda) e a fabricante de automóveis Autoeuropa.

Além destas, a lista das 20 maiores exportadoras entre janeiro e março de 2006 incluía ainda a Opel Azambuja, que deverá encerrar no final do ano, a petrolífera espanhola Repsol e a papeleira Soporcel.

Blaupunkt, Peugeot-Citroen, Portucel, Continental Mabor, Hydro Aluminium, Delphi, Companhia Aveirense, Somincor, Visteon, Philip Morris, Amorim, Dow Europe, Vulcano e Siderurgia Nacional compunham o resto da lista.

Entre janeiro e março de 2006, estas empresas representavam 30,7% das vendas de Portugal ao exterior, mais 3,5 pontos percentuais que em igual período de 2005.

Mas, além destas grandes empresas, a maioria das quais controlada por acionistas estrangeiros, como a Autoeuropa, a Repsol ou a Infineon, Portugal conta com uma base de 10 mil pequenas e médias empresas que exportam com regularidade e consistência, segundo dados do ICEP.

A análise de outubro do Ministério português da Economia indica ainda que as exportações industriais com baixa intensidade tecnológica caíram 3,0 pontos percentuais no conjunto das vendas portuguesas ao exterior entre janeiro e julho, passando agora a representar 36,1% desse universo.

Ao mesmo tempo, os produtos de tecnologia média-baixa e média-alta aumentaram a sua importância, para um total de 52,9%.

http://noticias.uol.com.br/economia/ultnot/lusa/2006/11/28/ult3679u852.jhtm
Não estou tão optimista como a OCDE, temo a desvalorização do dolar, que terá bastante impacto pois por exemplo parte das exportações são gasolina para os EUA ou outras exportações para mercados emergentes fora da UE como Angola, Brasil, China,etc que negoceiam em USD.
O mais importante dos dados dos últimos 2 anos será uma evolução lenta do perfil exportador, de baixa para média tecnologia. E também o nº de PME's exportadoras que tem vindo a aumentar. São dois bons indicadores.
 
Mas o marketing e a saloiíce, essa sim de trazer por casa, ajudam muito. Há alguma justificação para se pagar o triplo do preço por uma peça cuja única mais valia é uma etiqueta de marca?
Isso chama-se novo riquismo e é sintoma de países subdesenvolvidos, dar mais valor ao que vem de fora do que ao que de igual ou melhor qualidade se produz cá dentro.

Por isso é que eu referi a qualidade do produto e o seu preço. Esses são so dois parâmetros principais que norteiam as minhas compras. Não referi a "marca".

Em produtos de qualidade equivalente e preço equivalente já escolhi o português... porque é português! Ainda no outro dia comprei um escadote em alumínio e esse critério foi usado.

Agora, se o produto português é substancialmente mais caro ou de qualidade inferior, não vou comprar o português por patriotismo e ir mal servido!
 
Por isso é que eu referi a qualidade do produto e o seu preço. Esses são so dois parâmetros principais que norteiam as minhas compras. Não referi a "marca".

Em produtos de qualidade equivalente e preço equivalente já escolhi o português... porque é português! Ainda no outro dia comprei um escadote em alumínio e esse critério foi usado.

Agora, se o produto português é substancialmente mais caro ou de qualidade inferior, não vou comprar o português por patriotismo e ir mal servido!

Nem eu [:D]
 
Só acrescentar estes dados, para melhor entender o perfil exportador actual.

Não estou tão optimista como a OCDE, temo a desvalorização do dolar, que terá bastante impacto pois por exemplo parte das exportações são gasolina para os EUA ou outras exportações para mercados emergentes fora da UE como Angola, Brasil, China,etc que negoceiam em USD.
O mais importante dos dados dos últimos 2 anos será uma evolução lenta do perfil exportador, de baixa para média tecnologia. E também o nº de PME's exportadoras que tem vindo a aumentar. São dois bons indicadores.

Mas o nosso mercado preferencial é a União Europeia. Portanto, acho que a descida do Dólar até pode ser benéfica porque torna as importações de petróleo mais baratas e tem pouca expressão nas nossas importações. Ou não será bem assim?
 
Por isso é que eu referi a qualidade do produto e o seu preço. Esses são so dois parâmetros principais que norteiam as minhas compras. Não referi a "marca".

Em produtos de qualidade equivalente e preço equivalente já escolhi o português... porque é português! Ainda no outro dia comprei um escadote em alumínio e esse critério foi usado.

Agora, se o produto português é substancialmente mais caro ou de qualidade inferior, não vou comprar o português por patriotismo e ir mal servido!

O que acontece nas maior parte das vezes é que entre um produto nacional (marca nacional) e um outro produto, de marca estrangeira, de qualidade equivalente e por vezes feita pelas mesmas maquinas numa empresa qualquer em Portugal, arrisco-me a dizer que quase a totalidade das pessoas prefere o produto de marca estrageira, pois o que é nacional não presta.
E isso acontece, por exemplo, no vestuario.
 
Isso é tudo muito verdade. Mas só se consegue avaliar seja o que for se se conhecer as importações.

Se aumentares as exportações em 10 e as importações em 11 não sais do marasmo.

Mas sim, as exportações são um dos mais importantes motores de uma economia.
Ainda bem que falas nisso, durante a manhã estive a ver uma entrevista na TVI :sh), a um cozinheiro italiano que trabalha em Portugal e em que ele dizia que, em Portugal alimentos de qualidade para preparar num restaurante, há e muito, mas o que acontece é que os produtores não investem na distribuição e é bastante comum venderem a Espanha produtos nacionais que depois são comprados de volta mas com o selo "[SIZE=-1]hecho en España[/SIZE]", e isto é quase transversal a todos os sectores.

Falta investimento em cadeias de distribuição, divulgação e marcas, muito deste aumento das exportações é trabalho do sector têxtil, que muitos por aqui vaticinaram iria desaparecer a medio prazo pela competição com a Ásia, ora o que aconteceu foi que muitas empresas investiram nas marcas, em novos modelos e tecidos, na formação dos colaboradores , em novas tecnologias e acima de tudo perceberam que só através de produtos de qualidade poderiam ser competitivas.

Se estivéssemos a falar de uma espécie animal diria que essa espécie ocupou um nicho ecológico que estava vago e no caso, o dos produtos de qualidade, em vez do nicho dos produtos baratos.

Não é fácil, certamente que não, mas há que saber dar valor aos empresários que não se limitaram a fechar e a deslocalizar e conseguiram dar a volta a uma situação em que um "pato bravo" se limitaria a queixar-se da falta de apoio do estado e da baixa produtividade, enquanto ele continuaria a comprar carros e moradias de luxo sem nunca investir esperando que os vencimentos fiquem cada vez mais baixos devido ao aumento do desemprego, para manter o mesmo nível de vida.

É esta a diferença entre os homens e os rapazes....
 
Proteccionismo de mercado de trazer por casa? Não me parece que tenha grande futuro. A nacionalidade pode ser um dos factores de escolha, mas a qualidade intrínseca do produto e o seu preço ainda vão à frente.
Nem tanto, mas antes o desenvolver das cadeias de distribuição de produtos internamente e no que compete ao estado, melhorar as vias de comunicação entre o Norte e o Sul, o Litoral e o Interior.

Em vez de se investir em vias de comunicação para Espanha e para a Europa, como é o caso do [SIZE=-1]"Train à Grande Vitesse" [;)].

Tb não estou a dizer que nos devemos isolar, claro.









[/SIZE]
 
Só acrescentar estes dados, para melhor entender o perfil exportador actual.

Os dados do ICEP, de janeiro a agosto, mostram que os maiores crescimentos em valor das exportações estão sendo verificados nos veículos automotores, nos combustíveis e produtos destilados e nas máquinas e nos aparelhos elétricos.

Os destinos onde os crescimentos têm sido maiores são Espanha, Alemanha, EUA, Angola e China. Brasil e a Polônia também ocupam um importante papel no crescimento do mercado exportador português, segundo os dados do ICEP.

Empresas

No que diz respeito às maiores empresas exportadoras, os dados são escassos, já que o ICEP não faculta informação.

No entanto, de acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) relativos ao primeiro trimestre e a que a Agência Lusa teve acesso, as três maiores exportadoras são a petrolífera Petrogal, a tecnológica de semicondutores Infineon Technologies (atualmente designada Qimonda) e a fabricante de automóveis Autoeuropa.

Além destas, a lista das 20 maiores exportadoras entre janeiro e março de 2006 incluía ainda a Opel Azambuja, que deverá encerrar no final do ano, a petrolífera espanhola Repsol e a papeleira Soporcel.

Blaupunkt, Peugeot-Citroen, Portucel, Continental Mabor, Hydro Aluminium, Delphi, Companhia Aveirense, Somincor, Visteon, Philip Morris, Amorim, Dow Europe, Vulcano e Siderurgia Nacional compunham o resto da lista.

Entre janeiro e março de 2006, estas empresas representavam 30,7% das vendas de Portugal ao exterior, mais 3,5 pontos percentuais que em igual período de 2005.

Mas, além destas grandes empresas, a maioria das quais controlada por acionistas estrangeiros, como a Autoeuropa, a Repsol ou a Infineon, Portugal conta com uma base de 10 mil pequenas e médias empresas que exportam com regularidade e consistência, segundo dados do ICEP.

A análise de outubro do Ministério português da Economia indica ainda que as exportações industriais com baixa intensidade tecnológica caíram 3,0 pontos percentuais no conjunto das vendas portuguesas ao exterior entre janeiro e julho, passando agora a representar 36,1% desse universo.

Ao mesmo tempo, os produtos de tecnologia média-baixa e média-alta aumentaram a sua importância, para um total de 52,9%.

http://noticias.uol.com.br/economia/...t3679u852.jhtm
Para além dessa economia conhecida há ainda o produtor de fruta, carne, leite, sapatos, têxteis e outros produtos que preferem vender a empresários Espanhóis, muitas vezes sem declarar, que recebe a pronto e ainda reclama (com alguma razão, admito).

Produtos esses que acabam no nosso mercado duas a três vezes mais caros do que se fossem vendidos directamente no mercado interno.

Não estou tão optimista como a OCDE, temo a desvalorização do dolar, que terá bastante impacto pois por exemplo parte das exportações são gasolina para os EUA ou outras exportações para mercados emergentes fora da UE como Angola, Brasil, China,etc que negoceiam em USD.
O mais importante dos dados dos últimos 2 anos será uma evolução lenta do perfil exportador, de baixa para média tecnologia. E também o nº de PME's exportadoras que tem vindo a aumentar. São dois bons indicadores.
Mas o nosso mercado preferencial é a União Europeia. Portanto, acho que a descida do Dólar até pode ser benéfica porque torna as importações de petróleo mais baratas e tem pouca expressão nas nossas importações. Ou não será bem assim?
Pois tb vejo as coisas assim, mas depende tb e muito das decisões do BCE e da forma como se consegue aproveitar esta época muito vantajosa para a Europa e decide correctamente, o que me parece não tem sido feito.
 
Última edição:
Por isso é que eu referi a qualidade do produto e o seu preço. Esses são so dois parâmetros principais que norteiam as minhas compras. Não referi a "marca".

Em produtos de qualidade equivalente e preço equivalente já escolhi o português... porque é português! Ainda no outro dia comprei um escadote em alumínio e esse critério foi usado.

Agora, se o produto português é substancialmente mais caro ou de qualidade inferior, não vou comprar o português por patriotismo e ir mal servido!
Acho que há uma certa confusão com o termo patriotismo;

patriotismo

s. m., amor à pátria;
qualidade de patriota;


patriota
do Gr. patriótes

s. 2 gén., pessoa que ama a sua pátria;
pessoa que serve a sua pátria e que por ela se sacrifica.


Sacrifício pela pátria não é comprar produtos manhosos e sustentar empresas de "treta".

[:D]
 
Última edição:
Brasil gera o maior défice comercial de Portugal fora da União Européia
Apenas Espanha, Alemanha, Itália e Holanda geram saldos mais negativos no comércio internacional registado até setembro.

Da Redação

Exportações portuguesas crescem mais que as importações.


Lisboa - O Brasil representou nos primeiros nove meses do ano o quinto maior défice comercial de Portugal, perto dos mil milhões de euros, e foi mesmo o pior saldo comercial da economia portuguesa fora da União Europeia, mostram dados ontem divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

O maior défice comercial de Portugal ainda é com Espanha, país que leva uma vantagem de quase 4,5 mil milhões de euros até setembro. Seguem-se os saldos negativos de quase 1,75 mil milhões de euros com a Alemanha e de pouco mais de mil milhões de euros com a Itália. Os Países Baixos são o quarto maior défice de Portugal este anos, seguidos pelo Brasil.

No caso brasileiro o saldo piorou, mas o agravamento não foi tão grande como nos países que em setembro de 2006 estavam (e continuam) logo a seguir ao Brasil. No comércio com a Nigéria e a China o déficit português cresceu mais rapidamente do que com o Brasil.

Em relação aos maiores saldos negativos, o défice comercial aumentou significativamente nas transacções com a Líbia (237 milhões de euros), fruto essencialmente do aumento das importações de Combustíveis minerais. As transacções com a Bélgica saldaram-se também num valor negativo (442,8 milhões de euros), registando assim um agravamento de 224,8 milhões de euros, como consequência da redução verificada nos saldos comerciais nas transacções de Veículos e outro material de transporte, de Máquinas e aparelhos e de Químicos. O défice comercial com a China cresceu igualmente (213,5 milhões de euros), devido sobretudo ao acréscimo de importações de Máquinas e aparelhos e de Metais comuns.

Na situação inversa, em que Portugal acumula um superávit comercial, houve mudanças significativas. O maior saldo positivo do comércio português passou a ser com Angola e não com os Estados Unidos da América (EUA). De janeiro a setembro o superávit português com Angola ultrapassou os 900 milhões de euros. Com os EUA não chegou a 700 milhões (tinha sido de quase mil milhões nos primeiros nove meses do ano passado).

De janeiro a setembro de 2007, continua a registar-se uma aceleração mais intensa nas saídas de bens do que nas entradas, com variações homólogas de 8,9% nas exportações e de 4,5% nas importações, revelou o INE. No período em análise, a variação do saldo da balança comercial foi de 3,4% e a taxa de cobertura das importações pelas exportações foi de 67,4%, correspondendo a uma melhoria de 2,7 pontos percentuais face ao mesmo período do ano anterior.

O comércio comunitário continua a ser a maior parte da actividade comercial portuguesa. No comércio extracomunitário, onde se inclui o Brasil, registaram-se crescimentos, quer nas exportações quer nas importações, de 12,9% e de 4,2% respectivamente.

No período de janeiro a setembro de 2007, o saldo da balança comercial atingiu os -13,46 mil milhões de euros, o que representa uma diminuição do défice em 467,5 milhões de euros face ao mesmo período de 2006. "Esta redução do saldo negativo deve-se essencialmente ao desagravamento dos défices nas trocas comerciais de combustíveis minerais e de máquinas e aparelhos, e ao aumento do superavit no grupo dos minerais e minérios", explicou o INE.

http://www.portugaldigital.com.br/sis/noticia.kmf?noticia=6763460&canal=158
 
Acho que há uma certa confusão com o termo patriotismo;

patriotismo

s. m., amor à pátria;
qualidade de patriota;


patriota
do Gr. patriótes

s. 2 gén., pessoa que ama a sua pátria;
pessoa que serve a sua pátria e que por ela se sacrifica.


Sacrifício pela pátria não é comprar produtos manhosos e sustentar empresas de "treta".

[:D]

O patriotismo é definido no recolhimento dos meios político-diplomáticos como «doença mental a que as massas são particularmente susceptíveis».
 
Nem tanto, mas antes o desenvolver das cadeias de distribuição de produtos internamente e no que compete ao estado, melhorar as vias de comunicação entre o Norte e o Sul, o Litoral e o Interior.

Em vez de se investir em vias de comunicação para Espanha e para a Europa, como é o caso do [SIZE=-1]"Train à Grande Vitesse" [;)].[/SIZE]

[SIZE=-1]Tb não estou a dizer que nos devemos isolar, claro.[/SIZE]

Pensei que o que aconteceu aí no distrito nos anos 70 e 80 tivesse feito o pessoal perceber a vida.

Mas 'tou a ver que não :sh)
 
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