WRC/ERC - Ralis internacionais

Latvala Jari-Matti – Anttila Miikka
Ford Focus WRC, A8
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O piloto que por ora graças a sua condução leva a sua equipa a destronar a Subaru do 3º posto do campeonato de construtores!
 
Foi pena a desistência do Sordo, que poderia ter relançado o campeonato ,nao só de pilotos, como de constructores.

E S.Loeb ganha pela 6ª vez consecutiva na Alemanha [kiss] [:cool:]

Sem dúvida alguma o momento de viragem do campeonato, é só uma questão de se verificar as classificações a partir do rali Alemão até ao Irlandês mesmo em questão de pontos a dois, factor onde Ford esteve muito melhor até à Alemanha (fez a diferença agora nas contas finais!), mas ainda falta um rali, que ganhe o melhor piloto em acção!
 
Loeb vai testar Fórmula 1


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A um passo de revalidar o título de Campeão do Mundo de Ralis, Sebastian Loeb vai ter a oportunidade de se sentar pela primeira vez ao volante de um Fórmula 1 na primeira semana de Dezembro, graças a uma acção do grupo Elf/Total, que patrocina tanto a Renault como a Citroen.

O extraordinário piloto francês vai rodar ao volante de um R27 deste ano no circuito de Paul Ricard, numa acção promocional da gasolineira francesa, mas se ninguém está à espera que bata recordes nesta sua primeira experiência, a verdade é que os tempos efectuados com a Pescarolo em Le Mans demonstram que a aptidão de Loeb se estende também às pistas, sendo, por isso, natural que este primeiro ensaio seja seguido por todos com um interesse muito especial.

Em http://autosport.clix.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=as.stories/37843

Desta vez o factor patrocínio foi determinante, veremos em que valor se situa Loeb na escala de comparação entre a condução de um WRC vs F1.
 
Quando falta apenas uma prova para o fim do campeonato e com quatro pontos de desvantagem para o líder, Marcus Gronholm concedeu uma entrevista onde revela quais as suas expectativas para a derradeira prova do Mundial, a ultima da sua carreira, depois do anuncia da sua retirada dos rallys ao mais alto nível.

Pergunta: Sente-se apto para o Rali de Gales/Inglaterra?

Marcus Gronholm: Não estou preocupado com isso. Após o meu acidente na Irlanda, os especialistas do hospital de Sligo fizeram-me um tac que não detectou quaisquer problemas. Disseram-me que teria de fazer um check-up mais pormenorizado na Finlândia e obter um parecer médico positivo antes de poder correr em Gales. Assim, quando regressei a casa fizeram-me novos testes que me consideraram apto.
Pergunta: Tem feito alguma coisa de especial para assegurar que está na melhor forma possível?

Marcus Gronholm: Descansar principalmente. Senti-me muito dorido nos dois dias que se seguiram ao acidente e tive uma dor de cabeça que deve ter resultado da pancada que dei no roll-bar. Estava previsto testar em Inglaterra na 3ª e 4ª Feira mas a equipa adiou o teste para este fim-de-semana de modo a me dar mais tempo para a recuperação. Sinto-me muito melhor.

Pergunta: De que modo é que o acidente afectou as hipóteses para o campeonato?

Marcus Gronholm: Bem, não ajudou em nada! Após o acidente pensei imediatamente: "isto não é nada bom para o título". A situação é agora muito clara. Tenho que ganhar em Gales e o Seb tem de ser 6º ou pior para que eu possa garantir o título. É uma tarefa difícil mas ainda há uma hipótese, pelo que tenho de fazer tudo por isso e ver o que é que acontece.

Pergunta: Pensa que ainda pode ser campeão?

Marcus Gronholm: Será difícil e obviamente o Seb inicia o rali como favorito. Mas o desporto automóvel é muito imprevisível e nele acontecem as coisas mais estranhas. A duas provas do final do Mundial de Fórmula 1, Kimi Raikkonen quase não tinha hipóteses de chegar ao título e vejam o que aconteceu. Trata-se de um grande incentivo para mim, pois seria algo muito especial para o meu país se a Finlândia conquistasse ambos os títulos de Fórmula 1 e de Ralis.

Pergunta: Como este será o seu último rali, tal não lhe coloca uma pressão adicional?

Marcus Gronholm: Não. Não faz qualquer diferença. Será o meu 150º rali do Campeonato do Mundo e seria excelente atingir esse marco do meu último rali com uma vitória. Mas tenho de me centrar no título. Não me importaria de trocar a vitória por um dos outros lugares no pódio se isso fosse suficiente para chegar ao título.
Pergunta: O Rali de Inglaterra estará mais talhado para si do que para o Loeb?

Marcus Gronholm: Trata-se de uma prova em terra muito rápida e são esse tipo de ralis que eu prefiro. Mas o Seb não tem de ganhar para chegar ao título, pelo que espero que ele guie com maior cuidado do que é normal.

Pergunta: O que é que sente em vésperas desta prova?

Marcus Gronholm: É um rali como qualquer outro. Vou para Gales com o objectivo de vencer e é só nisso que penso. Penso que as emoções associadas ao facto de ser o meu último rali apenas me irão atingir após o final da prova. Quando a equipa começar a testar para 2008 na semana que se segue ao Rali de Inglaterra, essa será a altura em que começarei a cair em mim e a dizer "hei, já não estou no Campeonato do Mundo". E quando a próxima temporada arrancar em Monte Carlo será ainda mais estranho.

Pergunta: Terá algum tipo de ajuda do seu companheiro de equipa, Mikko Hirvonen?

Marcus Gronholm: Espero que sim! Agora que a equipa BP-Ford conquistou o título de construtores, Malcolm Wilson disse que o Mikko seria livre de guiar a fundo de modo a ajudar-me. Preciso de ter o máximo de pessoas possível entre mim e o Seb, pelo que preciso da ajuda não só do Mikko como dos restantes pilotos dos Ford Focus WRC como Henning Solberg e Jari-Matti Latvala.
Pergunta: Se não conquistar o título poderá repensar a sua decisão de se retirar dos ralis?

Marcus Gronholm: Não. A decisão foi tomada e apesar de ter sido muito complicado tomá-la, estou contente de o ter feito, pelo que não tenho quaisquer planos de fazer a temporada do próximo ano.
Pergunta: Refere que a decisão foi complicada. A que ponto?

Marcus Gronholm: Foi uma decisão muito difícil de tomar. Os ralis fazem parte da minha vida há muitos anos e quando o Rali de Monte Carlo arrancar em Janeiro, abrindo a temporada do próximo ano, sentir-me-ei muito estranho por não estar lá. Mas chegou a altura certa de colocar um ponto final. Quis parar enquanto tenho velocidade para ganhar ralis. Não quis deixar a decisão para demasiado tarde, numa altura em que já não conseguisse vencer.

Pergunta: De que modo é que o excelente resultado obtido na Nova Zelândia influiu na sua decisão? Pensa que não pode ir mais além e que, por essa razão, está na hora de parar?

Marcus Gronholm: Foi após a Nova Zelândia que tomei a decisão. Foi o rali mais espectacular de todos e sim, talvez tenha pensado que as coisas não poderiam ser melhores. Afinal, andei a lutar por décimos de segundo com o Sébastien Loeb durante toda a prova e ultrapassei-o, batendo-o no último dia.

Pergunta: Desde que se decidiu, alguma vez pensou que poderia mudar de ideias?

Marcus Gronholm: Todos os dias! Foi uma decisão muito difícil e após ter informado o Malcolm Wilson, disse-lhe que talvez lhe telefonasse no dia seguinte a dizer que mudara de ideias! Mas esta é a altura certa e não estou arrependido da decisão tomada.
Pergunta: Qual foi a reacção da sua família a esta decisão?

Marcus Gronholm: Discuti este assunto longamente com a minha família. Eles são as pessoas mais importantes da minha vida e não iria tomar uma decisão deste tipo sem os consultar. A decisão permitir-me-á passar mais tempo com a minha mulher e os meus três filhos. Ao longo da minha carreira tenho tido o apoio incondicional por parte deles, pelo que gostaria de lhes agradecer por isso. Não poderia ter conseguido tudo o que alcancei sem o seu encorajamento. Quando disse à minha mulher e filhos eles ficaram muito contentes, mas agora têm de se habituar a ter-me mais tempo por perto!

Pergunta: Pensa que o seu abandono marca o fim de uma era?

Marcus Gronholm: Acho que sou o último da minha geração a pendurar o capacete. Quando consegui o meu primeiro título no ano 2000, os meus rivais eram pilotos como o Richard Burns, Carlos Sainz, Colin McRae, Tommi Mäkinen e Juha Kankkunen. Nenhum deles está mais no Campeonato do Mundo. O único piloto que terminou no top-10 desse ano e que ainda corre é o Petter Solberg.

Pergunta: E quanto ao futuro? Qual é a próxima geração de Campeões do Mundo?

Marcus Gronholm: Bem, acredito que os maiores candidatos são pilotos que estiveram comigo na estrutura da M-Sport. Mikko Hirvonen está apto a subir um patamar e chamar a si a tarefa de desafiar o Loeb. Ao longo dos últimos 12 meses ele cresceu em maturidade, garantindo velocidade e fiabilidade para vencer provas com carácter regular. O outro piloto que tem grande potencialidade é o Jari-Matti Latvala. Tem-me impressionado ao longo desta época em termos de velocidade, o que lhe permitiu liderar provas como a Finlândia e o Japão. A sua consistência tem de melhorar mas tal irá acontecer à medida que crescer e desenvolver uma maior experiência.

Pergunta: Teve vários excelentes momentos ao longo da sua carreira. Quais deles se destacaram como os melhores?

Marcus Gronholm: O meu melhor momento foi quando garanti o meu primeiro título mundial em 2000. Foi incrível.
Pergunta: Qual foi o seu automóvel favorito?

Marcus Gronholm: Tenho dois. O Peugeot 206 WRC, com que conquistei os meus títulos, e o Ford Focus RS WRC que conduzo actualmente.
Pergunta: Irá participar em alguns ralis em 2008?

Marcus Gronholm: Não estou a pensar no próximo ano. Tenho diferentes opções para o futuro, que cobrem várias áreas, mas neste momento não estou propriamente a pensar nisso. Desde que decidi parar, o meu pensamento apenas esteve assente em conduzir e garantir o título de pilotos e em ajudar a Ford a conquistar o título de construtores. Pensarei no futuro quando terminar o Rali de Inglaterra.
Pergunta: Os ralis estão a tornar-se num desporto para os pilotos mais jovens. Mas o Marcus, com perto de 40 anos, mantém-se activo e como um dos dois pilotos mais rápidos do mundo. Há alguma substituição em termos de experiência?

Marcus Gronholm: Não propriamente. Claro que um piloto tem de ter velocidade para ser competitivo e poder ganhar ralis. Mas isso só não chega. A experiência adquirida num rali e a capacidade de compreensão da natureza e características das estradas num evento em particular tem um peso significativo. O Rali da Finlândia é, provavelmente, o melhor exemplo. É impossível para um estreante ser competitivo durante toda a prova face aos pilotos finlandeses até que tenha conduzido nas classificativas locais por bastantes vezes.
Pergunta: Vários pilotos que se retiraram do Mundial de Ralis regressaram ao desporto automóvel pelo Dakar. É algo que o atraia?

Marcus Gronholm: Não neste momento. Talvez possa acontecer no futuro mas não agora.
Pergunta: Quais são os seus planos depois do final da época de 2007? Negócios? Lazer?

Marcus Gronholm: Há muito para fazer na Finlândia com o meu negócio, a minha quinta e a minha família mas não quero pensar na vida pós-WRC até que o campeonato deste ano esteja terminado em Dezembro. Tenho muito em que me concentrar antes disso.
Pergunta: O que sucederá se o seu filho Niclas um dia também quiser ser piloto de ralis?

Marcus Gronholm: Não o estou a pressionar nesse sentido mas se quiser experimentar teremos que ver a situação nesse momento. Ele tem apenas 11 anos, pelo que há muito tempo até que isso possa suceder.

Em http://www.autoportal.iol.pt/noticia.php?id=883927&div_id=1662#
 
G. Fréquelin: «O rali é sem dúvida a competição automóvel mais imprevisível de todas»


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«Cautela e caldos de galinha!…» A longevidade de Guy Fréquelin no desporto automóvel não o deixa embandeirar em arco relativamente à forte possibilidade de Sébastien Loeb se sagrar, pela quarta vez, campeão Mundial de Ralis.

O exemplo mais recente é o de Kimi Raikkonen, no Mundial de Fórmula 1 deste ano, quando foi para a última prova com sete pontos de desvantagem para o líder, Lewis Hamilton e três para o vice-líder, Fernando Alonso, e, ainda assim, foi campeão. Por isso, Fréquelin sabe que tudo pode ainda acontecer, especialmente numa prova traiçoeira como o Rali da Grã-Bretanha:

«Não me canso de repetir, desde a minha chegada à liderança da Citroën Sport, há 19 anos, que o rali é sem dúvida a competição automóvel mais imprevisível de todas. Não é por ser a minha última prova como director desportivo da Marca que vou alterar o meu discurso. Sobretudo tendo em conta que o título de pilotos 2007 estará em jogo no Rali da Grã-Bretanha! Os habituais imprevistos inerentes à mecânica ou a erros de pilotagem serão ainda mais pronunciados durante esta prova. As suas condições extremas podem rapidamente tornar o rali muito complexo. Temos grandes possibilidades e sei que estamos todos muito motivados, mas não deixo também de ter alguma prudência...”

Em http://autosport.clix.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=as.stories/38284

Armindo Araújo e Miguel Ramalho querem terminar a época em beleza


«Será mais difícil que na Irlanda»

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«Estou com a moral em alta», estas são as palavras de Armindo Araújo que, no Rali de Gales, irá marcar a sua última presença no Mundial de Produção deste ano, e que espera obter um bom resultado.

Depois de ter chegado a liderar o rali da Nova Zelândia e da Irlanda, o piloto não considera o Rali de Gales como a prova do tudo ou nada, até porque «este é um rali difícil e onde a desvantagem do desconhecimento do terreno face à maior parte dos outros pilotos do PWRC que já participam no rali há algumas edições, deve ser maior». Todavia, o piloto da Mitsubishi TMN Galp também não deixa de afirmar que se trata de um rali «técnico e onde, por norma, as condições como a chuva e lama, com que me dou particularmente bem, estão presentes» pelo que a aposta é mesmo «num resultado positivo que não terá que passar necessariamente pela vitória».

De resto, o Mitsubishi Lancer Evo IX com que irá alinhar não será o mesmo que utilizou na Irlanda reconvertido para pisos de terra, devido à violência do embate que deixou o carro japonês bastante mal tratado. A nova unidade foi também preparada pela Ralliart Itália, mas deverá utilizar as suspensões da Mitsubishi Motors Portugal.

Em http://autosport.clix.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=as.stories/38267
 
Após 3 especiais,

Overall results
1 M. HIRVONEN 38:01.5
2 M. GRÖNHOLM +21.4
3 S. LOEB +22.4
4 J. LATVALA +29.4
5 P. SOLBERG +54.4
6 D. SORDO +59.9
7 C. ATKINSON +1:17.2
8 M. WILSON +1:37.3
9 M. STOHL +1:43.3
10 X. PONS +1:55.2

O suzuki SX4WRC ja teve varios problemas e ainda nao fez nenhum tempo digno de nota..é pena:( dificilmente serao minimamente competitivos em 2008.

Araújo ja esta bastante longe dos lugares cimeiros do PWRC.
 
Rali da Grã-Bretanha: 1ª Etapa – PWRC

Armindo em sétimo

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Não foi nada fácil o primeiro dia do Rali da Grã-Bretanha para Armindo Araújo. Num rali em que para se andar depressa conta, e de que maneira, o conhecimento prévio dos troços, o piloto português não tem conseguido, nem de perto, acompanhar os pilotos da “casa”, bem como aqueles que já conhecem a prova britânica.

Araújo nunca encontrou o melhor compromisso de suspensão para o Lancer, pois os troços estiveram, como é habitual em Gales, sempre muito duros:

«Foi um dia muito difícil porque tivemos sempre muitas dificuldades em encontrar um bom acerto de suspensões. Nunca chegamos ao compromisso certo com o Mitsubishi Lancer Evo IX a revelar-se demasiado duro para a maior parte dos troços.»

«O problema é que tentamos amaciar a suspensão, mas, devido à instabilidade dos pisos, com partes muitos duras e outras mais macias, nunca conseguimos encontrar o compromisso ideal».

«Nestas condições e porque estava quase sempre muito nevoeiro e os pisos, por vezes, se tornavam demolidores foi preferível não atacar a fundo e gerir o andamento pois para que se tenha uma idéia, às vezes cheguei a ter que travar em recta para segurar o carro. Para amanhã, vamos tentar forçar o ritmo logo que o carro esteja em melhores condições, o que penso que será possível acontecer.», referiu Armindo Araújo.


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Na verdade, numa prova em igualdade de circunstâncias, o piloto da Mitsubishi nunca estaria a, imagine-se, 3m32,0s de qualquer piloto que milite actualmente no WRC, quanto mais do PWRC (com carros semelhantes, bem entendido).

A classificação tem, muito naturalmente pilotos da “casa” nos primeiros lugares, e neste caso, um “monte” deles: Guy Wilks, que tem experiência de WRC é primeiro, pois aproveitou o furo de Mark Higgins (ex-campeão inglês) que caiu para quarto. Gwyndaf Evans, outro com experiência de WRC é segundo, a 3.2s de Wilks. O primeiro “não local” é Juho Hanninen, outro piloto com muita experiência de WRC, já a 57.9s do líder. A seguir a Mark Higgins na classificação, está o seu irmão David, outro bom conhecedor da prova.

Alessandro Bettega é o primeiro piloto que tem o mesmo nível de conhecimento e experiência de Mundial de Ralis, apesar de já ter andado pelo périplo Mundial dos Fiesta, que sendo muito mais lento que estes Grupos N, permite ficar a conhecer as “manhas” do terreno. Patrick Flodin é sétimo classificado e a fechar o top 8 está o piloto português, que tem somento oito décimos de avanço para Andreas Aigner, outro piloto com muita experiência de WRC.

Portanto o que à partida parece ser uma prestação menos conseguida, quando contextualizada, permite perceber melhor que a “experiência” neste tipo de provas é mesmo um “posto”, o que não acontece por exemplo com o Rali da Grécia, que é sempre duro para todos e não escolhe experientes ou menos experientes. 'Toca' a todos. Uma referência final para o candidato ao título, Gabriel Pozzo. Teve problemas na primeira etapa e caiu para 17º. Só mesmo porque isto são ralis, onde quase tudo pode acontecer, é que Toshi Arai não pode começar já a festejar...

Em http://autosport.clix.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=as.stories/38366
 
Le classement à l'issue de la 2e étape :


1. Hirvonen-Lehtinen (Ford Focus) en 2h15'23"3

2. Grönholm-Rautiainen (Ford Focus) à 35"5

3. Loeb-Elena (Citroën C4) à 1'15"

4. P.Solberg-Mills (Subaru Impreza) à 2'26"3

5. Sordo-Marti (Citroën C4) à 2'56"9

6. Atkinson-Prevot (Subaru Impreza) à 5'49"9

7. Wilson-Orr (Ford Focus) à 5'59"9

8. Stohl-Minor (Citroën Xsara) à 6'55"4

9. Pons-Amigo (Subaru Impreza) à 7'46"4

10. Ostberg-Unnerud (Subaru Impreza) à 9'28"6
 
Já acabou!

Overall results
1 M. HIRVONEN 3:22:50.9
2 M. GRÖNHOLM +15.2
3 S. LOEB +1:33.0
4 P. SOLBERG +2:57.3
5 D. SORDO +3:14.3
6 M. WILSON +7:32.9
7 C. ATKINSON +8:29.5
8 M. STOHL +8:54.6
9 X. PONS +9:48.8
10 J. LATVALA +10:42.4

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4 títulos seguidos, egualando o feito do Tommi!apr:) [kiss]
 
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