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Foi pena a desistência do Sordo, que poderia ter relançado o campeonato ,nao só de pilotos, como de constructores.
E S.Loeb ganha pela 6ª vez consecutiva na Alemanha [kiss] []
Loeb vai testar Fórmula 1
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A um passo de revalidar o título de Campeão do Mundo de Ralis, Sebastian Loeb vai ter a oportunidade de se sentar pela primeira vez ao volante de um Fórmula 1 na primeira semana de Dezembro, graças a uma acção do grupo Elf/Total, que patrocina tanto a Renault como a Citroen.
O extraordinário piloto francês vai rodar ao volante de um R27 deste ano no circuito de Paul Ricard, numa acção promocional da gasolineira francesa, mas se ninguém está à espera que bata recordes nesta sua primeira experiência, a verdade é que os tempos efectuados com a Pescarolo em Le Mans demonstram que a aptidão de Loeb se estende também às pistas, sendo, por isso, natural que este primeiro ensaio seja seguido por todos com um interesse muito especial.
Derrotados mas não convencidos! Como se sabe a Pirelli venceu a corrida para o fornecimento de pneus para o Mundial de Ralis de 2008, batendo a BF Goodrich/Michelin, que muito se insurgiu contra esta decisão da FIA.
Quando falta apenas uma prova para o fim do campeonato e com quatro pontos de desvantagem para o líder, Marcus Gronholm concedeu uma entrevista onde revela quais as suas expectativas para a derradeira prova do Mundial, a ultima da sua carreira, depois do anuncia da sua retirada dos rallys ao mais alto nível.
Pergunta: Sente-se apto para o Rali de Gales/Inglaterra?
Marcus Gronholm: Não estou preocupado com isso. Após o meu acidente na Irlanda, os especialistas do hospital de Sligo fizeram-me um tac que não detectou quaisquer problemas. Disseram-me que teria de fazer um check-up mais pormenorizado na Finlândia e obter um parecer médico positivo antes de poder correr em Gales. Assim, quando regressei a casa fizeram-me novos testes que me consideraram apto.
Pergunta: Tem feito alguma coisa de especial para assegurar que está na melhor forma possível?
Marcus Gronholm: Descansar principalmente. Senti-me muito dorido nos dois dias que se seguiram ao acidente e tive uma dor de cabeça que deve ter resultado da pancada que dei no roll-bar. Estava previsto testar em Inglaterra na 3ª e 4ª Feira mas a equipa adiou o teste para este fim-de-semana de modo a me dar mais tempo para a recuperação. Sinto-me muito melhor.
Pergunta: De que modo é que o acidente afectou as hipóteses para o campeonato?
Marcus Gronholm: Bem, não ajudou em nada! Após o acidente pensei imediatamente: "isto não é nada bom para o título". A situação é agora muito clara. Tenho que ganhar em Gales e o Seb tem de ser 6º ou pior para que eu possa garantir o título. É uma tarefa difícil mas ainda há uma hipótese, pelo que tenho de fazer tudo por isso e ver o que é que acontece.
Pergunta: Pensa que ainda pode ser campeão?
Marcus Gronholm: Será difícil e obviamente o Seb inicia o rali como favorito. Mas o desporto automóvel é muito imprevisível e nele acontecem as coisas mais estranhas. A duas provas do final do Mundial de Fórmula 1, Kimi Raikkonen quase não tinha hipóteses de chegar ao título e vejam o que aconteceu. Trata-se de um grande incentivo para mim, pois seria algo muito especial para o meu país se a Finlândia conquistasse ambos os títulos de Fórmula 1 e de Ralis.
Pergunta: Como este será o seu último rali, tal não lhe coloca uma pressão adicional?
Marcus Gronholm: Não. Não faz qualquer diferença. Será o meu 150º rali do Campeonato do Mundo e seria excelente atingir esse marco do meu último rali com uma vitória. Mas tenho de me centrar no título. Não me importaria de trocar a vitória por um dos outros lugares no pódio se isso fosse suficiente para chegar ao título.
Pergunta: O Rali de Inglaterra estará mais talhado para si do que para o Loeb?
Marcus Gronholm: Trata-se de uma prova em terra muito rápida e são esse tipo de ralis que eu prefiro. Mas o Seb não tem de ganhar para chegar ao título, pelo que espero que ele guie com maior cuidado do que é normal.
Pergunta: O que é que sente em vésperas desta prova?
Marcus Gronholm: É um rali como qualquer outro. Vou para Gales com o objectivo de vencer e é só nisso que penso. Penso que as emoções associadas ao facto de ser o meu último rali apenas me irão atingir após o final da prova. Quando a equipa começar a testar para 2008 na semana que se segue ao Rali de Inglaterra, essa será a altura em que começarei a cair em mim e a dizer "hei, já não estou no Campeonato do Mundo". E quando a próxima temporada arrancar em Monte Carlo será ainda mais estranho.
Pergunta: Terá algum tipo de ajuda do seu companheiro de equipa, Mikko Hirvonen?
Marcus Gronholm: Espero que sim! Agora que a equipa BP-Ford conquistou o título de construtores, Malcolm Wilson disse que o Mikko seria livre de guiar a fundo de modo a ajudar-me. Preciso de ter o máximo de pessoas possível entre mim e o Seb, pelo que preciso da ajuda não só do Mikko como dos restantes pilotos dos Ford Focus WRC como Henning Solberg e Jari-Matti Latvala.
Pergunta: Se não conquistar o título poderá repensar a sua decisão de se retirar dos ralis?
Marcus Gronholm: Não. A decisão foi tomada e apesar de ter sido muito complicado tomá-la, estou contente de o ter feito, pelo que não tenho quaisquer planos de fazer a temporada do próximo ano.
Pergunta: Refere que a decisão foi complicada. A que ponto?
Marcus Gronholm: Foi uma decisão muito difícil de tomar. Os ralis fazem parte da minha vida há muitos anos e quando o Rali de Monte Carlo arrancar em Janeiro, abrindo a temporada do próximo ano, sentir-me-ei muito estranho por não estar lá. Mas chegou a altura certa de colocar um ponto final. Quis parar enquanto tenho velocidade para ganhar ralis. Não quis deixar a decisão para demasiado tarde, numa altura em que já não conseguisse vencer.
Pergunta: De que modo é que o excelente resultado obtido na Nova Zelândia influiu na sua decisão? Pensa que não pode ir mais além e que, por essa razão, está na hora de parar?
Marcus Gronholm: Foi após a Nova Zelândia que tomei a decisão. Foi o rali mais espectacular de todos e sim, talvez tenha pensado que as coisas não poderiam ser melhores. Afinal, andei a lutar por décimos de segundo com o Sébastien Loeb durante toda a prova e ultrapassei-o, batendo-o no último dia.
Pergunta: Desde que se decidiu, alguma vez pensou que poderia mudar de ideias?
Marcus Gronholm: Todos os dias! Foi uma decisão muito difícil e após ter informado o Malcolm Wilson, disse-lhe que talvez lhe telefonasse no dia seguinte a dizer que mudara de ideias! Mas esta é a altura certa e não estou arrependido da decisão tomada.
Pergunta: Qual foi a reacção da sua família a esta decisão?
Marcus Gronholm: Discuti este assunto longamente com a minha família. Eles são as pessoas mais importantes da minha vida e não iria tomar uma decisão deste tipo sem os consultar. A decisão permitir-me-á passar mais tempo com a minha mulher e os meus três filhos. Ao longo da minha carreira tenho tido o apoio incondicional por parte deles, pelo que gostaria de lhes agradecer por isso. Não poderia ter conseguido tudo o que alcancei sem o seu encorajamento. Quando disse à minha mulher e filhos eles ficaram muito contentes, mas agora têm de se habituar a ter-me mais tempo por perto!
Pergunta: Pensa que o seu abandono marca o fim de uma era?
Marcus Gronholm: Acho que sou o último da minha geração a pendurar o capacete. Quando consegui o meu primeiro título no ano 2000, os meus rivais eram pilotos como o Richard Burns, Carlos Sainz, Colin McRae, Tommi Mäkinen e Juha Kankkunen. Nenhum deles está mais no Campeonato do Mundo. O único piloto que terminou no top-10 desse ano e que ainda corre é o Petter Solberg.
Pergunta: E quanto ao futuro? Qual é a próxima geração de Campeões do Mundo?
Marcus Gronholm: Bem, acredito que os maiores candidatos são pilotos que estiveram comigo na estrutura da M-Sport. Mikko Hirvonen está apto a subir um patamar e chamar a si a tarefa de desafiar o Loeb. Ao longo dos últimos 12 meses ele cresceu em maturidade, garantindo velocidade e fiabilidade para vencer provas com carácter regular. O outro piloto que tem grande potencialidade é o Jari-Matti Latvala. Tem-me impressionado ao longo desta época em termos de velocidade, o que lhe permitiu liderar provas como a Finlândia e o Japão. A sua consistência tem de melhorar mas tal irá acontecer à medida que crescer e desenvolver uma maior experiência.
Pergunta: Teve vários excelentes momentos ao longo da sua carreira. Quais deles se destacaram como os melhores?
Marcus Gronholm: O meu melhor momento foi quando garanti o meu primeiro título mundial em 2000. Foi incrível.
Pergunta: Qual foi o seu automóvel favorito?
Marcus Gronholm: Tenho dois. O Peugeot 206 WRC, com que conquistei os meus títulos, e o Ford Focus RS WRC que conduzo actualmente.
Pergunta: Irá participar em alguns ralis em 2008?
Marcus Gronholm: Não estou a pensar no próximo ano. Tenho diferentes opções para o futuro, que cobrem várias áreas, mas neste momento não estou propriamente a pensar nisso. Desde que decidi parar, o meu pensamento apenas esteve assente em conduzir e garantir o título de pilotos e em ajudar a Ford a conquistar o título de construtores. Pensarei no futuro quando terminar o Rali de Inglaterra.
Pergunta: Os ralis estão a tornar-se num desporto para os pilotos mais jovens. Mas o Marcus, com perto de 40 anos, mantém-se activo e como um dos dois pilotos mais rápidos do mundo. Há alguma substituição em termos de experiência?
Marcus Gronholm: Não propriamente. Claro que um piloto tem de ter velocidade para ser competitivo e poder ganhar ralis. Mas isso só não chega. A experiência adquirida num rali e a capacidade de compreensão da natureza e características das estradas num evento em particular tem um peso significativo. O Rali da Finlândia é, provavelmente, o melhor exemplo. É impossível para um estreante ser competitivo durante toda a prova face aos pilotos finlandeses até que tenha conduzido nas classificativas locais por bastantes vezes.
Pergunta: Vários pilotos que se retiraram do Mundial de Ralis regressaram ao desporto automóvel pelo Dakar. É algo que o atraia?
Marcus Gronholm: Não neste momento. Talvez possa acontecer no futuro mas não agora.
Pergunta: Quais são os seus planos depois do final da época de 2007? Negócios? Lazer?
Marcus Gronholm: Há muito para fazer na Finlândia com o meu negócio, a minha quinta e a minha família mas não quero pensar na vida pós-WRC até que o campeonato deste ano esteja terminado em Dezembro. Tenho muito em que me concentrar antes disso.
Pergunta: O que sucederá se o seu filho Niclas um dia também quiser ser piloto de ralis?
Marcus Gronholm: Não o estou a pressionar nesse sentido mas se quiser experimentar teremos que ver a situação nesse momento. Ele tem apenas 11 anos, pelo que há muito tempo até que isso possa suceder.
G. Fréquelin: «O rali é sem dúvida a competição automóvel mais imprevisível de todas»
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«Cautela e caldos de galinha!…» A longevidade de Guy Fréquelin no desporto automóvel não o deixa embandeirar em arco relativamente à forte possibilidade de Sébastien Loeb se sagrar, pela quarta vez, campeão Mundial de Ralis.
O exemplo mais recente é o de Kimi Raikkonen, no Mundial de Fórmula 1 deste ano, quando foi para a última prova com sete pontos de desvantagem para o líder, Lewis Hamilton e três para o vice-líder, Fernando Alonso, e, ainda assim, foi campeão. Por isso, Fréquelin sabe que tudo pode ainda acontecer, especialmente numa prova traiçoeira como o Rali da Grã-Bretanha:
«Não me canso de repetir, desde a minha chegada à liderança da Citroën Sport, há 19 anos, que o rali é sem dúvida a competição automóvel mais imprevisível de todas. Não é por ser a minha última prova como director desportivo da Marca que vou alterar o meu discurso. Sobretudo tendo em conta que o título de pilotos 2007 estará em jogo no Rali da Grã-Bretanha! Os habituais imprevistos inerentes à mecânica ou a erros de pilotagem serão ainda mais pronunciados durante esta prova. As suas condições extremas podem rapidamente tornar o rali muito complexo. Temos grandes possibilidades e sei que estamos todos muito motivados, mas não deixo também de ter alguma prudência...”
Armindo Araújo e Miguel Ramalho querem terminar a época em beleza
«Será mais difícil que na Irlanda»
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«Estou com a moral em alta», estas são as palavras de Armindo Araújo que, no Rali de Gales, irá marcar a sua última presença no Mundial de Produção deste ano, e que espera obter um bom resultado.
Depois de ter chegado a liderar o rali da Nova Zelândia e da Irlanda, o piloto não considera o Rali de Gales como a prova do tudo ou nada, até porque «este é um rali difícil e onde a desvantagem do desconhecimento do terreno face à maior parte dos outros pilotos do PWRC que já participam no rali há algumas edições, deve ser maior». Todavia, o piloto da Mitsubishi TMN Galp também não deixa de afirmar que se trata de um rali «técnico e onde, por norma, as condições como a chuva e lama, com que me dou particularmente bem, estão presentes» pelo que a aposta é mesmo «num resultado positivo que não terá que passar necessariamente pela vitória».
De resto, o Mitsubishi Lancer Evo IX com que irá alinhar não será o mesmo que utilizou na Irlanda reconvertido para pisos de terra, devido à violência do embate que deixou o carro japonês bastante mal tratado. A nova unidade foi também preparada pela Ralliart Itália, mas deverá utilizar as suspensões da Mitsubishi Motors Portugal.
Overall results
1 M. HIRVONEN 38:01.5
2 M. GRÖNHOLM +21.4
3 S. LOEB +22.4
4 J. LATVALA +29.4
5 P. SOLBERG +54.4
6 D. SORDO +59.9
7 C. ATKINSON +1:17.2
8 M. WILSON +1:37.3
9 M. STOHL +1:43.3
10 X. PONS +1:55.2
Rali da Grã-Bretanha: 1ª Etapa – PWRC
Armindo em sétimo
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Não foi nada fácil o primeiro dia do Rali da Grã-Bretanha para Armindo Araújo. Num rali em que para se andar depressa conta, e de que maneira, o conhecimento prévio dos troços, o piloto português não tem conseguido, nem de perto, acompanhar os pilotos da “casa”, bem como aqueles que já conhecem a prova britânica.
Araújo nunca encontrou o melhor compromisso de suspensão para o Lancer, pois os troços estiveram, como é habitual em Gales, sempre muito duros:
«Foi um dia muito difícil porque tivemos sempre muitas dificuldades em encontrar um bom acerto de suspensões. Nunca chegamos ao compromisso certo com o Mitsubishi Lancer Evo IX a revelar-se demasiado duro para a maior parte dos troços.»
«O problema é que tentamos amaciar a suspensão, mas, devido à instabilidade dos pisos, com partes muitos duras e outras mais macias, nunca conseguimos encontrar o compromisso ideal».
«Nestas condições e porque estava quase sempre muito nevoeiro e os pisos, por vezes, se tornavam demolidores foi preferível não atacar a fundo e gerir o andamento pois para que se tenha uma idéia, às vezes cheguei a ter que travar em recta para segurar o carro. Para amanhã, vamos tentar forçar o ritmo logo que o carro esteja em melhores condições, o que penso que será possível acontecer.», referiu Armindo Araújo.
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Na verdade, numa prova em igualdade de circunstâncias, o piloto da Mitsubishi nunca estaria a, imagine-se, 3m32,0s de qualquer piloto que milite actualmente no WRC, quanto mais do PWRC (com carros semelhantes, bem entendido).
A classificação tem, muito naturalmente pilotos da “casa” nos primeiros lugares, e neste caso, um “monte” deles: Guy Wilks, que tem experiência de WRC é primeiro, pois aproveitou o furo de Mark Higgins (ex-campeão inglês) que caiu para quarto. Gwyndaf Evans, outro com experiência de WRC é segundo, a 3.2s de Wilks. O primeiro “não local” é Juho Hanninen, outro piloto com muita experiência de WRC, já a 57.9s do líder. A seguir a Mark Higgins na classificação, está o seu irmão David, outro bom conhecedor da prova.
Alessandro Bettega é o primeiro piloto que tem o mesmo nível de conhecimento e experiência de Mundial de Ralis, apesar de já ter andado pelo périplo Mundial dos Fiesta, que sendo muito mais lento que estes Grupos N, permite ficar a conhecer as “manhas” do terreno. Patrick Flodin é sétimo classificado e a fechar o top 8 está o piloto português, que tem somento oito décimos de avanço para Andreas Aigner, outro piloto com muita experiência de WRC.
Portanto o que à partida parece ser uma prestação menos conseguida, quando contextualizada, permite perceber melhor que a “experiência” neste tipo de provas é mesmo um “posto”, o que não acontece por exemplo com o Rali da Grécia, que é sempre duro para todos e não escolhe experientes ou menos experientes. 'Toca' a todos. Uma referência final para o candidato ao título, Gabriel Pozzo. Teve problemas na primeira etapa e caiu para 17º. Só mesmo porque isto são ralis, onde quase tudo pode acontecer, é que Toshi Arai não pode começar já a festejar...
Overall results
1 M. HIRVONEN 3:22:50.9
2 M. GRÖNHOLM +15.2
3 S. LOEB +1:33.0
4 P. SOLBERG +2:57.3
5 D. SORDO +3:14.3
6 M. WILSON +7:32.9
7 C. ATKINSON +8:29.5
8 M. STOHL +8:54.6
9 X. PONS +9:48.8
10 J. LATVALA +10:42.4