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Já existe alternativas ao petróleo há muito tempo!! só que os SR.s magnatas pagam bem para éssas alternativas não sairem cá para fora... porque se não eles perdem a galinha dos ovos de ouro.. já ouve casos em que eles compram as patentes de certos projectos e depois arrumam na prateleira... nós vivemos num planeta que até a propria natureza é cheia de energia.... de certeza que há meios bem mais eficientes para nos podermos deslocar sem ser preciso recorrer ao petróleo. por este andar qualquer dia até o ar que respiramos temos que pagar um imposto...
Gostava de colocar-vos uma questão. Porém, antes de avançar, gostaria que isto não se transformasse num debate ecológico, embora qualquer comentário associado não se revele despiciendo.
Queria perguntar-vos se, com a adopção dos motores híbridos e mais tarde eléctricos (o futuro aponta para aí), vamos continuar a ter o mesmo feeling com e pelos carros, com a sua mecânica, com o seu "som" característico, no fundo, com aquilo que caracteriza cada marca e que nos faz bater mais forte a pulsação. Aqui ficam dois "corações" distintos.
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Parece-me consensual que devemos evoluir para tecnologias limpas, amigas do ambiente, como também me quer parecer que o pessoal se haverá de adaptar às novas realidades (entenda-se tecnologias). Porém, parece-me que o salto qualitativo está a ser demorado, mais por interesses comerciais do que pelo avanço da tecnologia. Veja-se o caso do E FLEX da GM, que, segundo eles só não arranca para a produção pela dificuldade de abastecimento de electricidade nos centros urbanos: Os passeios não têm tomadas no local de estacionamento. E esta?!!:sh)
para mim vão significar o vazio!
embora eu consiga compreender.............
desde que me deixem manter o poluidor a GPL , tásse bem
Eu acho que o feeling já se está a perder, não pelo roncar dos motores mas pelos automatismos. Refiro-me particularmente ao desaparecimento das embraiagens e às caixas automáticas.
Quanto aos roncos e performances, acredito que o futuro nos reserva grandes surpresas pela positiva, não pelos roncos mas pela performance...
Haverá sempre os saudosistas, mas dada a evolução progressiva, todos nos vamos habituando às inovações.
lê um livro de física, depois outro de química e finalmente um de geologia. Talvez aprendas alguma coisa
Nem mais!
Acelerador by-wire, direcções eléctricas, futuramente também travão de pé by-wire, embraiagem (se continuar a existir apenas para inglês ver) também sem qualquer feeling e com actuação automatizada, enfim...
O facto do motor ser eléctrico é o "mal" menor. Um carro como um por exemplo, um BMW E46 com um motor eléctrico seria interessante.
Sinceramente, ao conduzir por exemplo, um Clio III ou um Polo da geração ainda existente faz-me lembrar um jogo de playstation, mas com aqueles volantes sem force-feedback :sh), imagino como será daqui a uma década.
Gosto de sentir a mecânica, não através de vibrações ou ruído do motor (isso não!), mas através do feeling proporcionado pela direcção, pelo pedal de embraiagem minimamente "mecânico" e temperamental, por um pedal de acelerador com reacção mecânica instantânea e progressiva, isso sim! []
Já existe alternativas ao petróleo há muito tempo!! só que os SR.s magnatas pagam bem para éssas alternativas não sairem cá para fora... porque se não eles perdem a galinha dos ovos de ouro.. já ouve casos em que eles compram as patentes de certos projectos e depois arrumam na prateleira... nós vivemos num planeta que até a propria natureza é cheia de energia.... de certeza que há meios bem mais eficientes para nos podermos deslocar sem ser preciso recorrer ao petróleo. por este andar qualquer dia até o ar que respiramos temos que pagar um imposto...
não preciso felizmente de ler nenhum desses livros, para perceber ou aprender qualquer coisa sobre motores a combustão interna,porque os mesmos não tem nada de novo á muitos anos ou decadas!!!!uma coisa tenho eu a certeza, dependemos dos derivados do petróleo, e se não arranjarmos alternativas rapidamente ou a curto prazo podes crer que vais ter quer ir para a rua com uma mascara de gazes na cara!!!como infelizmente já existe em alguns paises aziaticos e não só, já para não falar daquele liquido milagroso que não tem cheiro cor e sabor,e que tanto nós desprediçamos e contaminamos (Àgua)!!!! pois concerteza, que não é facil mudar radicalmente para energias alternativas mas uma coisa é certa já existe á anos, e se não as mudam é porque não querem!!lê um livro de física, depois outro de química e finalmente um de geologia. Talvez aprendas alguma coisa
Só coloco algumas pequenas dúvidas no ponto em que se afirma que é o homem que terá que se adaptar à tecnologia futura, o ideal não seria o inverso?, por isso é que se faz I&D de modo a se arranjar soluções para uso e proveito do Homem (sempre com a perspectiva racional e prática em vista/por vezes!).
As redes de distribuição alternativas ao uso do Ouro Negro, são um ponto a desenvolver, mas são consequência directa do uso em grande escala do mesmo.
Vamos lá a ver! Problemas como o da camada de ozono, efeito de estufa/aquecimento global, são realidades que passaram a fazer parte do nosso quotidiano, sendo nós os únicos responsáveis. Não são produto da natureza, embora ela dê um forte contributo. Aqui, concordo que as novas tecnologias devem servir o homem, no sentido de corrigir os efeitos nefastos da degradação ambiental, desiganadamente através de automóveis cada vez mais limpos.
A outra parte da questão é que o homem, enquanto consumidor, acaba por se adaptar às novas realidades. Por exemplo o facto de passar de ter de lidar/conduzir automóveis diferentes. Os tais cujo feeling poderá ser diferente. Cumps.[]
A questão da Investigação e desenvolvimento é uma questão complicada, que mais parece a pescadinha de rabo na boca. Precisamos de novas soluções para os problemas que arranjámos com as tecnologias (a seu tempo novas) do passado.
Sem pesquisa/capital financeiro/desenvolvimento das tecnlogias actuais e na busca de outras não há avanços, é a estagnação.
Não penso que seja uma actividade dispensável ou de mera publicidade.
Nem eu! Curiosamente, ou não, este é um indicador muito utilizado para determinar o nível de desenvolvimento de um país, estabelecendo-se como valor razoável 1% do PIB para I&D. Daí o esforço do governo nesta matéria,nos últimos orçamentos, para evitar o Brain Drain existente.
As vantagens e benefícios de tais investimentos (quando estes são efectuados de modo integrado em politicas de desenvolvimento ind. da área em questão) só trazem benefícios e a curto prazo.