Dr. João Pedroso contratado pelo M.E.!!!!!!!!

Panzerfaust

Banido
Há que controlar o defice do orçamento de estado, mas apertar o cinto não é de maneira nenhuma para todos. Senão veja-se o caso do fabuloso contrato que João Pedroso, irmão do ex secretario de estado Paulo Pedroso, fez com o Ministério da Educação.
http://radioclube.clix.pt/noticias/body.aspx?id=2527
Curioso é tambem o facto de todos os ministerios terem juristas nos seus quadros de pessoal. Porque será que a tarefa não foi executada pelos juristas do Ministerio da Educação?
 
Última edição:
[privilegiado mode on*]Isso é só uma gota, toda a gente sabe que onde se gasta mais dinheiro é com os vencimentos da função publica?[privilegiado mode off*]



[privilegiado mode*]-come do mesmo tacho e ainda reclama.
 
Pelos vistos, a qualidade dos Juristas ao serviço do Estado é mais fraca do que a que eu supunha.

É por isso que qualquer advogado careta ganha qualquer pleito com o Estado. [;)]

É fácil, é barato e dá milhões. [:)]
 
O Governo, no seu melhor

O Governo, no seu melhor

Sociedade - 21-11-2007 07:19h
Advogado contratado duas vezes


O ministério da Educação contratou duas vezes o mesmo advogado para fazer o mesmo trabalho.

No primeiro contrato, o advogado João Pedroso comprometia-se a fazer um levantamento das leis sobre a Educação e ainda a elaborar um manual de direito da Educação. O trabalho deveria estar concluído até Maio de 2006, mas tal não aconteceu. Apesar de não ter sido concluído nos prazos previstos, o advogado recebeu a remuneração.

Ainda assim,o ministério fez depois com João Pedroso um novo contrato com os mesmos objectivos, mas a pagar uma remuneração muito mais elevada. Em vez dos iniciais 1500 euros por mês, João Pedroso passou a receber 20 mil euros/mês.

Perante estes factos, o ministério da Educação justifica-se dizendo que os objectivos do primeiro contrato não foram cumpridos por erro de avaliação. O secretário-geral do ministério assume as responsabilidades da tutela. Ao Rádio Clube, João da Silva Baptista diz que o ministério não soube avaliar o volume de trabalho que entregou à equipa liderada por João Pedroso da primeira vez.

Por causa do erro de avaliação, o ministério da Educação acabou por ficar sem possibilidade de exigir a João Pedroso para acabar o trabalho pelo qual foi pago e decidiu por isso pagar mais e renovar o contrato.

João Pedroso, contactado pelo Rádio Clube, recusou comentar os contratos que assinou com o ministério da Educação, remetendo todos os esclarecimentos para o Governo.

Uma notícia Rádio Clube investigada pelo jornalista
Nuno Guedes.
[8b]:sh)[:vm)][:vm)][:vm)]
 
Por falar nisso, como ficou aquela história dos 200,000 € pagos pela EP Estradas de Portugal ao escritório Jardim, Sampaio, Caldas & Associados por uma simples minuta? Sempre é verdade ou não ?

É surpreendente de como estas coisas são tão pouco faladas. Até podem ser mentira, mas os assuntos simplesmente desaparecem ou nem chegam sequer a aparecer na agenda mediática.
Os governos PS tem mesmo uma capacidade notável de silenciar a comunicação social, comparativamente à histeria implacável com que a mesma comunicação social afronta governos de direita. Não admira que o saque ao Estado seja muito mais devastador em governos de esquerda, como a história das últimas décadas bem demonstra.
 
Eu não tenho nada contra o Estado pagar fortunas pelos pareceres ou pelos trabalhos desenvolvidos pelos Escritórios de Advocacia de peso.

Os que intentam contra o Estado é isso que fazem e costumam safar-se. O truque é simples. Basta ir no processo um parecer emitido pelo sr. Prof. Marcelo e não há Juiz nenhum que vá contra esse parecer. Limpinho.

Qunto é que custa esse parecer? Coisa pouca. Mas conheço casos em que vale mais de meio milhão de euros...

Mas o assunto em disputa vale à vontade umas 50 ou 100 vezes isso.

E por isso creio que o Estado deveria zelar melhor pelo bem público. Usando as mesmas armas.

Para já, ter dentro de portas equipas de bons juristas. Não daqueles que saíram de certos aviários que nós conhecemos... [:D] [:D]

E depois munir-se com o mesmo tipo de armamento. Coisas simples, tratamento interno.

Coisa complexa, recurso a especialistas externos com acompanhamento interno.
 
Eu não tenho nada contra o Estado pagar fortunas pelos pareceres ou pelos trabalhos desenvolvidos pelos Escritórios de Advocacia de peso.

Os que intentam contra o Estado é isso que fazem e costumam safar-se. O truque é simples. Basta ir no processo um parecer emitido pelo sr. Prof. Marcelo e não há Juiz nenhum que vá contra esse parecer. Limpinho.

Qunto é que custa esse parecer? Coisa pouca. Mas conheço casos em que vale mais de meio milhão de euros...

Mas o assunto em disputa vale à vontade umas 50 ou 100 vezes isso.

E por isso creio que o Estado deveria zelar melhor pelo bem público. Usando as mesmas armas.

Para já, ter dentro de portas equipas de bons juristas. Não daqueles que saíram de certos aviários que nós conhecemos... [:D] [:D]

E depois munir-se com o mesmo tipo de armamento. Coisas simples, tratamento interno.

Coisa complexa, recurso a especialistas externos com acompanhamento interno.

Os calhamaços de palha?

Infelizmente o NOME, em Portugal, vale uma decisão...

É que se for o funcionário X a propôr uma coisa... A ideia não presta....

Mas se for o fulano conhecido Y a propôr a mesma coisa, a ideia é genial...
[:)]
 
Sociedade - 21-11-2007 07:19h
Advogado contratado duas vezes


O ministério da Educação contratou duas vezes o mesmo advogado para fazer o mesmo trabalho.

No primeiro contrato, o advogado João Pedroso comprometia-se a fazer um levantamento das leis sobre a Educação e ainda a elaborar um manual de direito da Educação. O trabalho deveria estar concluído até Maio de 2006, mas tal não aconteceu. Apesar de não ter sido concluído nos prazos previstos, o advogado recebeu a remuneração.

Ainda assim,o ministério fez depois com João Pedroso um novo contrato com os mesmos objectivos, mas a pagar uma remuneração muito mais elevada. Em vez dos iniciais 1500 euros por mês, João Pedroso passou a receber 20 mil euros/mês.

Perante estes factos, o ministério da Educação justifica-se dizendo que os objectivos do primeiro contrato não foram cumpridos por erro de avaliação. O secretário-geral do ministério assume as responsabilidades da tutela. Ao Rádio Clube, João da Silva Baptista diz que o ministério não soube avaliar o volume de trabalho que entregou à equipa liderada por João Pedroso da primeira vez.

Por causa do erro de avaliação, o ministério da Educação acabou por ficar sem possibilidade de exigir a João Pedroso para acabar o trabalho pelo qual foi pago e decidiu por isso pagar mais e renovar o contrato.

João Pedroso, contactado pelo Rádio Clube, recusou comentar os contratos que assinou com o ministério da Educação, remetendo todos os esclarecimentos para o Governo.

Uma notícia Rádio Clube investigada pelo jornalista Nuno Guedes.
[8b]:sh)[:vm)][:vm)][:vm)]

Eu quero ver esse manual... LOL!!!
 
Os calhamaços de palha?

Infelizmente o NOME, em Portugal, vale uma decisão...

É que se for o funcionário X a propôr uma coisa... A ideia não presta....

Mas se for o fulano conhecido Y a propôr a mesma coisa, a ideia é genial...
[:)]
Essa é uma das questões. E é válida para qualquer pleito.

Mas mesmo nas coisas pequenas, o Estado não tem à altura os serviços Jurídicos necessários.

E seria por aí que se deveria começar.

Reparem. A antiga DGV tinha 4 advogados em full time. Qualquer contestação ia logo para a lista das coisas a prescrever, porque não havia hipóteses de se dar vazão à maioria.

Numa perspectiva economicista (e não de moral), o Estado perde muitos e largos milhões, que não perderia se tivesse equipas de advogados competentes a trabalhar dentro do Estado.

E uma coisa que achei curiosa do António Costa, agora na CML foi o de congelar as contratações anunciadas na anterior Presidência, mas fez uma excepção para os Advogados. Esses entraram. [;)]
 
Essa é uma das questões. E é válida para qualquer pleito.

Mas mesmo nas coisas pequenas, o Estado não tem à altura os serviços Jurídicos necessários.

E seria por aí que se deveria começar.

Reparem. A antiga DGV tinha 4 advogados em full time. Qualquer contestação ia logo para a lista das coisas a prescrever, porque não havia hipóteses de se dar vazão à maioria.

Numa perspectiva economicista (e não de moral), o Estado perde muitos e largos milhões, que não perderia se tivesse equipas de advogados competentes a trabalhar dentro do Estado.

E uma coisa que achei curiosa do António Costa, agora na CML foi o de congelar as contratações anunciadas na anterior Presidência, mas fez uma excepção para os Advogados. Esses entraram. [;)]

O que não faltam aí são juristas desempregados... A preço de saldo...

Não vejo o Dr. João Pedroso como um especialista em direito administrativo... Nem sequer direito público... Aliás especialista de nada...

Por isso pagar aquela fortuna vai contra os princípios básicos de gestão de recursos humanos. [;)]

Aliás o útlimo concurso do ME, para que é que o ME precisa de Antropólogos, sociólogos e engenheiros eletromecânicos?[:D]

Em realação à DGV, esta apenas instrui os processos de contra-ordenação e quando chega a fase contenciosa, quem representa o Estado é o Ministério Público...
 
Última edição:
Eu não tenho nada contra o Estado pagar fortunas pelos pareceres ou pelos trabalhos desenvolvidos pelos Escritórios de Advocacia de peso.

Os que intentam contra o Estado é isso que fazem e costumam safar-se. O truque é simples. Basta ir no processo um parecer emitido pelo sr. Prof. Marcelo e não há Juiz nenhum que vá contra esse parecer. Limpinho.

Qunto é que custa esse parecer? Coisa pouca. Mas conheço casos em que vale mais de meio milhão de euros...

Mas o assunto em disputa vale à vontade umas 50 ou 100 vezes isso.

E por isso creio que o Estado deveria zelar melhor pelo bem público. Usando as mesmas armas.

Para já, ter dentro de portas equipas de bons juristas. Não daqueles que saíram de certos aviários que nós conhecemos... [:D] [:D]

E depois munir-se com o mesmo tipo de armamento. Coisas simples, tratamento interno.

Coisa complexa, recurso a especialistas externos com acompanhamento interno.
Neste caso não estamos a falar de representar o estado em nenhum processo judicial. Trata-se apenas de organizar uma simples compilação da legislação publicada no que diz respeito a materias relacionadas com a educação. Uma tarefa simples e que não requer de modo algum um grande especialista em direito, coisa que João Pedroso aliás não é...qualquer que seja a area do direito considerada.
 
E ainda mais facil parece estar estar a ser abafar esta situação. A comunicação social praticamente não pegou no assunto e os partidos que, em teoria, são da oposição, até à data não pressionaram publicamente o governo no sentido de este explicar cabalmente o contrato que fez com João Pedroso.
Só nalguns blogues é que a questão tem estado a ser levantada. Nada de admirar. O mesmo já se passou com a questão da licenciatura de Socrates. Se não tivessem sido os blogues, nunca a comunicação social tinha pegado no assunto.
 
a ignorância graça por estas bandas...antes de acusarem alguém do que quer que seja, que tal tentarem saber um pouco mais?!!!

para além da ignorância no que concerne ao trabalho a realizar, gostei particularmente do desconhecimento profundo das competências de Dr. João Pedroso.
 
Incrível como essa escumalha ainda tem peso.

Assim como é incrível, no governo anterior, a comunicação social em peso abrir quase todos os telejornais com assuntos do governo (e alguns deles eram mentira) e agora com coisas tão flagrantes, ninguém sabe de nada, não é notícia de relevo, é tudo normal.[8b]


Engane-se quem quiser!
Eu não.[:vm)]
 
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