PeLeve
Well-known member
Estava a ler o artigo seguinte e pensei que há 20 anos ninguém falava de Internet, nem se suspeitava que algo assim pudesse vir a existir, pelo menos o "cidadão comum"...
Mas o tempo passou e os homens não pararam de sonhar e criar, criando o que parece ter sido praticamente a "revolução do século" em termos de comunicabilidade e acesso à informação. No entanto tudo parece encaminhar-se para um "afunilamento" que irá "obrigar" a novas soluções... Mas quais?... Que plataformas poderão vir a existir no futuro que possam, em teoria, substituir a Internet tal como hoje a conhecemos?
Mas o tempo passou e os homens não pararam de sonhar e criar, criando o que parece ter sido praticamente a "revolução do século" em termos de comunicabilidade e acesso à informação. No entanto tudo parece encaminhar-se para um "afunilamento" que irá "obrigar" a novas soluções... Mas quais?... Que plataformas poderão vir a existir no futuro que possam, em teoria, substituir a Internet tal como hoje a conhecemos?
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=67597Internet poderá sofrer «engarrafamento» em 2010
A consultora norte-americana Nemertes Research publicou um estudo onde prevê que em 2010 a Internet poderá ficar muito lenta devido ao cada vez maior tráfego de dados que passam pela Rede mundial. A causa é a enorme procura de banda larga por parte dos utilizadores e poderá mesmo levar à paragem de sites como o Google ou o YouTube.
De acordo com o relatório, citado pela BBC, esta situação só deverá ser evitada com um investimento global na melhoria das redes de banda larga na ordem dos 137 mil milhões de dólares.
Os utilizadores correm assim o risco de terem de voltar aos tempos em que faziam o dial-up para aceder à Internet, algo que fará com que seja necessária «mais do que uma tentativa para confirmar uma compra on-line ou demorar mais para se poder ver um vídeo no YouTube», alerta o estudo.
A acrescentar ao estudo surge o facto de a procura de banda larga não mostrar sinais de diminuição.
Um relatório da empresa de estudos de mercado comScore, também citado pela BBC, revela que em Maio só nos EUA quase 75 por cento dos cibernautas viram em média 158 minutos de vídeos on-line e realizaram mais de 8 mil milhões de streamings de vídeo.