Não será altura de reponderar o transporte de mercadorias nas estradas?

Mais acidentes com pesados, hoje, nas nossas estradas. Óbidos, entre Arronches e Campo Maior (EN 246) e A1 (km 234), tendo estas duas últimas situações ocorrido pelo choque entre dois pesados e onde ocorreu derrames de substâncias perigosas e não biodegradáveis (ácido nonilfenol na primeira e soda cáustica na segunda) que se espalharam pelos solos!...

Algumas notícias aqui!...
 
Se começares a postar todos os acidentes sem veículos pesados tás fodid0...ou então possa ser que tenhas tempo pra isso...
Crescer um bocadinho também te fazia bem pé leve.
 
Se começares a postar todos os acidentes sem veículos pesados tás fodid0...ou então possa ser que tenhas tempo pra isso...
Crescer um bocadinho também te fazia bem pé leve.
fodid0 ficavas tu se te prejudicasse...


as mercadorias só não andam mais vezes pelas linha férreas porque a descarga/carga é morosa, e as linhas em PT não estão preparadas para esse tipo de transporte... é só Alcântara-Sacavém e já gozas...


já agora, quando fizerem alguma encomenda a uma Empresa e o propduto vem do estrangeiro, vejam nas cláusulas se no preço final está incluido o seguro de transporte da mercadoria...

[;)]
 
Pé Leve não te faltei ao respeito. Chamei-te à atenção para saberes onde começa e acaba a tua liberdade. Já não é a 1ª vez que abres tópicos a maldizer sobre os veículos/transporte pesado. É uma situação reincidente. Se achas que o podes fazer da forma como fazes devias tar consciente que também podem discordar da mesma forma.
Desceste bastante na minha consiração. Hoje fique surpreendido quando reparei que tinha uma infração devido às minhas respostas neste tópico.
Continuo a dizer que faltas-te ao respeito a todos aqueles que trabalham e vivem deste ramo de negócio.
 
Pé Leve não te faltei ao respeito. Chamei-te à atenção para saberes onde começa e acaba a tua liberdade. Já não é a 1ª vez que abres tópicos a maldizer sobre os veículos/transporte pesado. É uma situação reincidente. Se achas que o podes fazer da forma como fazes devias tar consciente que também podem discordar da mesma forma.
Desceste bastante na minha consiração. Hoje fique surpreendido quando reparei que tinha uma infração devido às minhas respostas neste tópico.
Continuo a dizer que faltas-te ao respeito a todos aqueles que trabalham e vivem deste ramo de negócio.
jomaso, só um esclarecimento, como única excepção "off topic", o título do tópico fala, apenas, em "reponderar o transporte de mercadorias nas estradas" apenas, e somente, como tema para reflectirmos em conjunto sobre a respectiva exequibilidade, ou não, de se repensar o transporte de mercadorias, sobretudo as perigosas, fora das estradas, tendo como ideia inicial a eventual alternativa da ferrovia e atendendo aos aspectos no que à segurança de todos os utentes da rodovia diz directamente respeito!

Nada mais! É uma opinião, de idêntica valia às demais, que não necessita de "crescimento" de quem a tenha e que não é nem melhor nem pior do que as outras! É apenas uma ideia que foi apresentada com respeito e, nessa conformidade, a exigir idêntica retribuição na troca de opiniões.

Espero que, agora, tenhas entendido, ou que eu tenha conseguido ser suficientemente claro nos propósitos do tópico.
 
Mais acidentes com pesados, hoje, nas nossas estradas. Óbidos, entre Arronches e Campo Maior (EN 246) e A1 (km 234), tendo estas duas últimas situações ocorrido pelo choque entre dois pesados e onde ocorreu derrames de substâncias perigosas e não biodegradáveis (ácido nonilfenol na primeira e soda cáustica na segunda) que se espalharam pelos solos!...

Algumas notícias aqui!...

Outro péssimo exemplo da mesma situação Pé Leve que ocorreu hoje numa via de circulação (IC32/PVG) onde diáriamente milhares de Portugueses circulam nas suas viaturas (particulares/trabalho)!

Ponte Vasco da Gama: Trânsito cortado no sentido Montijo-Lisboa

O despiste de um camião-cisterna que transportava amoníaco, à entrada da Ponte Vasco da Gama do lado de Alcochete, está a cortar o trânsito num dos acessos.

Trasfega do amoníaco está para durar
 
Outro péssimo exemplo da mesma situação Pé Leve que ocorreu hoje numa via de circulação (IC32/PVG) onde diáriamente milhares de Portugueses circulam nas suas viaturas (particulares/trabalho)!

Ponte Vasco da Gama: Trânsito cortado no sentido Montijo-Lisboa



Trasfega do amoníaco está para durar
Sim, acabei de ver!

Acho mesmo que este tipo de mercadorias deveria ter outra solução para o respectivo transporte, é que são demasiado frequentes os acidentes com estes pesados que andam com produtos muito perigosos nos mesmo locais por onde toda a gente circula!

Por acaso, e felizmente, não houve danos pessoais a registar, mas podia ter acontecido, como já aconteceu noutras alturas.

Para além do mais, de novo, mais uma catrefa de litros de um produto tóxico que se derrama pelo solo...

As entidades que regulam estas coisas têm mesmo de pensar seriamente numa solução de compromisso que, por um lado, não prejudique os profissionais do sector e, por outro, que leve a que, progressivamente, o transporte de substâncias perigosas seja o mais possível afastado das vias onde circula mais gente!
 
Sim, acabei de ver!

Acho mesmo que este tipo de mercadorias deveria ter outra solução para o respectivo transporte, é que são demasiado frequentes os acidentes com estes pesados que andam com produtos muito perigosos nos mesmo locais por onde toda a gente circula!

Por acaso, e felizmente, não houve danos pessoais a registar, mas podia ter acontecido, como já aconteceu noutras alturas.

Para além do mais, de novo, mais uma catrefa de litros de um produto tóxico que se derrama pelo solo...

As entidades que regulam estas coisas têm mesmo de pensar seriamentenuma solução de compromisso que, por um lado, não prejudique os profissionais do sector e, por outro, que leve a que, progressivamente, o transporte de substâncias perigosas seja o mais possível afastado das vias onde circula mais gente!

Pé Leve por vezes e perante a passividade/inoperância de certos mecanismos, só mesmo com a implementação de medidas drásticas/radicais se conseguem resultados práticos/visíveis e com possibilidade de maximização dos mesmos a médio/longo prazo, o resto em certas situações são mesmo factores secundários.

Quando se vê exemplos de países geográficamente superiores e que resolveram o problema logístico do transporte de mercadorias em tempo útil e histórico..., e a vertente económica muitas vezes apresentada não é desculpa total para não todo processo e o realidade constata-se diáriamente na via pública.

Como já tinha dito acima.
 
Pé Leve por vezes e perante a passividade/inoperância de certos mecanismos, só mesmo com a implementação de medidas drásticas/radicais se conseguem resultados práticos/visíveis e com possibilidade de maximização dos mesmos a médio/longo prazo, o resto em certas situações são mesmo factores secundários.



Como já tinha dito acima.
Exactamente!
 
Os países desenvolvidos apostaram por investir forte no transportes rodoviários há muitos anos, quer pelo investimento feito nas redes viárias quer na segurança e sinalização das mesmas, e ainda hoje estão a colher os frutos disso.
Mas esses são os desenvolvidos....e eu vivo em Portugal.
 
Os países desenvolvidos apostaram por investir forte no transportes rodoviários há muitos anos, quer pelo investimento feito nas redes viárias quer na segurança e sinalização das mesmas, e ainda hoje estão a colher os frutos disso.
Mas esses são os desenvolvidos....e eu vivo em Portugal.

Todos nós vivemos em Portugal!
 
Não tendo lido todos os post de fio a pavio, na minha opinião falta:

Formação adequada e especifica aos condutores de pesados.
Formação na área de segurança às empresas de transportes em especial ás de produtos especiais.

Tal como existem cursos no IEFP para outras profissões deveria de haver cursos ministrados aos condutores em que especifica/teoricamente e com componente prática, lhes fossem feitas demonstrações de como proceder em determinadas situações.

Há empresas que o fazem mas na generalidade basta possuir carta de pesados para se exercer a profissão.
E pontualmente deveria de existir uma reciclagem para adequar os profissionais deste sector ás novas práticas.
 
Concordo com o Excalibur. Acho que o que o referes devia extender-se a todos aqueles que têm carta de condução seja ela de ligeiros ou pesados.
Concordo que há muita gente que não sabe conduzir em Portugal.
O problema é que em PT por razões que têm a ver com a nossa dimensão (entre outras), não há nem nunca houve uma cultura de condução de estrada. As pessoas pegam no carro para irem pró trabalho, às compras e à missa, e quando se metem à estrada não sabem conduzir. Na minha opinião é aqui que está a diferença entre PT e o resto da Europa. Porque lá fora dentro das localidades conduz-se tão mal como cá. O problema é que eles têm formação e cultura de estrada que não existe em Portugal.
O acidente mais grave que o meu pai teve até hoje foi numa auto-route francesa... provocado por um ligeiro.... português.
 
O controle e formação apontado para os condutores profissionais de pesados deveria ser aplicado também aos ligeiros (talvez não apertado).

Claro que já apanhei camionistas "broncos" a conduzir, mas das melhores experiências que já tive em termos de civismo, leitura de situação e facilitação/agilização de trânsito vieram exactamente dos condutores de pesados.
 
Asseguro-te que não é! [;)]

Obrigado pelo devido esclarecimento Pé Leve[;)] a uma eventual (mas falsa!) confusão de identidades que algum membro do fórum AH possa ter tido.

Não tendo lido todos os post de fio a pavio, na minha opinião falta:

Formação adequada e especifica aos condutores de pesados.

Formação na área de segurança às empresas de transportes em especial ás de produtos especiais.

Tal como existem cursos no IEFP para outras profissões deveria de haver cursos ministrados aos condutores em que especifica/teoricamente e com componente prática, lhes fossem feitas demonstrações de como proceder em determinadas situações.

Há empresas que o fazem mas na generalidade basta possuir carta de pesados para se exercer a profissão.

E pontualmente deveria de existir uma reciclagem para adequar os profissionais deste sector ás novas práticas.

Que se faça então!, e se me é permitido no ponto em que se diz pontualmente esta palavra deveria ser substituída pela palavara periódicamente para todas as categorias de autorização de condução, a par com uma fiscalização/repressão/ severa para todos aqueles que simplesmente ignoram o correcto uso e aplicação do código da estrada.
 
Última edição:
Não tendo lido todos os post de fio a pavio, na minha opinião falta:

Formação adequada e especifica aos condutores de pesados.
Formação na área de segurança às empresas de transportes em especial ás de produtos especiais.

Tal como existem cursos no IEFP para outras profissões deveria de haver cursos ministrados aos condutores em que especifica/teoricamente e com componente prática, lhes fossem feitas demonstrações de como proceder em determinadas situações.

Há empresas que o fazem mas na generalidade basta possuir carta de pesados para se exercer a profissão.
E pontualmente deveria de existir uma reciclagem para adequar os profissionais deste sector ás novas práticas.

Concordo inteiramente e subscrevo. Alguma coisa tem de ser feito ao nível da segurança nos transportes pesados de mercadorias e, claro, também ao nível da civilidade em geral, seja dos condutores de pesados seja dos condutores de ligeiros!

O que não pode, pois é inadmissível, é continuar a assistir-se a tantos acidentes, por um lado e no geral, com base na falta de civismo, e, no específico e particular caso dos pesados, relativamente aos pesados que transportam mercadorias perigosas. Por isso seja de uma maneira, seja de outra, seja numa abordagem multidisciplinar, penso que devemos falar nestas coisas, pois alguém que possa ajudar irá ler, mais tarde ou mais cedo!... [:cool:]
 
Se a questão é segurança então resolve-se facilmente: tenho a certeza que se o tacógrafo ou outro método (tipo o de cartão com chip) fosse obrigatório em todas as viaturas que circulam, e que gravasse todas as operações feitas ao volante, haviam muitos menos acidentes, e já não estariamos aqui a discutir isto.
 
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