Socorro a doentes no mar é pago pelos próprios pescadores

O ministro já garantiu que vão perdoar a dívida.


Isso é uma falsa questão, para sair bem na fotografia e aparecer mais logo no telejornal como defensor dos fracos.
O que está em causa é o facto do serviço ser cobrado, coisa que simplesmente não devia acontecer.
Isto são serviços de urgencia e salvamento.
 
Eu creio que quem paga é o segurado e não a companhia de seguros.
Não vejo razão para que o segurado não accione o seu seguro ( ??? ) nestas circunstâncias para que seja esse seguro a pagar a factura.
Tal qual se faz aquando de ummvulgar acidente de automóvel.

Quem paga é a companhia de seguros, por cada prémio emitido, a companhia de seguros tem que pagar uma taxa sobre esse premio para as diversas entidades.
Uma vez que falas em automovel, nesse caso concreto, por cada premio emitido a companhia de seguros paga logo a cabeça uma percentagem para o fundo de garantia automovel.
Obvio que o segurado pode e deve activar o seguro, o Inem e outras entidades é que não têm que vir facturar as companhias de seguros o transpostes desses segurados pois ja estao a receber antecipadamente por serviços que possam vir a prestar.
Assim como nós fazemos os nossos descontos para a seg. social para podermos usufruir de certos serviços com isenção, ou pagando uma taxa moderadora, tambem nestes casos tem de ser igual, caso contrario estao a receber duas vezes.
 
O ministro já garantiu que vão perdoar a dívida.


Sim tambem li isso mas começo é a achar engraçado os serviços não funcionarem e depois vêm os ministros dizerem "não não, o cidadão tem razão, vamos rever o caso."

Foi assim com a tal senhora que trabalhava numa junta de freguesia, a quem foi negada a incapacidade e esta a ser igual agora neste caso.

Alguma coisa esta mal...
 
há coisas que não lembra o diabo.
este seviço da FA de recolha de doentes em alto mar,
sempre foi pago, desde os tempos da outra senhora.

se está errado?
depende dos casos:
se a recolha é para o armador poupar gasolio de vir a terra deixar o doente, deve pagar. a maioria dos casos.
se é porque o tempo que leva o navio a chegar a terra significa a morte do doente ,não deve pagar, estes são uma pequena parte.
 
Estou totalmente contra que em situações destas o sinistrado tenha que pagar a ajuda prerstada, e que lhe é devida.

Mas reconheço que o INEM devia ter ele proprio meios para o socorro, e não as F.Armadas.
Em nenhum país da OTAN, o serviço "SAR" (Salvamento e resgate no mar), é da respobaabilidade da F.A, mas sim de organismos proprios criados para o efeito (exemplo: aqui ao lado a Espanha)

"Cada macaco no seu galho" - As F.A. tem as suas responsabilidades como tal, e não devem ser "pau para toda a obra", somente em casos muito excepcionais (terramotos, inundações, grandes incêncios etc)
 
Estou totalmente contra que em situações destas o sinistrado tenha que pagar a ajuda prerstada, e que lhe é devida.

Mas reconheço que o INEM devia ter ele proprio meios para o socorro, e não as F.Armadas.
Em nenhum país da OTAN, o serviço "SAR" (Salvamento e resgate no mar), é da respobaabilidade da F.A, mas sim de organismos proprios criados para o efeito (exemplo: aqui ao lado a Espanha)

"Cada macaco no seu galho" - As F.A. tem as suas responsabilidades como tal, e não devem ser "pau para toda a obra", somente em casos muito excepcionais (terramotos, inundações, grandes incêncios etc)

mas não é o sinistrado que debitado o transporte é a o armador (dono do navio ou barco. e não se trata de nenhum serviço de salvamento é de transporte de doentes.
 
Estou totalmente contra que em situações destas o sinistrado tenha que pagar a ajuda prerstada, e que lhe é devida.

Mas reconheço que o INEM devia ter ele proprio meios para o socorro, e não as F.Armadas.
Em nenhum país da OTAN, o serviço "SAR" (Salvamento e resgate no mar), é da respobaabilidade da F.A, mas sim de organismos proprios criados para o efeito (exemplo: aqui ao lado a Espanha)

"Cada macaco no seu galho" - As F.A. tem as suas responsabilidades como tal, e não devem ser "pau para toda a obra", somente em casos muito excepcionais (terramotos, inundações, grandes incêncios etc)


Meios / Helicópteros

Os Helicópteros de emergência médica do INEM são utilizados no transporte de doentes graves entre unidades de saúde ou entre o local da ocorrência e a unidade de saúde. Estão equipados com material de Suporte Avançado de Vida, sendo a tripulação composta por um médico, um enfermeiro e dois pilotos. O INEM dispõe actualmente de dois helicópteros próprios, sediados no aeródromo de Tires, em Lisboa, e no Hospital Pedro Hispano, no Porto. O INEM assegura também a equipa médica do helicóptero do Serviço Nacional de Bombeiros situado em Santa Comba Dão, o qual funciona no período nocturno. Sempre que necessário pode recorrer também à utilização dos helicópteros da Força Aérea Portuguesa.


CODU-MAR
O Centro de Orientação de Doentes Urgentes–Mar (CODU–Mar) tem por missão prestar aconselhamento médico a situações de emergência que se verifiquem a bordo de embarcações (inscritos marítimos). Uma equipa de médicos garante, 24 horas por dia, respostas a questões como os cuidados a prestar, formas de proceder e terapêutica a administrar. Se necessário, o CODU-Mar pode accionar a evacuação do doente e organizar o acolhimento em terra e posterior encaminhamento para o serviço hospitalar adequado.

www.inem.pt
 
mas não é o sinistrado que debitado o transporte é a o armador (dono do navio ou barco. e não se trata de nenhum serviço de salvamento é de transporte de doentes.

Nao estejas a bater nessa tecla porque o armador noa se chateia com ter que vir trazer o homensito a terra, sera indemnizado, pela seguradora, pelos lucros cessantes, é igual aos reboques, quando um barco fica sem comando no mar o reboque é prestado pelo navio que estiver mais perto e esse sera posteriormente indemnizado, não vem por norma, nenhum navio rebocador de terra.

No inverno é um fartote de reboques, vao para o mar, como a pesca é dificil passam o tempo a rebocarem-se uns aos outros para ganharem uns trocos a conta das seguradoras, ja na altura do defeso é os acidentes de trabalho. lolol
 
Qualquer dia chegamos ao ponto, de eles andarem com aqueles aparelhos de multibanco portáteis (como a Bt) para pagar na altura, se não houver dinheiro não há salvamento.:sh)
 
Eu li a noticia hoje de manha e pensei: porra é caro. Imaginem agora qt custam os bombeiros, as estradas, os hospitais, os tribunais e lá se percebe para onde vao os impostos.
E tou a falar dos impostos num sentido idilico, já sei que ha mto desperdicio. Mas se nao pagassemos impostos nenhuns qt nao custariam a vida? Ter de pagar por tudo. A casa a arder e os bombeiros à espera do cheque!!
 
Bem me parecia que isto era uma noticia à 24horas!!!
Tanta "treta" e são apenas 2 casos...........
Enfim...... com tantas coisas mais importantes para nos preocuparmos............
Quando não há noticias; "arranjan-se"........ :sh)
 
quanto ao que pensas pouco me importa

o meu pai teve 5 anos a arriscar a vida nos açores dentro dum avião a fazer a busca e salvamento, por isso mesmo, digo novamente que o que pensas não importa

mas que é muito mais giro ir logo atras dum navio estrangeiro do que dum portugues la isso é verdade
 
Por acaso este tema é constitui para mim um dilema.

A chamada de uma ambulância para socorrer um trabalhador tem um custo de 30 euros, sendo a factura enviada para a empresa. O serviço só não é cobrado se o médico que assiste o paciente no hospital considerar que havia de facto urgência e absoluta necessidade do paciente ir para o hospital.

Resultado: em dias de maior carga de trabalho ou de maior calor, existem muitas situações de desmaios de pessoal dos armazéns. Chama-se a ambulância e na grande maioria das vezes o médico decide que a situação não era urgente e é cobrado o transporte por ambulância.

No entanto, se a ambulância fosse sempre de borla, poderia dar origem a alguns abusos, é verdade. Haverá seguros que cubram estas situações (o de acidentes de trabalho só cobre se for mesmo acidente...)?
 
quanto ao que pensas pouco me importa

o meu pai teve 5 anos a arriscar a vida nos açores dentro dum avião a fazer a busca e salvamento, por isso mesmo, digo novamente que o que pensas não importa

mas que é muito mais giro ir logo atras dum navio estrangeiro do que dum portugues la isso é verdade

O que penso?!
Como é que sabes o que eu penso?!

Pelo contrário, gostava de saber o porquê dos pescadores terem morrido perto da costa e o que isso tem a ver com este caso!
 
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