EUA: Morreu piloto que largou bomba atómica sobre Hiroshima

Pensei o mesmo...



Se a pátria me dissér para pegar numa G3 e começar a matar gregos, eu não o faço.

Epá vocês não descontextualizem o que se passou.


Na altura, para o bem e para o mal, era "normal" (:sh)) usar as populações civis inocentes como alvos e estratégia de guerras!! Todos usavam esta estratégia: alemães, russos, japoneses, ingleses, americanos.... todos!

Não havia inocentes nem meninos de coro. Se os japonezes, alemães, chineses, russos, whatever não usaram uma bomba atómica foi por não a terem obtido primeiro... E felizmente também para nós isso não aconteceu!

De resto, muito se fala da quantidade de mortos devido à bomba atómica, mas esquece-se que morreram muito mais nos bombardeamentos convencionais...
 
Última edição:
Na altura que se lançou a BA a guerra já estava perdida para o Japão...até compreendo dentro do contexto da epoca o lançamento da 1ªBA mas nunca percebi qual a razão de terem lançado a 2ª algumas horas depois...[:blush:] [:blush:] [:blush:]


Pronto... mas o lançamento da BA permitiu o fim da guerra imediato.... se, se continuasse a guerra com armas convencionais em principio iriam morrer muitas mais pessoas do que as que morreram(enfim é uma visao pragmatica das coisas)....!
 
acho que está tudo descontextualizado do que é uma guerra mundial e as suas consequencias.

Hoje em dia usar uma bomba atómica é quase impensavel (pelo menos sem ser num acto terrorista).

Na altura foi a saída mais fácil.

Sinceramente não podem analisar factos históricos, como se eles se passassem hoje.
 
Foram 3 dias de intervalo entre os dois lançamentos, mas Nephilim a expressão Vitória Total e sem Reservas é muito clara aliás seria o que o Japão teria feito aos EUA em caso de derrota deste aliado.

O Japão teria feito o mesmo...neste tempo era vulgar os bombardiamentos massivos sobre zonas habitacionais...enfim...

a 2ªbomba não tem explicação logica foi mais um delirio assassino escusado...
 
Se todos os soldados existentes fossem como eu estávamos nós bem, porque guerra seria uma das palavras erradicadas do dicionário...


Eu falei nos soldados aliados.... tu estas a falar em todos....



De qualquer forma estás a falar em cenarios utopicos que sabes que nao existem...(que é o facto de todos ao mesmo tempo no mundo renunciarem à violencia)!
 
Não havia inocentes nem meninos de coro. Se os japonezes, alemães, chineses, russos, whatever não usaram uma bomba atómica foi por não a terem obtido primeiro... E felizmente também para nós!

De resto, muito se fala da quantidade de mortos devido à bomba atómica, mas esquece-se que morreram muito mais nos bombardeamentos convencionais...

Para não falar das expriências químicas efectuadas pelo império japonês na altura em solo chinês (atrocidades!).
 
É evidente que os EUA queriam uma derrota humilhante para o Japão. Embora sabendo que os japoneses estariam derrotados e sem hipotese de retaliação, os EUA nunca deram ao Japão a possibilidade de alcançarem uma paz negociada e com condições, eles queriam era mesmo ocupar o Japão, e para isso tinham então duas possibilidades: Invadirem directamente o Pais, ou fazer explodir a BA.
É evidente que preferiram a segunda, pois não acarretava baixas para o seu lado, e o mais importante prevendo já no futuro de uma possivel confrontação com a URSS, demonstrar (com resultados práticos no teatro de operações),a esta a nova e poderosa arma que tinham no seu arsenal
 
Epá vocês não descontextualizem o que se passou.


Na altura, para o bem e para o mal, era "normal" (:sh)) usar as populações civis inocentes como alvos e estratégia de guerras!! Todos usavam esta estratégia: alemães, russos, japoneses, ingleses, americanos.... todos!

Não havia inocentes nem meninos de coro. Se os japonezes, alemães, chineses, russos, whatever não usaram uma bomba atómica foi por não a terem obtido primeiro... E felizmente também para nós isso não aconteceu!

De resto, muito se fala da quantidade de mortos devido à bomba atómica, mas esquece-se que morreram muito mais nos bombardeamentos convencionais...
Não é pelo facto de "todos fazerem" que este acto se torna "desculpável"...
 
O Japão teria feito o mesmo...neste tempo era vulgar os bombardiamentos massivos sobre zonas habitacionais...enfim...

a 2ªbomba não tem explicação logica foi mais um delirio assassino escusado...

Valeu uma rendição incondicional por parte do império japonês, isso para as forças aliadas é/foi um motivo razoável após o esforço de milhões de soldados aliados pela Vitória Total!
 
É evidente que os EUA queriam uma derrota humilhante para o Japão. Embora sabendo que os japoneses estariam derrotados e sem hipotese de retaliação, os EUA nunca deram ao Japão a possibilidade de alcançarem uma paz negociada e com condições, eles queriam era mesmo ocupar o Japão, e para isso tinham então duas possibilidades: Invadirem directamente o Pais, ou fazer explodir a BA.
É evidente que preferiram a segunda, pois não acarretava baixas para o seu lado, e o mais importante prevendo já no futuro de uma possivel confrontação com a URSS, demonstrar (com resultados práticos no teatro de operações),a esta a nova e poderosa arma que tinham no seu arsenal

Exactamente...bom topicoapr:) apr:) apr:) apr:)
 
É evidente que os EUA queriam uma derrota humilhante para o Japão. Embora sabendo que os japoneses estariam derrotados e sem hipotese de retaliação, os EUA nunca deram ao Japão a possibilidade de alcançarem uma paz negociada e com condições, eles queriam era mesmo ocupar o Japão, e para isso tinham então duas possibilidades: Invadirem directamente o Pais, ou fazer explodir a BA.
É evidente que preferiram a segunda, pois não acarretava baixas para o seu lado, e o mais importante prevendo já no futuro de uma possivel confrontação com a URSS, demonstrar (com resultados práticos no teatro de operações),a esta a nova e poderosa arma que tinham no seu arsenal


Eu penso mesmo que foi para evitar mais baixas!!(de qualquer forma bem vistas as coisas de forma pragmatica talvez tenha evitado muitas mais mortes(total) dos dois lados)!!



Também é bom que se ponham no lugar de um marinheiro dos USA e da respectiva familia e pensem como ele naquele momento....o mais certo é que apoiariam o lançamento da BA.... pois morrer por morrer que morram os outros!!
 
há com cada um...mas desde quando criticar a politica norte americana é sinal de xenófobia?[:blush:] [:D] [:D] [:D] [:D]

(TPC...ver o dicionário e fazer a copia do que diz sobre xenófobia 10 vezes...[:)] )
Os americanos tinham de ser inventados se não existissem... [:vm)]
Mas qual política? A ambiguidade que possa existir na frase desaparece com o belo do smiley do vómito!
 
Até que enfim alguém percebeu!...

Não é minimamente comparável a partir do momento em que este homem provavelmente mal sabia o alcance da carga que transportava.

Enquanto que os soldados das SS praticavam actos físicos directamente sobre terceiros.

Além de um comentário muito infeliz, no caso do homem só ter vindo a saber depois o tipo de material que lançou, é de ficar atónito com a ingenuidade de quem lança um comentário assim sem sequer pensar na eventualidade de este homem ter vivido quê, 70 anos?, com pensamentos e remorsos diários por uma coisa que não foi mais que uma ordem e que para a qual desconhecia o resultado.

EDIT

Soube agora que o indivíduo nunca se mostrou complacente ou arrependido, e nesse caso, partilho da opinião contrária ao que escrevi acima!
 
Última edição:
Eu penso mesmo que foi para evitar mais baixas!!(de qualquer forma bem vistas as coisas de forma pragmatica talvez tenha evitado muitas mais mortes(total) dos dois lados)!!



Também é bom que se ponham no lugar de um marinheiro dos USA e da respectiva familia e pensem como ele naquele momento....o mais certo é que apoiariam o lançamento da BA.... pois morrer por morrer que morram os outros!!

Então, mesmo principio deve ser aplicado aos soldados portugueses que lutaram em Africa.
 
Sobreviventes de Hiroshima lamentam que Tibbets nunca tenha pedido perdão

Há 5 horas
TÓQUIO (AFP) — Os sobreviventes do ataque atômico de Hiroshima lamentaram que o piloto americano do bombardeiro que lançou a bomba, e que morreu na quinta-feira, nunca tenha apresentado um pedido de desculpas ao povo japonês.
Paul Tibbets, que estava no comando do B-29 no momento em que a bomba atômica foi lançada, em 6 de agosto de 1945, faleceu nos Estados Unidos aos 92 anos.
Quase 140.000 pessoas - praticamente metade da população de Hiroshima na época - morreram na explosão e outras 80.000 nos meses e anos seguintes, devido aos efeitos da radiação ou a queimaduras.
Os Estados Unidos jamais pediram desculpas pelos bombardeios atômicos de Hiroshima e, três dias mais tarde, Nagasaki, os primeiros e únicos da história, que precipitaram a rendição japonesa, anunciada no dia 14 de agosto.
"Tibbets nunca pediu perdão por imaginar, como o governo dos Estados Unidos, que a bomba, ao acabar com a guerra, salvou milhões de americanos e japoneses", lamentou Nori Tohei, co-presidente da Confederação Japonesa de Organizações de Vítimas das Bombas A e H.
"Porém, gostaria que tivesse visitado Hiroshima para ver o que fez", acrescentou Tohei, de 79 anos, que sobreviveu à explosão.
"Como soldado seguiu ordens, mas eu gostaria que tivesse reconhecido que foi um erro e que tivesse pedido perdão por todos os que morreram e pelos que sofreram as seqüelas durante tantos anos", concluiu.
http://afp.google.com/article/ALeqM5hhmBNmWdWwqv0mM3iH_Q9yTzGx0A

O Público de hoje, Dia de Finados, informa que «morreu Paul Tibbets, o piloto que deixou cair a bomba atómica americana sobre a cidade de Hiroxima».

«Deixou cair»: curiosa forma de dizer, não é? Como se se tratasse de deixar cair um prato, um copo...
Depois, há o raio da coincidência de estas bombas que caem, caírem sempre sobre outros países; e matarem, sempre e só, pessoas desses outros países.

Diz-nos o mesmo Público que essa bomba, ao cair, matou 78.000 pessoas.
Ainda que pecando por defeito, este número é bem demonstrativo do que significam palavras como: BARBÁRIE, HORROR.

Diz-nos, ainda, o Público que a bomba deixada cair sobre Hiroxima levou à rendição do Japão e ao fim da II Cuerra Mundial - estória que, como se vê, continua a fazer caminho nos média dominantes, apesar de ser por de mais sabido que se trata de uma monumental patranha.
E se dúvidas houvesse, bastaria o que sobre a matéria consta no célebre dossier, elaborado, em 1946, pelos serviços secretos dos EUA, e divulgado cerca de cinquenta anos depois.

Um dia destes, se se proporcionar, voltarei ao assunto - quanto mais não seja para relembrar com factos que, cerca de dois meses antes do lançamento das bombas sobre Hiroxima e Nagasáqui, os EUA sabiam que o imperador japonês decidira render-se.

Diz-nos, ainda, o Público, que Paul Tibbets - que morreu com 92 anos de idade - «nunca se arrependeu» de, então com trinta anos, ter deixado cair a bomba que matou dezenas de milhares de pessoas.

Assim sendo, é óbvio que este homem morreu feliz, de consciência tranquila, sem arrependimentos fosse do que fosse - a não ser, talvez, daquela bofetada que, num dia de má disposição, deixou cair sobre um filho traquina... Isto digo eu.

Aliás, o extremado amor de Paul Tibbets à família está bem patente no facto de ter «baptizado com o nome da sua mãe: Enola Gay», o B-29 do qual, no dia 6 de Agosto de 1945 - em nome da mãe - deixou cair a bomba atómica que matou dezenas de milhares de mães, de pais, de filhos.
http://cravodeabril.blogspot.com/2007/11/notcia-de-dia-de-finados.html

Hiroshima 60 anos
06/08/2005 16:20
Em homenagem à mãe

arquivo05_f24.jpg
arquivo05_f39.jpg
Experiente piloto com missões de bombardeio sobre a Alemanha, o coronel Paul Tibbets Jr, então com 30 anos, foi o escolhido para lançar a bomba sobre Hiroshima. Comandante do 509º Grupamento Aéreo dos Estados Unidos, desde fevereiro de 1945 preparava-se para a missão.
Para realizá-la, Tibbets escolheu pessoalmente um gigantesco quadrimotor B-29 que ganhou o nome de Enola Gay, em homenagem à mãe dele. Desde o final de abril, o comandante aguardava, na pequena ilha de Tinian, no Arquipélago das Marianas (meio do Pacífico), a ordem para bombardear o Japão.
Dos 1,5 mil membros do esquadrão, Tibbets era o único a saber para que estava sendo treinado. Os demais membros da tripulação que acompanhou o piloto apenas tinham recebido instruções vagas sobre o que fariam. Vivo até hoje, com 90 anos, Tibbets acredita ter feito o necessário para acabar com a guerra e não se arrepende de ter matado 119 mil pessoas no ataque.
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/arquivo05.asp
 
Qualquer Militar que responda a Ordens do seu Chefe de Estado Maior cumpre ordens superiores.

Por vezes, no cumprimento de uma missão, esse militar só se apercebe da magnitude do seu acto, depois de desempenhada a missão, presumo que foi isto que ocorreu com Paul Tibets.

Executou uma missão de guerra, cumprindo ordens, se o não fizesse seria considerado traidor, e responderia em tribunal marcial, o que em tempo de guerra dava direito a pelotão de fuzilamento.
 
DGSE chief Pierre Marion numa entrevista à CNN

E para o Pé Leve, vê lá se não cais da tua cadeirinha! Tinha outra ideia de ti mas cada vez mais te mostras como presunçoso, "superior" e xenófobo!

E vê lá se começas a ser coerente e quando alguém colocar smileys destes [:vm)]ou afirmações dessas quando o assunto são ciganos/pretos/etc. deixas os falsos moralismos para outro moderador.
worldtiki, só um pequeno reparo, depois destes anos todos a ajudar, aqui e para todos vós, com amizade e, tantas vezes, com sacrifício pessoal, a única coisa que eu exijo é ser tratado pelos demais precisamente da mesma forma que eu os trato. Desse modo não tolerarei mais nenhum insulto pessoal. Não concordas com a ideia rebates, se quiseres, ou não rebates. Insultos pessoais não!

A minha resposta é contra a brutalidade de tantas mortes e da indiferença, depois, de quem fez a guerra, sem que um pedido de desculpas fosse formulado.

Este post não é para responderem, este esclarecimento ficou dado e é, tão só, uma aclaração e um pedido para ser tido em linha de conta.
 
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