Deixemo-nos de arabescos...
Filho de patrão é filho de patrão. Não há nada do mundo que se possa equivaler a isso. [

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E o caso do hpventura (que não me vai levar a mal) é o caso típico dos descendentes: O meu pai (mãe) pode ser uma pessoa dura comigo, mas no fim saio sempre a ganhar. Vou herdar esta coisa, portanto, vale a pena.
Como é que um profissional habilitado pode alimentar expectactivas legítimas de progressão na empresa, sabendo que no final vai concorrer com o(s) filho(s) do patrão?
Ainda há tempos, um CEO de uma PME, que tem desenvolvido um excelente trabalho, desabafou comigo que quando eles, os filhos do patrão (4) tiverem trinta e muitos, vão querer desempenhar o seu papel dentro da Empresa e que o lugar dele está a prazo.
Ninguém tem culpa destas situações, mas há que ter consciência do estado actual das pequenas Empresas e pensar em criar soluções a tempo.
De lembrar que na idade média se criaram regras de heranças que ajudou a proteger a propriedade da família. [

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