Mas um carro não nos pode transmitir sensações/divertimento só pelo motor, há mais coisas envolvidas como a direcção e respectivo input, suspensão, interacção... é o caso do VTI? Já agora, tens um? Que podes dizer dele, nomeadamente em termos de estabilidade em AE, direcção e travões?
Quanto à questão do teu post a seguir... entraste um bocado a despropósito com o comentário que se viu e que entretanto alteraste ao admitir o erro. Daí eu ter colocado a bold a palavra "fundamentem" no principio, para evitar situações como esta. []
A ideia é trocar impressões, porque há perspectivas diferentes dos conceitos de "divertido", "eficaz", etc, e para isso é preciso que as pessoas expliquem "prefiro porque A e B".
Ok. Claro. Sim, tenho tb um 1.6 Vti Vtec EK4 preto de 1997.
A estabilidade em AE é boa, os travões tomam bem conta do recado e a direcção é muito precisa.
A suspensão é boa, um pouco dura mas muito eficaz. O carro em situações extremas, se sai fora de controlo ( assim que me lembre só grandas maluqueiras) é relativamente fácil de domar em virtude também do seu baixo centro de gravidade e força do motor. Este Honda não filtra demasiado as sensações, sendo até muito sensível e comunicativo.Se acelerarmos a sério com ele ainda nos apercebemos mais do quanto isso é verdade.
A nível de barulhos parasitas não há grande coisa ( ou melhor não os há, pelo menos no meu caso), o carro no seu interior transmite uma boa sensação de solidez e conforto, embora não seja referencial nesse aspecto, tem boa qualidade. Acredito que em alguns aspectos o BMW esteja acima nomeadamente, apresentação de interiores, em termos de comportamento está um pouco acima também, mas não é muito mais que isso...
Acho que o tipo de pessoa que procura um destes 2 carros, geralmente dá nota importante a prestações e sensações mas também a segurança e comportamento. O Honda na maioria dos items, neste comparativo em particular, penso que está melhor.
Não que a BMW, não tenha carros muito bons,claro que os tem. Então se formos para modelos de topo, apercebemo-nos do poderio quase inigualável que a marca bávara tem.
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