Empresas Familiares "valem" 60% da Riqueza Europeia, e 50% dos Empregos.

Devo reconhecer que o Pé Leve não faz parte do Bloco Anti-Empresarios, embora por vezes tambem dê as suas bicadas fortes e com pouco sentido.

É um mistério muito complexo. [:D]
Não tem mistério, tem um leque de apreciação que compreende a visão empresarial, pelo menos em parte, e a visão dos colaboradores, sejam públicos, sejam privados! O resto, bem, o resto talvez seja a tentativa, que espero não seja vã, de compatibilizar o alegadamente incompatibilizável... [:p][;)]
 
Ainda bem que o 330i nos saúda com tópicos destes. [;)]

Porque esta temática das Empresas Familiares poucas vezes é abordada, não apenas aqui, mas na sociedade em geral, e é de extrema importância conhecermos o tecido empresarial, as causas e consequências do que lhe sucede.

E é fascinante verificar que esta teoria de gerações corresponde à realidade. E geralmente a 2ª existe, enquanto o fundador está vivo. Depois, é a batalha pelos despojos.

Na minha família, as Empresas têm ficado na 1ª geração.

O meu avô antes dos 60 anos, passou as empresas dele para outras realidades. Fez o melhor que pôde para defender o seu projecto e as pessoas que trabalhavam nele, e integrou as suas empresas noutras estruturas empresariais, que diga-se de passagem, ainda existem e são extremamente saudáveis. Eu diria mesmo, muito rentáveis. [;)]

Se as tivesse deixado aos filhos, aquilo fechava em menos de 2 anos...

A minha mãe é médica e sempre quis seguir essa carreira. Não dava. O meu tio, é mais para comprar um 911 agora e o novo modelo a seguir. Sempre esteve envolvido na competição e nunca saíria de lá.
Seria uma desgraça.

Já com o meu pai, o mesmo. Nem eu ou o meu irmão nos vamos envolver no projecto dele. Aquilo é uma empresa de Engenharia e os seus colaboradores são Engenheiros. Mecânicos e de Materiais.
E como a Empresa é pequena, não faz sentido. Nota-se logo quem é que está ali a mais. O futuro será o meu pai entregar o management aos seus colaboradores. A maioria já é associado, de modo que por aí não vai haver crise, mas vai ser fora da família.

E creio ser esse o drama das empresas familiares. Os pais insistirem na sucessão. Por todas as boas razões do mundo, com certeza, mas tal como na monarquia, o filho do Rei pode ser um nabo de todo o tamanho e o que as Empresas precisam para ser competitivas é de uma boa Gestão.

Mas para que tudo isto funcione bem, é preciso mudar a mentalidade das pessoas. E isso ainda vai longe...
 
Ainda bem que o 330i nos saúda com tópicos destes. [;)]

Porque esta temática das Empresas Familiares poucas vezes é abordada, não apenas aqui, mas na sociedade em geral, e é de extrema importância conhecermos o tecido empresarial, as causas e consequências do que lhe sucede.

E é fascinante verificar que esta teoria de gerações corresponde à realidade. E geralmente a 2ª existe, enquanto o fundador está vivo. Depois, é a batalha pelos despojos.

Na minha família, as Empresas têm ficado na 1ª geração.

O meu avô antes dos 60 anos, passou as empresas dele para outras realidades. Fez o melhor que pôde para defender o seu projecto e as pessoas que trabalhavam nele, e integrou as suas empresas noutras estruturas empresariais, que diga-se de passagem, ainda existem e são extremamente saudáveis. Eu diria mesmo, muito rentáveis. [;)]

Se as tivesse deixado aos filhos, aquilo fechava em menos de 2 anos...

A minha mãe é médica e sempre quis seguir essa carreira. Não dava. O meu tio, é mais para comprar um 911 agora e o novo modelo a seguir. Sempre esteve envolvido na competição e nunca saíria de lá.
Seria uma desgraça.

Já com o meu pai, o mesmo. Nem eu ou o meu irmão nos vamos envolver no projecto dele. Aquilo é uma empresa de Engenharia e os seus colaboradores são Engenheiros. Mecânicos e de Materiais.
E como a Empresa é pequena, não faz sentido. Nota-se logo quem é que está ali a mais. O futuro será o meu pai entregar o management aos seus colaboradores. A maioria já é associado, de modo que por aí não vai haver crise, mas vai ser fora da família.

E creio ser esse o drama das empresas familiares. Os pais insistirem na sucessão. Por todas as boas razões do mundo, com certeza, mas tal como na monarquia, o filho do Rei pode ser um nabo de todo o tamanho e o que as Empresas precisam para ser competitivas é de uma boa Gestão.

Mas para que tudo isto funcione bem, é preciso mudar a mentalidade das pessoas. E isso ainda vai longe...
Muito bem exposto, Carlos.L.

apr:)apr:)apr:)apr:)apr:)
 
Ainda bem que o 330i nos saúda com tópicos destes. [;)]

Porque esta temática das Empresas Familiares poucas vezes é abordada, não apenas aqui, mas na sociedade em geral, e é de extrema importância conhecermos o tecido empresarial, as causas e consequências do que lhe sucede.

E é fascinante verificar que esta teoria de gerações corresponde à realidade. E geralmente a 2ª existe, enquanto o fundador está vivo. Depois, é a batalha pelos despojos.

Na minha família, as Empresas têm ficado na 1ª geração.

O meu avô antes dos 60 anos, passou as empresas dele para outras realidades. Fez o melhor que pôde para defender o seu projecto e as pessoas que trabalhavam nele, e integrou as suas empresas noutras estruturas empresariais, que diga-se de passagem, ainda existem e são extremamente saudáveis. Eu diria mesmo, muito rentáveis. [;)]

Se as tivesse deixado aos filhos, aquilo fechava em menos de 2 anos...

A minha mãe é médica e sempre quis seguir essa carreira. Não dava. O meu tio, é mais para comprar um 911 agora e o novo modelo a seguir. Sempre esteve envolvido na competição e nunca saíria de lá.
Seria uma desgraça.

Já com o meu pai, o mesmo. Nem eu ou o meu irmão nos vamos envolver no projecto dele. Aquilo é uma empresa de Engenharia e os seus colaboradores são Engenheiros. Mecânicos e de Materiais.
E como a Empresa é pequena, não faz sentido. Nota-se logo quem é que está ali a mais. O futuro será o meu pai entregar o management aos seus colaboradores. A maioria já é associado, de modo que por aí não vai haver crise, mas vai ser fora da família.

E creio ser esse o drama das empresas familiares. Os pais insistirem na sucessão. Por todas as boas razões do mundo, com certeza, mas tal como na monarquia, o filho do Rei pode ser um nabo de todo o tamanho e o que as Empresas precisam para ser competitivas é de uma boa Gestão.

Mas para que tudo isto funcione bem, é preciso mudar a mentalidade das pessoas. E isso ainda vai longe...

obrigado Carlos,[;)]
Deixaste aqui um bom exemplo, da "não-sucessão monarquica", vê la se um dos netos do teu pai ([:D] [:D] [:D] ) nao vai seguir Engenharia, e "pega" as redeas da empresa..[;)]
 
obrigado Carlos,[;)]
Deixaste aqui um bom exemplo, da "não-sucessão monarquica", vê la se um dos netos do teu pai ([:D] [:D] [:D] ) nao vai seguir Engenharia, e "pega" as redeas da empresa..[;)]
Ao que se sabe, o meu pai não tem netos... [:D]

O meu irmão é engº Informático e não está para aí virado, eu sou de Gestão (pau para toda a obra...) e já tenho sarna para me coçar. [:)]

Mas tu sabes e eu sei, que a sucessão nas empresas é muito complicada. É difícil a um pai deixar de querer ter um filho a seguir a sua obra...

Mas está errado, pois as regras do jogo estão viciadas à partida. E quem sofre mais são os restantes colaboradores...

E os filhos. [;)]
 
................O meu irmão é engº Informático e não está para aí virado, eu sou de Gestão (pau para toda a obra...) e já tenho sarna para me coçar. [:)]

Podes sempre fazer uma "perninha" na Direcçao Geral [;)]
basta só "escolher" o caminho, para que alguem não se "perca" (!!!)[:D] [:D] [:D]
 
A empresa em que trabalho, é uma empresa familiar, existe desde 1915, e faz agora a transição para a 4ª geração.

Tem sido até agora uma empresa de sucesso, com alguns altos e baixos, mas que se tem aguentado no altamente competitivo mercado, em que estamos inseridos.

Neste momento, todo o grupo de empresas, emprega cerca de 500 funcionários.
 
Só para "lembrar" aqueles que passam o dia a "bater no ceguinho" (!!!)
[:D] [:D] [:D] [:D] [:D] [:D]


"Responsáveis por cerca de 60 por cento da riqueza e mais de metade dos empregos na União Europeia, as empresas familiares são demasiado importantes para serem apenas um assunto de família.
Termina hoje o segundo congresso da associação portuguesa de empresas familiares portuguesas.

De uma maneira geral, consideram-se empresas familiares as empresas em que a maioria ou parte importante do capital social é detida por pessoas ligadas por laços familiares e, simultaneamente, algumas dessas pessoas participam nos órgãos de gestão, exercendo uma influência decisiva no dia a dia da empresa.

De acordo com estudos efectuados cabem dentro deste conceito mais de 70 por cento das empresas da União Europeia que no seu conjunto são responsáveis 60 por cento da riqueza gerada anualmente e empregam mais de metade da população activa.

Como é costume, em Portugal não existem estudos sobre o peso das empresas familiares, mas a realidade não deve ser muito diferente do resto da União Europeia.

Ter muitas empresas controladas e dirigidas por famílias é como jogar com um pau de dois bicos. Por um lado é bom porque quem está à frente deste tipo de empresas procura sempre torná-las maiores e mais competitivas por forma a transmitir às gerações seguintes um património mais rico.

O grande contra das empresas familiares é que nem sempre as gerações que vêm a seguir merecem o que herdam e em vez de tornar as empresas maiores e mais competitivas acabam por desbaratar a herança.

Segundo um estudo da London Business School menos de um terço das empresas familiares sobrevivem à primeira geração e só 15% resistem à segunda.

Os problemas deste tipo de firmas prendem-se normalmente com desavenças em torno do poder, com a falta de planeamento do render da guarda ou simplesmente com incompetência das gerações mais novas.

Uma das formas de garantir a continuidade e o desenvolvimento das empresas familiares é reconhecer que os problemas existem e discuti-los, como tem feito no nosso país a Associação Portuguesa de Empresas Familiares cujo congresso termina hoje.

Das iniciativas da associação fundada em 1998, ressalta a criação do Fórum Familiar cuja missão é promover e apoiar a integração e participação dos jovens nas empresas às quais estão ligados por laços de família.

Sendo a sucessão um dos principais problemas deste tipo de organizações, o envolvimento dos jovens é a melhor forma de evitar a triste sina que há muito persegue as empresas familiares: a primeira geração constrói o negócio, a segunda vive do negócio e a terceira destrói o negócio".

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Torna-se cada vez mais claro o caminho, apesar de muitos teimarem em não o conseguir ver.

Estas pequenas e medias empresas são o futuro desde que se consigam reestruturar e acompanhar a evolução, as vezes acontece ainda com o fundador, outras na segunda geração, não podem é ficar paradas no tempo agarradas a uma gestão arcaica a sonhar com o regresso do liberalismo.

Há uma barreira psicológica/financeira em que as pme's Portuguesas colapsam deixando pessoas e vidas despedaçadas, umas vezes porque crescem de mais para a capacidade de gestão do empresário, outras pela incapacidade de investir e modernizar que as condenam ao desespero de só conseguirem sobreviver apoiadas nos baixos vencimentos dos seus colaboradores e benesses estatais, apesar de à primeira vista estes factores parecerem contraditórios não o são e antes complementam-se, tal como se vê na nossa realidade ligeiramente diferente da europeia.

Este artigo (obrigado 330i por o partilhares por aqui) revela a importância e o sentido de responsabilidade social que falta a muitas das nossas empresas motivado muitas vezes pela falta de adequada responsabilização/sentido de responsabilidade e dever para com a sociedade, que aos empresários muitas vezes falta.

Mas este é já um cenário em mudança, há cada vez mais civismo, sentido do dever e reconhecimento para com a sociedade onde se inserem e a melhor prova é talvez este texto ter sido divulgado aqui por um empresário.
 
Torna-se cada vez mais claro o caminho, apesar de muitos teimarem em não o conseguir ver.
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Estas pequenas e medias empresas são o futuro desde que se consigam reestruturar e acompanhar a evolução, as vezes acontece ainda com o fundador, outras na segunda geração, não podem é ficar paradas no tempo agarradas a uma gestão arcaica a sonhar com o regresso do liberalismo.
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Mas este é já um cenário em mudança, há cada vez mais civismo, sentido do dever e reconhecimento para com a sociedade onde se inserem e a melhor prova é talvez este texto ter sido divulgado aqui por um empresário.

Este texto veio mesmo a proposito, [;)] e numa altura em que este forum mais parece um "campo de batalha" de opinioes e posiçoes extremadas (!!!) [:D] [:D] [:D] [:D]

quiz apenas "sensibilizar" para a importancia destas empresas, que são muito, mas muito mais que um "poiso" de "patos bravos", de "desonestos", incultos e incompetentes criadores de riqueza (!!!)
 
Última edição:
Mas esclareçam-me uma coisa: o dono da empresa tem obrigatóriamente que ser um gestor? É como nas farmácias? Porque é que eu não posso ter a posse de uma empresa, não percebendo nada do ramo, mas entregando a gestão a quem perceba do assunto? (e pagando por isso, claro).

O problema das PME em Portugal é fundamentalmente esse: o dono tem que ser gestor, aprende 2 ou 3 truques para fugir ao fisco, e já está. Não é bem assim.
 
Este texto veio mesmo a proposito, [;)] e numa altura em que este forum mais parece um "campo de batalha" de opinioes e posiçoes extremadas (!!!) [:D] [:D] [:D] [:D]
Há pessoas que tem uma personalidade conflituosa, se lhe juntarmos uma posição privilegiada na sociedade (bem como um terror de perder essa posição) e uma falta de capacidade para entender o que está escrito temos a receita certa para um "campo de batalha virtual", por mais infantil que isso possa ser.

quiz apenas "sensibilizar" para a importancia destas empresas, que são muito, mas muito mais que um "poiso" de "patos bravos", de "desonestos", incultos e incompetentes criadores de riqueza (!!!)
Claro que não são (um "poiso" de "patos bravos"), a muitas das que conheço são um pouco como o estado, seguram as pontas do país e com uma desvantagem relativamente a este, não podem contar com os impostos para viverem à grande e à Francesa a moda dos políticos tugas, só podem contar com o valor e trabalho do conjunto para se manterem a flutuar.

Mas o reverso da medalha existe, é tentacular está espalhado pelo país e é muito grave, só têm um objectivo e arrastam o país, as outras empresas com quem partilham o mercado e a economia para os valores actuais.

Não são todos, mas são demais.
 
Mas esclareçam-me uma coisa: o dono da empresa tem obrigatóriamente que ser um gestor? É como nas farmácias? Porque é que eu não posso ter a posse de uma empresa, não percebendo nada do ramo, mas entregando a gestão a quem perceba do assunto? (e pagando por isso, claro).

O problema das PME em Portugal é fundamentalmente esse: o dono tem que ser gestor, aprende 2 ou 3 truques para fugir ao fisco, e já está. Não é bem assim.
Isso tb acontece bastante, mas muitas vezes é o medo irracional de ter colaboradores com mais formação que leva certos "empresários" a comportarem-se da maneira que se comportam e a defenderem certas ideias mais retrógradas.

Não entendem que uma empresa é como um atleta se não estiver no seu melhor não ganha, não é a puxar pelos músculos sem alimentação correcta ou equipamento adequado que se torna competitivo.
 
Ainda bem que o 330i nos saúda com tópicos destes. [;)]

Porque esta temática das Empresas Familiares poucas vezes é abordada, não apenas aqui, mas na sociedade em geral, e é de extrema importância conhecermos o tecido empresarial, as causas e consequências do que lhe sucede.

E é fascinante verificar que esta teoria de gerações corresponde à realidade. E geralmente a 2ª existe, enquanto o fundador está vivo. Depois, é a batalha pelos despojos.

Na minha família, as Empresas têm ficado na 1ª geração.

O meu avô antes dos 60 anos, passou as empresas dele para outras realidades. Fez o melhor que pôde para defender o seu projecto e as pessoas que trabalhavam nele, e integrou as suas empresas noutras estruturas empresariais, que diga-se de passagem, ainda existem e são extremamente saudáveis. Eu diria mesmo, muito rentáveis. [;)]

Se as tivesse deixado aos filhos, aquilo fechava em menos de 2 anos...

A minha mãe é médica e sempre quis seguir essa carreira. Não dava. O meu tio, é mais para comprar um 911 agora e o novo modelo a seguir. Sempre esteve envolvido na competição e nunca saíria de lá.
Seria uma desgraça.

Já com o meu pai, o mesmo. Nem eu ou o meu irmão nos vamos envolver no projecto dele. Aquilo é uma empresa de Engenharia e os seus colaboradores são Engenheiros. Mecânicos e de Materiais.
E como a Empresa é pequena, não faz sentido. Nota-se logo quem é que está ali a mais. O futuro será o meu pai entregar o management aos seus colaboradores. A maioria já é associado, de modo que por aí não vai haver crise, mas vai ser fora da família.

E creio ser esse o drama das empresas familiares. Os pais insistirem na sucessão. Por todas as boas razões do mundo, com certeza, mas tal como na monarquia, o filho do Rei pode ser um nabo de todo o tamanho e o que as Empresas precisam para ser competitivas é de uma boa Gestão.

Mas para que tudo isto funcione bem, é preciso mudar a mentalidade das pessoas. E isso ainda vai longe...


[:cool:] [:blush:]


quanto aos restantes posts concordo com tudo.

acho que as pme´s deviam ser mais apoiadas, sendo familiares ou não.


cumprimentos
 
Isso tb acontece bastante, mas muitas vezes é o medo irracional de ter colaboradores com mais formação que leva certos "empresários" a comportarem-se da maneira que se comportam e a defenderem certas ideias mais retrógradas.

Não entendem que uma empresa é como um atleta se não estiver no seu melhor não ganha, não é a puxar pelos músculos sem alimentação correcta ou equipamento adequado que se torna competitivo.


isso e o facto de aínda existir o preconceito de que o dono é que tem de gerir a empresa.

quando muitas vezes não tem grande talento para aquilo.

custuma-se dizer que um bom lider é também aquele que se sabe rodear


cumprimentos
 
isso e o facto de aínda existir o preconceito de que o dono é que tem de gerir a empresa.

quando muitas vezes não tem grande talento para aquilo.

custuma-se dizer que um bom lider é também aquele que se sabe rodear


cumprimentos


Mas é exactamente aí que eu quero chegar. As PME podem ser muito importantes na Europa e em Portugal, mas no nosso país têm certamente alguma responsabilidade pelo estado em que se encontram as coisas, pela maneira caseirinha de gerir as coisas e pensar em "esquemas" e não no futuro, tão típico do português. Pelo menos, de alguns "gestores" de PME's que conheço, a coisa não passa muito daí. O grande problema do nosso tecido empresarial é a falta de boa gestão, digam lá o que disserem. Isso, associado a uma política fiscal demasiado pesada mas suficientemente confusa para permitir uns truques, contribui para o marasmo em que estão as coisas.
 
Mas é exactamente aí que eu quero chegar. As PME podem ser muito importantes na Europa e em Portugal, mas no nosso país têm certamente alguma responsabilidade pelo estado em que se encontram as coisas, pela maneira caseirinha de gerir as coisas e pensar em "esquemas" e não no futuro, tão típico do português. Pelo menos, de alguns "gestores" de PME's que conheço, a coisa não passa muito daí. O grande problema do nosso tecido empresarial é a falta de boa gestão, digam lá o que disserem. Isso, associado a uma política fiscal demasiado pesada mas suficientemente confusa para permitir uns truques, contribui para o marasmo em que estão as coisas.

O problema tambem pode ser mesmo a falta de educação e baixa escolaridade dos antigos gestores (AKA Patrões), que não passam a gestão da empresa a ninguem mais qualificado com medo de serem enganados, devido á sua falta de conhecimentos.
 
Mas é exactamente aí que eu quero chegar. As PME podem ser muito importantes na Europa e em Portugal, mas no nosso país têm certamente alguma responsabilidade pelo estado em que se encontram as coisas, pela maneira caseirinha de gerir as coisas e pensar em "esquemas" e não no futuro, tão típico do português. Pelo menos, de alguns "gestores" de PME's que conheço, a coisa não passa muito daí. O grande problema do nosso tecido empresarial é a falta de boa gestão, digam lá o que disserem. Isso, associado a uma política fiscal demasiado pesada mas suficientemente confusa para permitir uns truques, contribui para o marasmo em que estão as coisas.


Quanto á politica fiscal concordo.


mas acho que um grande problema não é só a ma gestão, é o facto do mercado ser muito fraco, e é isso que possibilita que as empresas com má gestão não sejam penalizadas (não falo de multas mas, de perda de lucros e de quota de mercado).

Existem certos sectores com areas de localização geograficas limitadas em que o mercado é pequeno para 2 empresas, mas acaba por ser grande demais para uma só, que faz o que bem lhe apetece.e mesmo que seja mal gerida continua a fazer dinheiro.


cumprimentos
 
Mas é exactamente aí que eu quero chegar. As PME podem ser muito importantes na Europa e em Portugal, mas no nosso país têm certamente alguma responsabilidade pelo estado em que se encontram as coisas, pela maneira caseirinha de gerir as coisas e pensar em "esquemas" e não no futuro, tão típico do português. Pelo menos, de alguns "gestores" de PME's que conheço, a coisa não passa muito daí. O grande problema do nosso tecido empresarial é a falta de boa gestão, digam lá o que disserem. Isso, associado a uma política fiscal demasiado pesada mas suficientemente confusa para permitir uns truques, contribui para o marasmo em que estão as coisas.

nao posso estar mais em desacordo, contigo (!!!) :( :( :(
por 2 razoes fundamentais: em Portugal nao representam 60% mas sim bem mais percentualmente, e tambem empregam bem mais de 50% da populaçao activa, adaptam-se e resistem bem melhor (que as multinacionais e grandes empresas!!!) quer nas epocas de crise, quer na de vacas gordas, [;)].
Truques (???) para fugir a impostos (???) nada mais errado :( :(
São verdadeiros aprendizes desajeitados, quando comparados com os truques "inventados" pelos inumeros batalhoes de juridicos que as medias e grandes empresas possuem.[;)]
 
Mas é exactamente aí que eu quero chegar. As PME podem ser muito importantes na Europa e em Portugal, mas no nosso país têm certamente alguma responsabilidade pelo estado em que se encontram as coisas, pela maneira caseirinha de gerir as coisas e pensar em "esquemas" e não no futuro, tão típico do português. Pelo menos, de alguns "gestores" de PME's que conheço, a coisa não passa muito daí. O grande problema do nosso tecido empresarial é a falta de boa gestão, digam lá o que disserem. Isso, associado a uma política fiscal demasiado pesada mas suficientemente confusa para permitir uns truques, contribui para o marasmo em que estão as coisas.
nao posso estar mais em desacordo, contigo (!!!) :( :( :(
por 2 razoes fundamentais: em Portugal nao representam 60% mas sim bem mais percentualmente, e tambem empregam bem mais de 50% da populaçao activa, adaptam-se e resistem bem melhor (que as multinacionais e grandes empresas!!!) quer nas epocas de crise, quer na de vacas gordas, [;)].
Truques (???) para fugir a impostos (???) nada mais errado :( :(
São verdadeiros aprendizes desajeitados, quando comparados com os truques "inventados" pelos inumeros batalhoes de juridicos que as medias e grandes empresas possuem.[;)]
Da vasta experiência que tenho no contacto com o sector empresarial nacional e reduzindo este aspecto de forma simplista, diria que o Avant tem 61% de razão e o 330i tem 59%.

Há de facto como escreve o 330i muitas pme's que são "verdadeiros aprendizes desajeitados, quando comparados com os truques "inventados" pelos inúmeros batalhões de jurídicos que as medias e grandes empresas possuem." mas talvez por isso mesmo muitos são verdadeiros artistas inventivos, como diz o Avant "têm certamente alguma responsabilidade pelo estado em que se encontram as coisas, pela maneira caseirinha de gerir as coisas e pensar em "esquemas" e não no futuro, (...) O grande problema do nosso tecido empresarial é a falta de boa gestão, digam lá o que disserem."

Sendo que as novas gerações já tem, algumas, uma maneira diferente de ver o cenário global, longe do ideal mais retrogrado de antigamente, mas ainda estão um pouco limitadas pelo facto de terem de concorrer com outras empresas da "velha guarda".

E claro este factor muito importante e força motriz da actual situação, tão bem sintetizada pelo Avant; "Isso, associado a uma política fiscal demasiado pesada mas suficientemente confusa para permitir uns truques, contribui para o marasmo em que estão as coisas."







 
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