Colégios privados de Lisboa e Porto dominam ranking

Lisboa, 27 Out (Lusa) - O Bloco de Esquerda acusou hoje a direita e a extrema-direita de financiarem o ensino privado, em particular a 'Opus Dei', e denunciou o Ministério da Educação pela "mistificação gigantesca" na divulgação dos "rankings" nacionais.
"Os rankings não pretendem esclarecer nada do ponto de vista da informação, pelo contrário, procuram criar uma mistificação gigantesca, criar uma fraude absoluta para confundir os pais, alunos e professores", criticou Francisco Louçã durante a sessão de encerramento do fórum "Educação pela igualdade", que decorreu em Lisboa.
De acordo com o líder bloquista, trata-se de uma "deturpação da liberdade de escolha" de pais e alunos em detrimento "dos representantes políticos da direita e da extrema direita", que classificou de "meros encarregados de negócios da privatização do ensino".
"Na verdade, liberdade de escolha existe desde sempre, é absolutamente possível a qualquer pai ou mãe escolher a escola para os seus filhos. O que verdadeiramente está em causa nesse projecto é outra coisa muito diferente: é tentar obrigar os contribuintes a financiarem escolas privadas e, nomeadamente, torná-las indiferentes em relação à obrigação de serviço público que a escola pública representa", considerou.
Se, considerou Louçã, "o objectivo é tão simples assim, é meramente conseguir alguns milhões orçamentais para o financiamento do ensino priivado para as escolas confessionais, mais vale tratar o assunto como ele tem que ser tratado".
Ou seja, "se a 'Opus Dei' quer dinheiro e se a direita e a extrema direita querem dinheiro para as escolas da 'Opus Dei', pois olhem por onde o dinheiro pode vir", disse.
E ironizou: "Jardim Gonçalves provou recentemente que é um homem de uma mesada extremamente generosa, bastaria que ele perfilhasse este projecto para resolver por inteiro as dificuldades de financiamento desta operação das escolas privadas".
Francisco Louçã não poupou críticas ao Governo de José Sócrates e acusou o ministério da tutela de instalar a "confusão" com a divulgação dos rankings das melhores escolas do país.
"Os rankings servem exclusivamente para esta operação ideológica e para esta confusão", salientou, atribuindo ao Ministério da Educação a responsabilidade na promoção do abandono escolar em Portugal.
"As escolas temem os resultados no fim do ano e esse efeito competitivo é o que leva a que muitos dos alunos que não têm resultados sejam empurrados para serem excluídos para que não estejam no dia do exame. O que é preciso é que não apareçam, porque se aparecerem a média pode ser prejudicada", frisou.
Em função deste processo "temos a irresponsabilidade para a exclusão", disse ainda.
Perante esta realidade apontada pelo Bloco de Esquerda, o líder referiu que o partido se sente "obrigado a apresentar uma proposta sobre a indisponibilidade da informação a que pais, estudantes e professores têm direito para saberem o resultados escolares em função daquilo que conta: o território, a região, o lugar, a estrutura social, o número de alunos levados a exame".
Esta é, segundo o BE, a única forma de "assumir o compromisso de usar essa informação para corrigir as distorções e para incentivar e actuar nas escolas que têm resultados mais eficientes".


Dos momentos mais baixos do Francisco Louçã :sh)

E é um tipo destes a coqueluche da intelectualidade portuguesa [:)] [:vm)]
 
Coqueluche André?
O individuo é (na minha opiniao) uma anedota, e faz parte da Pseudo_Intelectualidade reinante na nova e "moderna" esquerda Portuguesa..lol lol
 
Eu limitei-me a descrever o que disse o director da escola.

E tu, por uma vez, podias ter a coluna vertebral suficiente para justificares convenientemente o que os outros dizem de errado para "não saber[em] mesmo o que se passou".

Mas percebo que um mundo, baseado na utilidade da wikipedia via google.com para a satisfação dos nossos mitos pessoais, não dê para mais [:p]
André, assim não e espero que se não volte a repetir.

Obrigado.
 
A solução liberal tem um nome e chama-se "cheque ensino", ou seja,o estado entrega aos pais o valor que gasta com cada aluno, e os pais decidem onde querem pôr os filhos. Mas é claro que a aplicação disto seria dificil, porque antes teria que haver uma grande revolução no ensino público, as próprias escolas publicas serem mais competitivas e terem maior controlo sobre a qualidade dos recursos que gerem, e nós também podermos escolher a escola pública que pretendemos (se existir hipotese de escolha) e esta não nos ser imposta.
É claro que tal ideia (cheque ensino) tem violentos opositores e é habitualmente apelidada de coisas tipo neoliberalismo selvagem, etc,etc. Infelizmente os resultados do sistema actual são os que são, e parece que muitos estão satisfeitos com isso dada a resistência que existe às mudanças.
Tens uma solução bastante melhor na Holanda.

Sem tretas pseudo liberais.

Com igualdade de oportunidades para todos.
 
É preciso ter muito cuidado a analisar estes dados...

Obviamente só se podem comparar com rigor desempenhos de escolas diferentes, se os alunos forem semelhantes nas duas escolas.

Ora, como deves imaginar, as escolas privadas de topo não são conhecidas por albergar alunos pobres / com dificuldades de aprendizagem. Aliás, está provado científicamente que existe correlação entre a capacidade de aprendizagem dos alunos e a situação económica familiar.

Só este pequeno pormenor faz uma grande diferença!

Relativamente aos custos, não te esqueças que as escolas privadas não recebem apenas as propinas; também recebem subsídios do estado.
Ora aqui está! Para mim é muito mais meritório a Secundária Infanta D. Maria, com muitos mais alunos, do que os colégios ultra-restritos e elitistas onde logo à partida se eliminam alunos com más notas (sim, sim, recusam-lhes a matrícula), com passado escolar problemático (sim, sim, tb recusam a matrícula), com dificuldades educativas especiais (idem) e com menos condições de acesso a outras fontes de cultura (factor dinheiro).

Isso é viciar os dados.


E os colégios recebem subsídios do Estado sim senhor.
Mas isso não convêm muito que se saiba.

É bem melhor sustentar o mito de que os coitados dos ricos que pagam impostos pagam a educação da populaça mal agradecida.
 
BE acusa direita de financiar escolas da `Opus Dei` e Governo de apresentar falsos"rankings"
O Bloco de Esquerda acusou a direita e a extrema-direita de financiarem o ensino privado, em particular a `Opus Dei`, e denunciou o Ministério da Educação pela "mistificação gigantesca" na divulgação dos "rankings" nacionais.

"Os rankings não pretendem esclarecer nada do ponto de vista da informação, pelo contrário, procuram criar uma mistificação gigantesca, criar uma fraude absoluta para confundir os pais, alunos e professores", criticou Francisco Louçã durante a sessão de encerramento do fórum "Educação pela igualdade", que decorreu em Lisboa.
De acordo com o líder bloquista, trata-se de uma "deturpação da liberdade de escolha" de pais e alunos em detrimento "dos representantes políticos da direita e da extrema direita", que classificou de "meros encarregados de negócios da privatização do ensino".
"Na verdade, liberdade de escolha existe desde sempre, é absolutamente possível a qualquer pai ou mãe escolher a escola para os seus filhos. O que verdadeiramente está em causa nesse projecto é outra coisa muito diferente: é tentar obrigar os contribuintes a financiarem escolas privadas e, nomeadamente, torná-las indiferentes em relação à obrigação de serviço público que a escola pública representa", considerou.
Se, considerou Louçã, "o objectivo é tão simples assim, é meramente conseguir alguns milhões orçamentais para o financiamento do ensino priivado para as escolas confessionais, mais vale tratar o assunto como ele tem que ser tratado".
Ou seja, "se a `Opus Dei` quer dinheiro e se a direita e a extrema direita querem dinheiro para as escolas da `Opus Dei`, pois olhem por onde o dinheiro pode vir", disse.
E ironizou: "Jardim Gonçalves provou recentemente que é um homem de uma mesada extremamente generosa, bastaria que ele perfilhasse este projecto para resolver por inteiro as dificuldades de financiamento desta operação das escolas privadas".
Francisco Louçã não poupou críticas ao Governo de José Sócrates e acusou o ministério da tutela de instalar a "confusão" com a divulgação dos rankings das melhores escolas do país.
"Os rankings servem exclusivamente para esta operação ideológica e para esta confusão", salientou, atribuindo ao Ministério da Educação a responsabilidade na promoção do abandono escolar em Portugal.
"As escolas temem os resultados no fim do ano e esse efeito competitivo é o que leva a que muitos dos alunos que não têm resultados sejam empurrados para serem excluídos para que não estejam no dia do exame. O que é preciso é que não apareçam, porque se aparecerem a média pode ser prejudicada", frisou.
Em função deste processo "temos a irresponsabilidade para a exclusão", disse ainda.
Perante esta realidade apontada pelo Bloco de Esquerda, o líder referiu que o partido se sente "obrigado a apresentar uma proposta sobre a indisponibilidade da informação a que pais, estudantes e professores têm direito para saberem o resultados escolares em função daquilo que conta: o território, a região, o lugar, a estrutura social, o número de alunos levados a exame".
Esta é, segundo o BE, a única forma de "assumir o compromisso de usar essa informação para corrigir as distorções e para incentivar e actuar nas escolas que têm resultados mais eficientes".



http://www.rtp.pt/index.php?article=304613&visual=16

Colégio Mira Rio - Opus Dei

Colégio Cedros - Opus Dei
Isto não é novidade nem é algo que esteja escondido, este tipo do BE parece que anda a dormir na forma e só ocasionalmente acorda e dá conta do mundo à volta dele.
 
Louçã, BE e a eterna falta de cultura democrática e transparência do Estado

Louçã, BE e a eterna falta de cultura democrática e transparência do Estado

(…) O líder referiu que o partido se sente “obrigado a apresentar uma proposta sobre a indisponibilidade da informação a que pais, estudantes e professores têm direito para saberem o resultados escolares em função daquilo que conta: o território, a região, o lugar, a estrutura social, o número de alunos levados a exame”. Esta é, segundo o BE, a única forma de “assumir o compromisso de usar essa informação para corrigir as distorções e para incentivar e actuar nas escolas que têm resultados mais eficientes”.

Não podia estar mais de acordo com o João Miranda:

"Ao contrário do que Louçã parece pensar, o Governo não publica rankings. O Governo limita-se a cumprir o que as leis do acesso à informação o obrigam. O Governo publica a informação em bruto. Os rankings são feitos por quem os quiser fazer. E quem os quiser fazer não está impedido de cruzar a base de dados dos exames do secundário com outras bases de dados públicas ou a publicar de acordo com o mesmo princípio de liberdade de acesso à informação. O que irrita Francisco Louçã é que a informação é pública e o seu uso não é condicionado. É por isso que Francisco Louçã quer que a lei estabeleça com precisão a forma como o público em geral pode usar a informação a que tem direito. Custa-lhe viver numa sociedade aberta em que qualquer um pode fazer o que quiser à informação pública."
 
olha o que realmente interessa eu explico.

os meus filhos andam no colegio do vale, que deves conhecer.
tem ingles desde os 3 anos, o mais velho com 6 anos, sem saber escrever fala ingles perceptivel ?
quantos aqui no forum o fazem ???
utilizam um coputador com destreza ( mas aqui nem tudo sera da escola, ate tem uma LAN em casa [:D])
o que é facto é que á partida tem muito mais garantias de sucesso que os outros, e isso devido a uma enorme quantidade de factores.

-Primeiro tem um corpo docente fixo.
-depois tem acopanhamento caso a caso
-depois não são toleradas as rebaldarias das escolas publicas, so la esta quem quer aprender.
-os pais tem um nivel de exigencia da escola e vice versa
- as condiçoes materias são incomensuravelmente melhores, piscina, tenis, polidesportivo, salas de informatica, oficina pedagogica etc etc etc.
- as turmas são pequenas co uma professaora e auxiliar de educação por turma !!!!
mas talvez o mais importante, ninguem esta la obrigado, so la estão os que queerm aprender e os filhos dos pais que querem que os filhos aprendam.
paga 4000 € / ano / aluno

Isto é o mais importante e o que faz a diferença........
Já dei aulas num dos colégios do top 5 e as instalações eram fracas. Logo o que é importante é........ o que acima aumentei
 
Isto é o mais importante e o que faz a diferença........
Já dei aulas num dos colégios do top 5 e as instalações eram fracas. Logo o que é importante é........ o que acima aumentei

deixa-me perguntar-te uma coisa, e os objectivos, compromissos, e metas "impostas" ao corpo docente como eram?
 
Estive com básico e não com secundário mas do que conversava com colegas que leccionavam secundário os objectivos passavam por: dar o programa até ao fim, ser exigente e pouco mais (o mesmo que no secundário publico onde estou actualmente). Os próprios alunos sabiam o que tinham que fazer e os pais o que exigir (o mesmo que alguns pais e alunos no secundário público fazem). Já agora, o corpo docente pode ser fixo, mas é na sua grande parte igual ao público (são os mesmos, atenção estou a falar da minha experiência).
 
Estive com básico e não com secundário mas do que conversava com colegas que leccionavam secundário os objectivos passavam por: dar o programa até ao fim, ser exigente e pouco mais (o mesmo que no secundário publico onde estou actualmente). Os próprios alunos sabiam o que tinham que fazer e os pais o que exigir (o mesmo que alguns pais e alunos no secundário público fazem). Já agora, o corpo docente pode ser fixo, mas é na sua grande parte igual ao público (são os mesmos, atenção estou a falar da minha experiência).

Fiz-te a pergunta, porque neste topico, há poucas opinioes "vividas" e a "chico espertice" tuga adora falar muito do que nao se conhece.
Eu conheci a 1ª escola publica no 12º ano, passei pelo Charles le Pierre, e Crisfal, os meu filho mais velho está no Guadalupe, em todos encontrei algo comum, o rigor, o acompanhamento ( A dir. pedagogica sabe o nome de quase todos os miudos, e são 500!!!,acompanha a escola desde as 08.00 ás 19.00h, "policia" ela propria as instalaçoes de toda a escola) a informação actualizada e sempre disponivel, e como disseste e bem, os pais tambem fazem melhor o seu papel.[:D]
 
a minha opiniao pouco vivida é a opiniao de quem sempre esteve no sistema publico. acabei o secundario o ano passado, com media de 16.

é a opiniao de quem tem dois pais que são professores do ensino publico e que sabem muito melhor que quem nao esteja la dentro o que é o ensino publico.

o ensino publico tem muitos problemas, mas um deles é ter os alunos que tem.

por exemplo na minha turma do 12º, haviam uns 10 repetentes, que nao passaram nos exames, e ja vêm com essa mama ha uns dois ou tres anos.

Este ano nao fugiram à excepção, chumbaram no exame, participaram nele como alunos internos e baixaram a media da escola.

Se estivessem num colegio ja tinham sido postos no olho da rua ha muito tempo.

Quando se analisam dados como estes deve-se ter em atenção muitas variaveis.

No entanto, ninguem vai melhor preparado do ensino privado para a universidade, em comparação com o ensino publico. Isso é uma certeza que eu tenho.

E a escola publica ensina uma coisa que as privadas nao ensinam. a lutar pela vida. A perceber desde cedo quem são as pessoas que valem a pena e quem nao valem.

Caro user 330i, tenho pena que o meu primeiro post a comentar outro post teu nao tenha sido do teu agrado, embora nao tenha sido essa a minha intenção.

Simplesmente quis tentar mostrar que nem tudo sao rosas no sistema publico, para o podermos comparar directamente com o privado;)
 
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Caro user 330i, tenho pena que o meu primeiro post a comentar outro post teu nao tenha sido do teu agrado, embora nao tenha sido essa a minha intenção.

Já sou suficientemente maduro (como deves ter percebido) [;)] para "saber encaixar" diferentes opiniões, quer me agradem ou não, desde que fundamentadas!!!, e nao apenas..... "porque não"!.... [;)]

O teu primeiro post, foi ......muito pouco assertivo!!!
 
Não podia estar mais de acordo com o João Miranda:

"Ao contrário do que Louçã parece pensar, o Governo não publica rankings. O Governo limita-se a cumprir o que as leis do acesso à informação o obrigam. O Governo publica a informação em bruto. Os rankings são feitos por quem os quiser fazer. E quem os quiser fazer não está impedido de cruzar a base de dados dos exames do secundário com outras bases de dados públicas ou a publicar de acordo com o mesmo princípio de liberdade de acesso à informação. O que irrita Francisco Louçã é que a informação é pública e o seu uso não é condicionado. É por isso que Francisco Louçã quer que a lei estabeleça com precisão a forma como o público em geral pode usar a informação a que tem direito. Custa-lhe viver numa sociedade aberta em que qualquer um pode fazer o que quiser à informação pública."

O que eu acho giro, mas acho mesmo giro, mesmo mesmo muito giro, é o pessoal que vem "martelar opinião" sobre o que vai, ou não, dentro da cabeça dos outros, por deduções mais ou menos enviezadas.

Se o Louçã esteve mal, João Miranda não esteve melhor.

Para que conste, tenho pouca simpatia pelo BE.
 
Mas ainda há quem julgue que o ensino publico não nos custa nada.[:)]

Tambem sou de acordo que muitos serviços deveriam ter a opção de publico ou privado, escolhendo nós qual queriamos pagar e não ter de pagar em dobro.
O mesmo com a Seg.Social.

Se já assim as oportunidades são completamente diferentes imagina então se o que dizes fosse concretizado, alem de quem paga escolas privadas já desconta no IRS, e está certo que assim seja.

Mas um pais não se faz só com alguns faz-se com todos, que culpa tem uma criança pobre, de os pais nao terem dinheiro ?, porque razão eu que tenho rendimentos acima da media não hei-de contribuir para a educação dessa criança, quando forem adultos (essa criança e a minha filha) por muito bem preparada que a minha esteja, se os que não tiveram acesso ao que ela têm, não tiverem boa educação e competencias profissional, social e civica, em que pais viverá a minha filha ?
 
Se fossem obtidas como eram há uns anos atrás, em que as especificas e prova de aferição era realizados na instituição de ensino superior PUBLICO mais aproxima da área de residência, sim de facto os exames de acesso eram realizados em condições de igualdade...[;)]


... o que se passa actualmente é os exames de acesso ao superior serem realizados na instituição onde o aluno frequentou ou se matriculou para realizar os exames, sendo os vigilantes os docentes dessa instituição!

isto abre caminho a possibilidades evidentes de fraude, em muitos casos confirmada, desde os professores escreverem as respostas no quadro, a darem mais tempo para a realização da prova, ao deixarem os alunos consultar obras ou copiarem, etc...

Alem de que a nota de acesso é o conjunto das provas de acesso E as notas de secundário, mesmo sem favorecimento nos exames de acesso, há a possibilidade de inflacionar as notas dos alunos/clientes do colégio..[;)]

Então é por isso que na escola privada onde anda a minha filha, muitos dos alunos saem no fim do 9º ano para a escola publica.

e já é uma tradição, pois segundo eles com a preparação que têm tiram muito melhores notas na escola publica e ficam com o acesso mais facil á Universidade.

mitos...
 
Então é por isso que na escola privada onde anda a minha filha, muitos dos alunos saem no fim do 9º ano para a escola publica.

e já é uma tradição, pois segundo eles com a preparação que têm tiram muito melhores notas na escola publica e ficam com o acesso mais facil á Universidade.

mitos...

baseando-me nos exemplos que tenho de pessoas que vieram de colegios privados para o publico no 10º, nao é bem assim :)
 
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