E os pilotos da aviação civil têm direito à greve? Qual o limite de idade certo?

se não é fisico entao ainda é melhor desempenhado por um piloto com 60 anos pelo menos é mais experiente...

<ironic>
Então é pôr os controladores de tráfego aéreo a trabalhar até aos 75 ou 80 ... o trabalho deles ainda é menos físico que o dos pilotos: afinal só tem que olhar para o radar secundário (que até é computorizado e tudo...) e falar ao microfone ... e garantidamente que um ATC com 75 ou 80 anos vai ter mais experiência que um de 50 ...
</ironic>

Vê-se claramente que percebe tanto de aviação como eu de física nuclear...

"V"
 
<ironic>
Então é pôr os controladores de tráfego aéreo a trabalhar até aos 75 ou 80 ... o trabalho deles ainda é menos físico que o dos pilotos: afinal só tem que olhar para o radar secundário (que até é computorizado e tudo...) e falar ao microfone ... e garantidamente que um ATC com 75 ou 80 anos vai ter mais experiência que um de 50 ...
</ironic>

Vê-se claramente que percebe tanto de aviação como eu de física nuclear...

"V"

Nao exageres....se é aos 65anos em todas as profissoes pk os pilotos de avião tem que ter menos...

alem do mais n exerce esforço e é trabalho feito em equipa...2 pelo menos...sempre pode um de 64anos fazer equipa com um de 30...[:cool:]
 
Nao exageres....se é aos 65anos em todas as profissoes pk os pilotos de avião tem que ter menos...

alem do mais n exerce esforço e é trabalho feito em equipa...2 pelo menos...sempre pode um de 64anos fazer equipa com um de 30...[:cool:]

Não estou a exagerar. Foi uma simples redução ao absurdo, para provar que o facto de ter muita experiência e de não ser um trabalho físico não justifica que se trabalhe até morrer.

Eu estou perfeitamente de acordo que seja menos que 65 anos (embora o SPAC já tenha aceite ATÉ 65 anos... o (des)governo é que virou o bico ao prego com o "AOS 65 anos" e agora se faça de desentendido).
Embora não se possa considerar uma profissão de desgaste rápido (por não ser "física"), é uma profissão brutalmente desgastante, e disso não tenho a menor dúvida.
Quem for -como eu- amante de aviação e se interesse por saber "como se fazem as coisas" antes/durante/depois de um voo, rapidamente percebe porquê: a quantidade de informação que um piloto tem que processar num dia de trabalho, as pressões a que está sujeito, a responsabilidade que carrega nos ombros ... "não mata mas moi".

Eu, como passageiro, prefiro saber que os 2 (ou 3) gajos que vão ali à frente no flightdeck se sentem confortáveis para executar o seu trabalho do que pensar que podem estar "contrariados" e a trabalhar mais uns anitos para terem direito à sua reforma ... Lembrem-se que o estado mental de um piloto é parte integrante da segurança de voo...

"V"
 
Não estou a exagerar. Foi uma simples redução ao absurdo, para provar que o facto de ter muita experiência e de não ser um trabalho físico não justifica que se trabalhe até morrer.

Eu estou perfeitamente de acordo que seja menos que 65 anos (embora o SPAC já tenha aceite ATÉ 65 anos... o (des)governo é que virou o bico ao prego com o "AOS 65 anos" e agora se faça de desentendido).
Embora não se possa considerar uma profissão de desgaste rápido (por não ser "física"), é uma profissão brutalmente desgastante, e disso não tenho a menor dúvida.
Quem for -como eu- amante de aviação e se interesse por saber "como se fazem as coisas" antes/durante/depois de um voo, rapidamente percebe porquê: a quantidade de informação que um piloto tem que processar num dia de trabalho, as pressões a que está sujeito, a responsabilidade que carrega nos ombros ... "não mata mas moi".

Eu, como passageiro, prefiro saber que os 2 (ou 3) gajos que vão ali à frente no flightdeck se sentem confortáveis para executar o seu trabalho do que pensar que podem estar "contrariados" e a trabalhar mais uns anitos para terem direito à sua reforma ... Lembrem-se que o estado mental de um piloto é parte integrante da segurança de voo...

"V"

Por mim toda a gente se reformava aos 55anos... mas pronto se é aos 65...é para todos tb....nao vejo um piloto com mais responsabilidade que um condutor de autocarro mas tudo bem.
 
Não estou a exagerar. Foi uma simples redução ao absurdo, para provar que o facto de ter muita experiência e de não ser um trabalho físico não justifica que se trabalhe até morrer.

Eu estou perfeitamente de acordo que seja menos que 65 anos (embora o SPAC já tenha aceite ATÉ 65 anos... o (des)governo é que virou o bico ao prego com o "AOS 65 anos" e agora se faça de desentendido).
Embora não se possa considerar uma profissão de desgaste rápido (por não ser "física"), é uma profissão brutalmente desgastante, e disso não tenho a menor dúvida.
Quem for -como eu- amante de aviação e se interesse por saber "como se fazem as coisas" antes/durante/depois de um voo, rapidamente percebe porquê: a quantidade de informação que um piloto tem que processar num dia de trabalho, as pressões a que está sujeito, a responsabilidade que carrega nos ombros ... "não mata mas moi".

Eu, como passageiro, prefiro saber que os 2 (ou 3) gajos que vão ali à frente no flightdeck se sentem confortáveis para executar o seu trabalho do que pensar que podem estar "contrariados" e a trabalhar mais uns anitos para terem direito à sua reforma ... Lembrem-se que o estado mental de um piloto é parte integrante da segurança de voo...

"V"

Entao não voas em companhias de países cuja idade de reforma sejam os 65 ?!
 
Nao exageres....se é aos 65anos em todas as profissoes pk os pilotos de avião tem que ter menos...

É o que dá responder sem ler tudo primeiro. Piloto não é excepção. Há variadas profissões cuja reforma é mais cedo. Como exemplifiquei antes, um controlador reforma-se com o tempo todo aos 55. E dizer mais vinte vezes que toda a gente se reforma aos 65 menos os pilotos não vai fazer com que seja verdade.




Por mim toda a gente se reformava aos 55anos... mas pronto se é aos 65...é para todos tb....nao vejo um piloto com mais responsabilidade que um condutor de autocarro mas tudo bem.
O maior cego é o que não quer ver. Agora percebo porque pôs uns oclinhos à Stevie Wonder/José Cid quando disse:
alem do mais n exerce esforço e é trabalho feito em equipa...2 pelo menos...sempre pode um de 64anos fazer equipa com um de 30...[:cool:]
[:D] Não leve a mal, amigo. Foi só pela piada. Agora a sério... Se os condutores dos autocarros fizessem os testes psicotécnicos, psicomotores, psicológicos, psiquiátricos, médicos, físicos e um estágio de adaptação (e tão rigorosos como os dos pilotos) para poderem ser admitidos e se, paralelamente, a manutenção dos autocarros e da via fosse tão rigorosa como a que é feita às aeronaves, radares, radio-ajudas, etc, então não tenho dúvidas que os acidentes com os autocarros seriam reduzidos para menos de 10%.


O problema da estrada é outro. É que toda a gente consegue ter a carta, mesmo sendo mentecapto. Não são situações propriamente comparáveis.
 
Última edição:
[:D] Não leve a mal, amigo. Foi só pela piada. Agora a sério... Se os condutores dos autocarros fizessem os testes psicotécnicos, psicomotores, psicológicos, psiquiátricos, médicos, físicos e um estágio de adaptação (e tão rigorosos como os dos pilotos) para poderem ser admitidos e se, paralelamente, a manutenção dos autocarros e da via fosse tão rigorosa como a que é feita às aeronaves, radares, radio-ajudas, etc, então não tenho dúvidas que os acidentes com os autocarros seriam reduzidos para menos de 10%.


O problema da estrada é outro. É que toda a gente consegue ter a carta, mesmo sendo mentecapto. Não são situações propriamente comparáveis.

É claro que para se pilotar um avião tem que se ter mais conhecimento a todos os niveis...e nao é por se ter 65 anos que se deixa de ter... mas a nivel de esforço a maioria dos aviões comerciais praticvamente só voa com piloto automáticos e programas de softwere já aterram sozinhos e tudo....
Partindo do brincipio que ambos os profissionais sao aptos dá mais trabalho conduzir um autocarro numa estrada de serra horas a fio...que pilotar (em piloto automático) um avião...

Qdo á responsabilidade é ela por ela...sao mtas vidas em jogo em ambos os casos.[;)]
 
Como já referi noutro tópico, se há direito à greve, que seja para todos.

Independentemente do sector, causas e coisa e tal.

Não concordo é com o formato da greve. E para ter greves com paralisações de 100%, creio que é altura de alterar muita coisa.
 
Afinal não só os pilotos tinham direito à greve, direito inquestionável, como se sabe, como tinham razão! E tinham tanta, que acompanharam de um convincente poder negocial (...), que fizeram o Governo inflectir nas suas intenções e voltar a negociar em reconhecimento das especificidades próprias de uma função de tanta responsabilidade!... [:cool:]
 
Afinal não só os pilotos tinham direito à greve, direito inquestionável, como se sabe, como tinham razão! E tinham tanta, que acompanharam de um convincente poder negocial (...), que fizeram o Governo inflectir nas suas intenções e voltar a negociar em reconhecimento das especificidades próprias de uma função de tanta responsabilidade!... [:cool:]
Mas isso só aconteceu pq a paralisação foi total, se eles estivessem condicionados no seu direito à greve como outras carreiras na administração publica e sector privado, era apenas + uma greve como as outras, sem qql força e sem qql utilidade.

Mas pelo menos não se paga passe como nos outros transportes, senão era mais esse que a TAP ganhava.
 
Última edição:
O sindicato xiíta

Há muito tempo que os sindicatos deixaram de importunar as empresas privadas com greves sucessivas.

André Macedo

Além de ser pouco eficaz, a manobra revelava-se tão perigosa como fazer um voo rasante: as empresas paralisadas ficavam em situação ainda mais difícil e eram obrigadas a fechar as portas de vez. Como o emprego é cada vez mais um bem escasso, esta forma de protesto perdeu relevância. Hoje está confinada a dois oásis: a função pública e as empresas que ainda funcionam debaixo do tolerante guarda-chuva do Estado. Compreende-se: para estes trabalhadores privilegiados – privilegiados por terem emprego para a vida, sem riscos e sujeitos a fraca concorrência – não há dias de chuva. O posto de trabalho está garantido. O salário chega sempre no dia combinado, certinho e contadinho. Os direitos são sempre mais do que os deveres. E a vida continua, na sua cómoda irresponsabilidade.

Os pilotos da TAP e o sindicato xiíta que os representa são assim: irresponsáveis. Não é exagero, é a verdade. Vejamos: o que querem os pilotos. Simples: trabalhar menos, trabalhar até aos 60 anos. Faz sentido? Há razões de segurança que justifiquem este privilégio que outras classes estão a perder e que outras mais perderão? A resposta é simples: não. Comecemos pela segurança. Dizem os estudos que não há qualquer relação entre a idade dos pilotos e a segurança aérea. A única relação causa-efeito provada é outra: o que conta é a saúde e a experiência de voo. Se estiverem saudáveis – e os exames médicos semestrais verificam-no escrupulosamente –, os pilotos mais velhos oferecem mais garantias de êxito do que os mais novos, nunca o contrário. Tanto é assim que a tendência mundial tem sido a de subir a idade da reforma para os 65 anos. O Canadá, por exemplo, já o permite há muito tempo.

Nos Estados Unidos o caso é diferente: o limite é igual ao que existia em Portugal, mas os pilotos, depois de anos de divisões e lutas internas, mudaram de barricada e juntaram- -se para pressionar o governo a mudar a lei. Isso mesmo, a luta na América tem como objectivo permitir o aumento da idade da reforma. Fala-se até em discriminação pela idade – como em tempos se falou em discriminação pela cor ou pelo sexo –, o que oferece à luta um tom de esquerda que ajudou a convencer os sindicalistas mais empedernidos.

Os 670 pilotos da TAP não pensam, no entanto, assim. Representados por um sindicato em chamas, querem continuar a viver numa bolha luxuosa. Querem salários de futebolistas e estatuto de astronautas. Deviam saber: não são uma coisa nem outra. São pilotos de uma empresa que vai ser privatizada em breve – esperemos que depressa. Não há nada que algumas colheradas de mercado e concorrência não resolvam. A vida vai ser dura.

apr:) apr:)
 
Alguém que se refere aos Pilotos portugueses de linha aérea como "pilotos da TAP" merece ZERO de credibilidade. Demonstra 0 no conhecimento da realidade aeronáutica portuguesa. E perdeu uma óptima oportunidade para estar calado.

"V"
A mim pouco me interessa se são pilotos da TAP, condutores de Metro, mestres da Soflusa ou condutores da Carris.

Passa-se a maior parte deste tópico a discutir entre 'especialistas' a vida de piloto, que a mim não me interessa um pepino. Podem abrir um tópico só para isso e assim estão à vontade.

O que está aqui em causa é o direito à greve e os motivos da mesma, tal como está exposto no título.

E uma greve a 100% sem uma garantia de serviços mínimos, não está correcto. Já noutro dia me insurgi contra os estivadores do Porto de Lisboa por fazerem o mesmo.

Há que repensar o tema Greve, pois um dia destes vai-se resumir àquilo que o hpventura muito bem retratou no artigo colocado.

O privilegiados vão-na poder fazer, mesmo que causem o caos para a população, e os desgraçados que não a podem fazer, por não colocar em risco a difícil situação em que está mergulhada a economia deste País.

E aqui, já não há igualdade.
 
(...)

O que está aqui em causa é o direito à greve e os motivos da mesma, tal como está exposto no título.

E uma greve a 100% sem uma garantia de serviços mínimos, não está correcto. Já noutro dia me insurgi contra os estivadores do Porto de Lisboa por fazerem o mesmo.

(...)

Não posso discordar mais.

Não posso aceitar de forma alguma que seja limitado o direito à greve.
"Serviços mínimos" só são aceitáveis em "situações de risco" (um piquete de bombeiros ou as urgências de um hospital, para dar 2 exemplos). No caso dos pilotos, o próprio sindicato garantiu que voos de carácter humanitário estariam garantidos. Isso para mim é "serviço mínimo" no que toca à aviação comercial.

100% de adesão à greve só demonstrou que a totalidade dos pilotos (que de certeza não são todos da mesma "cor" política) mostrou ao (des)governo que são uma classe unida e que luta como tal pelos seus direitos.
Se as restantes classes fizessem o mesmo, esquecendo as suas "cores políticas", não estariamos a ser tão roubados como estamos.

Tentar limitar o direito à greve dizendo que "uma greve não pode ser a 100%" é a mesma coisa que dizer "a utilidade prática da greve passa a ser 0".

Quer limitar ainda mais os direitos que temos como cidadãos de nos manifestarmos contra algo que não consideramos justo ou correcto ?

Eu não.

Já chega o (des)governo tentar calar as vozes discordantes com atitudes quasi pidescas (policias a visitar sindicatos, ministério publico a processar quem se manifestou contra o PM, autores de blogs a serem constituidos arguidos por porem em causa a licenciatura do PM, etc..).
Nos últimos anos já perdemos liberdades q.b.
Eu não quero perder mais.

"V"
 
Serviços mínimos só para questões humanitárias?

Vamos mudar lá essa Lei da Greve imediatamente. [:D]

Mas mesmo que não seja, uma greve que traga graves perturbações ao bem estar da população, deveria ser julgada pela opinião pública.

E sim, é necessário a revisão da Lei.

A sociedade evoluíu, mas há coisas onde se insiste ficar na pré-história.
 
Serviços mínimos só para questões humanitárias?

Vamos mudar lá essa Lei da Greve imediatamente. [:D]

Mas mesmo que não seja, uma greve que traga graves perturbações ao bem estar da população, deveria ser julgada pela opinião pública.

E sim, é necessário a revisão da Lei.

A sociedade evoluíu, mas há coisas onde se insiste ficar na pré-história.

Consideras o direito à indignação, o direito a lutar pelos teus direitos algo da "pré história" ?

Está tudo dito :) Sem ofensa, mas por mim a discussão morre por aqui :)

"V"
 
Afinal não só os pilotos tinham direito à greve, direito inquestionável, como se sabe, como tinham razão! E tinham tanta, que acompanharam de um convincente poder negocial (...), que fizeram o Governo inflectir nas suas intenções e voltar a negociar em reconhecimento das especificidades próprias de uma função de tanta responsabilidade!...
Um gajo quando é bom é bom. Se os outros sindicatos fossem assim tão fortes, se calhar ia menos gente para casa com tantas dores no traseiro.




Dizem os estudos que não há qualquer relação entre a idade dos pilotos e a segurança aérea. A única relação causa-efeito provada é outra: o que conta é a saúde e a experiência de voo. Se estiverem saudáveis – e os exames médicos semestrais verificam-no escrupulosamente –, os pilotos mais velhos oferecem mais garantias de êxito do que os mais novos, nunca o contrário.
Eu, além de piloto, sou também responsável pela parte de segurança em voo, tendo tirado um curso específico, que desde já agradeço aos contribuintes que o pagaram (mesmo aos que não queriam e estão para aqui à beira de um ataque de coração). Portanto, em relação a segurança de voo, duvido que haja muita gente por aqui a saber mais que eu. Nem o senhor André Não-sei-das-quantas nem o outro senhor que se limita a bater palmas. E posso-vos garantir que o pico de competência se encontra a meio da tabela etária. O senhor André talvez queira começar por ler outros estudos que não os do clube disney ou dos pacotes de batatas, a fim de evitar dizer parvoices. A razão é simples... A rotina, que é o que se ganha ao fim de muito tempo a fazer a mesma coisa, provoca nos indivíduos o inevitável descurar de algumas regras e procedimentos em detrimento do hábito. E tanto assim é que uma tripulação ideal terá um piloto mais experiente e um mais novo. O primeiro evita que o segundo meta os pés em situações que requerem experiência e rapidez. O segundo evita que o primeiro facilite em tarefas "rotineiras".


Representados por um sindicato em chamas, querem continuar a viver numa bolha luxuosa. Querem salários de futebolistas e estatuto de astronautas. Deviam saber: não são uma coisa nem outra. São pilotos de uma empresa que vai ser privatizada em breve – esperemos que depressa. Não há nada que algumas colheradas de mercado e concorrência não resolvam. A vida vai ser dura.
E eis mais um indivíduo de mal com a vida. É preciso é descarregar frustrações. Pode crer que os pilotos não são futbolistas. Os pilotos são uma mão de obra ainda mais escassa. Infelizmente não ganham o mesmo que os futbolistas porque dar-me-ia um gozo tremendo ver essa malta invejosa a rebentar como sapos. Mas pronto... não se pode ter tudo. E mais... quando a vida comçar a ser dura para os pilotos, muito provavelmente o meu amigo já não vai ter forças para se rir deles.



Alguém que se refere aos Pilotos portugueses de linha aérea como "pilotos da TAP" merece ZERO de credibilidade. Demonstra 0 no conhecimento da realidade aeronáutica portuguesa. E perdeu uma óptima oportunidade para estar calado.
Amigo... após tanta oportunidade de estarem calados, mais uma vezita não faz dano.



E uma greve a 100% sem uma garantia de serviços mínimos, não está correcto. Já noutro dia me insurgi contra os estivadores do Porto de Lisboa por fazerem o mesmo.
Espero, para seu bem, que se tenha insurgido baixinho e num quarto fechado.


O privilegiados vão-na poder fazer, mesmo que causem o caos para a população, e os desgraçados que não a podem fazer, por não colocar em risco a difícil situação em que está mergulhada a economia deste País.

E aqui, já não há igualdade.
"Serviços mínimos" só são aceitáveis em "situações de risco" (um piquete de bombeiros ou as urgências de um hospital, para dar 2 exemplos).
Tentar limitar o direito à greve dizendo que "uma greve não pode ser a 100%" é a mesma coisa que dizer "a utilidade prática da greve passa a ser 0".
Bem... esta questão é tão clara que pensei que não fosse preciso explicar... Toda a gente percebe. Vejam lá que até eu...


A sociedade evoluíu, mas há coisas onde se insiste ficar na pré-história.
Desenterrem o Salazar. Eu ainda me admirei quando foi eleito o maior português de todos os tempos. Não sei porquê...



Bem... quando vocês forem os governantes desta nação, avisem antes de fechar as fronteiras, para eu me pôr na alheta para um país de bom-senso.
 
parabéns
Gostei do que escreveste, mas agora espera pelas... "retaliações", algumas das quais possivelmente a roçar a má eduacação.

Boa sorte com isso [;)]

Alguém me mandou esta mensagem privada, mantendo a sua privacidade. Agradeço, embora gostasse que toda a gente se expressasse no próprio tópico. Mas agradeço. Mas não se preocupe... à força de haver tanto parolo invejoso neste cantinho à beira-mas plantado já tenho as costas largas. Má educação? Parece que já começou...



PS: para os senhores que vão dizer que eu é que comecei a má educação, o que eu disse foi em sentido figurado e sem me dirigir a ninguém em particular. Mas se quiserem também me podem tratar por filho-da-p***, cabrã*, palhaço, tudo o que quiserem. Eu sei diferenciar o essencial do acessório.
 
Eu, além de piloto, sou também responsável pela parte de segurança em voo, tendo tirado um curso específico, que desde já agradeço aos contribuintes que o pagaram (mesmo aos que não queriam e estão para aqui à beira de um ataque de coração). Portanto, em relação a segurança de voo, duvido que haja muita gente por aqui a saber mais que eu. Nem o senhor André Não-sei-das-quantas nem o outro senhor que se limita a bater palmas. E posso-vos garantir que o pico de competência se encontra a meio da tabela etária. O senhor André talvez queira começar por ler outros estudos que não os do clube disney ou dos pacotes de batatas, a fim de evitar dizer parvoices. A razão é simples... A rotina, que é o que se ganha ao fim de muito tempo a fazer a mesma coisa, provoca nos indivíduos o inevitável descurar de algumas regras e procedimentos em detrimento do hábito. E tanto assim é que uma tripulação ideal terá um piloto mais experiente e um mais novo. O primeiro evita que o segundo meta os pés em situações que requerem experiência e rapidez. O segundo evita que o primeiro facilite em tarefas "rotineiras".


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´
Até podes ter toda a razão do mundo e arredores. Mas o teu problema é que só olhas para o teu umbigo...

Toda a descrição que colocaste, em particular a que assinalei a bold, é aplicável a 95% das profissões que existem... a sua grande maioria, pasme-se, com a idade de reforma nos 65 anos !

Mas nem vale a pena continuar, uma vez que já deu para perceber que a única profissão com risco e responsabilidade em todo o mundo é a profissão de piloto...

Mas já agora, no alto da tua sabedoria, gostaria que explicasses porque raio os pilotos americanos se querem reformar aos 65 em vez de aos 60 ?!

Estaremos perante o primeiro caso de super-homens ?!
 
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