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Para mais informações Daniel Ravagnani
Tel: +55 11 3048 1954




Pesquisa mundial de qualidade de vida



Brasil
São Paulo, 14 Março 2005
  • Luxemburgo é a mais bem posicionada em segurança pessoal e seguridade; Bagdá é a pior
  • As cidades canadenses estão no topo do ranking em segurança e seguridade na América do Norte
  • Para qualidade de vida em geral, Genebra e Zurique lideram o ranking; Bagdá é a pior
Luxemburgo é a cidade melhor posicionada no mundo em se tratando de segurança pessoal e seguridade, de acordo com a pesquisa de qualidade de vida da Mercer Human Resource Consulting. A cidade obteve 122,5 pontos seguida por Helsinque, Berna, Genebra e Zurique que ocuparam juntas o segundo lugar com 120 pontos. (Clique aqui para saber porquê).

As cidades são comparadas em relação à Nova York, que tem uma pontuação-base de 100 pontos. A análise integra a pesquisa mundial de qualidade de vida, que abrange 215 cidades, e auxilia governos e grandes empresas a transferir seus funcionários entre cidades e países.

As cidades japonesas de Omuta, Kastuyama, Tsukuba e Yokkaichi são as melhores posicionadas na Ásia (compartilhando o 14º lugar com 112,5 pontos), enquanto Calgary, Montreal, Ottawa, Toronto e Vancouver são as mais bem posicionadas na América do Norte, compartilhando o 18º lugar, com 112 pontos.

“As cidades melhor posicionadas em segurança pessoal e seguridade estão localizadas em países politicamente estáveis com boas relações internacionais e crescimento econômico sustentável”, comentou Slagin Parakatil, Pesquisador Sênior da Mercer. “A maioria das cidades em pior colocação nesse item está em países com agitação civil, pouca rigor da lei e altos índices de criminalidade.”

A cidade menos segura do mundo é Bagdá (Iraque), com 5 pontos, devido aos movimentos civis em andamento e ameaças de ataque na cidade. Outras cidades com baixa pontuação são Abidjan, em Ivory Coast, Bangui, na Republica Africana Central, e Port Harcourt e Lagos, na Nigéria, com pontuações 24, 26,5, 32,5 e 32,5 respectivamente. Esses países continuam enfrentando tumultos políticos e baixo crescimento econômico.
Europa Ocidental

Muitas cidades da Europa Ocidental aparecem no topo do ranking. Luxemburgo ocupa o lugar mais alto em segurança pessoal e seguridade, em primeiro lugar, seguida por cidades suíças e escandinavas. Outras cidades com alta pontuação incluem Viena, em 6º lugar com 116 pontos, seguida por Dusseldorf, Munique, Nurnberg, Frankfurt e Oslo, dividindo o 8º lugar com 113 pontos.

Em contraste, Atenas, Roma e Londres aparecem na posição mais baixa do ranking para essa região, ocupando as posições 83, 74 e 69 respectivamente (com 93,5, 95,5 e 99 pontos), devido aos altos níveis de ocorrência de pequenos delitos. Madri também obteve pontos relativamente baixos, compartilhando a 69ª posição com Londres, devido ao terrorismo.
Europa Oriental

As cidades da Europa Oriental geralmente são classificadas abaixo das da Europa Ocidental. Ljubljana, na Eslovênia, ocupa a posição mais alta em segurança pessoal e seguridade, estando em 41º com 105 pontos, seguida por Bratislava, na Eslováquia, e Praga, na República Tcheca, ambas em 58º lugar com 100 pontos.

“Algumas cidades da Europa Oriental obtiveram pontuações mais altas no ranking devido à sua adesão à União Européia,” disse o Sr. Parakatil. “Há diferenças visíveis em pontuação para segurança pessoal e seguridade entre muitas cidades da Europa Central e Oriental.”

Tirana, na Albânia, ocupa o pior lugar da região, estando em 185º com 50 pontos. As cidades russas também obtiveram pontuações pobres devido aos altos índices de criminalidade, distúrbio econômico e falta de estabilidade interna. Moscou, Novosibirsk, Kazan e São Petersburgo ocupam as posições 198, 179, 179 e 175 respectivamente, com pontuações de 41,5, 52,5, 52,5 e 53,5.
América do Norte

Todas as cidades canadenses cobertas pela pesquisa aparecem dentre as 20 melhor posicionadas no ranking para segurança pessoal e seguridade. Calgary, Montreal, Ottawa, Toronto e Vancouver dividem a 18ª posição com 112 pontos.

Nos EUA, Honolulu, Houston, Lexington, São Francisco e Winston Salem obtiveram a melhor pontuação, compartilhando a 45ª posição com 104 pontos. Boston, Chicago, Cleveland, Mineápolis, Pittsburgh, Portland e Nova York ficaram em 58º lugar com 100 pontos. A cidade com a pior colocação na América do Norte é Atlanta, em 90º com 90,5 pontos, devido a delitos de rua e roubos.
América Central e do Sul

As cidades da América Central e do Sul tendem a aparecer em posições mais baixas no ranking quando comparadas com as da América do Norte. O crescente desemprego e instabilidade política nessas regiões têm levado a níveis maiores de criminalidade.

Na América Central, Monterrey e Cidade do México, no México, ocupam a 87ª e 126ª posições, com 92 e 72,5 pontos respectivamente.

Na América do Sul, Santiago, no Chile, obteve a melhor pontuação, ficando em 94º lugar, com 90 pontos. Buenos Aires, na Argentina, está em 115º, com 77,5 pontos, enquanto que São Paulo e Rio de Janeiro, no Brasil, ficaram em 148º e 167º respectivamente, com pontuações de 63,5 e 56, considerando-se apenas o item de segurança pessoal e seguridade. Bogotá e Medellin, na Colômbia, e Caracas, na Venezuela, foram as piores posicionadas, ocupando as posições de 210, 205 e 193 respectivamente (com 33, 37,5 e 48 pontos) devido à alta criminalidade, incluindo seqüestros.

Parakatil concluiu: “Conforme a globalização aumenta, a seguridade e os relacionamentos com outros países tornam-se mais críticos para os padrões gerais de qualidade de vida na cidades do mundo inteiro.”

Ranking mundial de qualidade de vida

A pesquisa mundial de qualidade de vida da Mercer revelou que Genebra e Zurique permanecem como as cidades melhor posicionadas do mundo, com 106,5 pontos. Outras cidades que obtiveram pontuação alta incluem Vancouver e Viena, ambas em 3º lugar (106 pontos).

As cidades da Europa, Nova Zelândia e Austrália continuam a apresentar pontos favoráveis. Tanto Munique quanto Dusseldorf subiram no ranking, do 10º e 12º lugares respectivamente, para compartilharem o 5º com Frankfurt. O aumento de Munique deve-se aos sistemas mais eficientes de coleta de lixo e melhores moradias para expatriados, enquanto que transporte e padrões de instrução internacional de Dusseldorf melhoraram. Berna, Copenhague e Sidney desceram um pouco no ranking, ocupando a 8ª posição com 105 pontos.

Nos EUA, Honolulu e São Francisco obtiveram as melhores pontuações dividindo a 25ª posição (102 pontos), principalmente por apresentarem índices de criminalidade mais baixos do que outras cidades americanas. Boston, Nova York, Portland e Washington seguiram nas posições 36, 39, 42 e 42 respectivamente (com 100.5, 100, 99, 99 pontos) enquanto Houston ocupa a pior posição: 68ª (94 pontos).

As principais cidades brasileiras mantiveram-se estáveis no ranking de 2004/2005, em relação ao ranking do biênio anterior. Brasília continua sendo a melhor posicionada, na 103ª colocação - embora tenha caído uma posição devido à melhora de Shanghai, na China, que saiu da 107ª posição em 2003/2004 para a atual 102ª colocação. São Paulo permaneceu em 107° lugar e o Rio de Janeiro foi a única cidade a ganhar posições no ranking. Devido ao bem sucedido combate à epidemia de dengue ocorrida em 2003, a cidade carioca subiu duas posições e está na 116ª posição. Por fim, Manaus não alterou sua posição no atual ranking, continuando em 127° lugar. "Não houve uma mudança substancial na avaliação das cidades brasileiras" afirma Ivan Farber, consultor da Mercer. "A única melhora foi a apreciação do real frente ao dólar, que por aumentar o poder aquisitivo dos residentes nas cidades avaliadas, teve um impacto positivo na qualidade de vida destes habitantes."

A análise é baseada na avaliação de 39 itens de qualidade de vida para cada cidade, incluindo fatores políticos, sociais, econômicos e ambientais, segurança pessoal e saúde, educação, transporte e outros serviços públicos.

Bagdá permanece como a cidade menos atrativa do mundo para expatriados. Sua baixa pontuação (14,5) deve-se à ameaça recorrente de ataques contra pessoas, organizações multinacionais e instituições governamentais na região. Outras cidades com pontuação pobre para qualidade de vida incluem Bangui, na República Africana Central (29 pontos) e Brazzaville, no Congo, e Khartoum, no Sudão (29,5 e 31 pontos respectivamente).

Saiba mais sobre o relatório e adquira-o já
Acesse o ranking das melhores 50 cidades do mundo em qualidade de vida

Nota aos Editores: Os dados foram em grande parte coletados entre Setembro e Novembro de 2004 e são atualizados regularmente para levar em consideração alterações de circunstâncias.


O ranking mundial é extraído da mais recente pesquisa de qualidade de vida, realizada pela Mercer Human Resource Consulting. Relatórios individuais podem ser produzidos para cada cidade pesquisada, mas por favor note que não há resumo do relatório global disponível. O custo do relatório com os índices comparativos de qualidade de vida entre uma cidade de origem e uma cidade destino é de US$ 300,00 (comparações entre mais cidades estão disponíveis).

A pesquisa mundial de qualidade de vida é baseada na avaliação de 39 itens de qualidade de vida. O tópico coberto em 2005, “segurança pessoal e seguridade”, está baseado na avaliação de 6 itens extraídos da pesquisa mundial de qualidade de vida. Nova York foi utilizada como pontuação-base para qualidade de vida, com 100 pontos.

O estudo da Mercer é baseado em detalhadas avaliações dos 39 principais fatores determinantes de qualidade de vida, agrupados nas seguintes categorias:
  • Ambiente político e social (estabilidade política, criminalidade, rigor da lei, etc)
  • Ambiente econômico (regras de conversão de moedas, serviços bancários, etc)
  • Ambiente sócio-cultural (censura, limitações de liberdade individual, etc)
  • Aspectos médicos e sanitários (suprimentos e serviços médicos, doenças infecciosas, esgoto, coleta de lixo, poluição do ar, etc)
  • Escolas e educação (padrão e disponibilidade de escolas, etc)
  • Serviços públicos e transporte (eletricidade, água, transporte público, congestionamentos, etc)
  • Diversão (restaurantes, teatros, cinemas, esportes e lazer, etc)
  • Mercadorias (disponibilidade de alimentos e de itens de consume diário, carros, etc)
  • Acomodações (alojamentos, equipamentos domésticos, móveis, serviços de manutenção, etc)
  • Ambiente natural (clima, registro de desastres naturais, etc).
A Mercer Human Resource Consulting, uma das principais consultorias do mundo, ajuda empresas a criar resultados mensuráveis de negócios por meio de seu pessoal. Com mais de 14.000 empregados em cerca de 145 cidades em 41 países e territórios em todo o mundo, a empresa é parte da Mercer Inc., uma subsidiária integral da Marsh & McLennan Companies, Inc., companhia listada nas bolsas de Nova York, Chicago, Pacífico e Londres (símbolo: MMC).
 
e qual é já o tema da discussão? acho que me perdi...

Então se as coisas são assim, e na minha opinião, assim é que estão bem, é daquelas coisas em que podemos todos concordar.

é daquelas temas em que nada sei, mas esse mundo "fantasmagórico" também deve de existir (suponho). Partir do princípio que todas as empresas cumprem e fazem o melhor para os empregados é capaz de ser um tanto ou quanto utópico.

E porque não?

O que te leva a concluir que aquilo que afirmas está correcto?
Simples lógica e muitas notícias que vemos todos os dias dão-nos conta precisamente disso mesmo!...

Agora, quais são? Não sabemos, como é óbvio!
 
Simples lógica e muitas notícias que vemos todos os dias dão-nos conta precisamente disso mesmo!...

Agora, quais são? Não sabemos, como é óbvio!


Entao, e assentamos o nosso "conhecimento" em logica de raciocinio, e noticias que lemos (!!!) mas quais especificamente (???)[;)]
nao sabemos....:( :( :(

PL, qualificamos e quantificamos com base nesse "conhecimento"!!!....
para mim por exemplo é inaceitavel participar numa discussão com esta "honestidade intelectual", por isso é que há users, com quem pura e simplesmente me recuso a trocar opinioes [;)] [;)]
 
Não percebi esta parte.

É que o que dizes apenas reforça a ideia que tinha da obrigatoriedade da formação.

Na empresa da minha mulher os funcionários são obrigados a ir à formação. Todos. E não há desculpas, não sei se há alguma penalização, mas o pessoal resolveu não arriscar. [;)]
Repara numa coisa, a formação é obrigatória e deve ser feita pelo menos uma vez por ano, eu tenho quase vinte anos de estado e comecei este ano a fazer reciclagens de conhecimento e formação mais abrangente.

A formação é obrigatória tanto para quem trabalha como para as empresas que recebem vários fundos para (ou contratarem outra empresa para) darem formação.

O estado é geralmente o primeiro a infringir as regras.

Os trabalhadores não devem ser prejudicados ou beneficiados por a fazerem, ou mesmo quando não a fazem, nem na sua avaliação nem no seu vencimento.

Quanto as empresas de formação são bem conhecidos os primeiros esquemas com os fundos comunitários encaminhados para a formação e qualificação de pessoas, logo no principio de nossa adesão à UE, e que desapercebam ou acabaram em montes no Alentejo, os primeiros casos conhecidos começaram logo em 1986/87 e apesar de terem diminuído, há empresas de formação que continuam a ir à falência em condições curiosas (geralmente depois de receberem o carcanhol).

Não te posso falar de casos concretos mas se podes procurar na net que há alguns casos mas mediatizados.
 
..............
Se me disserem que são aquelas ovelhas negras que dão má fama ao rebanho, estou perfeitamente de acordo, não sou do tipo de tomar a parte pelo todo.

Este é o principio base de uma troca de opinioes assertiva, que é o que falta na maioria dos posts, em topicos deste genero............[;)] [;)] [;)]

Mas mais dificil do que escreve-lo é mante-lo durante a troca de opinioes!!!
[:D] [:D] [:D] [:D]
 
Entao, e assentamos o nosso "conhecimento" em logica de raciocinio, e noticias que lemos (!!!) mas quais especificamente (???)[;)]
nao sabemos....:( :( :(

PL, qualificamos e quantificamos com base nesse "conhecimento"!!!....
para mim por exemplo é inaceitavel participar numa discussão com esta "honestidade intelectual", por isso é que há users, com quem pura e simplesmente me recuso a trocar opinioes [;)] [;)]
Faz sentido, como é evidente, o que tu dizes! No entanto muita coisa há que sabemos mas que aprendemos apenas intuindo, simplesmente percepcionando o que se passa à nossa volta, mas que nem sequer quantificamos ou precisamos de o fazer para... saber.

Quantas vezes não estás a abordar um interlocutor e pensas, a dada altura, "bahhh, este gajo está a dar-me a volta e eu não tenho pedalada para ele", mas não tens, sequer, base para saberes se isso é verdade, que pode bem ser, mas que também o pode não ser, embora tu, quase que à priori, formules a tua convicção, não quantificável - neste caso nem podias - e retiras as tuas conclusões que formarão a tua opinião! Que bem pode estar errada, por manifestamente infundada...

É assim com toda a gente, seja nas matérias mais comuns, seja nas matérias relativamente às quais fazemos a nossa "escola de opinião"!

E nem vou dar mais nenhum exemplo senão o que foi dado! Tu tens alguma dúvida de que há bastantes empresas, para não dizer demais, que não observam determinado cumprimento de regras? Não tens, pois não? Sabes quantificá-las? Claro que não! Nem eu! Mas isso não nos impede de sabermos que muitas há que não cumprem as mais variadas regras e, por exemplo, uma das mais faladas, a do cumprimento das obrigações fiscais, por mero exemplo entre muitos outros que poderíamos dar, é uma inequívoca realidade, certo?...

Na verdade não precisamos de "ver", in loco, para sabermos que se passam coisas desta e de outras naturezas, seja em que ponto do globo for! É, penso eu, nesse sentido que o raciocínio do user foi, do que me apercebi, feito.

Agora, o que pode acontecer é a percepção de cada um, sobre qualquer matéria em apreço, estar menos certa, ou mesmo errada, no princípio geral da respectiva abordagem, ou completamente errada face à efectiva realidade percepcionada, mas isso ninguém pode dizer que consegue evitar, por muito convicto que esteja de estar-se certo, ou mesmo por muito que tente, conscientemente, ser imparticial...

Do mesmo modo, e deixa-me ser agora, também, um pouco "mauzinho", também se pode dizer que os cerca de 700.000 funcionários públicos nada fazem, que não produzem, que vivem à custa dos outros, sem sequer vermos se isso é mesmo verdade. No entanto a nossa percepção, seja por menor "honestidade intelectual", seja por simples erro de percepção, seja, ainda, por não querer, sequer, aquiescer à simples ideia de que muito provavelmente estamos completamente errados, pode não estar correcta! Acontece...

É mau, é bom?!... É a forma de pensar de cada um, que vale o que vale, ao lado da maneira de pensar de qualquer outra pessoa, contrária, ou coincidente, mas, não tenhamos dúvidas, de idêntica valência! [;)]
 
É assim com toda a gente, seja nas matérias mais comuns, seja nas matérias relativamente às quais fazemos a nossa "escola de opinião"!

Na verdade não precisamos de "ver", in loco, para sabermos que se passam coisas desta e de outras naturezas, seja em que ponto do globo for! É, penso eu, nesse sentido que o raciocínio do user foi, do que me apercebi, feito.

Agora, o que pode acontecer é a percepção de cada um, sobre qualquer matéria em apreço, estar menos certa. ou mesmo errada, no princípio geral da respectiva abordagem, ou completamente errada face à efectiva realidade percepcionada..

É mau, é bom?!... É a forma de pensar de cada um, que vale o que vale, ao lado da maneira de pensar de qualquer outra pessoa, contrária, ou coincidente, mas, não tenhamos dúvidas, de idêntica valência! [;)]

é aqui que nao estamos de acordo,

nao somos todos iguais na abordagem e feitura dos juizos (graças a Deus!!!) [;)] [;)]

e a forma de pensar ou vale pela consistencia e veracidade da analise , ou é oca "desmiolada" e inconsistente, e por isso nao pode ter a mesma valencia (!!!)[:p] [:p]
pelo menos para mim...[:D] [:D]
 
Este é o principio base de uma troca de opinioes assertiva, que é o que falta na maioria dos posts, em topicos deste genero............[;)] [;)] [;)]

Mas mais dificil do que escreve-lo é mante-lo durante a troca de opinioes!!!
[:D] [:D] [:D] [:D]

Pois é, da mesma maneira que há pessoas que dizem que os FP são todos calões, não fazem nada, estão a mais e só vivem à custa dos nossos impostos, outros fazem ao contrário, os empresários são todos uns gatunos, vivem à grande e à francesa, não investem nem na suas empresas nem nos seus empregados, etc etc...

O problema é quando os de um desses grupos se armam em moralistas em relação aos outros.

Não estou a falar de ti em particular e espero de igual modo que não me revejas nesta descrição, mas tenho a certeza absoluta que já te deste conta destes dois modos de estar.
 
é aqui que nao estamos de acordo,

nao somos todos iguais na abordagem e feitura dos juizos (graças a Deus!!!) [;)] [;)]

e a forma de pensar ou vale pela consistencia e veracidade da analise , ou é oca "desmiolada" e inconsistente, e por isso nao pode ter a mesma valencia (!!!)[:p] [:p]
pelo menos para mim...[:D] [:D]

Permite-me então ir buscar o que disseste num tópico ao lado sobre professores. Falas em "desresponsabilizaçao do educar, do ensinar, que se pratica no secundario publico"

Não é minha intenção argumentar o assunto, isso faz-se naquele outro tópico, mas como consideras esse juizo de valor? é baseado ou não na tua vivência e naquilo que vês à tua volta?
 
Resumo de varios tópicos:

* Há bons funcionários públicos, maus funcionários públicos e funcionários públicos assim assim;

* Há bons empresários, maus empresários e empresários assim assim.

Quem não pense desta maneira, não pode estar de boa fé.
 
é aqui que nao estamos de acordo,

nao somos todos iguais na abordagem e feitura dos juizos (graças a Deus!!!) [;)] [;)]

e a forma de pensar ou vale pela consistencia e veracidade da analise , ou é oca "desmiolada" e inconsistente, e por isso nao pode ter a mesma valencia (!!!)[:p] [:p]
pelo menos para mim...[:D] [:D]
Não há veracidade de análise, sobretudo quando é feita essa análise com a convicção de que se está correcto. O que há, ou pode haver, é veracidade ou inverosimilhança dos factos alvo dessa mesma análise, quiçá porque o desiderato da dita é mais ansioso da demonstração do que devia e torna-se, muitas vezes, ambiciúnculo quando, por exemplo, se fala em 700.000 de calões que vivem à custa dos demais!... [:p][;)]
 
Resumo de varios tópicos:

* Há bons funcionários públicos, maus funcionários públicos e funcionários públicos assim assim;

* Há bons empresários, maus empresários e empresários assim assim.

Quem não pense desta maneira, não pode estar de boa fé.
Correcto e afirmativo! Curto, claro e conciso! [;)]
 
Resumo de varios tópicos:

* Há bons funcionários públicos, maus funcionários públicos e funcionários públicos assim assim;

* Há bons empresários, maus empresários e empresários assim assim.

Quem não pense desta maneira, não pode estar de boa fé.

E sem mais nada a acrescentar, tudo o que vá para além disso já é entrar em ataques, conta ataques, guerras internas, combates violentos...
 
Pois é, da mesma maneira que há pessoas que dizem que os FP são todos calões, não fazem nada, estão a mais e só vivem à custa dos nossos impostos, outros fazem ao contrário, os empresários são todos uns gatunos, vivem à grande e à francesa, não investem nem na suas empresas nem nos seus empregados, etc etc...
Parece-me um discurso muito reducionista, vulgar e apropriado ao nível intelectual de alguns intervenientes daqui do fórum.

Felizmente que há por aqui pessoas que dão um pouco de enlevo a estes temas e tentam discuti-los de uma forma apropriada.

A interpretação que cada um faz, tem a ver com a sua própria natureza. E aí, não há nada a fazer.
 
...
O que há, ou pode haver, é veracidade ou inverosimilhança dos factos alvo dessa mesma análise, quiçá porque o desiderato da dita é mais ansioso da demonstração do que devia e torna-se, muitas vezes, ambiciúnculo quando, por exemplo, se fala em 700.000 de calões que vivem à custa dos demais!... [:p][;)]
As palavras são tuas.

Devias demosntrar um pouco mais de respeito por 700,000 pessoas que não têm culpa de estarem num Estado desorganizado, clientelista e delapidador do bem comum.

PS: Não há por aí uma regra que diz que as intervenções devem ser feitas em Português? [:p]
 
Resumo de varios tópicos:

* Há bons funcionários públicos, maus funcionários públicos e funcionários públicos assim assim;

* Há bons empresários, maus empresários e empresários assim assim.

Quem não pense desta maneira, não pode estar de boa fé.

Em resumo:

Há FP a mais e Empresários a menos. [;)]
 
As palavras são tuas.
Não, não são. São a constatação de que, por terras lusas, a falta de respeito por quem trabalha, no geral, é enorme, e pela função pública, em particular, é, no mínimo, moralmente indecente!

Devias demosntrar um pouco mais de respeito por 700,000 pessoas que não têm culpa de estarem num Estado desorganizado, clientelista e delapidador do bem comum.
Não derives, porque se alguém há que respeita esses 700.000 e os demais que engordam esta mole, onde apenas alguns enriquecem, sou eu!

PS: Não há por aí uma regra que diz que as intervenções devem ser feitas em Português? [:p]
Pá, não me digas que não percebeste um simples funcionário público expressando a sua opinião!... [:p][:p][:p]
 
Em resumo:

Há FP a mais e Empresários a menos. [;)]
Não sei porque dizes isso, se há maus empresários (e isso não negaste) porque raio há-de haver mais? Se me garantirem que são bons ainda concordo contigo, caso contrário...

Se há empresários a menos não sei, mas por acaso gostava de saber quantas empresas são criadas por dia, uma vez que só tenho noção de quantas fecham (em média, por dia, dez empresas são consideradas falidas ou insolventes).

E quanto a haverem FP's a mais não concordo. Não sei que conhecimentos tens para insistires nessa questão, pois demonstra uma profunda falta de conhecimento da realidade de alguns organismos públicos.
 
Parece-me um discurso muito reducionista, vulgar e apropriado ao nível intelectual de alguns intervenientes daqui do fórum.

Felizmente que há por aqui pessoas que dão um pouco de enlevo a estes temas e tentam discuti-los de uma forma apropriada.

A interpretação que cada um faz, tem a ver com a sua própria natureza. E aí, não há nada a fazer.

Completamente de acordo, agora quem é quem...
 
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