O direito à greve deve existir para todos os trabalhadores?

A mesma funcionaria que tem sessões com 2 juizes diferentes, está com dificuldades em ligar a video conferência e não consegue falar com o técnico, são os advogados à espera, as testemunhas à espera, enfim, um mundo cor-de-rosa...
Pois, tudo simples, como muitos aqui sugerem, sem saberem, de facto, como é...
 
Éu já reparei que tens profundos conhecimentos sobre tudo o que aqui se passa. Mas como em tudo, há que exibi-los.

- Não tenho.
- Se tu tens, porque não exibi-los?
- 90% das pessoas que falam aqui não têm conhecimento suficiente para opinarem sobre tudo o que falam, espero que vás fazer esse reparo a todas elas.
 
Última edição:
Mas isto ainda dura?

Mesmo depois de esgotado o tema inicial e da incoerente argumentação que o justificava?

Será que este tópico passou a ser o tópico das postas de pescada sem qql sentido?

Se assim é pede-se ao autor para mudar o nome do mesmo, sempre facilita na pesquisa.
 
Mas isto ainda dura?

Mesmo depois de esgotado o tema inicial e da incoerente argumentação que o justificava?

Será que este tópico passou a ser o tópico das postas de pescada sem qql sentido?


Se assim é pede-se ao autor para mudar o nome do mesmo, sempre facilita na pesquisa.
Talvez, mas deixa ver se desenvolve...
 
Em primeiro lugar, o tópico resultou de uma pergunta. Não havia, inicialmente, qualquer argumentação a favor ou contra (isso veio depois). Havia uma constatação (com base num artigo) e uma pergunta.

Em segundo lugar, por muito que o membro nthor tenha tentado pôr confusão, a verdade é que a base de sustentação do tópico manteve-se: o funcionalismo público alemão não pode fazer greve.

Não tenho culpa que esse membro ponha em causa x, para depois alguém lhe responder defendo x através de y, e ele responder x por outras palavras passando a contrariar y e assim sucessivamente.

Esses joguinhos de retórica de terceira linha são facilmente percebidos e desmistificados.

Devias ser no mínimo correcto e não enveredar por essas falsas questões.

Se outros temas surgiraram ao longo do tópico, isso genericamente acontece em todos. As discussões são assim.

Mais, quem está agora a reclamar que se foi discutir outra coisa, também ele participou em pôr outras coisas em discussão.

Se ao fim de 10 páginas se conseguiu dizer tudo o que havia dizer é perfeitamente normal. 10 páginas não são pouca coisa.

Essas frasesinhas do "deixa ver se desenvolve" são típicas de quem quer enfiar a cabeça na areia.

É pena que muita gente ao não concordar, só conseguir não concordar dizendo que o que não concorda 'tá pouco desenvolvido e que é por isso que não concorda.

Não saber perceber que há diversidade de opiniões e que a verdade absoluta não é exclusivo de ninguém...é algo triste.

Passar pela vida a achar que somos detentores de toda a verdade, da boa moral, e principalemnte das boas intenções é muito triste. Mas comum.
 
Mas, André, em que é que o funcionalismo público alemão serve de (bom) exemplo ao nosso ou ao nosso país, queres dizer-me?

Há, de facto, a distinção de quem é e de quem não é funcionário público na Alemanha, mas nem vou entrar por aí. O que é importante é, sublinho, as diferenças enormes entre FP alemã e FP portuguesa, começando, desde logo, pelo nível de remunerações, logo a greve, como "instituição", terá um peso diferente, não te parece?...

Um colega dentro da minha área, ao meu nível, na Alemanha ganha em torno de €10.000/mês, retribuição justa para o trabalho e responsabilidade que tem, idêntica em tudo num país e noutro. Cá, bem, cá até dá vergonha dizer qual a equivalência...

Greve para a Função Pública? Claro, é um direito constitucional! Deveria, e já o disse, era ser usada adequadamente e haverem outros mecanismos de resolução mais práticos, para além da questão dos serviços mínimos terem de ser, quanto a mim, urgentemente revistos, pois como se está actualmente o exercício do direito à greve prejudica o exercício dos direitos dos demais, e, como bem te deves lembrar, com isso eu não estou nada de acordo!...
 
Mas, André, em que é que o funcionalismo público alemão serve de (bom) exemplo ao nosso ou ao nosso país, queres dizer-me?

Há, de facto, a distinção de quem é e de quem não é funcionário público na Alemanha, mas nem vou entrar por aí. O que é importante é, sublinho, as diferenças enormes entre FP alemã e FP portuguesa, começando, desde logo, pelo nível de remunerações, logo a greve, como "instituição", terá um peso diferente, não te parece?...

Um colega dentro da minha área, ao meu nível, na Alemanha ganha em torno de €10.000/mês, retribuição justa para o trabalho e responsabilidade que tem, idêntica em tudo num país e noutro. Cá, bem, cá até dá vergonha dizer qual a equivalência...

Greve para a Função Pública? Claro, é um direito constitucional! Deveria, e já o disse, era ser usada adequadamente e haverem outros mecanismos de resolução mais práticos, para além da questão dos serviços mínimos terem de ser, quanto a mim, urgentemente revistos, pois como se está actualmente o exercício do direito à greve prejudica o exercício dos direitos dos demais, e, como bem te deves lembrar, com isso eu não estou nada de acordo!...

Como não puseste em causa a substância do meu post anterior, presumo que concordes no seguinte ponto: a pergunta que deu origem ao tópico é perfeitamente legítima, muitos responderam e disseram de sua justiça e houve uma discussão onde se apresentaram argumentos contra ou a favor.

Daí a dizeres que faltam argumentos de algum lado (do que se opõe à tua posição neste caso) não é honesto intelectualmente, a meu ver.

O que falas agora, já é algo lateral ao tópico.

O funcionalismo alemão não deixa de ser um bom exemplo, só porque neste aspecto tu e outros -de forma perfeitamente legítima e argumentável- não concordam com ele.

Isso não impede que numa série de outras coisas o funcionalismo alemão seja um bom ou excelente exemplo, certo? Ou um mau, péssimo em outras. São coisas diferentes.
 
Última edição:
(...)

Em segundo lugar, por muito que o membro nthor tenha tentado pôr confusão, a verdade é que a base de sustentação do tópico manteve-se: o funcionalismo público alemão não pode fazer greve.

(...)
Sabes como se chama uma pessoa que insiste num erro não sabes?

Já te expliquei que não são os funcionários públicos mas os servidores públicos que não fazem greve, já te expliquei a diferença entre os dois, já te expliquei que por não fazerem greve tem condições de trabalho excepcionalmente boas, bastante melhores do que aquilo que cá se achava serem privilégios da fp.

Já te expliquei que isso acontece pq nesse grupo dos servidores públicos tb estão incluídos os políticos Alemães, ao contrario de cá em que os nossos políticos pertencem a um grupo muito especifico só deles e consideram-se "servidores da causa publica" (sem comentários).

Depois destas explicações todas continuas a insistir que os fp da Alemanha não podem fazer greve.

Das duas uma, ou não sabes o que é a base de sustentação de uma argumentação e quando ela deixa de existir ou apenas demonstras o que podemos esperar de um liberal, uma incapacidade de querer sequer perceber o que não lhes interessa, a chamada teimosia irracional do quero posso e mando.

Já sei que vais ficar novamente ofendido como acontece sempre que te contrariam, chama-se a isso crescer, tens de aprender a lidar com isso.
 
O cancro judicial e burocrático

O cancro judicial e burocrático

Vá lá.

Hoje foi a greve que adiou.

Normalmente são as escutas não válidas que adiam ou mesmo acabam com processos inteiros [:D]

Ou gravação dos depoimentos em tribunal que não se percebem e têm de ser repetidos.

É uma alegria.

Eu nem me devia 'tar a rir, porque a justiça portuguesa enfim...

Ai mas bolas, não posso falar disto...não trabalho na justiça. Posso lá [:D]

Casa Pia: julgamento pode ser anulado

Nenhum dos arguidos do processo Casa Pia trocou telefonemas entre si ou com as testemunhas, ao contrário do que as análises periciais afirmaram no início do processo, noticia o 24 Horas.
Se algumas dessas provas tiverem sido destruídas, os advogados podem requerer a repetição das análises. No caso de os juízes não aceitarem a revisão de todas as provas, o julgamento pode ser anulado por um tribunal superior.
De acordo com a conjugação dos artigos 410.º e 426.º do Código do Processo Penal, no caso de uma prova não ter sido aceite pelo tribunal, o tribunal superior pode determinar a repetição de todo o julgamento.

http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=872696&div_id=3210
 
Casa Pia: julgamento pode ser anulado

Nenhum dos arguidos do processo Casa Pia trocou telefonemas entre si ou com as testemunhas, ao contrário do que as análises periciais afirmaram no início do processo, noticia o 24 Horas.
Se algumas dessas provas tiverem sido destruídas, os advogados podem requerer a repetição das análises. No caso de os juízes não aceitarem a revisão de todas as provas, o julgamento pode ser anulado por um tribunal superior.
De acordo com a conjugação dos artigos 410.º e 426.º do Código do Processo Penal, no caso de uma prova não ter sido aceite pelo tribunal, o tribunal superior pode determinar a repetição de todo o julgamento.

http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=872696&div_id=3210
Bem, esse assunto não me parece correlacionável com este tema... da greve e é mais do que lateral...
 
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