Binário - questão de fé ? diesel-Audi vs otto-Porsche (pg5)

Vou revelar isto lá para o post 90 para ficar no inicio de uma página.

Esta ciência está longe de ser exacta, mas devo dizer que já houve aqui muito bons palpites, aliás na generalidade são bons.

Mas meus amigos, o binário não é só uma questão de fé, ele interfere e muito na forma como os carros se comportam. [;)]


desculpa lá mas esse comportamento é mais do condutor, pois se o diesel tem a fé no binário, já o otto tem nas rpm's, e com este exemplo estás a cortar as pernas ao otto[;)]
 
Um amigo meu que tinha um CTR dos anteriores dizia-me que não conseguia chegar a 160 ao final da subida em causa partindo lá de baixo em 6ª.

Portanto Filipe creio que estás a ser optimista.

Isso confirmo também.

Aliás se abordasse essa subida sempre em 6ª, dependendo da velocidade -> ou seja da Rpm a que fosse no CTR (muito sensível a isso) perderia mesmo velocidade...mesmo com o acelerador a fundo.

Há que ver que os 200cvs. num carro não são em todas as rpms ;)
 
Mas meus amigos, o binário não é só uma questão de fé, ele interfere e muito na forma como os carros se comportam. [;)]

existe algo em que se nota as vantagens de um automóvel com um bom binário: o peso!

a capacidade de lidar melhor com o aumento das taras e mesmo com o aumento de peso no próprio veículo!

se eu levar 4 pessoas no meu carro, aquilo transforma-se num carro com sérios problemas de aceleração e consequente aumento de barulho dentro do habitáculo, o que não corresponde necessariamente a um aumento de velocidade

[:)][:)]


o teu A3 por exemplo lida muito melhor com este tipo de situações!
[;)]
 
desculpa lá mas esse comportamento é mais do condutor, pois se o diesel tem a fé no binário, já o otto tem nas rpm's, e com este exemplo estás a cortar as pernas ao otto[;)]

Eu já referi que não tenho qualquer duvida que se reduzisse para 4ª (29 km/h por cada 1.000 rpm) conseguiria chegar ao topo da subida a uns 190/200.

Não pretendo provar nada de especial, também prefiro mil vezes o porsche e motores a gasolina [;)]

Agora a prática do dia a dia e da condução de muitos e variados carros mostra-me que a fé no binário tem as suas razões de existir
 
Quanto às reduções, claro que se podem sempre fazer, mas quando se circula a velocidades razoaveis, não é muito habitual estar sempre a faze-las.

Sobre o resto não me pronuncio [:cool:]

É aqui que discordo sempre [;)]

Não entendo o porque não -> partindo da ideia que queremos andar depressa/queremos maximizar a aceleração/velocidade

Faço isso seja um CTR, a Avensis D4D, o que seja -> tenho de saber tirar partido do motor...e nessa subida a não ser que venhas muito lançado lá de baixo nunca é na relação mais alta [;)]

Na Avensis às vezes passo aí cheio de pressa :sh) [8b] ...venho em 5ª no viaduto e puxar, mas quando começa a subida é logo uma 4ª pelos queixos [:)] [:)]

Ou arrisco-me a andar para trás como a Astra do Pratas [:)] [:)] [:)]
 
Isso confirmo também.

Aliás se abordasse essa subida sempre em 6ª, dependendo da velocidade -> ou seja da Rpm a que fosse no CTR (muito sensível a isso) perderia mesmo velocidade...mesmo com o acelerador a fundo.

Há que ver que os 200cvs. num carro não são em todas as rpms ;)

Exactamente !

este homem tem "sr" no nome (lord) e não é por acaso.

É sempre um prazer ler a tua opinião [;)]
 
Eu já referi que não tenho qualquer duvida que se reduzisse para 4ª (29 km/h por cada 1.000 rpm) conseguiria chegar ao topo da subida a uns 190/200.

Não pretendo provar nada de especial, também prefiro mil vezes o porsche e motores a gasolina [;)]

Agora a prática do dia a dia e da condução de muitos e variados carros mostra-me que a fé no binário tem as suas razões de existir

Nope [;)] Porque é que no dia-a-dia, se vamos com pressa/queremos subir ali rápido seja em que carro for, não deveremos usar a caixa? [;)]

A questão é que acho que não se faz isso por preconceitos sem razão de ser como: aíii, faz muito barulho [:)] ou aíiii, estou a esforçar o motor, coitadinho [:)] ...ou ainda porque gasta mais [;)]

Só entendo a última do consumo, mas aí é simples...ou se anda depressa ou se poupa combustível -> vidé ali o NMyguel [:)] [:)] [:)] [:p]
 
Eu já referi que não tenho qualquer duvida que se reduzisse para 4ª (29 km/h por cada 1.000 rpm) conseguiria chegar ao topo da subida a uns 190/200.

Não pretendo provar nada de especial, também prefiro mil vezes o porsche e motores a gasolina [;)]

Agora a prática do dia a dia e da condução de muitos e variados carros mostra-me que a fé no binário tem as suas razões de existir

Vais dizer que fizeste isto tudo para dizer o que toda a gente já sabe: o binário favorece as recuperações (e são relevantes...)?[:p]
 
É aqui que discordo sempre [;)]

Não entendo o porque não -> partindo da ideia que queremos andar depressa/queremos maximizar a aceleração/velocidade

Faço isso seja um CTR, a Avensis D4D, o que seja -> tenho de saber tirar partido do motor...e nessa subida a não ser que venhas muito lançado lá de baixo nunca é na relação mais alta [;)]

Aliás, em todos os carros. A relação mais alta serve essencialmente para manter uma velocidade de cruzeiro a baixas rotações, reduzindo o ruído, mas acima de tudo, o consumo. Não faz o menor sentido usar a última mudança para acelerações.[:p]
 
Eu já referi que não tenho qualquer duvida que se reduzisse para 4ª (29 km/h por cada 1.000 rpm) conseguiria chegar ao topo da subida a uns 190/200.

Não pretendo provar nada de especial, também prefiro mil vezes o porsche e motores a gasolina [;)]

Agora a prática do dia a dia e da condução de muitos e variados carros mostra-me que a fé no binário tem as suas razões de existir

mas aqui não tem logica, pois colocas um no regime ideal, enquanto o outro muito longe dele, obviamente que se aumentares um pouco a velocidade desse teste os resultados são diferentes
 
Originalmente Colocado por Nightlord
Isso confirmo também.

Aliás se abordasse essa subida sempre em 6ª, dependendo da velocidade -> ou seja da Rpm a que fosse no CTR (muito sensível a isso) perderia mesmo velocidade...mesmo com o acelerador a fundo.

Há que ver que os 200cvs. num carro não são em todas as rpms ;)

Exactamente !

este homem tem "sr" no nome (lord) e não é por acaso.

É sempre um prazer ler a tua opinião [;)]

acho que ninguém pôs isso em causa![;)]
 
Já agora os protagonistas :

dsc052589qikr4.jpg

dsc0472200ms5.jpg
 
Aliás, em todos os carros. A relação mais alta serve essencialmente para manter uma velocidade de cruzeiro a baixas rotações, reduzindo o ruído, mas acima de tudo, o consumo. Não faz o menor sentido usar a última mudança para acelerações.[:p]

Discordo inteiramente desta afirmação [:cool:]
 
Mania do pessoal comparar o poder de reprisar os diesel e gasolina nas mesmas mudanças...Não é assim que se faz.É à mesma velocidade,mas na mudança mais favorável a cada um.Senão é a mema coisa que estar a escolher o vencedor.Reprises são reprises,portanto tem de se ver o melhor que cada carro pode fazer.
Aí era ver a potência do P a dar no binário do A[;)]

Concordo!!

Ligar o ponto "A" ao ponto "B" no menor tempo possivel partindo de 160Km/h (ou outra qualquer) independentemente da mudança engrenada.
 
É aqui que discordo sempre [;)]

Não entendo o porque não -> partindo da ideia que queremos andar depressa/queremos maximizar a aceleração/velocidade

Faço isso seja um CTR, a Avensis D4D, o que seja -> tenho de saber tirar partido do motor...e nessa subida a não ser que venhas muito lançado lá de baixo nunca é na relação mais alta [;)]

Na Avensis às vezes passo aí cheio de pressa :sh) [8b] ...venho em 5ª no viaduto e puxar, mas quando começa a subida é logo uma 4ª pelos queixos [:)] [:)]

Ou arrisco-me a andar para trás como a Astra do Pratas [:)] [:)] [:)]

És implacavel !

No Audi em 6ª aquilo desenvolve até um determinado ponto [;)]
 
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