Aumentos salariais em Portugal. Sempre a mesma treta...

Entendo perfeitamente.

Contudo, tu como Governo não podes basear um mandato numa política de contenção e austeridade (necessárias) e depois a meio, quando só há sinais ténues de uma melhoria sobre os quais ainda não se sabe se são sustentáveis ou não começas a "desleixar" um pouco.

Não te esqueças que tivémos um crescimento anormal da receita fiscal muito por força da instauração de sistemas que possibilitaram a recuperação de dívidas antigas. Há-se chegar um ponto em que as dívidas antigas estarão saldadas e o crescimento da receita fiscal estará de novo indexada ao crescimento da economia.

A despesa, inexplicavelmente continua a crescer, quando devia estabilizar ou diminuir.

Por isso é que acho que ainda há dúvidas sobre a sustentabilidade desta melhoria nas contas públicas.

Eu sei que não deve ser fácil estar a suportar o crescimento dos preços sem o correspondente crescimento do salário, mas à imagem de uma empresa que quando está em restruturação tem que cortar/ evitar o crescimento dos custos, o Estado precisa de fazer o mesmo.

E como não consegue emagrecer os quadros, tem que ir por algum lado ! [;)]

Concordo plenamente. So é pena é que esse "ténue" crescimento é apenas pelo "arrasto" natural da Europa que cresce bastante mais. É pena também que esse senhor pra pagar a factura da sua incompetência apenas se sirva à grande dos bolsos dos cidadãos que não tem culpa (ou têm porque senão não o punham a frente do pais).

Por quanto mais tempo vamos estar a "arrancar" pra longe da crise?? É que arranques muito prolongados podem queimar a embraiagem.

Abraço
 
Entendo perfeitamente.

Contudo, tu como Governo não podes basear um mandato numa política de contenção e austeridade (necessárias) e depois a meio, quando só há sinais ténues de uma melhoria sobre os quais ainda não se sabe se são sustentáveis ou não começas a "desleixar" um pouco.

Não te esqueças que tivémos um crescimento anormal da receita fiscal muito por força da instauração de sistemas que possibilitaram a recuperação de dívidas antigas. Há-se chegar um ponto em que as dívidas antigas estarão saldadas e o crescimento da receita fiscal estará de novo indexada ao crescimento da economia.

A despesa, inexplicavelmente continua a crescer, quando devia estabilizar ou diminuir.

Por isso é que acho que ainda há dúvidas sobre a sustentabilidade desta melhoria nas contas públicas.

Eu sei que não deve ser fácil estar a suportar o crescimento dos preços sem o correspondente crescimento do salário, mas à imagem de uma empresa que quando está em restruturação tem que cortar/ evitar o crescimento dos custos, o Estado precisa de fazer o mesmo.

E como não consegue emagrecer os quadros, tem que ir por algum lado ! [;)]
O Estado tem outras maneiras de reduzir custos, sem ser pela via mais fácil, ou seja fraco crescimento dos salários. Como trabalho na função publica é muito fácil aperceber-me de situações de gastos inuteis, que passa muitas vezes por uma simples falta de organização e racionalização de procedimentos. Outras vezes, reconheço, alguma falta de vontade em mudar por parte de quem lá está há muitos anos, ou até há pouco tempo, mas já ganhou "vicios" antigos...

Poderás dizer, ok, mas isso é se calhar uma gota no oceano. Talvez até seja, mas é um começo.

E a receita fiscal, mesmo com o fim da cobrança de dividas antigas, só pode continuar a aumentar. É que a economia paralela nunca vai acabar e é uma fonte de receitas inesgotável. [;)]
 
pe leve explica la ao aiditorio como pagas aumentos superiores a 1,8%


se a economia cresce 1,8% portanto acreditemos num aumento da receita fiscal de igual valor, como podemos pagar mais que isso ?
emitindo ainda mais divida publica ?

vais buscar o dinheiro onde ?
Então eu respondo-te com uma pergunta:

Como é que o Governo vai conseguir essa impossibilidade matemática?...

Lembras-te que há perto de dez anos que os trabalhadores por conta de outrém têm vindo a perder poder de compra, certo? Os números apontam para uma perda real de mais de 10% nestes últimos dez anos... Certamente, das duas uma, ou a produtividade não foi tão baixa como propalaram, pois a ser assim agora não podiam "dar" 2.1%, ou, então, estiveram "a fazer mealheiro" para agora...
 
É lógico que é impossível para o governo apresentar aumentos mais altos se teoricamente a economia só cresce 2% logo as receitas e etc etc também só vão subir 2% e oferecer ao trabalhadores mais que isso é sem duvida uma impossibilidade matemática. Assim como para qualquer empresa privada..

Mas o mal é mesmo esse.. Porque é que este governo (e outros pra trás) não conseguem que a economia cresça mais que 2%??? Assim ja podiam subir salários.. Porque é que este governo não tira Portugal da crise que o primeiro ministro diz ter passado mas todos sabemos que não. Porque é que este governo pra esconder o défice ataca sempre os trabalhadores (públicos ou privados)?

E já agora.... O governo não tem dinheiro pra nada nem pra aumentar salários. Então e construir um aeroporto como o que QUEREM fazer nano se torna também uma impossibilidade matemática??? :confused: Então pronto a conclusão é: Sr. Eng. S***** = Aldrabão

Cada vez menos acredito nos políticos sejam de que área forem!
 
A medida mais eleitoralista foi, sem sombra de duvidas, o prolongamento do período de transição do IMI até 2012 e não 2009.

Isso sim é puro eleitoralismo.

Quanto ao aumento, face ao ano anterior onde tinham tido, no fundo, um 1% (pois as contribuições para a ADSE subiram 0,5% logo 1,5 - 0,5 = 1) e face à situação económica não é nada mau.

Claro que os inconscientes do costume, ainda não perceberam que para serem tantos vão continuar a sofrer um ajustamento gradual...para baixo e dificilmente terão uma repetição dos anos 90, no que ao aumento do seu rendimento diz respeito.
 
O Estado tem outras maneiras de reduzir custos, sem ser pela via mais fácil, ou seja fraco crescimento dos salários. Como trabalho na função publica é muito fácil aperceber-me de situações de gastos inuteis, que passa muitas vezes por uma simples falta de organização e racionalização de procedimentos. Outras vezes, reconheço, alguma falta de vontade em mudar por parte de quem lá está há muitos anos, ou até há pouco tempo, mas já ganhou "vicios" antigos...
[;)]

Sem duvida, uma realidade, o que acabaste de dizer, (racionalizaçao de custos) regra nº 1 da gestão,( seja no Privado ou no Publico) [;)]
resistencia á mudança, perfeitamente de acordo, não é muito comum ler por aqui (e vindo de dentro) uma analise tao real e objectiva (!!!)[;)] [;)]
reduçao da despesa atraves da contençao salarial, realmente por si só, nao basta....:( :( :(
 
Já sei que o Correio da manhã não é muito cotado por estes lados, mas o jornal de hoje cita a Direcção Geral do Orçamento que diz:

As despesas com o pessoal subiram 0.6%.

Os maiores aumentos da despesas do estado são respectivamente, na aquisição de bens e serviços 14.9%, na segurança social 8% e com os abonos 5.9%.

Ora como sabemos, tanto a segurança social como os abonos que beneficiam os desempregados e os trabalhadores por conta de outrem são bastante baixos.

O que deixa lugar a uma importante questão:

Onde que raio andam este políticos de treta a gastar os nossos impostos?


 
Onde que raio andam este políticos de treta a gastar os nossos impostos?

Acrescento à tua pergunta

...impostos mais os 21,5 mil milhões de euros que Portugal vai receber até 2013?

Sócrates já respondeu e passo a citar:

"O objectivo já não é gastar todo o dinheiro, mas gastar todo o dinheiro bem gasto." :confused:

[:)]
 
O Estado tem muito que cortar nas despesas de Pessoal. É muito dinheiro.

Agora dizem que o objectivo é reduzir a FP em 75,000 pessoas, há dois anos andava nos 150,000. Mas que reduzam. Pronto.

Défice, significa que se gasta mais do que se ganha. Ainda não perceberam?

Défice, Défice, Défice,.....
 
Os 'nossos' impostos são gastos maioritariamente em despesas com pessoal.

Ainda não perceberam do que se está a falar? [:D]
Deixa lá as despesas com pessoal e "vira-te" para as despesas dispensáveis e desnecessárias, que não são, como facilmente se depreende, a mesma coisa!...
 
Deixa lá as despesas com pessoal e "vira-te" para as despesas dispensáveis e desnecessárias, que não são, como facilmente se depreende, a mesma coisa!...
Tenho a impressão que não percebeste. A maioria da despesa pública é com pessoal.

É aí que se tem de cortar.

Também se pode cortar nos refeitórios e nessas coisas todas. Pelo exemplo da CML é mais um sítio onde se compôem os ordenados.
 
Tenho a impressão que não percebeste. A maioria da despesa pública é com pessoal.

É aí que se tem de cortar.

Também se pode cortar nos refeitórios e nessas coisas todas. Pelo exemplo da CML é mais um sítio onde se compôem os ordenados.
Eu percebi-te muito bem, tu é que não me percebeste!

Por exemplo, na tua empresa em que rúbricas dispendes mais verba? Não interessa, sejam quais forem, se gastas mais verba é porque tais rúbricas necessitam de mais gasto, logo não faz sentido cortar, certo?...
 
Os 'nossos' impostos são gastos maioritariamente em despesas com pessoal.

Ainda não perceberam do que se está a falar? [:D]
Tu parece que não.

E ainda que os números que coloquei acima seja mais altos no caso da despesa com o pessoal (e todos sabemos como o governo anunciou com pompa e circunstancia o excesso de funcionários públicos) ficamos a saber tb que isso não era preocupante quando em 2005/2006 se sabia isto:

Ministério das Finanças lidera admissões

Governo de Sócrates faz mais de 2 mil nomeações em 11 meses



Portanto se a despesa com o pessoal é alta, já bastava as nomeações sucessivas dos anteriores governos pêess, mas as do pêessdê.

Talvez se desencantassem menos políticos destes isto andasse melhor:

carmona2.JPG


Fonte da imagem

Ou ainda:

Governo de Sócrates nomeou 2373 pessoas 2007-03-12 09:51:53


Lisboa - O Governo liderado por José Sócrates já nomeou, pelo menos, 2373 pessoas em dois anos de mandato, avança esta segunda-feira o «Diário de Notícias» (DN), com base numa pesquisa efectuada pelo próprio jornal.
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Os números surgiram após uma pesquisa aos despachos dos 54 membros do Executivo que foram publicados em Diário da República desde a tomada de posse, no dia 12 de Março de 2005, até à última sexta-feira e permitem concluir que o actual Governo efectuou 22,8 nomeações por semana ou 4,5 por cada dia útil, sem descontar os feriados.

O número de nomeações deste Executivo está, ainda assim, aquém, das 2804 nomeações efectuadas pelo Governo de Durão Barroso nos dois primeiros anos de mandato, tendo os socialistas recrutaram, em termos globais, nomeado menos 431 pessoas do que os governantes da coligação PSD/PP.

Analisando só as nomeações para os gabinetes, o DN verificou que José Sócrates, os 16 ministros do seu Governo e os 37 secretários de Estado nomearam 1077 pessoas, menos 63 pessoas, já que Durão Barroso e os seus 18 ministros e 34 secretários de Estado tinham «recrutado» 1140 pessoas para os respectivos gabinetes. O «campeão» das nomeações continua a ser, no entanto, o Governo de António Guterres, com um total de 2132 pessoas nomeadas para os gabinetes, acrescenta o jornal.

O DN refere, porém, que este último número não foi obtido através de um levantamento do DN mas de dados divulgados na altura pela Secretaria de Estado da Administração Pública, e cuja metodologia pode ter sido diferente da utilizada pelo jornal na contabilização das nomeações dos Governos liderados por Durão Barroso/Paulo Portas e José Sócrates.

http://jornaldigital.com/noticias.php?noticia=13914



Mas nestas coisas, tb temos de saber ser reconhecidos, o governo vai dar um aumento de 2,1% de aumento à função publica depois desta ter perdido 1% de poder de compra em cada ano nos últimos 7 anos.

Isto é mesmo de agradecer [8b]
 
Então eu respondo-te com uma pergunta:

Como é que o Governo vai conseguir essa impossibilidade matemática?...

Lembras-te que há perto de dez anos que os trabalhadores por conta de outrém têm vindo a perder poder de compra, certo? Os números apontam para uma perda real de mais de 10% nestes últimos dez anos... Certamente, das duas uma, ou a produtividade não foi tão baixa como propalaram, pois a ser assim agora não podiam "dar" 2.1%, ou, então, estiveram "a fazer mealheiro" para agora...


simples pe leve, simples o pais andoua viver a conta dos fundos estruturais e da divida publica, logo é normal e DESEJAVEL o reajuste do poder de compra á produtividade efectiva.

portanto não so não ha mealheiro nehum como o que se tem é uma enorme divida.
podes agora responder-me a pergunta inicial?
 
simples pe leve, simples o pais andoua viver a conta dos fundos estruturais e da divida publica, logo é normal e DESEJAVEL o reajuste do poder de compra á produtividade efectiva.

portanto não so não ha mealheiro nehum como o que se tem é uma enorme divida.
podes agora responder-me a pergunta inicial?
Isso é bom, a produtividade Portuguesa é bastante elevada e até conseguimos exportar alguns produtos mesmo tendo de os fabricar com tecnologia ultrapassada.

Pena o investimento empresarial e a modernização ser praticamente inexistente, ou éramos uma potencia Europeia.
 
Eu percebi-te muito bem, tu é que não me percebeste!

Por exemplo, na tua empresa em que rúbricas dispendes mais verba? Não interessa, sejam quais forem, se gastas mais verba é porque tais rúbricas necessitam de mais gasto, logo não faz sentido cortar, certo?...
Essa é uma lógica um pouco baralhada...

Mas vamos por etapas. Tenho um amigo que está na Metalomecânica (que é da família e está sempre naquele ponto de fecha, não fecha) e a maior rubrica de custos é da Matéria Prima, o aço.
Pela tua lógica, se é a mais cara, não se deveria mexer, cortar, ou o que for... O que está errado.

A Empresa estava em situação difícil e pegámos nas coisas e fizemos aquilo que se deve fazer em boa gestão.

E são coisas simples.

Nesta indústria, o aço varia de preço, e bastante, durante o ano. Para cima, tal como o petróleo.

Um dia, estava com os meus pais em Londres a jantar com uns amigos e calhou em conversa com alguém que domina bem estas questões do aço eu perguntar como era o negócio. E a informação é simples. Se encomendares por antecedência e fizeres uma previsão para 6, 9, 12, e tal meses, os preços são muito mais vantajosos do que chegar ao balcão da loja e pedir 300 ton de aço que o pessoal está a ficar parado... [:cool:]

E passado uns dias, com o meu amigo, sentámo-nos e começámos a ver como funcionava a Empresa dele, na real.

Eles fazem grandes estruturas metálicas, a maior parte é para exportação, mas são projectos que demoram em média de 8 a 15 meses.

O hábito deles era pegar no Caderno de Encargos, e sempre que se aproximava uma nova fase, faziam a encomenda.

O que eu fiz foi pegar em todas as encomendas adjudicadas para o espaço de 12 meses e projectei os consumos para esse período.
E lancei uma ÚNICA encomenda para esses 12 meses, a 1 ÚNICO fornecedor, com entregas programadas em calendários bem definidos.

Sabes de quanto foi a poupança?

Foi a diferença entre a vida e a morte.

E se eu tivesse cobrado pela minha parte do trabalho, poderia dar para comprar um belíssimo carro, daqueles que custam muito dinheiro. [:D]

Neste momento a empresa está em pleno, tem mais pessoas a trabalhar para novos contratos e está tudo jóia. [;)]


E cortou-se no que era desperdício: O dinheiro a mais que entrava nos bolsos do fornecedor do aço. Eu até te dizia o nome, mas fiquemos por aqui. [:cool:]
 
simples pe leve, simples o pais andoua viver a conta dos fundos estruturais e da divida publica, logo é normal e DESEJAVEL o reajuste do poder de compra á produtividade efectiva.

portanto não so não ha mealheiro nehum como o que se tem é uma enorme divida.
podes agora responder-me a pergunta inicial?
Alguém andou ou a fazer ou a divulgar mal as contas públicas, pois se há margem de manobra para esses aumentos e outras despesas mais é porque há dinheiro, não te parece? Se isso não fosse assim não haveria onde ir buscar, como me parece lógico!...

É que, por muito que custe, apesar de se dizer que não há dinheiro ele existe. Tanto que existe que. nos momentos certos, ele aparece... [;)]

Não esquecer que o valor de 1.8% é o último valor! Os anteriores não sei se o país os ficou a conhecer com exactidão!
 
...O que eu fiz foi pegar em todas as encomendas adjudicadas para o espaço de 12 meses e projectei os consumos para esse período.
E lancei uma ÚNICA encomenda para esses 12 meses, a 1 ÚNICO fornecedor, com entregas programadas em calendários bem definidos.
Foste inteligente e fizeste uma gestão de previsão correcta, eliminando as oscilações e uma catrefa de fornecedores que influíam negativamente nas oscilações dos preços, jogando com o tempo e obviando, à anteriori, as oscilações de preços dessa matéria prima!

Sabes de quanto foi a poupança?

Foi a diferença entre a vida e a morte.

E se eu tivesse cobrado pela minha parte do trabalho, poderia dar para comprar um belíssimo carro, daqueles que custam muito dinheiro. [:D]

Neste momento a empresa está em pleno, tem mais pessoas a trabalhar para novos contratos e está tudo jóia. [;)]
Acredito plenamente e sublinho que a prática deveria ser, pela regra, essa.

No entanto ela "não interessa" quando o objectivo é gastar mais e deixar derrapar o orçamento inicial, porque assim pode haver mais gente a "comer"...


E cortou-se no que era desperdício: O dinheiro a mais que entrava nos bolsos do fornecedor do aço. Eu até te dizia o nome, mas fiquemos por aqui. [:cool:]
Lá está, não cortaste em nada de essencial, nem na matéria prima, nem na mão de obra (pelo que percebi). O que fizeste foi GESTÃO, pura e dura. Correcta e produtiva e retiraste da equação desperdício perfeitamente identificado, sobretudo porque te deste, e bem, ao trabalho de o identificar.

Ora não é isso que vemos acontecer na generalidade das empresas quando têm déficit. A solução é, quase sempre, a de cortar no pessoal, sem mais, quando a solução poderia ser muito mais simples e passar, tantas vezes, por soluções desse tipo! [;)]
 
Alguém andou ou a fazer ou a divulgar mal as contas públicas, pois se há margem de manobra para esses aumentos e outras despesas mais é porque há dinheiro, não te parece? Se isso não fosse assim não haveria onde ir buscar, como me parece lógico!...

É que, por muito que custe, apesar de se dizer que não há dinheiro ele existe. Tanto que existe que. nos momentos certos, ele aparece... [;)]

Não esquecer que o valor de 1.8% é o último valor! Os anteriores não sei se o país os ficou a conhecer com exactidão!

Pe Leve podes por uma vez na vida ser objectivo !

nã ha dinheiro é ceerto e sabido que não ha dinheiro, e os gastos a mais os estado cobre emitindo divida publicda, é assim que ele aparece.

Por outro lado ja chjega de lançar fumo, o que etsas a dizer é que o Governo mente, O INE mente, O banco de portugal Mente, o eurostat Mente, o FMI mente, a OCDE mente o Banco mundial mente, mas tu de certeza que esta certo ! poupa-me

PORTANTO A QUESTÃO REPETE-SE COM um CRESCIMENTO DE 1,8 onde vais buscar dinheiro para aumentos de 2,1.

As unicas formas de pagar mais de 1,8 é emitindo divida, aumenando o defice, cobrando mais impostos, ou cortandoi no investimento.
qualquer uma das opções é ma e significa por os nossos filhos a pagar esta idiotices, coisa que me revolta, como me revolta ter que pagar a idiotices que a geração anterior a minha fez, e que se eu pudesse não pagava!
 
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