Fiat Bravo - Garantia de 5 anos ou 500.000 km

Estive a ver videos do peugeout 308 e o carro está fantástico.O exterior agressivo potente (só de lamentar as óticas traseiras à lá Susuky "Swift"), o interior excelente, minimalista,bem construido,bons materiais, uma qualidade percebida excelente. Conclusão um peugeout sem tirar nem por.

Depois vi vários videos do novo bravo inclusive o do fifht gear (Focus Vs 308 Vs Bravo) em que o bravo ganhou mais devido a relação qualidade/equipamento/preço/estética.

E terminei neste video: http://www.youtube.com/watch?v=AlkF5Tl0Vf0&mode=related&search=Fiat Bravo

Uma PUB ao novo Bravo que tem passado em quase todos os paises onde é comercializado e..pus-me a pensar, realmente tantos bons carros a sairem,mas...parecem todos iguais ao fim de um tempo!

"Haven't we all seen enough of ordinary?"

lol
 
Não andei muito com e carro e isto já foi há vários meses.

Do que lembro, gostei do comportamento e do conforto. A suspensão é que me pareceu um pouco saltitante.
Ou seja, não apaixona nem desilude em nenhum desses parâmetros.



Não, é muito melhor. A direcção só treme um bocado, precisamente por esse saltitar da suspensão.



Usa melhores materiais que o Punto, principalmente na parte superior.
No entanto, continuo a não concordar com a escolha daqueles materiais duros. O Bravo usa o mesmo tipo de materiais que o Auris e o Leon.



O que andei tinha bancos desportivos, em pele castanha. Tinham bom apoio, mas não são tão bons como os que a Alfa usa.



Não sei se o comprava porque acho que lhe falta qualquer coisa. Mas isso é uma coisa a analisar com mais calma.



Já conduzi o 308, mas para os podermos comparar bem, teria de os voltar a conduzir no mesmo espaço de tempo.
Acima de tudo, acho que a opção entre ambos será por gosto pessoal.



Será tudo uma questão de preços.


Obrigado :)

A bem dizer acho os dois fenomenais pelo menos em termos visuais tanto interior como exterior. O 308 a beira do Bravo mantem aquele aspecto de monovulome é bom para a habitabilidade e bem estar a bordo,nesse aspecto o bravo parece ser realmente mais claustrofóbico especialmente para quem vai atrás. Em termos de performances não sei como vai ser, como o motor 1.6 que vem por ai. O 308 parece-me ser um pouco mais pesado e como é mais alto agrava o coeficiente e o binómio performance/consumo também sai penalizado façe ao Bravo.

Agora a consola dos dois e os manómetros, o 308 pareçe ser um cadinho mais a cota? o Bravo mais desportivo?Podia haver um meio termo.
 
Em novembro já cá canta, e vem com preços de arromba
22.000 euros versão mais equipada do 1.4 TJET 150 cv, 0-100 8sg , excelentes recuperações e velocidade máxima de 212 kms/h. Comsumo médio: 7


img006qo9.jpg


Caracteristicas e preços:
img007sj7.jpg


Uma excelente proposta,a relação preço/qualidade/performance/consumo estão melhores que a concorrênçia.

Esperemos que o 1.6 diesel que por ai vem mantenha a mesma relação.
 
Para alem do super preço, o motor tambem me impressionou!

A mim também,vou ter de fazer um test drive aquele motor! Tanto as prestações como os consumos são mt boas para um motor a gasolina! Faz uma média idêntica a alguns carros do segmento B com pequenos motores a gasolina tipo 1.2 mas com 10x mais em termos de performancese com um peso superior.

Também achei interessante a habitabilidade, em comprimento pelos vistos é o melhor, em largura está bom mas o Focus por exemplo tem mais devido tb a maior distancia entre eixos.
 
Independentemente das qualidades do carro...

As diferenças de preço para a concorrencia, rondam os 2000€...

Não é assim tão diferente. É sim o habitual diferencial que habitualmente a Fiat têm em relação as outras marcas generalistas. Basta compararem o Grande Punto com a respectiva concorrencia do segmento.
 
tem a ver que 2000 euros é dinheiro, uns 8% do valor do carro, e tu estás aí a querer dizer que não fazem diferença nenhuma...
Eu não disse que não fazia diferença. Disse que é a diferença habitual que normalmente a Fiat têm em relação á concorrencia directa do mesmo segmento considerando marcas generalistas.

Alem disso o motor 1.4 da Fiat acaba por ser um pouco previligiado no ISP em relação aos 1.6 a gasolina da concorrência o que tambem ajuda. Logico que para o consumidor comum é igual.

Independentemente de tudo isso, esse tipo de mototes continua a fazer vendas completamente residuais...

O importante vão ser os diesel.
 
Estou com uma dúvida. Aí nesse artigo diz que o carro está a ser um sucesso porque tem superado as expectativas da marca. Mas eu tenho reparado que nas tabelas de vendas de outros países as vendas ficam muito atrás de outros carros do segmento. Ou isso está errado ou os objectivos e expectativas da marca são já por si só muito baixos.
 
Eu tive a oportunidade de andar a "apalpar" o Bravo na ExpoMotor e fiquei agradavelmente surpreendido.
A Fiat foi inteligente, como tinha de fazer o carro barato não podia estar a meter materiais de topo em todo o lado, então os materiais acabam por ser condizentes com o preço (ou seja, nada de especial) nas partes inferiores do tablier e dos interiores, no forro da mala, etc. e apostou o tudo por tudo na cobertura superior da porta (onde muita gente apoia o braço) e na cobertura superior do tablier (sitio que é o que obviamente mais salta à vista) e nesses dois sitios os materiais na minha opinião são espectaculares.
A cobertura do tablier da unidade que vi (Sport) era num material tipo carbono ou ninho de abelha mas totalmente em borracha, aquilo é a filosofia "rubber touch" levada ao extremo, é um material extremamente mole e agradável ao tacto, o resto do carro era também ultra-equipado (AC Auto e entrada para iPod/USB foram duas coisas que saltaram logo à vista), pelo preço a que eles estão a propor no motor 1.4t-jet acho uma proposta fortíssima, se o 1.6multijet vier com preço de combate é outra proposta fabulosa.
Só me restou uma dúvida: como será que os ditos materiais aborrachados resistem aos anos? e a montagem, como resistirá ao tempo?...
Mas que à primeira vista engana bem engana!

Cumprimentos
 
Eu tive a oportunidade de andar a "apalpar" o Bravo na ExpoMotor e fiquei agradavelmente surpreendido.
A Fiat foi inteligente, como tinha de fazer o carro barato não podia estar a meter materiais de topo em todo o lado, então os materiais acabam por ser condizentes com o preço (ou seja, nada de especial) nas partes inferiores do tablier e dos interiores, no forro da mala, etc. e apostou o tudo por tudo na cobertura superior da porta (onde muita gente apoia o braço) e na cobertura superior do tablier (sitio que é o que obviamente mais salta à vista) e nesses dois sitios os materiais na minha opinião são espectaculares.
A cobertura do tablier da unidade que vi (Sport) era num material tipo carbono ou ninho de abelha mas totalmente em borracha, aquilo é a filosofia "rubber touch" levada ao extremo, é um material extremamente mole e agradável ao tacto, o resto do carro era também ultra-equipado (AC Auto e entrada para iPod/USB foram duas coisas que saltaram logo à vista), pelo preço a que eles estão a propor no motor 1.4t-jet acho uma proposta fortíssima, se o 1.6multijet vier com preço de combate é outra proposta fabulosa.
Só me restou uma dúvida: como será que os ditos materiais aborrachados resistem aos anos? e a montagem, como resistirá ao tempo?...
Mas que à primeira vista engana bem engana!

Cumprimentos


A Fiat enterrou-se devido a carros baratos e a cortes na qualidade. Vamos ver se caem no mesmo erro. Neste caso é na qualidade interior, já no GPunto acontece o mesmo, o objectivo do carro é ser o mais barato possível e por isso tem plásticos inferiores à concorrência. Agora vamos lá ver é se pouparam ou não também na qualidade da mecânica.

Eu acho que a Fiat devia seguir o caminho por exemplo da Citroen, o C4 é um carro caro mas também tem materiais de muito boa qualidade, e está-se a sair comercialmente muito bem.
Cada vez mais tenho a ideia que a Fiat é boa para fazer carros tipo Panda, nada mais...
 
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