BCP anula dívida de filho de Jardim Gonçalves

O que eu me rio com isto....

Há dias, um conhecido meu fez um projecto de financiamento ao abrigo do FINICIA, em que há um protocolo entre as entidades finenceiras e a Norgarante por causa das garantias.

Estamos a falar em 100,000€.

E não é que o processo foi recusado pela Norgarante por esta querer uma garantia real no valor do empréstimo?

É de loucos..... [:D] [:D] [:)]

Diz-me que estás a gozar ?![:D]

Qual era mesmo o objectivo das garantias mútuas ?![:D]
 
Berardo quer investigação

Berardo quer investigação

O empresário Joe Berardo, accionista de referência do BCP, quer que a CMVM e o Banco de Portugal investiguem o alegado perdão da dívida a cinco empresas das quais era sócio o filho do presidente do banco.

Em declarações ao Correio da Manhã, o empresário madeirense defendeu que as entidades supervisoras do mercado de capitais e da banca não têm "outra alternativa" se não avançar com uma investigação sobre o BCP para averiguar da legalidade do processo.
[...]
"Há uma lei desde 2002 que não permite emprestar dinheiro a familiares e, por outro lado, as empresas não estão falidas", disse o investidor ao Correio da Manhã.
[...]
"Dizem que é um negócio normal, não é. É uma desgraça", disse Joe Berardo ao CM, acrescentando que a filha de outro administrador, Christopher de Beck, "também tem negócios relacionados com o banco".
[...]
fonte:http://www.rtp.pt/index.php?article=302370&visual=16


Afinal há mais filhinhos e papás envolvidos.[:D][:D]
 
O empresário Joe Berardo, accionista de referência do BCP, quer que a CMVM e o Banco de Portugal investiguem o alegado perdão da dívida a cinco empresas das quais era sócio o filho do presidente do banco.

Em declarações ao Correio da Manhã, o empresário madeirense defendeu que as entidades supervisoras do mercado de capitais e da banca não têm "outra alternativa" se não avançar com uma investigação sobre o BCP para averiguar da legalidade do processo.
[...]
"Há uma lei desde 2002 que não permite emprestar dinheiro a familiares e, por outro lado, as empresas não estão falidas", disse o investidor ao Correio da Manhã.
[...]
"Dizem que é um negócio normal, não é. É uma desgraça", disse Joe Berardo ao CM, acrescentando que a filha de outro administrador, Christopher de Beck, "também tem negócios relacionados com o banco".
[...]
fonte:http://www.rtp.pt/index.php?article=302370&visual=16


Afinal há mais filhinhos e papás envolvidos.[:D][:D]

Isto é uma vergonha, isto é tudo uma cambada de F:D P´s k fazem o que querem e bem entendem [8b][8b][8b][8b]
 
Isto é uma vergonha, isto é tudo uma cambada de F:D P´s k fazem o que querem e bem entendem [8b][8b][8b][8b]

Aprendam uma coisa. É uma instituição privada. Faz o que quer ao seu dinheiro.
Se quiser vai à janela e deita-o cá para fora !


Preocupa-me muito mais a péssima utilização que o nosso Estado dá aos dinheiros públicos !
 
Aprendam uma coisa. É uma instituição privada. Faz o que quer ao seu dinheiro.
Se quiser vai à janela e deita-o cá para fora !


Preocupa-me muito mais a péssima utilização que o nosso Estado dá aos dinheiros públicos !

Não é bem assim. Uma instituição privada tem que prestar contas aos seus accionistas.
 
Aprendam uma coisa. É uma instituição privada. Faz o que quer ao seu dinheiro.
Se quiser vai à janela e deita-o cá para fora !


Preocupa-me muito mais a péssima utilização que o nosso Estado dá aos dinheiros públicos !
Não é isso que está em causa, afinal o dinheiro nos bancos é dos clientes.

O que está em causa é o favorecimento de familiares e conhecidos.
 
O empresário Joe Berardo, accionista de referência do BCP, quer que a CMVM e o Banco de Portugal investiguem o alegado perdão da dívida a cinco empresas das quais era sócio o filho do presidente do banco.

Em declarações ao Correio da Manhã, o empresário madeirense defendeu que as entidades supervisoras do mercado de capitais e da banca não têm "outra alternativa" se não avançar com uma investigação sobre o BCP para averiguar da legalidade do processo.
[...]
"Há uma lei desde 2002 que não permite emprestar dinheiro a familiares e, por outro lado, as empresas não estão falidas", disse o investidor ao Correio da Manhã.
[...]
"Dizem que é um negócio normal, não é. É uma desgraça", disse Joe Berardo ao CM, acrescentando que a filha de outro administrador, Christopher de Beck, "também tem negócios relacionados com o banco".
[...]
fonte:http://www.rtp.pt/index.php?article=302370&visual=16


Afinal há mais filhinhos e papás envolvidos.[:D][:D]
Esse Beck já tem uma fama... vai lá vai! :sh)
 
Como já foi dito por outro utilizador esta expressão não visa as pessoas que vivem na Aldeia.
É um termo utilizado para definir alguém bastante inocente [;)]

então que usem "inocente", e não "aldeolas".
usar palavras que trazem sempre conotações negativas e generalizadoras não é muito simpático. [:p]
 
Voltar
Superior