Orçamento de Estado 2008 - redução do défice é antecipada em 1 ano, para os 3%

  • Iniciador de tópicos Iniciador de tópicos MrGrieves
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O nthor, habitua-te a ler o que os outros escrevem, para não andarmos aqui a discutir não-questões.

Reestruturada ou não, tu -se já não foste avaliado segundo as novas regras- sê-lo-ás dentro de pouco tempo, certo?

A progressão na tua carreira -como em todas- deixará de ocorrer por tempo de serviço mas sim pelos resultados das avaliações, isto genericamente, pois penso que ao fim de 10 anos, mesmo com más classificações sucessivas, a progressão é automática.

As carreiras lá podem estar descongeladas em 2008. Subida de escação/Dinheiro a mais ao fim do mês, só acontecerá para os avaliados a excelente.

Eu analisar isto pouco me importa se teoricamente está tudo a progredir.

O que conta é a prática.

E, na prática, menos de 5% dos funcionários públicos poderão aumentar o seu vencimento com base numa progressão de carreira no próximo ano.

Esta discussão faz-me lembrar aquele pessoal que quando lhe perguntam quando ganham ao fim do mês, respondem que ganham €x brutos.

Ora o que interessa é o que chega ao fim do mês a casa [:D]
 
Realidade virtual

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João Proença, secretário geral da UGT diz: «A redução do défice orçamental não pode ser feita apenas por via da redução da despesa».

Na mesma onda, Maria do Carmo Tavares «dirigente» da CGTP afirma: «A redução do défice tem sido conseguida sobretudo à conta da redução da despesa e não à conta das receitas».

No último ano as receitas fiscais aumentaram 8%.
E a despesa corrente primária aumentou 3,7% (ao invés do previsto 3,1%). E as despesas com pessoal aumentaram 3,9 por cento, em vez de uma anunciada diminuição 0,8%.
 
O nthor, habitua-te a ler o que os outros escrevem, para não andarmos aqui a discutir não-questões.

Reestruturada ou não, tu -se já não foste avaliado segundo as novas regras- sê-lo-ás dentro de pouco tempo, certo?

A progressão na tua carreira -como em todas- deixará de ocorrer por tempo de serviço mas sim pelos resultados das avaliações, isto genericamente, pois penso que ao fim de 10 anos, mesmo com más classificações sucessivas, a progressão é automática.

As carreiras lá podem estar descongeladas em 2008. Subida de escação/Dinheiro a mais ao fim do mês, só acontecerá para os avaliados a excelente.

Eu analisar isto pouco me importa se teoricamente está tudo a progredir.

O que conta é a prática.

E, na prática, menos de 5% dos funcionários públicos poderão aumentar o seu vencimento com base numa progressão de carreira no próximo ano.

Esta discussão faz-me lembrar aquele pessoal que quando lhe perguntam quando ganham ao fim do mês, respondem que ganham €x brutos.

Ora o que interessa é o que chega ao fim do mês a casa [:D]
Não sei pq continuas a escrever sobre o que não sabes.

Faz o que te digo, informa-te primeiro antes de escreveres [;)].
 
Pá, eu estou-te a dizer o que o governo anunciou. É preciso saber juntar as peças.

Apresenta aí provas para que as regras já implementadas pelo governo serão diferentes.

Acho que vais ter uma bela desilusão daqui a pouco tempo [;)] Não sei se vos andam a enganar, mas ou o governo faz novas regras, ou não aplica as que fez (e existe sempre essa possibilidade, estamos em Portugal, né [:D]), ou a realidade vai ser esta.

(Admito que para carreiras especiais, haja diferenças, não sei se é o teu caso...)

Mas a análise que estou a fazer é para o grosso modo dos FP, porque estas são as regras para a maioria.
 
O nthor, habitua-te a ler o que os outros escrevem, para não andarmos aqui a discutir não-questões.

Reestruturada ou não, tu -se já não foste avaliado segundo as novas regras- sê-lo-ás dentro de pouco tempo, certo?

A progressão na tua carreira -como em todas- deixará de ocorrer por tempo de serviço mas sim pelos resultados das avaliações, isto genericamente, pois penso que ao fim de 10 anos, mesmo com más classificações sucessivas, a progressão é automática.

As carreiras lá podem estar descongeladas em 2008. Subida de escação/Dinheiro a mais ao fim do mês, só acontecerá para os avaliados a excelente.

Eu analisar isto pouco me importa se teoricamente está tudo a progredir.

O que conta é a prática.

E, na prática, menos de 5% dos funcionários públicos poderão aumentar o seu vencimento com base numa progressão de carreira no próximo ano.

Esta discussão faz-me lembrar aquele pessoal que quando lhe perguntam quando ganham ao fim do mês, respondem que ganham €x brutos.

Ora o que interessa é o que chega ao fim do mês a casa [:D]
Explica-me então o que vai acontecer com os oficiais de justiça. É que o novo sistema de avaliações não se aplica, pelo menos por enquanto, aos tribunais. Vai haver alteração nos estatutos?
 
Pá, eu estou-te a dizer o que o governo anunciou. É preciso saber juntar as peças.

Apresenta aí provas para que as regras já implementadas pelo governo serão diferentes.

Acho que vais ter uma bela desilusão daqui a pouco tempo [;)] Não sei se vos andam a enganar, mas ou o governo faz novas regras, ou não aplica as que fez (e existe sempre essa possibilidade, estamos em Portugal, né [:D]), ou a realidade vai ser esta.

(Admito que para carreiras especiais, haja diferenças, não sei se é o teu caso...)

Mas a análise que estou a fazer é para o grosso modo dos FP, porque estas são as regras para a maioria.
Pois [:p].
 
por isso mesmo não compreendo o alargar do cinto.
quando devia apertarainda mais .
nos não precisamos de um defice de 3 %, nos precisamos de entrar em superavit.
portanto por mim aumentos nuca superiore a 1,4% e progressoes congeladas mais 3 ou 4 anos e redução do estado obviemamente.
esta mudança de politica não me agrada nada

Completamente de acordo.
 
Pois...e provas que justifiquem o que estás a dizer?

Deves ter informação privilegiada porque nem os jornais tiveram ainda acesso ao OE...


Acho piada ao Miguel Frasquilho... Esse tipo é uma anedota. :sh)

Para Miguel Frasquilho, o anúncio de um défice de 3% ontem feito pelo Primeiro-Ministro José Sócrates, ao invés dos 3,3% anteriormente projectados, só pode ter apanhado de surpresa "os mais desatentos".

Negocios

Pergunto-me então o que estiveram os 2 governos do PSD e o CDS a fazer... :confused: :confused: :confused: Será assim tão dificil responder? [:p]
 
Última edição:
[:D]
...

Acho piada ao Miguel Frasquilho... Esse tipo é uma anedota. :sh)



Pergunto-me então o que estiveram os 2 governos do PSD e o CDS a fazer... :confused: :confused: :confused: Será assim tão dificil responder? [:p]

Deixei de achar piada aos políticos... Especialmente aos alinhados ao gigantesco tacho conhecido por bloco central: ora comes, tu, ora como eu...

Os únicos insuspeitos Vítor Constâncio e Teixeira dos Santos
 
Despesa do Estado por Classificação Económica

Despesa com Pessoal

2006
13 296.5

2007
13 465.6

2008
13 480.3

Aumento de 0.1 em relação a 2007.

-

Remunerações certas e permanentes: -1.0
Abonos variáveis ou eventuais: -10.4
Segurança Social: 3.0

Procedendo a uma análise detalhada por classificação económica de despesa, verifica-se que,
relativamente às despesas com pessoal, se prevê para 2008 um decréscimo das remunerações certas e
permanentes em resultado da interacção dos seguintes factores:
• O impacto das medidas de racionalização de efectivos no âmbito do PRACE e da activação do quadro de
pessoal em situação de mobilidade especial;
• A prossecução de medidas de controlo de admissões na Administração Pública;
A adopção de uma política de moderação salarial para 2008.

OE2008
 
Última edição:
Despesa do Estado por Classificação Económica

Despesa com Pessoal

2006
13 296.5

2007
13 465.6

2008
13 480.3

Aumento de 0.1 em relação a 2007.

-

Remunerações certas e permanentes: -1.0
Abonos variáveis ou eventuais: -10.4
Segurança Social: 3.0

Procedendo a uma análise detalhada por classificação económica de despesa, verifica-se que, relativamente às despesas com pessoal, se prevê para 2008 um decréscimo das remunerações certas e
permanentes em resultado da interacção dos seguintes factores:

• O impacto das medidas de racionalização de efectivos no âmbito do PRACE e da activação do quadro de
pessoal em situação de mobilidade especial;
• A prossecução de medidas de controlo de admissões na Administração Pública;
A adopção de uma política de moderação salarial para 2008.

OE2008
O facto de uma quantidade enorme de pessoas se terem reformado ou da passagem de alguns para o sector privado tb devia ser nomeado.

Mas se calhar ficava mal colocar isso.

Louvável no entanto o aumento na Segurança Social de 3.0.


Mas há muito mais que se pode fazer com os nossos impostos.
 
isto é uma vergonha continuamos a atirar dividas pars as geraçoes futuras


Governo prevê emitir mais 2,5 mil milhões em certificados de aforro

Para a cobertura das necessidades de financiamento em 2008, o Governo prevê a emissão de dívida no valor de 30,4 mil milhões de euros, ou 5,6 mil milhões depurados das amortizações. A aposta nos certificados de aforro vai continuar, com um aumento das emissões em 2,5 mil milhões de euros num ano em que os prémios de permanência deverão continuar a existir.

Pedro Carvalho
pc@mediafin.pt




Para a cobertura das necessidades de financiamento em 2008, o Governo prevê a emissão de dívida no valor de 30,4 mil milhões de euros, ou 5,6 mil milhões depurados das amortizações. A aposta nos certificados de aforro vai continuar, com um aumento das emissões em 2,5 mil milhões de euros num ano em que os prémios de permanência deverão continuar a existir.
O Orçamento do Estado para 2008 diz que em termos de estrutura de financiamento, manter-se-ão em 2008 "as linhas de orientação que têm vindo a ser seguidas ao longo dos últimos anos, ou seja, a concentração do financiamento estrutural nas OT, preferencialmente nos segmentos médio e longo da curva de rendimentos".
Estima-se, segundo o Governo, que "os instrumentos de curto prazo tenham um impacto reduzido na satisfação das necessidades líquidas de financiamento".
O programa de recompra de obrigações do tesouro (OT) manterá o objectivo principal de redução do risco de refinanciamento, concentrando-se nas séries que atingem a maturidade em 2008.
Assim, as amortizações antecipadas destes títulos (face à data contratual), que eventualmente se venham a concretizar, "não terão impacto nas necessidades de financiamento do ano".
No total, prevê a emissão de dívida no valor de 30,4 mil milhões de euros, sendo que as amortizações deverão ascender a 24,7 mil milhões de euros.
A emissão dos certificados de aforro, depuradas das amortizações, deverá atingir os 1,2 mil milhões de euros.
Na proposta de orçamento, e ao contrário do que se chegou a especular, não consta nenhuma medida que desincentive a compra deste produtos, tal como o fim dos prémios de permanência.
As emissões brutas de obrigações do tesouro deverão aumentar para os 13 mil milhões de euros, ou 4,4 mil milhões líquidos.
 
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