A coisa é muito simples.
Há os que se resignam e há os que não se resignam.
Se a oferta pública é má ou pior, caso haja possibilidade, o desejável seria que as famílias decidissem investir na educação dos seus filhos.
Mas como digo são opções.
Mesmo em países -aliás especialmente- onde a "educação pública" tem uma oferta boa, não é raro ver as famílias a apostarem na educação dos seus filhos, propiciando-lhes ensino específico de línguas, por exemplo, ou estudo em países estrangeiros durante certos períodos.
É por isso que os nórdicos põe os filhos fora de casa aos 18 anos, apesar de terem ainda melhores condições para os criar em casa que cá.
É por isso que nos países anglo-saxónicos é comum o trabalho part-time enquanto estudante, quer para pagar os estudos, quer para arranjarem eles próprios dinheiro para os seus Ipods, carros, férias...
É tudo uma questão de mentalidade.
Podes achar muito estranho, mas há muita gente (cá não, mas lá fora) que lá por ter "grátis" não deixa de procurar...
...melhor.
Mas isso é outro mundo, como disse. Outra forma de estar na vida. Responsabilização. Não estar à espera que alguém - o Estado- resolva a vida.