poloTDI
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Boas!
Há uns dias ocorreram duas situações no meu percurso do dia-a-dia que gostaria de expor aqui e "ouvir" a vossa opinião.
1.ª: Circulo numa via com prioridade, na qual, dada a hora em causa existe trânsito compacto, muitas vezes pára e arranca. Nessa via, existe uma entrada, a qual infelizmente não tem via de aceleração (apesar da via principal ter o limite de 80 km/h). No caso concreto, quando chegou à minha vez de passar junto do entroncamento, estava um autocarro seguido por uma moto para entrar na via, logo, ambos sem prioridade. No entanto, é prática comum, dar passagem à viatura que estiver para entrar, mesmo sem prioridade, já que, existe trânsito lento numa e noutra.
Ora, dando eu passagem ao autocarro, pensei que o meu dever cívico estava cumprido mas, eis senão quando, o Sr. da BMW, resolve insistir em passar para minha frente, ao que eu não anuí, não deixando margem para a moto entrasse. Circulando de moto, naturalmente que foi uma questão de metros até me ultrapassar, tendo olhado para mim de lado e abanado várias vezes a cabeça/capacete repudiando o meu comportamento.:sh)
Conclusões:
- eu tinha prioridade,
- no entanto, achei por bem facultar a entrada a um veículo da via sem prioridade, (até fazia todo o sentido dado ser um transporte público),
- ao contrário do que seria supor, o motociclista ainda achou mal o facto de eu querer exercer o meu direito de passar antes dele,[8b]
- sendo uma moto, facilmente recuperaria o tempo "perdido" por não ter passado à minha frente, logo, ainda menos fiquei a perceber a sua reacção...
- por outro lado, se julga que, por ter uma moto é diferente ou tem direito a passar à frente de todos, acho que não tem razão.
2.ª Na rua do meu trabalho, de um lado é zona residencial, do outro escritórios. De manhã, o pessoal aguarda parados "em segunda fila" que os residentes vão saindo deixando os lugares livres (perpendiculares à via). Dado que já vou conhecendo quem é que vai sair, posicionei-me junto uma viatura, aguardando que o respectivo proprietário saísse com o carro. Assim aconteceu. Quando eu cheguei à rua, encontrava-se a cerca de vinte metros atrás daquele local outra viatura parada como a minha que, mais tarde, vim a perceber que estava também à espera de lugar de estacionamento. Ora, no momento em que a viatura junto à qual aguardei, estava para sair do lugar, fiz um pouco de marcha-atrás para facilitar a sua saída e depois estacionar. O sr. que se encontrava na rua lá mais atrás executa a seguinte manobra: avança para o meu lado esquerdo e pára exactamente junto ao meu carro. Assim que o BMW saiu do estacionamento, e mesmo estando eu a avançar para executar a manobra (entrar no lugar de traseira), o sr. que entretanto se colocou ao meu lado resolve posicionar-se para estacionar a sua viatura naquele lugar. Uma vez que eu estava junto àquele local, resolvi trancar durante uns segundos o lugar: nem ele nem eu conseguiríamos assim estacionar. No entanto, vi que um carro, dois lugares mais à frente, ía sair e assim deixei o Sr. estacionar à vontade (já depois dele buzinar algumas vezes...)
Conclusões:
- eu estava junto ao lugar que iria ser desocupado,
- o facto da outra viatura estar também com os 4 piscas ligados, não quer dizer nada, já que, naquela rua também páram muitas viaturas naquelas circunstâncias, sem que o objectivo seja estacionar,
- que conheça ainda não existe nenhum sistema de "senhas" para estacionar as viaturas...
- quantas vezes já não estacionei em certos lugares porque não estava parado no local certo e outros que acabam de chegar arranjam logo lugar porque naquele exacto momento em que estão a passar, está um carro naquele sítio a sair...[8b]
Enfim desculpem o desabafo, mas se estivessem nesta situação, partilhariam das minhas conclusões?
Cumps.
Há uns dias ocorreram duas situações no meu percurso do dia-a-dia que gostaria de expor aqui e "ouvir" a vossa opinião.
1.ª: Circulo numa via com prioridade, na qual, dada a hora em causa existe trânsito compacto, muitas vezes pára e arranca. Nessa via, existe uma entrada, a qual infelizmente não tem via de aceleração (apesar da via principal ter o limite de 80 km/h). No caso concreto, quando chegou à minha vez de passar junto do entroncamento, estava um autocarro seguido por uma moto para entrar na via, logo, ambos sem prioridade. No entanto, é prática comum, dar passagem à viatura que estiver para entrar, mesmo sem prioridade, já que, existe trânsito lento numa e noutra.
Ora, dando eu passagem ao autocarro, pensei que o meu dever cívico estava cumprido mas, eis senão quando, o Sr. da BMW, resolve insistir em passar para minha frente, ao que eu não anuí, não deixando margem para a moto entrasse. Circulando de moto, naturalmente que foi uma questão de metros até me ultrapassar, tendo olhado para mim de lado e abanado várias vezes a cabeça/capacete repudiando o meu comportamento.:sh)
Conclusões:
- eu tinha prioridade,
- no entanto, achei por bem facultar a entrada a um veículo da via sem prioridade, (até fazia todo o sentido dado ser um transporte público),
- ao contrário do que seria supor, o motociclista ainda achou mal o facto de eu querer exercer o meu direito de passar antes dele,[8b]
- sendo uma moto, facilmente recuperaria o tempo "perdido" por não ter passado à minha frente, logo, ainda menos fiquei a perceber a sua reacção...
- por outro lado, se julga que, por ter uma moto é diferente ou tem direito a passar à frente de todos, acho que não tem razão.
2.ª Na rua do meu trabalho, de um lado é zona residencial, do outro escritórios. De manhã, o pessoal aguarda parados "em segunda fila" que os residentes vão saindo deixando os lugares livres (perpendiculares à via). Dado que já vou conhecendo quem é que vai sair, posicionei-me junto uma viatura, aguardando que o respectivo proprietário saísse com o carro. Assim aconteceu. Quando eu cheguei à rua, encontrava-se a cerca de vinte metros atrás daquele local outra viatura parada como a minha que, mais tarde, vim a perceber que estava também à espera de lugar de estacionamento. Ora, no momento em que a viatura junto à qual aguardei, estava para sair do lugar, fiz um pouco de marcha-atrás para facilitar a sua saída e depois estacionar. O sr. que se encontrava na rua lá mais atrás executa a seguinte manobra: avança para o meu lado esquerdo e pára exactamente junto ao meu carro. Assim que o BMW saiu do estacionamento, e mesmo estando eu a avançar para executar a manobra (entrar no lugar de traseira), o sr. que entretanto se colocou ao meu lado resolve posicionar-se para estacionar a sua viatura naquele lugar. Uma vez que eu estava junto àquele local, resolvi trancar durante uns segundos o lugar: nem ele nem eu conseguiríamos assim estacionar. No entanto, vi que um carro, dois lugares mais à frente, ía sair e assim deixei o Sr. estacionar à vontade (já depois dele buzinar algumas vezes...)
Conclusões:
- eu estava junto ao lugar que iria ser desocupado,
- o facto da outra viatura estar também com os 4 piscas ligados, não quer dizer nada, já que, naquela rua também páram muitas viaturas naquelas circunstâncias, sem que o objectivo seja estacionar,
- que conheça ainda não existe nenhum sistema de "senhas" para estacionar as viaturas...
- quantas vezes já não estacionei em certos lugares porque não estava parado no local certo e outros que acabam de chegar arranjam logo lugar porque naquele exacto momento em que estão a passar, está um carro naquele sítio a sair...[8b]
Enfim desculpem o desabafo, mas se estivessem nesta situação, partilhariam das minhas conclusões?
Cumps.