MrAnderson
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Governo aprova novo regime de micro-produçãoO Governo aprovou, esta quinta-feira, o novo regime da micro-produção de energia, estabelecendo para os consumidores-produtores individuais uma tarifa especial de 650 euros por megawatt na venda de energia à rede eléctrica nos primeiros cinco anos.
( 17:06 / 13 de Setembro 07 )
No final do Conselho de Ministros, o ministro da Economia declarou que «a aprovação desta legislação sobre micro-produção é um momento histórico em termos de política de energia».
«Até aqui, os consumidores só compram electricidade à rede, mas, a partir de agora, estarão também habilitados a vender electricidade à rede», sublinhou.
De acordo com o diploma, para que a venda de energia à rede se torne possível, cada consumidor terá de comprar o equipamento necessário para produção de electricidade a partir do vento ou do sol.
Esses equipamentos poderão depois permitir que os consumidores satisfaçam as necessidades de auto-consumo ao nível energético e que, eventualmente, vendam o remanescente produzido à rede.
«Para incentivar este tipo de actividade, será aplicada aos consumidores individuais uma tarifa especial de 650 euros por megawatt, por um prazo de cinco anos, mas baixando depois ao longo do tempo», declarou Manuel Pinho.
De acordo com o ministro, «como se trata de uma área inovadora, a tarifa pretende apoiar quem toma riscos nesta fase inicial».
«O equipamento necessário custa cerca de 15 mil euros e a tarifa está calculada de forma a permitir a amortização do equipamento nesse prazo de cinco anos», disse.
Ainda justificando o valor da tarifa inicial, Manuel Pinho referiu que, inicialmente, a tarifa da energia eólica «era também muito cara, mas já baixou mais de 50 por cento com a generalização desta fonte energética».
Em relação ao processo de desenvolvimento deste sistema de micro-produção, o membro do Governo referiu que «no primeiro ano serão instalados 10 megawatts».
«Nos dois anos seguintes, em cada um, aumentar-se-á 20 por cento, de tal forma que esperamos chegar a 2015 com um total de 150 megawatts. Para dar uma ideia do que está em causa, o valor de 150 medgawatts corresponderá à produção da barragem do Baixo Sabor», sublinhou.
in http://tsf.pt/online/economia/interior.asp?id_artigo=TSF183522tsf
Alguém aqui está a pensar aderir?
Por acaso não há por aqui ninguém dos poucos que tinham autorização para vender electricidades à edp antes do novo regime?
Alguém sabe alguma coisa sobre a fiabilidade dos equipamentos, marcas disponíveis, retornos, eolica ou solar, etc etc? A única coisa que sei é que o investimento inicial ronda os 15mil euros, e é rentabilizado em 5~7anos, e os equipamentos aguentam 15anos em plena capacidade, mas nada mais encontro sobre o assunto.
A EDP paga a electricidades que fornecêssemos, como? ( mensalmente, anualmente(..)) ( ou na prática a maioria vai para auto-consumo e acabamos é por não pagar/receber uns trocos ?)
Vi numa reportagem que também ia dar para quem viva em apartamentos, mas já existe ou por enquanto é só para vivendas?.
Benefícios fiscais também vai haver certo?
Como o meu pai torçe o nariz ao investimento inicial 15mil€, ando a pensar num empréstimo a poucos anos, suponho que o banco alinhe em financiar isto, mas no meio disto o que me preocupa é a fiabilidade dos equipamentos.
Espero que haja por cá muito mais a pensar em aderir a isto, para irmos trocando opiniões.[kiss]
cumpts
( 17:06 / 13 de Setembro 07 )
No final do Conselho de Ministros, o ministro da Economia declarou que «a aprovação desta legislação sobre micro-produção é um momento histórico em termos de política de energia».
«Até aqui, os consumidores só compram electricidade à rede, mas, a partir de agora, estarão também habilitados a vender electricidade à rede», sublinhou.
De acordo com o diploma, para que a venda de energia à rede se torne possível, cada consumidor terá de comprar o equipamento necessário para produção de electricidade a partir do vento ou do sol.
Esses equipamentos poderão depois permitir que os consumidores satisfaçam as necessidades de auto-consumo ao nível energético e que, eventualmente, vendam o remanescente produzido à rede.
«Para incentivar este tipo de actividade, será aplicada aos consumidores individuais uma tarifa especial de 650 euros por megawatt, por um prazo de cinco anos, mas baixando depois ao longo do tempo», declarou Manuel Pinho.
De acordo com o ministro, «como se trata de uma área inovadora, a tarifa pretende apoiar quem toma riscos nesta fase inicial».
«O equipamento necessário custa cerca de 15 mil euros e a tarifa está calculada de forma a permitir a amortização do equipamento nesse prazo de cinco anos», disse.
Ainda justificando o valor da tarifa inicial, Manuel Pinho referiu que, inicialmente, a tarifa da energia eólica «era também muito cara, mas já baixou mais de 50 por cento com a generalização desta fonte energética».
Em relação ao processo de desenvolvimento deste sistema de micro-produção, o membro do Governo referiu que «no primeiro ano serão instalados 10 megawatts».
«Nos dois anos seguintes, em cada um, aumentar-se-á 20 por cento, de tal forma que esperamos chegar a 2015 com um total de 150 megawatts. Para dar uma ideia do que está em causa, o valor de 150 medgawatts corresponderá à produção da barragem do Baixo Sabor», sublinhou.
in http://tsf.pt/online/economia/interior.asp?id_artigo=TSF183522tsf
Alguém aqui está a pensar aderir?
Por acaso não há por aqui ninguém dos poucos que tinham autorização para vender electricidades à edp antes do novo regime?
Alguém sabe alguma coisa sobre a fiabilidade dos equipamentos, marcas disponíveis, retornos, eolica ou solar, etc etc? A única coisa que sei é que o investimento inicial ronda os 15mil euros, e é rentabilizado em 5~7anos, e os equipamentos aguentam 15anos em plena capacidade, mas nada mais encontro sobre o assunto.
A EDP paga a electricidades que fornecêssemos, como? ( mensalmente, anualmente(..)) ( ou na prática a maioria vai para auto-consumo e acabamos é por não pagar/receber uns trocos ?)
Vi numa reportagem que também ia dar para quem viva em apartamentos, mas já existe ou por enquanto é só para vivendas?.
Benefícios fiscais também vai haver certo?
Como o meu pai torçe o nariz ao investimento inicial 15mil€, ando a pensar num empréstimo a poucos anos, suponho que o banco alinhe em financiar isto, mas no meio disto o que me preocupa é a fiabilidade dos equipamentos.
Espero que haja por cá muito mais a pensar em aderir a isto, para irmos trocando opiniões.[kiss]
cumpts