Quem realmente ganha a Guerra do Iraque...

Quem realmente ganha com a guerra no Iraque. [;)]

É chocante o volume de dinheiro envolvido e todos a fingir que não se passava nada.

Foi bom o GOP ter perdido o controlo das 2 câmaras. Assim já se pode investigar..., mas devagar. Porque o dinheiro é capaz de comprar tudo. Lealdades, respeito, convicções,...

E estamos a falar de muito dinheiro. [:cool:]

PS: Faz cá falta o nosso amigo JR para dar um toque especial a este tipo de debates. [;)]
 
Enfim... não é novidade nenhuma. E os milhões e armas que os EUA fornecem à Arábia Saudita (que financiou por vezes o Hamas...)?

Estes interesses de fundo, são a única "boa" razão para a invasão do iraque. Algum pessoal da administração americana então... tambem deve estar a ganhar pouco deve...
 
a unica razão das guerras americanas é pra alguns meterem milhões ao bolso...
Sem dúvida...

Mas as guerras dos outros são iguais... Americanos, Russos, Israelitas, Iranianos, Sírios, etc... a mentalidade é a mesma em todo o lado.

E no fim... uns ficam mais ricos e outros ficam mais... mortos
 
Nada de novo e que se não tenha vindo a dizer desde o início, aqui... :(

Felizmente os defensores da invasão ilegal finalmente perceberam...
 
Aqui fica um artigo bastante interessante sobre a Blackwater, o maior "exercito" privado (do mundo) a operar no Iraque, que também tem representante em Portugal, mas segundo sei não há nenhum português "trabalhar" para a Blackwater no Iraque!

No ano passado, 2 amigos meus foram a uma "entrevista" ao Algarve para precisamente irem para o Iraque fazer segurança; o representante dessa empresa em Portugal era um coronel ex-SAS britanico!
Essa empresa não enviou nenhum homem para o Iraque pois não tinham condiçoes de segurança para operar!

http://www.areamilitar.net/opiniao/opiniao.aspx?nrnot=107
Blackwater: Exército privado ou outra cara do Ku Klux Klan?

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O governo iraquiano enfrenta desde o dia 15 de Setembro mais um dilema.
A empresa Blackwater, especializada em segurança musculada no Iraque, terá alegadamente entrado em confronto com civis iraquianos e do recontro terão resultado pelo menos 11 civis iraquianos mortos. O governo iraquiano retirou a licença de operação à empresa Blackwater, a maior empresa americana de segurança em operação no país, mas os dirigentes da empresa já avisaram que o governo do Iraque não tem autoridade para retirar uma licença que nunca passaram. A Blackwater afirma que opera como subcontratada das forças armadas americanas, e só a elas pode obedecer.

Os reduzidos efectivos militares dos Estados Unidos no Iraque levaram a que desde o início do conflito os responsáveis do Pentágono aceitassem a sugestão de empregar empresas privadas que garantissem a segurança de instalações importantes e embaixadas.
O número de militares regulares envolvidos na operação foi sempre considerado insuficiente e acredita-se que os responsáveis americanos tomaram como certos muitos dos relatórios que afirmavam que grande parte da população do Iraque deveria aceitar facilmente a chegada das tropas dos Estados Unidos.
Com uma grande adesão popular, a presença de grandes forças americanas era de pouca utilidade e por isso não foram feitos planos para uma presença longa de forças daquele país no Iraque.

Invasão desastrada
A recusa do pentágono e de cabeças pensantes como Donald Rumsfeld em aceitar que a guerra no Iraque seria longa e custosa, tem uma curiosa parecença com a atitude de Adolf Hitler em 1941, quando se recusou a admitir que as forças alemãs na Rússia teriam que lutar no inverno.
Sempre que alguém falava em roupas para o Inverno Hitler recusava-se pura e simplesmente a ouvir. O tempo passou e a realidade sobrepôs-se ao sonho e a realidade era dura e fria como o gelo da Rússia.
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Paul Bremer: Incompetência demonstrada e corrupção generalizada


No Iraque, os militares nitidamente não tinham como controlar a situação e embora a vitória tivesse sido declarada, não havia paz nas ruas das cidades iraquianas.
Na tentativa de resolver o problema, foi chamado às pressas Paul Bremer, um administrador americano para o Iraque. Tratava-se de um administrador civil, que pretendia dar a ideia de que o Iraque não era governado pelos militares e que tentou resolver o problema da falta de tropas, utilizando para o efeito meios civis, estabelecendo contratos com empresas norte-americanas que passariam a ser responsáveis pela reconstrução do Iraque e pela sua transição para a democracia.

Ocorre que grande parte dos contratos estabelecidos por Paul Bremer, provou-se serem fraudulentos. O sistema montado era débil e no seu conjunto tão absurdo e desorganizado que os pagamentos por serviços prestados eram feitos em dinheiro (notas de 100 dólares americanos), sem qualquer nota ou recibo dos pagamentos. Os maços e pacotes de notas de dólar, eram enviados para o Iraque em aviões civis e militares de carga, e acomodados como mercadoria. O sistema de pagamentos era medieval e para para Paul Bremer, tinha a vantagem de ser impossível de escrutinar.

Paul Bremer foi afastado, mas foi no ambiente de corrupção e negócios escuros, a que alegadamente estará ligado o próprio vice-presidente dos Estados Unidos através da empresa Halliburton que a empresa Blackwater apareceu no Iraque com a importância que hoje se lhe atribui.

Mas as empresas civis, pela sua própria natureza não poderiam obedecer às regras e condutas dos militares, mas também não poderiam estar sob jurisdição iraquiana, pois o país não tinha quaisquer instituições funcionais que pudessem escrutinar a operação das empresas privadas de segurança.
Ao mesmo tempo, embora sendo empresas norte-americanas, as empresas de segurança não têm que responder perante a lei do seu país de origem.

Estava montado o palco para a criação e crescimento do poder de instituições que possuíam armas, tinham o direito de recorrer à violência para atingir os seus fins (proteger os seus clientes) mas que não tinham que responder perante qualquer lei, qualquer tribunal, qualquer juiz ou qualquer instituição legítima.

Exército privado, fora da lei
A Blackwater está entre as muitas empresas contratadas para fornecer serviços de segurança e tornou-se neste período na maior empresa privada de segurança a operar no Iraque.

Segundo o iraquiano médio entrevistado pelas televisões, as colunas de veículos das empresas de segurança que andam pelas ruas não respeitam regras de transito atropelam pessoas nos passeios são violentas e mais temidas que os próprios soldados americanos. Eles podem bater. Violar e até matar, sabendo que nada, absolutamente nada lhes vai acontecer.

Eles recebem ordens para proteger empresários e figuras públicas - desde empresários americanos a funcionários do próprio governo do Iraque – e não têm qualquer problema em quebrar qualquer regra para cumprir essa missão.

Para desempenhar estas missões cada um dos funcionários/mercenários pode receber até 1.400 Euros por dia , 42.000 Euros (R& 120.000) por mês, dependendo da missão que lhe for atribuída e do perigo que a mesma represente para quem a desempenha.

O Iraque, para a Blackwater e os seus mercenários, funciona como o antigo «Far West» dos Estados Unidos, em que não há nenhuma lei, e onde quem impõe a lei é quem tem uma arma.

Mas para conseguir encontrar os seus «guerreiros» modelo, a Blackwater tem que proceder a um recrutamento selectivo, e a forma de recrutamento por parte da Blackwater (e não só) está desde há algum tempo a ser criticada mesmo nos próprios Estados Unidos.

Muitos dos recrutados são antigos militares dos Estados Unidos, que após cumprirem o serviço militar voluntário procuram emprego na sociedade civil.
Muitos deles não sabem fazer mais nada que não seja utilizar armamentos e colocar em prática os ensinamentos que lhes deram.

Além destes, existem ainda os cidadãos norte-americanos que não sendo militares têm especial apetência pelas armas e pela violência.

São especialmente preocupantes as ligações da Blackwater com a chamada direita neo conservadora norte-americana, os lobbies das empresas de armamento e as seitas evangélicas extremistas, às quais está ligado o próprio presidente dos Estados Unidos, George W. Bush.
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Ku Klux Klan: a Blackwater parece ser um refugio seguro para elementos violentos, rácistas e xenófobos

Recrutamento selectivo
Mas como se não fosse já de si preocupante a criação do que parece ser um exército privado, gerido por pessoas com ideais religiosos próximos do fanatismo, há ainda a alegada ligação da Blackwater aos teoricamente extintos movimentos da «Nação Ariana» e «Ku Klux Klan».
A tal nível chegou a situação, que nos Estados Unidos a empresa Blackwater já é chamada de Ku Klux Klan sem os lençóis brancos.

O recrutamento é extremamente exigente, e por detrás dessas exigências que são uma das marcas da Blackwater (A empresa afirma recrutar apenas os melhores), desponta uma estranha realidade:
A Blackwater, parece ter uma estranha apetência por cidadãos que sejam de pele branca, ascendência americana-ariana, religião protestante evangélica, e de preferência votante no Partido Republicano. As excepções existem, mas são tão poucas que quase se podem afirmar como a excepção que confirma a regra.

O comportamento truculento e violento dos funcionários da Blackwater no Iraque, coaduna-se perfeitamente com a visão racista e xenófoba do Ku Klux Klan e das seitas evangélicas norte-americanas.
Muitas seitas evangélicas americanas, são geridas por bispos de moralidade duvidosa, tendo ainda recentemente um dos seus mais conhecidos pastores proposto que se bombardeasse Meca com armas atómicas.

A Blackwater, é uma «agência de segurança» em roda livre, sem qualquer controlo e com ordem para se necessário matar indiscriminadamente num país estrangeiro, com a garantia para os seus executores de que nada lhes acontecerá e de que não devem temer nenhuma justiça.

As actividades da Blackwater não se restringem a simples operações de escolta e vão muito para lá disso.
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Helicóptero com pessoal da Blackwater

Exército privado
A empresa já opera veículos blindados, uma frota de aeronaves, e recentemente demonstrou o seu interesse pela aquisição de aeronaves de ataque ao solo da Embraer, as quais podem ser equipadas com foguetes e mísseis.

Futuramente, a Blackwater poderá disponibilizar os seus serviços militares privados para ditadores em dificuldades, que tenham o dinheiro mas não a capacidade para organizar um exército no seu próprio país.

Ao contrário de criar uma situação de estabilidade e segurança, o comportamento das empresas de segurança americanas, com os seus funcionários violentos, alguns deles saídos das prisões, e educados num ambiente de ódio xenófobo a tudo o que não for americano, parece ser mais causa de problemas que solução para o que quer que seja.

O que acontecer à Blackwater no Iraque, vai também servir para conferir até que ponto o governo eleito daquele país, tem de facto poder.

Este texto é da autoria de Pedro Brás e foi publicado em 18.09.2007.
 
Iraque quer comprar caças F-16 aos EUA


O governo iraquiano quer comprar 36 aviões de combate F-16 aos EUA, de maneira a reduzir a dependência militar relativamente à força aérea norte-americana.

Segundo a notícia avançada ontem pelo jornal norte-americano ‘Wall Street Journal’, que cita uma fonte militar conhecedora do processo, o Iraque argumentou que a compra dos caças permitirá aumentar o número de efectivos militares que os EUA pretendem retirar do território.



O jornal revelou ainda que o Pentágono informou recentemente o congresso sobre a venda ao governo iraquiano de 24 helicópteros de ataque, um negócio que ascendeu aos 2,4 mil milhões de euros.
Bagdad anunciou um plano para comprar ao governo norte-americano material militar até ao montante de 10 mil milhões de euros, incluindo os helicópteros. Da lista do governo iraquiano fazem parte carros de combate, tanques, aviões de transporte, serviços associados e outro equipamento de guerra.

http://www.correiodamanha.pt/notici...hannelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021


Está bem.. Está..
 
É altura do Payback. [:cool:]

De qualquer modo, o Iraque até agora só tinha gasto o seu orçamento militar na Europa, de modo que os USA estão na sua vez.

Espero é que não aconteça o mesmo que com o Reza... [:D]
 
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