Tópico da Língua Portuguesa

A língua base é o Português, esse e as suas bases de constituição é que devem dar origem ao verdadeiro Português, o resto são variações.

Por exemplo não vejo os Ingleses vergarem-se ao Inglês usado nos EUA, que de certa forma estão para o verdadeiro Inglês como o Português do Brasil está para Portugal.

Têm diferenças e não são confundidos, e isto era o que se devia ter feito com a Lingua Portguesa existe a verdadeira e as "outras".


British English

American English
American and British English differences

Proper Treatment: British vs. American - Univ Harvard
 
sportboy, tudo de bom pra ti!!!
be-vindo de novo! eh, eh.

nao me acredito realmente nestas variações todas. nalgumas sim, mas há aí nessa "proposta" de acordo muitas coisas a mudar... muitas, mesmo!
 
A língua base é o Português, esse e as suas bases de constituição é que devem dar origem ao verdadeiro Português, o resto são variações.

Por exemplo não vejo os Ingleses vergarem-se ao Inglês usado nos EUA, que de certa forma estão para o verdadeiro Inglês como o Português do Brasil está para Portugal.

Têm diferenças e não são confundidos, e isto era o que se devia ter feito com a Lingua Portguesa existe a verdadeira e as "outras".


British English

American English
American and British English differences

Proper Treatment: British vs. American - Univ Harvard

[;)] [:cool:]
 
Entrevista a Francisco Seixas da Costa 2007-08-31 00:05

“A língua deve ser uma afirmação de poder”

O embaixador defende o ‘brasileiro’ para a língua portuguesa se afirmar no mundo e diz que precisamos de mais organização para pôr o país a funcionar.

dificuldades de penetração no Brasil. É um problema económico ou dificuldade de comunicação?

Há um problema estratégico sobre a língua portuguesa no mundo que temos de discutir. Temos de perder o sentido patrimonialista da língua. Se o português tem futuro esse futuro está no modo maioritário como ela é falada. E esse é o modo brasileiro de falar português. É preciso que se comece a dizer isto de uma forma clara.

Temos hoje quatro grandes línguas internacionais de afirmação cultural: o inglês, o francês, o espanhol e o português. O resto são línguas que podem ter uma grande dimensão de falantes ou um grande peso económico (como sejam o chinês, o russo ou o alemão), mas não têm uma grande dimensão de natureza cultural. Devemos olhar para o português como elemento de natureza estratégica no plano internacional. Brasil e Portugal têm de o encarar como elemento constitutivo da sua afirmação de poder no mundo.

Que se passa com a aplicação do acordo ortográfico no Brasil?

Vai entrar em vigor talvez mais rapidamente do que em Portugal. O debate é muito activo no Brasil. Por maior que seja a vontade política de caminharmos em conjunto na grafia das palavras, o que não tem a ver com a maneira de falar que será sempre diferente, o acordo tem impactos de natureza editorial muito significativos, que não podem ser descurados.

Em Portugal as alterações de grafia serão maiores do que no Brasil. É preciso um tempo de adaptação, que varia de país para país. É muito mais fácil em São Tomé porque as obras aí editadas são muito limitadas…

Que escritores e músicos portugueses têm visibilidade no Brasil?

A Mariza e a Teresa Salgueiro são as cantoras mais conhecidas. Apesar de ter apresentado música portuguesa em programas de rádio brasileiros ainda não consegui impor Sérgio Godinho, Jorge Palma, Fausto… Confesso o meu insucesso até agora. Mas fico muito contente a ver outros avançar. Há bastantes escritores portugueses nos escaparates brasileiros: Saramago, Inês Pedrosa, Gonçalo M. Tavares, José Luís Peixoto, Miguel Sousa Tavares, Domingos Amaral, José Rodrigues dos Santos… Numa livraria de Porto Alegre contei 38 escritores portugueses nas prateleiras, o que é muito bom. Há um espaço de crescimento e uma grande apetência pela escrita portuguesa. Na música é mais desigual. A grande qualidade da música brasileira não ajuda a abrir espaço à música portuguesa…

Na íntegra em http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/economia/pt/desarrollo/1030501.html
 
Língua portuguesa "não é questão polémica"

Xanana Gusmão afirmou hoje que a língua portuguesa "não é uma questão polémica" no país e que "a mudança de Governo não afecta absolutamente a relação com Portugal".

O Primeiro-ministro falava à imprensa no final de um encontro com o secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação português, João Gomes Cravinho, que decorreu em simultâneo com uma reunião do Conselho de Ministros timorense.

"Há problemas muito maiores sobre os quais nos debruçamos", declarou Xanana, antes de regressar à sala onde o IV Governo Constitucional discutia, desde manhã, o programa final a apresentar ao Parlamento. A língua portuguesa não pode ser uma questão polémica", sublinhou.

"Mesmo que o currículo comece com o português nos bancos da escola, nós temos segmentos de sociedade em que uns falam português, outros inglês, outros tétum, outros bahasa. Esse é o nosso problema", explicou Xanana Gusmão. "Há uma geração toda em Timor que nasceu no tempo indonésio e só sabe bahasa. Como resolver esse problema? Sempre dissemos que a reinserção do português aqui é uma questão de tempo", disse.

"Os indonésios estiveram aqui 24 anos", acrescentou Xanana Gusmão, sublinhando que "não se pode imaginar que se consegue realizar uma reintrodução do português em cinco anos". "É preciso responder a questões pontuais, actuais, em termos de educação", referiu Xanana, dando um exemplo: "Por que é que o representante da Câmara Municipal de Lisboa foi inagurar a estrada, que eu pedi, para uma escola e a directora falou em tétum e pediu desculpas por não falar português - porque não aprendeu a língua?"

O governante recordou que Timor tem "poucos professores, que não chegam, com má qualidade, e ainda não há cursos de professores, além do da Diocese de Baucau". "São questões de educação e de desenvolvimento. Não se coloca a língua em termos de problema", concluiu.

Em http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=54&ContentId=217679
 
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em princípio deveria ser "procuram-se", pois talentos que eu saiba é pluarl. só se o sujeito aqui for desconhecido.


vinha aqui agora por outra razão: na sic notícias estavam a falar sobre a abertura das grandes superfícies aos domingos. apareceu lá "deminuição".

É ASSIM TÃO DIFÍCIL ESTA PALAVRA?
 
em princípio deveria ser "procuram-se", pois talentos que eu saiba é pluarl. só se o sujeito aqui for desconhecido.


vinha aqui agora por outra razão: na sic notícias estavam a falar sobre a abertura das grandes superfícies aos domingos. apareceu lá "deminuição".

É ASSIM TÃO DIFÍCIL ESTA PALAVRA?


E já tiveste sorte de não terem trocado o ç pelo s... [:D]
 
Grande pontapé na gramática que a SIC acaba de mandar!
Numa peça acerca da variação diatópica da linguagem (a.k.a. regionalismos [:D] ) disseram que aquele objecto que serve para cobrir os tachos e panelas para uns se chama «tampa» enquanto que, para outros, se chama «texto» [8b] [8b] [8b]
Na realidade a grafia correcta é «testo».
 
Grande pontapé na gramática que a SIC acaba de mandar!
Numa peça acerca da variação diatópica da linguagem (a.k.a. regionalismos [:D] ) disseram que aquele objecto que serve para cobrir os tachos e panelas para uns se chama «tampa» enquanto que, para outros, se chama «texto» [8b] [8b] [8b]
Na realidade a grafia correcta é «testo».
Bem me pareceu que havia algo errado aí[;)]
 
Este é um caso em que tenho muitas dúvidas.

Se de facto Talentos é pessoal, o acto de procurar é apenas um, logo é singular.

Isto pq uma vez numa discussão com um professor de Português, ele dizia que se via um erro muito comum ai nas ruas.

"Vendem-se Casas"

segundo ele devia ser

"Vende-se Casas", Casas pq são várias, Vende-se, pq é uma entidade que as vende. E é um acto singular.


Aqui parece-me que seja a mesma situação, e apesar de não ser nada de especial a Português, penso que estará correcto!
 
Este é um caso em que tenho muitas dúvidas.

Se de facto Talentos é pessoal, o acto de procurar é apenas um, logo é singular.

Isto pq uma vez numa discussão com um professor de Português, ele dizia que se via um erro muito comum ai nas ruas.

"Vendem-se Casas"

segundo ele devia ser

"Vende-se Casas", Casas pq são várias, Vende-se, pq é uma entidade que as vende. E é um acto singular.


Aqui parece-me que seja a mesma situação, e apesar de não ser nada de especial a Português, penso que estará correcto!
Pelo contrário, a forma mais correcta é vendem-se casas, o SE é apassivante (vendem-se => são vendidas) e não pronome, logo deve ir para o plural para concordar com o sujeito.

Mas vende-se casas também está correcto, há indeterminação do sujeito... (alguém vende casas).

Mas o Caditununo que apareça que já esclarece isto.
 
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