Vitor Morgado
Banido
Há poucos anos, as contas poupança-habitação eram uma aplicação incontornável para quem pretendia reduzir a «factura» do IRS, lembra a DECO, acrescentando que as campanhas dos bancos para captação de depositantes eram intensas, nomeadamente, perto do final de cada ano.
Mas hoje, garante a associação, o panorama é totalmente diferente. Desde que, em 2005, foi extinto o benefício fiscal associado às entregas feitas para as CPH, estas saíram da ribalta. Mas se desapareceram das campanhas publicitárias, a realidade é que ainda há muitos aforradores com CPH, pois as restrições aos levantamentos fazem com que essas contas tenham uma «longa vida».