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O André a precisar um advogado de defesa? Não me parece.Carlos, com toda a amizade, acho que o André tem capacidade para responder sem "advogados de defesa", embora ele esteja a pensar há algum tempo... [] [
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O André a precisar um advogado de defesa? Não me parece.
E vais-me desculpar, mas pouca gente tem pedalada para o André, tu incluído. []
Eu estava apenas a responder-te, perante o teu post. []
Tal como eu esperava (pedalada de quem?... [A discussão deste tipo de coisas vai muito além das experiências pessoais.
Claro que podemos utilizar esse argumento de que só com a experiência, só estando dentro de um qualquer sistema, é que podemos avaliá-lo, ter uma opinião, etc.
Esse é o tipo de atitude que recria o corporativismo mais atroz.
Que fechas as organizações à "pressão" vinda do exterior.
No fundo é apenas uma forma -inconsciente mas muitas vezes consciente- de manter o estado das coisas, porque isso é o que convém mais aos seus intervenientes.
Como eu acredito em sociedades abertas, liberais, onde as organizações são sujeitas ao escrutínio público...temos um problema [] [
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Quer empresas (pelo mercado), quer o Estado.
Em Portugal, escrutinar o Estado é algo que simplesmente não existe.
Vou dar um exemplo simples: a bolsa.
Muitos não a compreendem e só vêm nela a expeculação.
Eu vejo o grande instrumento de regulação do mercado. Com os seus defeitos e as suas...inúmeras virtudes.
Empresas em bolsa são obrigadas a prestar contas públicas, exaustivas, contas essas que são de publicação obrigatória, por exemplo. Para o investidor saber com o que contar.
Existe uma exigência de transparência.
No Estado, nos seus múltiplos organismos, não existe qualquer escrutínio.
Os burocratas lançam as suas falácias de que só eles podem saber como funciona o sistema.
E por isso é que (e vou dar um exemplo) quando um presidente de câmara é eleito, a situação financeira da câmara não é divulgada. E também não o é, quando esse sai e entra outro.
E assim, perpetua-se o desconhecimento da organização. O obscurantismo.
O mesmo em relação a muitos outros pedaços de Estado.
No melhor estilo soviético, onde esse obscurantismo (num nível superior) permitia que se inventassem números de produção agrícola e industrial, outros dados económicos, etc.
E assim se manipulava o povo.
Felizmente, a pouco e pouco, a tendência está para a abertura, para o alastramento das democracias liberais.
Para largar esses velhos hábitos
Felizmente, né, Carlos []
Deixa-o responder, se ele for capaz... [Chutou-se para canto?
Mas estás a falar de futebol ou de xadrez? []
Um dia, quando os teus imensos afazeres o permitirem, tenta ver como é o jogo de xadrez.
Até que é muito instrutivo.
Por exemplo, o xeque-mate.
Experimenta. []
Continuo à espera da resposta...PL, não te prestes a esse papel []
Não sejas assim...Deixa-o responder, se ele for capaz... [] [
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Continuo à espera da resposta...
Se não vier considero Xeque-mate. []
Dizes tu, sem fundamentação...Não sejas assim...
Ele já te respondeu de uma forma brilhante.
Estes negacionismos é que me partem todo.
Confirma-se, Xeque-mate.Mas tu pensas que eu vou dar corda a atitudes infantis? []
Não tenhas pena, que eu também não tenho pena de ti, meu jovem amigo!PL, tu começas a dar pena.
[Mas tu estás bem ?!?
E depois o que é que fazia o pessoal do Fisco ?
Já ouviste falar em actividade altamente rentável dentro da FP ?
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A discussão deste tipo de coisas vai muito além das experiências pessoais.
Claro que podemos utilizar esse argumento de que só com a experiência, só estando dentro de um qualquer sistema, é que podemos avaliá-lo, ter uma opinião, etc.
Esse é o tipo de atitude que recria o corporativismo mais atroz.
Que fechas as organizações à "pressão" vinda do exterior.
No fundo é apenas uma forma -inconsciente mas muitas vezes consciente- de manter o estado das coisas, porque isso é o que convém mais aos seus intervenientes.
Como eu acredito em sociedades abertas, liberais, onde as organizações são sujeitas ao escrutínio público...temos um problema [] [
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Quer empresas (pelo mercado), quer o Estado.
Em Portugal, escrutinar o Estado é algo que simplesmente não existe.
Vou dar um exemplo simples: a bolsa.
Muitos não a compreendem e só vêm nela a expeculação.
Eu vejo o grande instrumento de regulação do mercado. Com os seus defeitos e as suas...inúmeras virtudes.
Empresas em bolsa são obrigadas a prestar contas públicas, exaustivas, contas essas que são de publicação obrigatória, por exemplo. Para o investidor saber com o que contar.
Existe uma exigência de transparência.
No Estado, nos seus múltiplos organismos, não existe qualquer escrutínio.
Os burocratas lançam as suas falácias de que só eles podem saber como funciona o sistema.
E por isso é que (e vou dar um exemplo) quando um presidente de câmara é eleito, a situação financeira da câmara não é divulgada. E também não o é, quando esse sai e entra outro.
E assim, perpetua-se o desconhecimento da organização. O obscurantismo.
O mesmo em relação a muitos outros pedaços de Estado.
No melhor estilo soviético, onde esse obscurantismo (num nível superior) permitia que se inventassem números de produção agrícola e industrial, outros dados económicos, etc.
E assim se manipulava o povo.
Felizmente, a pouco e pouco, a tendência está para a abertura, para o alastramento das democracias liberais.
Para largar esses velhos hábitos
Felizmente, né, Carlos []
Acho que infelizmente (Xeque (ou será xeque-mate)?...
Ja nao vinha aqui, há uns dias, e estive a ler estas 2 ultimas paginas,
brilhante!!! André, é um gosto "ver" a clareza de espirito com que escreves.[]
medico/economista vs economista/medico (???)
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Não vale a pena gastar latim... [Acho que infelizmente () alguém não te percebeu, parece ser muito comum, desconversar ou chutar para canto quando assim é.![]()
Mas tb não vale muito a pena insistir, dá ideia que apesar de perceberem (não quero acreditar no contrario) gostariam de ficar com a bicicleta.![]()
Fico admirado como certos posts vazios de conteúdo, de argumentos validos e de uma enorme demonstração de falta de experiência de vida são tão aclamados.Por acaso ... para um estudante de medicina do 2º ano ... ele é evoluido, quem sabe ao nível de um ventríloquo do teclado ... mas a esta nova versão não se dá o nome de ventríloquo ou dá ?
E a suprema vantagem é que nem precisa de fazer log in ou log out entre o economista e o estudante de medicina.
Mas claro assim ainda nos podemos ir rindo ...
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...e fingir-nos tolos.
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