Mais uma vez...a VERGONHA da fuga aos impostos!!

Carlos, com toda a amizade, acho que o André tem capacidade para responder sem "advogados de defesa", embora ele esteja a pensar há algum tempo... [:p] [;)]
O André a precisar um advogado de defesa? Não me parece.

E vais-me desculpar, mas pouca gente tem pedalada para o André, tu incluído. [;)]

Eu estava apenas a responder-te, perante o teu post. [:cool:]
 
A discussão deste tipo de coisas vai muito além das experiências pessoais.

Claro que podemos utilizar esse argumento de que só com a experiência, só estando dentro de um qualquer sistema, é que podemos avaliá-lo, ter uma opinião, etc.

Esse é o tipo de atitude que recria o corporativismo mais atroz.

Que fechas as organizações à "pressão" vinda do exterior.

No fundo é apenas uma forma -inconsciente mas muitas vezes consciente- de manter o estado das coisas, porque isso é o que convém mais aos seus intervenientes.

Como eu acredito em sociedades abertas, liberais, onde as organizações são sujeitas ao escrutínio público...temos um problema [:p] [:D]

Quer empresas (pelo mercado), quer o Estado.

Em Portugal, escrutinar o Estado é algo que simplesmente não existe.

Vou dar um exemplo simples: a bolsa.

Muitos não a compreendem e só vêm nela a expeculação.

Eu vejo o grande instrumento de regulação do mercado. Com os seus defeitos e as suas...inúmeras virtudes.

Empresas em bolsa são obrigadas a prestar contas públicas, exaustivas, contas essas que são de publicação obrigatória, por exemplo. Para o investidor saber com o que contar.

Existe uma exigência de transparência.

No Estado, nos seus múltiplos organismos, não existe qualquer escrutínio.

Os burocratas lançam as suas falácias de que só eles podem saber como funciona o sistema.

E por isso é que (e vou dar um exemplo) quando um presidente de câmara é eleito, a situação financeira da câmara não é divulgada. E também não o é, quando esse sai e entra outro.

E assim, perpetua-se o desconhecimento da organização. O obscurantismo.

O mesmo em relação a muitos outros pedaços de Estado.

No melhor estilo soviético, onde esse obscurantismo (num nível superior) permitia que se inventassem números de produção agrícola e industrial, outros dados económicos, etc.

E assim se manipulava o povo.

Felizmente, a pouco e pouco, a tendência está para a abertura, para o alastramento das democracias liberais.

Para largar esses velhos hábitos :)

Felizmente, né, Carlos [;)]
 
Última edição:
O André a precisar um advogado de defesa? Não me parece.

E vais-me desculpar, mas pouca gente tem pedalada para o André, tu incluído. [;)]

Eu estava apenas a responder-te, perante o teu post. [:cool:]

A discussão deste tipo de coisas vai muito além das experiências pessoais.

Claro que podemos utilizar esse argumento de que só com a experiência, só estando dentro de um qualquer sistema, é que podemos avaliá-lo, ter uma opinião, etc.

Esse é o tipo de atitude que recria o corporativismo mais atroz.

Que fechas as organizações à "pressão" vinda do exterior.

No fundo é apenas uma forma -inconsciente mas muitas vezes consciente- de manter o estado das coisas, porque isso é o que convém mais aos seus intervenientes.

Como eu acredito em sociedades abertas, liberais, onde as organizações são sujeitas ao escrutínio público...temos um problema [:p] [:D]

Quer empresas (pelo mercado), quer o Estado.

Em Portugal, escrutinar o Estado é algo que simplesmente não existe.

Vou dar um exemplo simples: a bolsa.

Muitos não a compreendem e só vêm nela a expeculação.

Eu vejo o grande instrumento de regulação do mercado. Com os seus defeitos e as suas...inúmeras virtudes.

Empresas em bolsa são obrigadas a prestar contas públicas, exaustivas, contas essas que são de publicação obrigatória, por exemplo. Para o investidor saber com o que contar.

Existe uma exigência de transparência.

No Estado, nos seus múltiplos organismos, não existe qualquer escrutínio.

Os burocratas lançam as suas falácias de que só eles podem saber como funciona o sistema.

E por isso é que (e vou dar um exemplo) quando um presidente de câmara é eleito, a situação financeira da câmara não é divulgada. E também não o é, quando esse sai e entra outro.

E assim, perpetua-se o desconhecimento da organização. O obscurantismo.

O mesmo em relação a muitos outros pedaços de Estado.

No melhor estilo soviético, onde esse obscurantismo (num nível superior) permitia que se inventassem números de produção agrícola e industrial, outros dados económicos, etc.

E assim se manipulava o povo.

Felizmente, a pouco e pouco, a tendência está para a abertura, para o alastramento das democracias liberais.

Para largar esses velhos hábitos :)

Felizmente, né, Carlos [;)]
Tal como eu esperava (pedalada de quem?... [:D] ), "xutou-se" para canto... [:p]

Xeque-Mate

[;)]
 
Chutou-se para canto?

Mas estás a falar de futebol ou de xadrez? [:D]

Um dia, quando os teus imensos afazeres o permitirem, tenta ver como é o jogo de xadrez.

Até que é muito instrutivo.

Por exemplo, o xeque-mate.

Experimenta. [:cool:]
 
Chutou-se para canto?

Mas estás a falar de futebol ou de xadrez? [:D]

Um dia, quando os teus imensos afazeres o permitirem, tenta ver como é o jogo de xadrez.

Até que é muito instrutivo.

Por exemplo, o xeque-mate.

Experimenta. [:cool:]
Deixa-o responder, se ele for capaz... [:p] [:p] [:p]

Quanto ao xadrez, bem, talvez ficasses surpreendido, bem, mas isso é off topic...[:cool:]
 
Não sejas assim...

Ele já te respondeu de uma forma brilhante.

Estes negacionismos é que me partem todo.
Dizes tu, sem fundamentação...

Carlos, deixa de ser "advogado de defesa"... Deixa-o responder, se for capaz! Ou tens "algum empatado" na resposta?...

Deixa-o dar uma resposta minimamente capaz e, digamos, intelectualmente articulada com a lógica da pergunta e deixa-te de subjectivismos!... [:cool:]

Percebo que "apostes nele", afinal é "teu par ideológico", e parece-me, aliás, pessoa muito próxima (talvez amigo, conhecido), mas deixa que ele fale por si, respondendo, claro, em vez de fugir à esposta com evasivas menos expectáveis neste patamar de troca de ideias!...
 
A discussão deste tipo de coisas vai muito além das experiências pessoais.

Claro que podemos utilizar esse argumento de que só com a experiência, só estando dentro de um qualquer sistema, é que podemos avaliá-lo, ter uma opinião, etc.

Esse é o tipo de atitude que recria o corporativismo mais atroz.

Que fechas as organizações à "pressão" vinda do exterior.

No fundo é apenas uma forma -inconsciente mas muitas vezes consciente- de manter o estado das coisas, porque isso é o que convém mais aos seus intervenientes.

Como eu acredito em sociedades abertas, liberais, onde as organizações são sujeitas ao escrutínio público...temos um problema [:p] [:D]

Quer empresas (pelo mercado), quer o Estado.

Em Portugal, escrutinar o Estado é algo que simplesmente não existe.

Vou dar um exemplo simples: a bolsa.

Muitos não a compreendem e só vêm nela a expeculação.

Eu vejo o grande instrumento de regulação do mercado. Com os seus defeitos e as suas...inúmeras virtudes.

Empresas em bolsa são obrigadas a prestar contas públicas, exaustivas, contas essas que são de publicação obrigatória, por exemplo. Para o investidor saber com o que contar.

Existe uma exigência de transparência.

No Estado, nos seus múltiplos organismos, não existe qualquer escrutínio.

Os burocratas lançam as suas falácias de que só eles podem saber como funciona o sistema.

E por isso é que (e vou dar um exemplo) quando um presidente de câmara é eleito, a situação financeira da câmara não é divulgada. E também não o é, quando esse sai e entra outro.

E assim, perpetua-se o desconhecimento da organização. O obscurantismo.

O mesmo em relação a muitos outros pedaços de Estado.

No melhor estilo soviético, onde esse obscurantismo (num nível superior) permitia que se inventassem números de produção agrícola e industrial, outros dados económicos, etc.

E assim se manipulava o povo.

Felizmente, a pouco e pouco, a tendência está para a abertura, para o alastramento das democracias liberais.

Para largar esses velhos hábitos :)

Felizmente, né, Carlos [;)]

Ja nao vinha aqui, há uns dias, e estive a ler estas 2 ultimas paginas,
brilhante!!! André, é um gosto "ver" a clareza de espirito com que escreves.[;)]
medico/economista vs economista/medico (???)
[:D] [:D] [:D] [:D]
 
Xeque (ou será xeque-mate)?...
Acho que infelizmente (
idea3el.gif
) alguém não te percebeu, parece ser muito comum, desconversar ou chutar para canto quando assim é.

Mas tb não vale muito a pena insistir, dá ideia que apesar de perceberem (não quero acreditar no contrario
eyebrow1qb.gif
) gostariam de ficar com a bicicleta.
 
Ja nao vinha aqui, há uns dias, e estive a ler estas 2 ultimas paginas,
brilhante!!! André, é um gosto "ver" a clareza de espirito com que escreves.[;)]
medico/economista vs economista/medico (???)
[:D] [:D] [:D] [:D]



Por acaso ... para um estudante de medicina do 2º ano ... ele é evoluido, quem sabe ao nível de um ventríloquo do teclado ... mas a esta nova versão não se dá o nome de ventríloquo ou dá ?

E a suprema vantagem é que nem precisa de fazer log in ou log out entre o economista e o estudante de medicina.

Mas claro assim ainda nos podemos ir rindo ...

[:D] [:D] [:D]

...e fingir-nos tolos.

[:p] [:cool:]
 
Acho que infelizmente (
idea3el.gif
) alguém não te percebeu, parece ser muito comum, desconversar ou chutar para canto quando assim é.

Mas tb não vale muito a pena insistir, dá ideia que apesar de perceberem (não quero acreditar no contrario
eyebrow1qb.gif
) gostariam de ficar com a bicicleta.
Não vale a pena gastar latim... [:D] [;)]
 
Por acaso ... para um estudante de medicina do 2º ano ... ele é evoluido, quem sabe ao nível de um ventríloquo do teclado ... mas a esta nova versão não se dá o nome de ventríloquo ou dá ?

E a suprema vantagem é que nem precisa de fazer log in ou log out entre o economista e o estudante de medicina.

Mas claro assim ainda nos podemos ir rindo ...

[:D] [:D] [:D]

...e fingir-nos tolos.

[:p] [:cool:]
Fico admirado como certos posts vazios de conteúdo, de argumentos validos e de uma enorme demonstração de falta de experiência de vida são tão aclamados.

Será que os valores se inverteram e eu não dei por isso, ou o mestre bonecreiro, não prestou muita atenção na aulas?

Mas como estavam a falar dos posts do andré e não quero que fiquem confusos, não vou dar uma opinião.

Afinal de contas, só respondo a posts e em tópicos que dizem de facto alguma coisa digna de nota.
 
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